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8 de maio de 2026

Sustentabilidade

Inoculante inédito com formulação bifásica potencializa a Fixação Biológica de Nitrogênio na soja – MAIS SOJA

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O aumento da instabilidade climática, com destaque para ondas de calor, déficit hídrico e alterações no regime de chuvas, impõe um cenário cada vez mais desafiador para a agricultura, especialmente a brasileira. Isso também afeta diretamente a eficiência dos bioinsumos aplicados no plantio da soja, com destaque para os microrganismos que não possuem a capacidade de formar estruturas de resistência. Diante disso, novas formulações tornam-se essenciais para garantir a sobrevivência e a efetividade deles no campo.

Com o intuito de ajudar o produtor a passar por esses momentos mais críticos, a Biosphera, que tem sede em Londrina (PR), lança no mercado o Nitrosphera Dualtech. Este é um inoculante composto pelas bactérias Bradyrhizobium japonicum SEMIA 5079 e SEMIA 5080, em uma formulação bifásica inovadora, junto ao Sphagnum micronizado. “A solução foi projetada para potencializar a performance microbiológica da Fixação Biológica de Nitrogênio (FBN), mesmo sob condições adversas de clima e solo”, explica Joatan Clamer, engenheiro agrônomo e supervisor técnico da empresa.

Entre os principais benefícios do novo inoculante, destacam-se: maior proteção dos microrganismos contra estresses hídricos e térmicos, maior estabilidade das bactérias, além de melhor aderência às sementes, favorecendo a colonização e a simbiose. “Temos um grande desafio em algumas regiões do Brasil em relação à inoculação. Muitas propriedades são extensas, e o uso de tecnologias como pulverizadores com jato dirigido no sulco de plantio se torna inviável”, esclarece o profissional.

Nesses casos, fazer um bom tratamento de sementes é a principal alternativa para garantir a fixação biológica do nitrogênio para a cultura da soja. “É justamente neste cenário que o Nitrosphera Dualtech entrega valor, em estados como Piauí, Maranhão, Tocantins e em algumas regiões da Bahia, por exemplo, que vivem essa realidade”, salienta Clamer. O inoculante também possui o facilitador de ser um produto líquido, gerando praticidade no manuseio e na aplicação.

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Musgo do bem

Sphagnum é um aliado promissor para o sucesso da inoculação biológica em lavouras. Segundo o especialista, trata-se de um gênero de musgo encontrado em ambientes naturalmente alagados, cuja estrutura é composta por células chamadas hialocistos, capazes de absorver até 20 vezes o seu peso em água. “Essas cavidades formam um microambiente úmido e estável, ideal para a sobrevivência, manutenção da viabilidade e multiplicação de bactérias como o Bradyrhizobium, além de protegê-las contra estresses abióticos, como a desidratação”, diz.

Pesquisas demonstram que, quando processado como turfa, o Sphagnum se torna um veículo estratégico para os bioinsumos. Além de preservar as características físico-químicas naturais do próprio musgo, ele garante excelente cobertura e fixação nas sementes. “Contribuindo significativamente para a aplicabilidade dos produtos biológicos e funcionando como um vetor eficiente de microrganismos durante o plantio”, reforça Clamer.

Cinco anos, com um futuro gigante

Este ano, a Biosphera Agro Solutions celebra cinco anos de trajetória — uma empresa jovem, mas com um papel cada vez mais relevante no setor de bioinsumos. Com um portfólio robusto, que conta com mais de 50 biossoluções registradas no Ministério da Agricultura, e uma equipe comercial estrategicamente distribuída nas principais regiões agrícolas do Brasil, a empresa reforça seu compromisso em entregar soluções de alta performance, com foco em inovação e presença técnica constante no campo.

