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25 de agosto de 2026

Tecnologia do Agro

Começa a colheita do algodão em MT: saiba como o monitoramento climático contribui para uma safra recorde

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Uso de dados e tecnologia digital é fundamental para o sucesso da safra

O Brasil se prepara para uma safra histórica de algodão em 2025. De acordo com a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), estão previstas 3,9 milhões de toneladas da pluma, crescimento de 5,7% em relação ao ciclo anterior. Em Mato Grosso, principal produtor do país, a colheita já começou de acordo com o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), porém ainda em uma fase muito inicial até o momento.

“Não houve um avanço significativo para um desenvolvimento mais extenso da cultura, mas a expectativa é que nesta semana comece a colheita em algumas regiões com mais intensidade e de maneira mais significativa”, afirma Cleiton Gauer, superintendente do Imea.

O monitoramento climático na fase final da lavoura é importante para não haver perdas de potencial produtivo. O relatório de junho de Conab aponta como o clima tem interferido na safra pelo país.

A partir de junho, o clima mais seco em Minas Gerais está favorecendo a qualidade da fibra. Contudo, na Bahia, a diminuição das chuvas tem restringido o desenvolvimento das lavouras, resultando em perdas de rendimento. Enquanto isso, o Mato Grosso do Sul enfrenta altos índices pluviométricos, o que exige um monitoramento constante de doenças, mas ao norte do estado, a colheita avança bem, uma vez que as chuvas regulares cessaram.

O planejamento da colheita com base no clima é fundamental para garantir uma grande safra de algodão neste ano. A ocorrência de chuva neste período pode prejudicar a qualidade da fibra e trazer impactos negativos no processo de armazenamento da pluma. Por outro lado, se estiver muito seco e quente há maior risco para acidentes e focos de incêndio.

Para evitar perdas e obter o maior potencial das lavouras, o cotonicultor deve contar com as tecnologias já disponíveis no mercado. A integração de dados das estações meteorológicas das propriedades com modelos de previsão climática confiáveis (por talhão e por hora) é indicada para o sucesso desta fase final da safra.

“Cada vez mais, a tomada de decisão é feita com base em dados. É interessante unir as informações obtidas em um só local, para facilitar a análise. Além disso, o monitoramento das lavouras deve ser feito de maneira contínua, com a alimentação constante deste banco de dados que fica mais rico com o passar do tempo, fornecendo uma visão mais detalhada da realidade do campo”, explica Davi Köhntopp, pesquisador de Produtos Digitais do xarvio® Digital Farming Solutions, marca de agricultura digital da BASF Soluções para Agricultura.

Para reunir os dados de estações meteorológicas, previsão do tempo regionalizada com base em imagens de satélite e até dados das máquinas colhedoras o produtor pode contar com plataformas como o xarvio® FIELD MANAGER. Assim, é possível fazer a leitura das informações num mesmo local.

“Minimizar riscos na colheita é fundamental e o monitoramento climático é uma das ferramentas mais importantes desta etapa. Sabemos que o produtor colhe uma safra e já começa a pensar na próxima. Com as informações, é possível fazer comparações das áreas com mapas de potencial produtivo indicando os melhores talhões e onde será preciso investir mais nos próximos ciclos”, explica Davi.

Digitalização no campo

A digitalização tem transformado o agronegócio com o uso de ferramentas tecnológicas para tomadas de decisão cruciais. A plataforma xarvio® FIELD MANAGER monitora de perto o desenvolvimento das lavouras, utilizando imagens de drones, satélites e outros dados para oferecer uma visão precisa sobre as plantas em cada parte do talhão. Essa perspectiva detalhada permite ao agricultor identificar problemas rapidamente e agir de forma preventiva, assegurando uma colheita mais bem-sucedida.

Com base nesses dados, o produtor tem mais informações sobre manejos específicos, identificando gargalos e pontos de atenção para a próxima safra. “Ao verificar a variabilidade da minha área e, considerando as previsões de problemas climáticos na safra, posso tomar decisões de manejo mais assertivas, como a semeadura em taxa variável, adiantar ou atrasar um plantio, ou até mesmo mudar a variedade a ser utilizada naquele talhão”, conclui Mariana Borges, gerente Técnica de Vendas do xarvio®.

Essa capacidade de adaptação e planejamento é o que diferencia os produtores que abraçam a digitalização. A tecnologia xarvio® além de aprimorar a gestão da lavoura do algodão, também fortalece a resiliência das lavouras frente aos desafios climáticos, garantindo uma colheita mais produtiva e segura.

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Agro Mato Grosso

BASF lança Xarvio Connect 2.0 na América do Norte

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Dispositivo transfere mapas de aplicação e dados operacionais entre o Field Manager e terminais compatíveis

A BASF lançou na América do Norte o Xarvio Connect 2.0, dispositivo portátil para troca de dados entre o Xarvio Field Manager e terminais de máquinas agrícolas compatíveis. A solução transfere mapas de aplicação, registra dados das operações e dispensa o uso de smartphone ou tablet.

O equipamento utiliza conexão USB e traz cartão SIM integrado. A comunicação ocorre por uma rede móvel segura, informa a empresa. O sistema mantém os dados armazenados durante períodos sem cobertura e realiza a transferência após o restabelecimento da conexão.

O Xarvio Connect 2.0 aceita formatos como ISOXML e Shapefile. A tecnologia permite o envio de mapas para operações com taxa fixa ou variável em semeadura, proteção de cultivos e nutrição. O dispositivo possui compatibilidade com ISOBUS e CAN-bus.

