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17 de junho de 2026

Sustentabilidade

Cooperativa Coamo vai investir R$ 3 bilhões em porto de Santa Catarina – MAIS SOJA

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A Cooperativa Coamo, a maior do país, vai investir R$ 3 bilhões na construção de um terminal portuário em Itapoá, Santa Catarina, segundo o governo do Estado. A obra terá início em 2030. A unidade ocupará 43 hectares e terá três berços de atracação com previsão de movimentar 11 milhões de toneladas por ano.

“É um grande investimento, uma transformação somando com a Baía da Babitonga que nós vamos dragar lá em São Francisco. Isso é um corredor de importação e principalmente de exportação. É uma conquista maiúscula de Santa Catarina”, afirmou em nota o Governador do Estado Jorginho Mello, que recebeu executivos da Cooperativa na última segunda-feira.

A Coamo já opera no Porto de Paranaguá, no Paraná, mas sofre com frequentes filas para escoar a produção de grãos como soja, milho e trigo, fruto do trabalho de 32.000 cooperados.

O Presidente-Executivo da Cooperativa, Airton Galinari, revelou que o ambiente de negócios de Santa Catarina foi fundamental para a escolha do local para a instalação do novo espaço que vai contar com terminais de GLP, granéis, líquidos combustíveis e fertilizantes. Ele destacou as iniciativas do governo do Estado, como o aumento da profundidade da Baía da Babitonga e as duplicações da SC-416 e SC-417.

“Nós já temos dois terminais em Paranaguá, onde escoamos quase 5 milhões de toneladas por ano. E sentimos a necessidade dessa expansão porque tem negócios que realmente a gente não consegue fazer”, explicou o executivo Airton Galinari.

A previsão é de que sejam contratados 2.000 trabalhadores para as obras e que a operação do porto quando pronto gere 1.000 vagas de emprego.

Fonte: SNA 
Autor: Coamo
FONTE

Autor:https://sna.agr.br/cooperativa-coamo-vai-investir-r-3-bilhoes-em-porto-de-santa-catarina/

Site: SNA

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Sustentabilidade

Proteína da soja começa a ganhar valor no mercado brasileiro – MAIS SOJA

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A soja começa a ser olhada não apenas pelo volume produzido, mas também pelos atributos que carrega dentro do grão. Proteína, óleo e aminoácidos ganham importância em segmentos da cadeia produtiva, ampliando o interesse por características ligadas ao valor nutricional e industrial da matéria-prima — movimento que começa a despertar atenção também no Brasil.

Pesquisas conduzidas por José Marcos Gontijo Mandarino, pesquisador da Embrapa Soja, mostram que atributos como proteína e óleo têm influência direta sobre o valor industrial do grão, especialmente no rendimento do farelo utilizado na nutrição animal. A Embrapa Suínos e Aves também trata o tema com importância, pois o farelo de soja é uma das principais fontes proteicas para aves e suínos, podendo representar entre 65% e 70% da proteína das formulações nutricionais, dependendo do sistema produtivo.

Em mercados como Estados Unidos e Canadá, produtores já recebem bonificações por soja com características específicas, incluindo maior teor de proteína, variando entre 5% e 15%, a depender do contrato. No Brasil, embora essa remuneração ainda não seja uma prática consolidada, especialistas apontam que a qualidade intrínseca do grão tende a ganhar relevância econômica — movimento semelhante ao que ocorreu na cadeia do leite, onde atributos ligados à qualidade passaram a influenciar a remuneração do produtor.

Durante muito tempo, a armazenagem foi vista quase exclusivamente como proteção de volume. Mas começa a crescer uma discussão sobre qualidade do grão entregue à indústria. Se atributos como proteína e aminoácidos passam a ter mais valor, armazenar bem deixa de ser detalhe operacional e passa a fazer parte da estratégia econômica do produtor”, afirma Elton Stadler, CEO da Provent Brasil, empresa fabricante do Sistema de Exaustão Cycloar.

Mas há um detalhe pouco percebido nessa mudança: não basta colher um bom grão. É preciso preservar sua qualidade depois da colheita. Em um Estudo da Faculdade de Agronomia da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) apontou que, após seis meses de armazenagem, silos sem controle adequado do ambiente, apresentaram aumento de 58,4% nos grãos ardidos14,5% nos fermentados, além de redução no teor de proteína e maior perda de massa dos grãos. É nesse contexto que sistemas de exaustão contínua, como o Cycloar, vem ganhando espaço nas unidades armazenadoras, há mais de 30 anos. A tecnologia atua na redução do calor acumulado, da condensação e do excesso de umidade dentro dos silos, ajudando a preservar características importantes do grão ao longo do armazenamento.

O produtor pode ter um ativo valioso nas mãos e não perceber. Se o mercado começa a olhar mais proteína e qualidade intrínseca, preservar isso dentro do silo passa a ter impacto direto no bolso do produtor”, conclui Stadler.

Fonte: Assessoria de imprensa


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Sustentabilidade

ARROZ/CEPEA: Cotações seguem pressionadas por ampla oferta – MAIS SOJA

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Os preços do arroz em casca voltaram a recuar no Rio Grande do Sul, interrompendo a reação observada no início do mês. De acordo com o Cepea, a pressão esteve atrelada à ampla disponibilidade do cereal e às dificuldades na comercialização do arroz beneficiado, fatores que reduziram o suporte da demanda externa e dos mecanismos de apoio à comercialização promovidos pela Conab.

Segundo o Centro de Pesquisas, embora a demanda internacional tenha permanecido ativa, oferecendo alternativas de comercialização a parte dos produtores, seu impacto sobre os preços foi limitado. Ao mesmo tempo, as dificuldades na venda do arroz beneficiado continuaram a restringir a atuação compradora das indústrias, reforçando a pressão sobre o cereal em casca.

Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

ALGODÃO/CEPEA: Preço interno segue mais vantajoso que paridade de exportação – MAIS SOJA

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Pelo sexto mês consecutivo, os preços do algodão em pluma continuam em baixa no mercado doméstico, mas ainda apresentam vantagem quando comparados à paridade de exportação.

Neste contexto, segundo o Cepea, enquanto alguns vendedores se mostram capitalizados e focados no cumprimento dos contratos a termo, mantendo-se firmes em suas posições, outros aproveitam para liquidar o saldo remanescente da temporada 2024/25. Com a redução dos preços internacionais, parte dos agentes também adota uma postura mais flexível, em busca de novas negociações.

Pesquisadores do Cepea destacam que lotes da safra 2025/26 já começam a chegar ao mercado spot, com destaque para origens de São Paulo e da Bahia.

Do lado da demanda, de acordo com o Cepea, indústrias ainda buscam adquirir a matéria-prima a valores inferiores, fundamentados no baixo desempenho de suas vendas. Comerciantes, por sua vez, realizam fechamentos pontuais diante de uma postura cautelosa, buscando negócios “casados”.

Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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