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25 de maio de 2026

Sustentabilidade

De olho em tarifas e colheita do milho safrinha, Brasil deve ter dia travado – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de milho deve ter uma quinta-feira de negociações travadas. Os investidores avaliam as tarifas estadunidenses ao Brasil e o avanço da colheita da safrinha, trazendo cautela para os negócios. Neste contexto, a Bolsa de Chicago opera em baixa, enquanto o dólar sobe frente ao real, trazendo ainda mais incerteza para a comercialização do cereal.

O mercado brasileiro de milho seguiu travado nesta quarta-feira, com atenções voltadas para o noticiário político e relacionadas às tarifas, fator que trouxe maior volatilidade para o dólar. Em algumas localidades, como no Paraná, os consumidores estão um pouco mais participativos no mercado, mas de modo geral seguem tranquilos.

Segundo a Safras Consultoria, os produtores adotam uma postura mais retraída na fixação de oferta. Também estão no radar dos agentes do mercado o movimento dos futuros do milho, a paridade de exportação e as questões relacionadas à logística.

No Porto de Santos, o preço ficou entre R$ 66,50/70,00 a saca (CIF). Já no Porto de Paranaguá, cotação entre R$ 65,50/69,00 a saca.

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No Paraná, a cotação ficou em R$ 57,00/58,50 a saca em Cascavel. Em São Paulo, preço de R$ 59,00/60,00 na Mogiana. Em Campinas CIF, preço de R$ 65,00/67,00 a saca.

No Rio Grande do Sul, preço ficou em R$ 68,00/70,00 a saca em Erechim. Em Minas Gerais, preço em R$ 59,00/60,00 a saca em Uberlândia. Em Goiás, preço esteve em R$ 53,50/55,00 a saca em Rio Verde – CIF. No Mato Grosso, preço ficou a R$ 55,00/57,00 a saca em Rondonópolis.

CHICAGO

* Os contratos com entrega em dezembro estão cotados a US$ 4,11 3/4 por bushel, baixa de 0,50 centavo de dólar, ou 0,12%, em relação ao fechamento anterior.

* O mercado recua levemente, pressionado pelo clima favorável no Meio-Oeste dos Estados Unidos, que reforça as expectativas de uma colheita robusta no país. De acordo com dados semanais, a colheita já teve início nas áreas mais ao sul da faixa produtiva, como Texas e Louisiana.

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* Os traders aguardam, ainda nesta manhã, a divulgação dos dados semanais de exportações de grãos pelo Departamento de Agricultura dos EUA (USDA), com estimativas de vendas entre 1 milhão e 2,3 milhões de toneladas.

* Ontem (30), os contratos com entrega em setembro de 2025 fecharam com alta de 0,64%, ou 2,50 centavos, cotados a US$ 3,91 3/4 por bushel. Os contratos com entrega em dezembro de 2025 fecharam com avanço de 1,25 centavo, ou 0,30%, cotados a US$ 4,12 1/4 por bushel.

CÂMBIO

* O dólar comercial opera em alta de 0,18%, cotado a R$ 5,5983. O Dollar Index registra desvalorização de 0,01% a 99,81 pontos.

INDICADORES FINANCEIROS

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* As principais bolsas da Ásia fecharam com preços mistos. Xangai, -1,18%. Japão, +1,02%.

* As principais bolsas na Europa operam com índices mistos. Paris, -0,36%. Frankfurt, -0,15%. Londres, +0,41%.

* O petróleo opera com preços mais baixos. Setembro do WTI em NY: US$ 69,66 o barril (-0,48%).

AGENDA

– Relatório de condições das lavouras da Argentina – Ministério da Agricultura, na parte da tarde.

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– Dados de desenvolvimento das lavouras argentinas – Bolsa de Cereais de Buenos Aires, 15hs.

– Dados de desenvolvimento das lavouras no RS – Emater, na parte da tarde.

– Japão: A taxa de desemprego de junho será publicada às 20h30 pelo departamento de estatísticas.

—–Sexta-feira (1/08)

– Eurozona: A leitura preliminar do índice de preços ao consumidor de julho será publicada às 6h pelo Eurostat.

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– O IBGE divulga, às 9h, a Produção Industrial Mensal referente a junho.

– EUA: O relatório oficial de vagas criadas (payroll) de julho será publicado às 9h30 pelo Departamento do Trabalho.

– Dados de evolução das lavouras do Mato Grosso – IMEA, 16h.

