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4 de maio de 2026

Sustentabilidade

Em 2025, MT tem capacidade para armazenar 49,87% da produção total de grãos da safra 24/25 – MAIS SOJA

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Na última semana, a cotação do óleo de soja na CME-Group registrou valorização de 1,56%, encerrando o período com média de US$ 56,06/lbs. Esse avanço está atrelado ao otimismo quanto à demanda por biocombustíveis nos Estados Unidos.

O farelo de soja também acompanhou o movimento de alta do óleo em Chicago, com incremento de 1,42%, encerrando a semana cotado a US$ 286,14/t. Esse movimento foi impulsionado pela sólida expectativa de compras por parte das Filipinas, conforme apontado pelos dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), reforçando a demanda firme pelo produto norteamericano.

No mercado mato-grossense, o óleo de soja encerrou a semana com alta de 1,75%, sendo negociado, em média, a R$ 6.142,27/t, impulsionado pela valorização em Chicago e pela maior demanda pelo coproduto no estado. Por fim, o farelo apresentou recuo de 0,41% na semana, com preço médio de R$ 1.493,27/t, reflexo da ampla oferta e da menor demanda regional.

MAIOR: impulsionado pela valorização no preço da soja em Mato Grosso, o diferencial de base MT/CME apresentou incremento de 18,51% na semana.

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CRESCIMENTO: com uma demanda de soja aquecida, o Prêmio Santos registrou alta de 1,45% em relação à semana anterior.

ALTA: na semana passada, o preço da soja contrato mar/26 em Chicago registrou um aumento de 0,66%, fechando na média de US$ 10,56/bu.

Em 2025, MT tem capacidade para armazenar 49,87% da produção total de grãos da safra 24/25

A projeção de 104,91 milhões de t de soja e milho na safra 24/25 evidencia o persistente gargalo em Mato Grosso: a falta de capacidade para armazenar a produção. Segundo a Conab, a estrutura estática do estado permanece em 52,32 milhões de t, mesmo volume de 2024, gerando um déficit de 52,60 milhões de t.

Desde a safra 10/11, quando a armazenagem ainda supria a produção de soja e milho, a oferta de grãos até 2025 cresceu, em média, 9,89% ao ano, enquanto a capacidade de estocagem avançou 4,25%. Esse descompasso reflete a falta de investimentos e de incentivos ao setor, agravado pelo alto custo de implantação de armazéns, o que dificulta ainda mais o acesso para os produtores de pequeno porte, que é uma grande parcela dos agricultores do estado.

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Como consequência, muitos sojicultores têm sido forçados a escoar parte da produção de forma antecipada para liberar espaço, o que compromete o poder de negociação e impede a comercialização no momento mais favorável do mercado.

Confira o Boletim Semanal da Soja n° 858 completo, clicando aqui!

Fonte: IMEA



 

FONTE
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Autor:Boletim Semanal da Soja

Site: IMEA

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Com demanda aquecida, valor do grão segue firme

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Mesmo diante da safra recorde, estimada em 180 milhões de toneladas, os preços da soja seguem firmes no Brasil. A sustentação vem das aquecidas demandas interna e externa, e também do avanço das cotações dos derivados.

Segundo o Cepea, no mercado internacional, o conflito no Oriente Médio e a consequente valorização do petróleo reforçam o movimento de alta no Brasil, à medida que esse cenário eleva a atratividade do biodiesel e, consequentemente, a demanda por óleo de soja, principal matéria-prima do biocombustível.

No campo, a colheita alcançou 92,1% da área, segundo a Conab, embora persistam diferenças regionais relevantes. No Sul, os trabalhos seguem mais lentos: Santa Catarina atingiu 71% e o Rio Grande do Sul, 65%, ambos abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. No Matopiba, o ritmo permanece heterogêneo. Tocantins praticamente concluiu a atividade, com 98% da área já colhida, enquanto Maranhão (65%) e Bahia (90%) apresentam atraso em relação à safra anterior.

