Sustentabilidade
Trigo/BR: 98,3% das áreas destinadas ao cultivo já foram semeadas – MAIS SOJA

No RS, a semeadura se aproxima do encerramento, com avanço em regiões mais secas e frias. A redução de chuvas contribuiu para o ressecamento do solo superficial em áreas recém-semeadas.
No PR, a semeadura foi concluída. Algumas lavouras, em estágios sensíveis, foram afetadas por geadas e pela escassez de chuvas. Em SC, no Planalto Norte, a semeadura encontra-se na finalização, enquanto, no Planalto Sul, cerca de metade das áreas foram semeadas, em menor ritmo, devido à redução de chuvas. No Extremo Oeste, o plantio foi concluído e o clima favorece o desenvolvimento, apesar de falhas pontuais.
Em GO, mesmo com o início da colheita em áreas irrigadas, a cultura encontra-se em diferentes fases fenológicas. Em MG, a colheita ainda é incipiente nas regiões do Triângulo e Alto Parnaíba. No Noroeste, as lavouras estão predominantemente em enchimento de grãos e apresentam bom desenvolvimento. Em MS, a maioria das lavouras estão em estádio reprodutivo, necessitando de maior disponibilidade hídrica. Na BA, as lavouras estão em bom desenvolvimento. Em SP, algumas lavouras em estádio reprodutivo estão sob restrição hídrica.

Previsão Agrometeorológica de 28/07/2025 a 04/08/2025
Norte-Nordeste: Os maiores volumes de chuva são previstos em RR e no Noroeste do AM. No AC, no AP, no extremo Norte do PA e do MA, além de áreas do litoral do nordestino, podem ocorrer menores acumulados, com destaque para PE e AL. No Sealba, as condições continuarão favoráveis para o desenvolvimento do feijão e do milho terceira safra na maioria das áreas. No Matopiba, o tempo seco continuará favorecendo a maturação e a colheita do algodão e do milho segunda safra.
Centro Oeste: Há previsão de tempo seco, exceto em MS, onde são previstos volumes reduzidos de chuva no início da semana. Há possibilidade de restrição hídrica ao trigo em fases reprodutivas no Sudoeste de MS, mesmo com o declínio das temperaturas. A umidade baixa continuará favorecendo a maturação e a colheita do algodão e do milho segunda safra.
Sudeste: A previsão é de tempo estável e de ausência de precipitações na maior parte da semana, exceto em SP, onde podem ocorrer volumes reduzidos de chuva entre 2ª e 3ª feira. Apesar do declínio das temperaturas, as condições continuarão favoráveis para a maturação e a colheita do algodão, do milho segunda safra, da cana-de-açúcar e do café. No entanto, pode haver restrição hídrica ao trigo em fases reprodutivas em parte de SP.
Sul: São previstas chuvas em áreas dos três estados, no início e final da semana. Os maiores volumes deverão ocorrer no Sudeste do RS. No geral, a umidade no solo deverá ser suficiente para o desenvolvimento dos cultivos de inverno. As temperaturas mínimas continuarão baixas, impactando a maturação do milho segunda safra no PR.


Confira o Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras de 28 de julho de 2025 completo, clicando aqui!
Fonte: Conab

Autor:Monitoramento Semanal das Condições das Lavouras
Site: CONAB
Sustentabilidade
Estratégia de sustentabilidade na produção de soja e a adoção das boas práticas agrícolas – MAIS SOJA

