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27 de junho de 2026

Sustentabilidade

Com a aproximação da semeadura da soja da safra 25/26 em MT, incertezas quanto as precipitações aumentam – MAIS SOJA

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Na última semana, o preço da soja disponível em MT registrou alta de 2,11% em relação à semana anterior, com média semanal de R$ 116,22/sc, sustentado pelos prêmios portuários atrativos. Quanto à paridade de exportação do contrato mar/26, esta alcançou R$ 106,95/sc, queda de 0,71% no comparativo semanal.

A desvalorização dos preços futuros está atrelada à queda das cotações da soja na CME-Group, que recuaram 2,12% no período, com o contrato mar/26 fechando em US$ 10,34/bu. Esse recuo, por sua vez, reflete a expectativa de safra recorde nos EUA e a menor demanda chinesa pela soja norte-americana.

Por outro lado, os prêmios em Paranaguá para o contrato mar/26 registraram média de ¢US$ 26,40/bu, com alta de 94,12% ante a semana anterior. Por fim, é importante ressaltar que, embora os prêmios tenham compensado as oscilações negativas em Chicago, o produtor deve manter atenção ao desdobramento das relações comerciais entre EUA e China, uma vez que esse cenário tende a influenciar diretamente os preços no estado.

AUMENTO: motivada por fatores externos, como acordos comerciais firmados pelos EUA e a decisão do FED em manter as taxas de juros, a moeda norte-americana apresentou alta semanal de 0,58%.

VALORIZAÇÃO: impulsionado pela forte demanda de soja, o indicador do Cepea registrou um crescimento de 0,34% no comparativo semanal.

RECUO: o preço da oleaginosa na CME-Group fechou em US$ 9,74/bu, apresentando uma queda de 3,22% em relação a semana anterior.

Com a aproximação da semeadura da soja da safra 25/26 em MT, as incertezas quanto ao comportamento das precipitações aumentam no estado

Em 2025, a projeção do Australian Bureau of Meteorology (BoM) indicou neutralidade do fenômeno Enso nos próximos meses. Em anos neutros, é comum observar bons volumes de chuva, com distribuição mais regular, o que pode ser favorável ao cultivo de soja no estado.

Além disso, o NOAA estimou a média das anomalias de precipitação do modelo NMME (mm/dia). As previsões indicam que, nos meses de set/25 e out/25, as chuvas devem ocorrer acima da média histórica em grande parte do estado, o que, se confirmado, favorecerá o desenvolvimento inicial da cultura.

Vale ressaltar que o vazio sanitário da soja se encerra em 7 de setembro de 2025, conforme o Mapa. No entanto, para que os produtores iniciem a semeadura, é necessário que o solo tenha recebido pelo menos 10 mm de chuva acumulada, garantindo umidade suficiente para a germinação. Por fim, o Imea projeta que a área de soja será de 13,08 milhões de ha, alta de 1,67% ante a safra passada.

Confira o Boletim Semanal da Soja n° 859 completo, clicando aqui!

Fonte: Imea



 

FONTE

Autor:Boletim Semanal da Soja

Site: Imea

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Sustentabilidade

Soja reage no mercado brasileiro com alta em Chicago e foco nos próximos dados do USDA – MAIS SOJA

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Após muitas oscilações, a semana vai se encerrando com um cenário mais favorável para o mercado brasileiro de soja. A quinta foi de de maior movimentação, com fluxo mais intenso de negócios nos portos diante da melhora das cotações. O analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, ressalta que as altas na Bolsa de Chicago, aliadas aos prêmios firmes, favoreceram a formação de preços ao longo da sessão.

Segundo Silveira, Chicago avançou com apoio das melhores vendas da safra nova norte-americana. O dólar recuou apenas levemente, enquanto os prêmios permaneceram firmes. “A cotação no porto chamou a atenção”, afirma.

No mercado interno, também houve melhora nas indicações de compra. Apesar disso, o produtor manteve postura cautelosa. “Está fazendo jogo duro, segurando lotes e pedindo preços mais altos”, ressalta o analista.

No mercado físico, em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos avançou de R$ 128,00 para R$ 129,00, enquanto em Santa Rosa (RS) saiu de R$ 129,00 para R$ 130,00. Em Cascavel (PR), as cotações passaram de R$ 124,00 para R$ 125,00. Já em Rondonópolis (MT), os preços mudaram de R$ 114,00 para R$ 115,00, enquanto em Dourados (MS) passaram de R$ 116,50 para R$ 117,00. Em Rio Verde (GO), a saca seguiu em R$ 117,00.

Nos portos, Paranaguá (PR) aumentou de R$ 135,00 para R$ 136,00 por saca. Em Rio Grande (RS), as referências também saíram de R$ 135,00 para R$ 136,00.

Os contratos futuros da soja fecharam em forte alta nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). A previsão de temperaturas elevadas para a região produtora dos Estados Unidos nos próximos dias, podendo prejudicar o desenvolvimento das lavouras, garantiu a recuperação técnica dos preços.