No Piauí, os trabalhos alcançam 96%, desempenho próximo ao do mesmo período de 2025. Na Argentina, chuvas pontuais nas principais regiões interrompem temporariamente a colheita e mantêm o ritmo irregular. Nos Estados Unidos, a recente chuva no Meio-Oeste trouxe alívio climático, mas limitou temporariamente as atividades de campo. Ainda assim, a semeadura atingiu 23% da área projetada para a safra 2026/27 até 26 de abril, superando o ano passado e a média dos últimos cinco anos.

Fonte: Cepea

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Sustentabilidade

Colheita de soja no Rio Grande do Sul atinge 79% da área, e milho chega a 92%

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A colheita da safra de verão no Rio Grande do Sul perdeu ritmo na semana passada devido ao excesso de umidade e à frequência de precipitações. Segundo a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Rio Grande do Sul (Emater/RS-Ascar), divulgada nesta segunda-feira (4), a soja foi colhida em 79% da área semeada de 6.624.988 hectares, enquanto o milho alcançou 92% dos 803.019 hectares cultivados.

No caso da soja, a Emater/RS-Ascar informou que 20% das áreas restantes estão em maturação e 1% ainda em enchimento de grãos. Nas lavouras tardias, a entidade registrou aumento na presença de percevejos e de doenças como a ferrugem-asiática.

A produtividade média estadual da oleaginosa está estimada em 2.871 quilos por hectare. O órgão ressalta, no entanto, que há variações regionais expressivas, com perdas superiores a 50% em áreas afetadas anteriormente por restrição hídrica. No mercado, o preço médio da saca de 60 quilos recuou 1,68% e foi fixado em R$ 115,25.

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Para o milho, o avanço semanal foi de 1 ponto porcentual. A Emater/RS-Ascar atribui a evolução mais lenta à priorização de outras culturas e às chuvas. A produtividade média projetada é de 7.424 quilos por hectare, favorecida pela recuperação hídrica em áreas de safrinha. A cotação da saca de 60 quilos permaneceu estável em R$ 58,19.

No milho para silagem, a colheita chegou a 89%, com rendimento médio de 37.840 quilos por hectare. Já o arroz entrou em fase final de retirada das lavouras, com 93% da área de 891.908 hectares colhida. Segundo a Emater/RS-Ascar, a umidade do solo e dos grãos reduziu a eficiência operacional das máquinas em pontos específicos. A produtividade estimada é de 8.744 quilos por hectare, e o preço médio da saca de 50 quilos subiu 0,26%, para R$ 60,93.

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Os dados indicam que o ritmo da colheita no Estado segue condicionado às condições climáticas de curto prazo, especialmente nas áreas ainda remanescentes de soja e arroz, onde a umidade elevada pode continuar limitando a operação de campo e a qualidade final dos grãos.

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Liquidez segue limitada; preços têm leves ajustes

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As negociações seguiram pontuais nas principais regiões de produção e comercialização de milho do Brasil, na semana passada. Pesquisadores do Cepea indicam que, enquanto compradores priorizaram a utilização dos estoques negociados antecipadamente e seguiram atentos à colheita da safra verão, vendedores, limitaram a oferta de lotes, preocupados com a irregularidade do clima no período. Neste contexto, segundo pesquisadores do Cepea, os preços registraram leves ajustes, prevalecendo as ofertas e as demandas regionais.

Entre as praças paulistas, leves valorizações foram observadas, sustentadas pela restrição de vendedores. Já no Sul e no Centro-Oeste, as quedas prevaleceram. De acordo com o Cepea, a pressão veio do avanço da colheita da safra de verão do cereal nos estados do Sul, dos elevados estoques de passagem e também da colheita robusta da soja no Centro-Oeste. Esse contexto faz com que produtores tenham maior interesse e necessidade em negociar o cereal, ainda que em patamares relativamente estáveis.

Fonte: Cepea



 

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