Fonte: Pedro Carneiro / Safras News


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Sustentabilidade

Cooperativismo catarinense cresce acima da média nacional e faturamento de 2025 supera R$ 105 bilhões – MAIS SOJA

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O cooperativismo catarinense segue demonstrando sua pujança econômica e capacidade de expansão. Dados recentes do Sistema OCESC apontam que o faturamento do setor alcançou R$ 105,7 bilhões em 2025, consolidando uma trajetória consistente de crescimento nos últimos anos.

“Santa Catarina tem no cooperativismo um motor econômico real. O faturamento alcançado em 2025 é reflexo de um cooperativismo cada vez mais competitivo, mais organizado e mais presente na vida das pessoas, com capacidade de investir, gerar empregos e sustentar desenvolvimento nas regiões onde atuam”, destaca o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

A série histórica mostra avanço contínuo nos últimos anos. Em 2022, o faturamento das cooperativas de Santa Catarina foi de R$ 80,82 bilhões. Em 2023, subiu para R$ 84,65 bilhões e, em 2024, avançou para R$ 91,26 bilhões. O salto mais expressivo ocorreu em 2025, com crescimento de 15,8% em relação ao ano anterior.

A análise da evolução do faturamento mostra um movimento contínuo de expansão. Após o crescimento expressivo de 63,3% em 2022, impulsionado pelo cenário de recuperação pós-pandemia, o setor manteve um ritmo estável nos anos seguintes, com altas de 4,7% em 2023 e 7,8% em 2024, até alcançar o avanço mais robusto em 2025.

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“Os números mostram que o cooperativismo catarinense está em plena expansão, com um crescimento sustentável. Isso é resultado do trabalho conjunto das cooperativas, que investem em gestão, inovação e no desenvolvimento das pessoas e das comunidades onde estão inseridas”, afirma o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

A taxa de crescimento acima da média nacional é resultado da capacidade de adaptação das cooperativas, do fortalecimento da gestão e da presença cada vez mais estratégica no desenvolvimento econômico do estado. O desempenho também ressalta o papel das cooperativas como agentes relevantes na geração de riqueza, distribuição de renda e promoção do desenvolvimento regional sustentável.

 As perspectivas para os próximos anos projetam que o cooperativismo catarinense deverá manter a curva de crescimento. As projeções apontam que o faturamento pode chegar a R$ 115,2 bilhões em 2026, avançar para R$ 125,9 bilhões em 2027 e alcançar R$ 137,6 bilhões em 2028.

“Essas projeções apontam para um setor com escala, governança e capacidade de continuar avançando. O cooperativismo catarinense cresce porque combina operação eficiente com presença territorial e visão de longo prazo”, conclui Zanatta.

Fonte: Sistema Ocesc, Disponível em Fecoagro

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FONTE

Autor:Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro

Site: Fecoagro/SC

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Agro Mato Grosso

Fundação Rio Verde fortalece intercâmbio em viagens técnicas e apresentação de pesquisas

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A pesquisadora Luana Belufi participou de visitas nacionais e internacionais, e apresentou avanços da Fundação Rio Verde no manejo de doenças do Cerrado.

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Sustentabilidade

De advogada a produtora rural: Flávia Garcia Cid transforma fazenda em referência nacional em óleos essenciais – MAIS SOJA

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Foto de capa:  Assessoria

No agronegócio onde a produção de commodities como soja e milho é proeminente, a história de Flávia Garcia Cid foge do tradicional. De advogada a empresária do campo, Flávia tornou a Fazenda Jaracatiá, em Querência do Norte (PR), em um polo de produção de plantas aromáticas, óleos essenciais e bioinsumos. Sua dedicação ao segmento a consagrou como uma das maiores produtoras de óleos essenciais orgânicos certificados do Brasil, com mais de 200 hectares de cultivo. O país é um dos três maiores exportadores mundiais de óleos essenciais, segundo o Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

Além disso, Flávia foi uma das vencedoras da categoria Grande Propriedade do Prêmio Mulheres do Agro em 2025, promovido pela Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (Abag) e que está com as inscrições abertas. Ela destaca a importância de as produtoras rurais participarem da iniciativa para dar visibilidade a seus trabalhos e impacto no setor. “O meu conselho para as mulheres que querem se inscrever no prêmio é: não hesitem, pois todas podem e serão valorizadas. Fazemos parte de uma rede que só funciona com todas atuando, e cada papel é importante.”

A transição de Flávia para o agro começou em 1999, ao lado do marido. Sem experiência prévia no setor, ela abraçou o desafio de implantar o cultivo de plantas aromáticas após uma viagem despretensiosa, que despertou no casal o interesse nas propriedades terapêuticas das plantas para o cuidado e bem-estar humano. A paixão pelo campo e o desejo de inovar guiaram sua jornada. Para a produtora, a trajetória comprova que “tudo é possível quando se coloca o coração e a dedicação ao trabalho”.