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Sobre – A Biosphera Agro Solutions é uma empresa de insumos biológicos que se destaca no Brasil por seu compromisso com inovação e sustentabilidade. Com um amplo portfólio de microrganismos promotores de crescimento de plantas e biocontrole. Sua sede e a unidade fabril, estão estrategicamente localizadas em Londrina, no Paraná.

Fonte: Assessoria de Imprensa Biosphera Agro Solutions



 

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Sustentabilidade

Preço da soja no Brasil não resiste à nova queda de Chicago: veja as cotações

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Fechamento da soja. Foto: Daniel Popov/ Canal Rural

O mercado brasileiro de soja teve mais uma sessão de pouca movimentação, com negócios pontuais e ritmo lento tanto nos portos quanto no mercado interno.

De acordo com o analista da Safras & Mercado Rafael Silveira, o cenário segue marcado pela cautela dos agentes e pelas cotações enfraquecidas.

Ao longo do dia, o analista menciona que a Bolsa de Chicago operou em queda, enquanto os prêmios não conseguiram compensar o movimento recente de baixa. "As ofertas continuam depreciadas em termos de valor", acrescenta.

Nos portos, o ritmo seguiu limitado, assim como no mercado doméstico. Segundo Silveira, o ambiente também é influenciado pela expectativa em torno do próximo relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). “Todo mundo está esperando os números da próxima semana, que serão divulgados na próxima terça-feira, dia 12”, resume.

Preços médios da saca de soja

  • Passo Fundo (RS): R$ 122,50
  • Santa Rosa (RS): R$ 123,50
  • Cascavel (PR): recuou de R$ 118,50 para R$ 118
  • Rondonópolis (MT): R$ 107,50
  • Dourados (MS): R$ 110,50
  • Rio Verde (GO): caiu de R$ 109,50 para R$ 109
  • Porto de Paranaguá (PR): baixou de R$ 128,50 para R$ 128
  • Porto de Rio Grande (RS): permaneceu em R$ 128,50

Bolsa de Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam em baixa nesta quinta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), mas acima das mínimas do dia.

Silveira pontua que o comportamento de outros mercados, principalmente do petróleo, foi determinante para as oscilações da soja, em dia de muita volatilidade e de ajustes.

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O petróleo iniciou o dia com fortes perdas, mas reduziu a retração na parte da tarde, chegando até mesmo a operar no território positivo.

“Tudo gira em torno das negociações entre Irã e Estados Unidos em busca de uma solução para o conflito no Oriente Médio. A falta de novidades trouxe certo ceticismo ao mercado”, relata o analista.

Contratos futuros

soja preço baixo guerra comercial
Foto: Pixabay/ Arte Canal Rural
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 2,50 centavos de dólar, ou 0,2%, a US$ 11,92 1/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,86 3/4 por bushel, com retração de 2,25 centavos de dólar ou 0,18%.

Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 1,60 ou 0,50% a US$ 318,90 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho fecharam a 74,15 centavos de dólar, com perda de 0,87 centavo ou 1,15%.

Câmbio

O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,05%, sendo negociado a R$ 4,9222 para venda e a R$ 4,9202 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 4,8954 e a máxima de R$ 4,9304.

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Sustentabilidade

Colheita do arroz alcança 96,41% da área cultivada no RS – MAIS SOJA

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A colheita do arroz no Rio Grande do Sul atingiu 96,41% da área cultivada nesta primeira semana de maio. O levantamento foi realizado pelo Instituto Rio Grandense do Arroz (Irga) e divulgado nesta quinta-feira (7/5).

Do total de 891.908,50 hectares destinados ao cultivo na safra 2025/2026, a maior parte das lavouras já foi colhida, consolidando o avanço dos trabalhos nas principais regiões produtoras do Estado.

As regionais da Zona Sul e da Planície Costeira Externa lideram os índices de colheita e estão mais próximas do encerramento das operações, com 98,81% e 98,46% das áreas colhidas, respectivamente.