Os agentes começaram a posicionar suas carteiras frente aos importantes relatórios que serão divulgados na próxima semana pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Na terça, 30, saem os dados de plantio da temporada 2026/27 e os estoques trimestrais americanos em 1o de junho.

Plantio e estoques EUA
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) deverá indicar uma área plantada norte-americana com soja de 85,37 milhões de acres, com avanço sobre o ano anterior e na comparação com a intenção de plantio, divulgada em março. O relatório de área plantada será divulgado na terça, 30, às 13hs.

A previsão é compartilhada por analistas e corretores consultados pelas agências internacionais. Segundo a consulta, o USDA deverá indicar área de 85,37 milhões de acres, acima dos 81,215 milhões de acres cultivados em 2025.

No final de março, o USDA divulgou o relatório de intenção de plantio. Naquela oportunidade, o Departamento apostava em uma área de 84,7 milhões de acres.

O Departamento vai divulgar na terça também o relatório para os estoques trimestrais americanos na posição 1o de junho. O mercado aponta estoques de 1,051 bilhão de bushels. Em 1o de março, o estoque ficou em 2,105 bilhões e em junho do ano passado os produtores tinham 1,008 bilhão de bushels armazenados.

Fonte: Agência Safras

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Sustentabilidade

Produtor é autuado por plantar soja durante vazio sanitário em São Paulo

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Lavouras de soja em Palotina e Terra Roxa. Foto: Marco Bomm/ TresBomm Agri

A Defesa Agropecuária do Estado de São Paulo autuou um produtor rural por cultivar soja durante o período de vazio sanitário no município de Casa Branca, na região de São João da Boa Vista. A irregularidade foi identificada nesta semana, após uma denúncia encaminhada ao órgão da Secretaria de Agricultura e Abastecimento (SAA).

Durante a fiscalização, engenheiros agrônomos localizaram uma área de soja cultivada sob sistema de irrigação por pivô. Segundo os técnicos, as plantas estavam distribuídas em linhas, caracterizando um cultivo comercial e não apenas a presença de plantas voluntárias, conhecidas como soja tiguera.

  • Saiba as notícias mais recentes sobre a soja na comunidade Soja Brasil no WhatsApp!

De acordo com a Defesa Agropecuária, a área apresenta indícios de que a semeadura foi realizada em fevereiro, fora da janela oficial de plantio para o município, encerrada em 10 de janeiro. Além disso, o terreno já havia recebido uma lavoura de soja na safra de verão, configurando uma segunda safra da cultura na mesma área, prática proibida pela legislação estadual.

O produtor foi autuado com base no Decreto Estadual nº 45.211/2000, por desenvolver atividade que favorece a disseminação de pragas e doenças vegetais sob restrição, e recebeu notificação para erradicar a lavoura dentro do prazo estabelecido.

Na região de São João da Boa Vista, o vazio sanitário da soja teve início em 12 de junho e segue até 12 de setembro. Durante esse período, é proibido cultivar ou manter plantas vivas de soja nas propriedades.

Segundo a gerente do Programa Estadual de Vigilância Fitossanitária, Jucileia Wagatsuma, o cumprimento da medida é essencial para reduzir o risco da ferrugem asiática, considerada a principal doença da cultura no Brasil. Ela explica que o vazio sanitário, aliado à proibição da semeadura fora do calendário e do cultivo sucessivo de soja na mesma área, ajuda a diminuir a pressão do fungo Phakopsora pachyrhizi e reduz as chances de surgimento de populações resistentes aos fungicidas utilizados no controle da doença.

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China amplia participação nas exportações de soja do Brasil

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A China continua a expandir sua participação nas exportações de soja do Brasil, consolidando-se como o maior comprador do grão brasileiro. Dados recentes mostram um aumento significativo na quantidade de soja exportada para o país asiático, refletindo a crescente dependência do Brasil em relação ao mercado chinês.

Dados das exportações de soja

Em 2015, o Brasil exportou 55 milhões de toneladas de soja, das quais 41 milhões foram destinadas à China, representando 75% do total. Em 2020, as exportações aumentaram para 83 milhões de toneladas, com a China comprando 61 milhões, o que corresponde a 73% do volume total. Para 2025, as projeções indicam que o Brasil deverá exportar 108 milhões de toneladas, com a China adquirindo 85 milhões, ou 79% do total.

Expectativas para 2026

Para o primeiro semestre de 2026, espera-se que o Brasil exporte 66 milhões de toneladas de soja, com a China comprando mais de 70% desse volume. A participação da China nas exportações de soja brasileiras permanece expressiva, destacando a importância desse mercado para a economia nacional.

Desafios e oportunidades

A relação comercial entre Brasil e China apresenta tanto oportunidades quanto riscos. O Brasil deve diversificar seus mercados para reduzir a dependência da China, especialmente em um cenário de possíveis crises no comércio bilateral. O avanço na agroindústria da soja, incluindo o aumento da produção de farelo e óleo, é uma estratégia para ampliar a capilaridade do mercado brasileiro.

Em resumo, a China se mantém como o principal parceiro comercial do Brasil no setor de soja, com um crescimento contínuo nas exportações e uma dependência que requer atenção e estratégias de diversificação.

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