Tecnologia e ESG no DNA

A Fazenda Jaracatiá opera com um modelo de negócios inovador e verticalizado. Flávia implementou uma indústria de destilação própria, desenvolvendo maquinários específicos para culturas não convencionais e controlando todo o processo, do cultivo à comercialização direta para grandes empresas farmacêuticas, cosméticas e de aromaterapia. Um diferencial é a produção de bioinsumos a partir de resíduos de sua própria atividade, posicionando-se no mercado de insumos – neste caso totalmente naturais e de base vegetal – para grãos e pastagens.

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Flávia Garcia Cid, vencedora da categoria “Grande propriedade” do Prêmio Mulheres do Agro em 2025

A propriedade também é referência em práticas ESG, utilizando energia solar e biogás, promovendo a conservação da mata nativa via Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN), reutilizando resíduos e otimizando a gestão hídrica com tecnologia, além de operar com desperdício zero. No âmbito social, foi criado o Instituto Fazenda Jaracatiá, para atuar junto a comunidades vizinhas com foco em suas necessidades e capacitação.

Essas práticas de ponta renderam à produtora prêmios como o Fazenda Sustentável (Globo Rural, 2024) e Produtor 4.0 (AgroBIT, 2024), além da vitória na categoria “Grande Propriedade” do Prêmio Mulheres do Agro em 2025, promovido pela Bayer em parceria com a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG).

Prêmio Mulheres do Agro 2026

Em sua 9ª edição, o Prêmio Mulheres do Agro reforça o compromisso da Bayer com o reconhecimento de produtoras rurais que contribuem para um agronegócio mais inovador, sustentável e inclusivo. Desde sua criação, a iniciativa já recebeu mais de 1.500 inscrições e reconheceu mulheres de diferentes regiões do país por suas boas práticas no campo.

“Olho para a Flávia que subiu ao palco para receber o prêmio e vejo que é possível uma pessoa que almejava se aposentar, sem experiência no agro, hoje ser reconhecida e impactar tantas outras mulheres. É a prova de que, com paixão e esforço, podemos ir muito além do que imaginamos”, incentiva Flávia.

Em um ano simbólico, em que a Bayer celebra 130 anos de atuação no Brasil, a cerimônia de premiação ocorrerá durante um evento proprietário realizado pela Bayer e a ABAG, no segundo semestre, em São Paulo.

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Daniela Barros, Diretora de Comunicação da Divisão Agrícola da Bayer no Brasil, destaca que “ao longo dos últimos anos, o Prêmio Mulheres do Agro se consolidou como uma importante plataforma de reconhecimento das mulheres no campo. Nesta nova edição, queremos ampliar ainda mais a visibilidade dessas histórias e fortalecer as conexões entre as produtoras, o setor e toda a cadeia do agronegócio.”

As produtoras rurais interessadas em participar podem se inscrever até o dia 7 de junho pelo site oficial do prêmio. Para concorrer, as candidatas devem comprovar atuação alinhada aos pilares de sustentabilidade, governança e impacto social.

Sobre a Bayer

Guiada por sua missão “saúde para todos, fome para ninguém”, a Bayer é uma empresa global que atua para desenvolver soluções inovadoras que respondam a alguns dos maiores desafios da humanidade nas áreas de saúde e agricultura. Fundada na Alemanha em 1863 e presente em mais de 80 países, está no Brasil há 130 anos — seu segundo maior mercado no mundo — com negócios nos segmentos de Agricultura, Farmacêutico e Saúde do Consumidor. É comprometida com a inovação, a diversidade e a sustentabilidade, investindo continuamente em pesquisa e desenvolvimento para promover avanços que unam produtividade, preservação ambiental e acesso à saúde de qualidade. Mais informações no site.

Sobre a ABAG

Com mais de 3 décadas de atuação, a Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) é a única entidade que reúne, em uma só voz, todos os elos da cadeia produtiva, do campo à indústria, distribuição e serviços. Promove uma visão integrada e de futuro para o agronegócio brasileiro, fomentando o desenvolvimento sustentado e a bioeconomia, ao mesmo tempo em que aproxima o setor de seus principais públicos estratégicos. A ABAG tornou-se referência na articulação de alianças nacionais e internacionais, estimulando conexões, diálogos e inovação, mobilizando a força de suas mais de 80 associadas para dinamizar o setor e ampliar o protagonismo de toda a cadeia.

Fonte: Assessoria

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