Na sequência aparecem a Planície Costeira Interna, com 98,13%; a Campanha, com 97,02%; a Fronteira Oeste, com 95,92%; e a Região Central, que registra 89,84% da área colhida.

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De acordo com a Divisão de Assistência Técnica e Extensão Rural (Dater/Irga), ao término da colheita será realizado um levantamento consolidado da safra, contemplando dados de área colhida, produtividade e possíveis perdas registradas durante o ciclo produtivo.

Fonte: IRGA



 

FONTE

Autor:IRGA

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Site: IRGA

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Sustentabilidade

Cenário climático reforça a importância do planejamento agrícola – MAIS SOJA

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Em comparação a março, abril apresentou redução no volume de chuvas, especialmente na região central do Brasil, afetando diretamente a disponibilidade de água no solo. Conforme o Boletim do Sistema TempoCampo/Esalq de maio de 2026, embora grande parte do território nacional, com destaque para a região Norte, ainda apresente elevada umidade no solo, a região central registrou redução no volume de água armazenado durante o mês de abril (Figura 1).

Figura 1. Armazenamento de água no solo, meses de março e abril de 2026 (atualização 05 de maio de 2026).
Fonte: Prof Fábio Marin

Apesar da redução observada, o cenário ainda não caracteriza, na maior parte das regiões produtoras do país, condições críticas ao desenvolvimento das culturas agrícolas. Para a primeira quinzena de maio, as projeções climáticas indicam continuidade das maiores precipitações sobre a região Norte e faixa litorânea do Nordeste, situação que demanda atenção devido aos elevados volumes de chuva já registrados nessas áreas.

Segundo o INMET, para o trimestre maio-julho-julho, a previsão é de precipitações dentro da média climatológica na região central do Brasil, enquanto as regiões Norte e Sul tendem a registrar chuvas dentro ou ligeiramente acima da média (Figura 2).

Figura 2. À esquerda: precipitação total prevista para o trimestre maio-julho-julho de 2026. À direita: Anomalias de precipitação para o trimestre maio-julho-julho de 2026. INMET (06 de Maio de 2026).
Fonte: INMET (2026)

Ainda que previsões a longo prazo possam apresentar grande incerteza, para o mês de junho, caso as projeções climática se concretize, de acordo com as previsões de anomalia das precipitações, são esperadas chuvas dentro da média e/ou ligeiramente acima da média para o período, na maioria das regiões do país.

Fenômenos ENSO

Com divergência entre modelos climatológicos, a intensidade do Fenômeno El Niño ainda é indefinida. No entanto, a ocorrência desse fenômeno é esperada, havendo concordância entre a maioria dos modelos quanto a ocorrência do El Niño (figura 3) com mais de 90% de probabilidade de ocorrência desse fenômeno a partir do trimestre setembro-outubro-novembro (figura 4).

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Figura 3. Modelos de previsão ENSO para abril de 2026.
Fonte: IRI (2026)


Figura 4. Previsão oficial de probabilidade do CPC ENSO.
Fonte: IRI (2026)

Por outro lado, a intensificação do El Niño, especialmente a partir do trimestre agosto-setembro-outubro, poderá influenciar o estabelecimento e o desenvolvimento das culturas agrícolas, impactando as operações no campo. Diante disso, o acompanhamento contínuo das previsões meteorológicas e dos prognósticos climáticos será fundamental para o ajuste das estratégias de manejo e do planejamento das áreas de cultivo.

Confira abaixo o boletim completo do sistema TempoCampo/ESALQ de maio de 2026.


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Referências:

INMET. CLIMA. Instituto Nacional de Meteorologia, 2026. Disponível em: < https://clima.inmet.gov.br/progp/0 >, acesso em: 07/05/2026.

IRI. ENSO FORECAST. Columbia Climate Schol International Research Institute for Climate and Society, 2026. Disponível em: < https://iri.columbia.edu/our-expertise/climate/forecasts/enso/current/ >, acesso em: 07/05/2026.

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