A importância das boas práticas agrícolas na redução das emissões de gases de efeito estufa (GEE), na produção de soja, será um dos destaques apresentados pela Embrapa durante o Show Rural Coopavel, a ser realizado de 09 a 13 de fevereiro, em Cascavel (PR). A proposta é replicar, em parte, durante o evento, o modelo adotado na Vitrine de Soja Baixo Carbono da Embrapa Soja, onde se aproveita a entressafra da soja para realizar a diversificação do sistema de produção com plantas como braquiária e crotalária.
“Dessa forma, a soja é semeada em uma área que recebeu, na entressafra, culturas que ajudam a formar palhada e melhorar a qualidade física, química e biológica do solo pelo aporte de carbono e, no caso da crotalária, também de nitrogênio. Carbono e nitrogênio são constituintes essenciais para a formação da matéria orgânica do solo”, explica o pesquisador Marco Antonio Nogueira, da Embrapa Soja.
Segundo ele, a palhada protege o solo contra impacto da chuva, diminui as perdas de água por evaporação, mantém temperaturas mais estáveis e amenas, melhora a infiltração de água, contribui para o controle de plantas daninhas e, principalmente, adiciona carbono ao sistema por meio da biomassa aérea e das raízes. “As raízes, segundo ele, exercem papel fundamental na estruturação do solo, abrindo poros que facilitam a entrada de água e ar e servindo como fonte de alimento para os microrganismos do solo, melhorando a sua qualidade biológica”, explica Nogueira.
Na Vitrine de Tecnologias da Embrapa, no Show Rural, será debatido o papel do sistema de raízes das plantas de cobertura. “Normalmente apenas observamos a parte aérea das plantas, mas a sua “metade escondida”, as raízes, geralmente são negligenciadas. É preciso também estar atento para a forma como as raízes interagem com o solo, o que reflete o efeito mútuo de um sobre o outro, e permite inferir sobre a qualidade do solo”, afirma o pesquisador.
Nesse cenário, as raízes são protagonistas no sistema produtivo. “A ideia é mostrar como a diversificação de culturas altera a ocupação do solo pelas raízes, melhora a porosidade e contribui para um ambiente mais permeável e com maior capacidade de infiltração e armazenamento de água”, explica Nogueira. “Além disso, parte do carbono incorporado pelas plantas permanece estabilizada no solo na forma de matéria orgânica, contribuindo para um balanço de carbono mais favorável ao longo do tempo”, diz Nogueira.
Embora uma parte do carbono retorne naturalmente à atmosfera, Nogueira ressalta que os sistemas bem manejados conseguem reter uma maior fração desse carbono no solo. “É isso que, no longo prazo, contribui para reduzir as emissões líquidas e tornar o sistema de produção de soja mais sustentável”, afirma Nogueira.
A adoção do manejo adequado do solo, uso de bioinsumos, o controle integrado de pragas e doenças, a diversificação de culturas e o uso racional de insumos contribuem para tornar o sistema produtivo mais eficiente e com menor pegada de carbono. Essas estratégias sustentam iniciativas como o selo Soja Baixo Carbono, que busca reconhecer sistemas produtivos que adotam boas práticas agrícolas e contribuem para a mitigação da emissão de gases de efeito estufa, um dos principais responsáveis pelas mudanças climáticas. O Programa Soja Baixo Carbono, coordenado pela Embrapa, adota um modelo de inovação setorial e conta com a parceria de sete empresas apoiadoras: Bayer, Bunge, Cargill, Coamo, Cocamar, GDM e UPL.
Fonte: Empraba
Sustentabilidade
Página não encontrada – MAIS SOJA
O Portal de conteúdo Mais Soja reúne noticias e artigos sobre a cultura da Soja no Brasil e no Mundo.
E-mail para contato: contato@maissoja.com.br
Sustentabilidade
Mercado de soja registra movimentações nos portos e preços sobem

O mercado brasileiro de soja teve uma sessão mais animada nesta quinta-feira (5), com negócios reportados nos portos de Paranaguá e Santos, voltados principalmente a produtores com produto disponível para embarque imediato. Apesar de ainda não haver volumes expressivos colhidos no país, a alta na Bolsa de Chicago contribuiu para a valorização dos preços no mercado interno.
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Os prêmios recuaram, limitando parte da força externa, mas o dia foi marcado por negociações efetivas e avanço nas cotações, que já se valorizaram em média R$ 3,00 por saca ao longo da semana.
Confira os preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): subiu de R$ 124,00 para R$ 125,00
- Santa Rosa (RS): avançou de R$ 125,00 para R$ 126,00
- Cascavel (PR): permaneceu em R$ 118,50
- Rondonópolis (MT): subiu de R$ 108,00 para R$ 109,00
- Dourados (MS): passou de R$ 109,00 para R$ 109,50
- Rio Verde (GO): avançou de R$ 110,00 para R$ 111,00
- Paranaguá (PR): manteve em R$ 128,50
- Rio Grande (RS): estabilizou em R$ 128,00
Chicago
Na Bolsa de Chicago, os contratos futuros fecharam em forte alta, refletindo declarações do presidente americano sobre a possibilidade de aumento das compras chinesas de soja. A expectativa de incremento de demanda chinesa impacta os estoques norte-americanos e projeta movimento de prêmios nos portos brasileiros.
Os contratos futuros da soja em grão na Bolsa de Chicago encerraram a sessão em forte alta. A posição março registrou valorização de 1,83%, com cotação de US$ 11,12 1/4 por bushel, enquanto o contrato maio avançou 1,92%, sendo negociado a US$ 11,26 por bushel. Entre os subprodutos, o farelo de soja para março subiu 2,36%, a US$ 303,20 por tonelada. Já o óleo de soja apresentou leve recuo de 0,01%, com os contratos de março cotados a 55,65 centavos de dólar por libra-peso.
Câmbio
O dólar comercial encerrou em alta de 0,04%, negociado a R$ 5,2530 para venda e R$ 5,2510 para compra, com mínima de R$ 5,2353 e máxima de R$ 5,2883 ao longo do dia.
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