Segundo a BASF, a transferência começa após a conexão do dispositivo à porta USB do terminal da máquina. Os mapas do Xarvio Field Manager chegam ao equipamento em poucos minutos.

A solução também registra informações geradas durante as operações. Entre os dados coletados aparecem colheita, níveis de umidade e taxas aplicadas. O Field Manager permite usar essas informações para estimar custos de insumos, produtividade e receita em tempo próximo ao real.

A BASF testou o equipamento na América do Norte durante as safras de 2024 e 2025. Os ensaios envolveram plantadoras, pulverizadores e distribuidores de fertilizantes de diferentes fabricantes. Segundo a empresa, o dispositivo operou também em máquinas com mais de dez anos de uso.

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Agro Mato Grosso

Valtra apresenta portfólio focado na eficiência e redução dos custos operacionais na Expointer 2026

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A Valtra, referência em tecnologia, robustez e soluções de alta performance para o agronegócio, chega à Expointer 2026 com um portfólio de máquinas agrícolas focado em eficiência operacional, rentabilidade e, tudo isso, com suporte ao agricultor. Durante a feira, que acontece de 29 de agosto a 6 de setembro em Esteio, no Rio Grande do Sul, a marca expõe soluções inteligentes em pulverização, plantio de precisão e tratores preparados para atender os diferentes tipos de solo da região.

“Na Expointer 2026, nosso objetivo é mostrar como a tecnologia e a eficiência operacional podem contribuir para aumentar a produtividade, otimizar custos e fortalecer a rentabilidade das propriedades. Mais do que máquinas, entregamos soluções voltadas à geração de valor para o cliente”, afirma Claudio Esteves, diretor de vendas da Valtra.

A Série M5, lançada este ano, representa o salto de evolução da consagrada linha BH HiTech. Com modelos M165, M185 e M205 (de 165, 185 e 205 cv respectivamente), o trator une o design premiado da 5ª geração a uma cabine totalmente redesenhada e extremamente confortável. Para garantir máxima agilidade, conta com a Transmissão Power Shift HiTech 3 Plus Sincronizada, com dois modos de programação, além da alta vazão hidráulica e capacidade de levante, atingindo até 205 l/min e 8,5 toneladas, aptos para trabalhar com qualquer tipo de implemento.

Outra novidade do ano é o trator A5, direcionado para pequenas e médias propriedades, e que passa a compor o portfólio da marca no segmento de tratores de média potência, além da plantadeira HiTech, todos presentes no evento. O lançamento se destaca pela versatilidade e alta durabilidade, entregando conforto operacional e economia de combustível para o manejo diário da lavoura. Complementando o conjunto, a plantadeira HiTech assegura dosagem milimétrica de fertilizante e sementes nas lavouras, aliando facilidade de ajuste a uma estrutura reforçada.

Para atender às variadas demandas de solo e cultura do Rio Grande do Sul, a Valtra destaca o trabalho em conjunto da Série Q5 com a plantadeira Momentum de 18 linhas. Os tratores combinam alta potência e tecnologia para mais eficiência, reunindo o motor AGCO Power de 7,4 litros e a transmissão contínua CVT, conjunto que entrega torque máximo em baixas rotações e ajusta a velocidade sem trocas manuais de marcha, gerando maior economia de combustível. A Momentum atua com toda tecnologia de chassi disponível buscando equilibrar o peso ao longo da estrutura. Este recurso reduz a compactação da área e garante a deposição das sementes na profundidade ideal, assegurando a uniformidade do estande em terrenos irregulares ou sobre a palhada.

Nas lavouras de arroz irrigado e solos alagados, a Linha BM (115 e 135 cv) se consolida por sua tradicional robustez e confiabilidade. O modelo foi projetado para atuar em terrenos de baixa aderência, garantindo a continuidade das operações no campo e evitando paralisações não planejadas.

A linha de pulverização é representada pelos modelos BS 2225H e R530. Com foco nas diferentes formações de relevo da região Sul, o BS 2225H traz chassi flexível e tração 4×4 cruzada para garantir a estabilidade do sistema de barras, além de alta eficiência energética. Por sua vez, o pulverizador R530 atende à demanda de grandes propriedades de grãos com aplicação em alta velocidade e sistemas que eliminam a sobreposição de defensivos, garantindo maior precisão e controle de custos.

Valtra

A linha de produtos Valtra inclui tratores de 57 a 425 cavalos, colheitadeiras, plantadeiras e pulverizadores. No Brasil desde 1960, foi a primeira empresa do setor a se instalar no País. A Valtra conta hoje com uma rede de mais de 220 pontos de venda e assistência técnica na América Latina, dos quais 156 estão no Brasil. A Valtra é uma das principais marcas pertencentes ao grupo AGCO. Para saber mais sobre a Valtra: visite o site.

 

Sobre a AGCO

A AGCO (NYSE: AGCO) é líder global em máquinas agrícolas e tecnologias de agricultura de precisão. Guiada por uma estratégia que prioriza o agricultor, a AGCO entrega valor por meio de suas marcas líderes e diferenciadas, como Fendt™, Massey Ferguson™, PTx™ e Valtra™. Seus equipamentos de alto desempenho e soluções inteligentes para o campo — incluindo tecnologias de retrofit independentes de marca e ofertas autônomas — capacitam os produtores a aumentar a produtividade, enquanto alimentam o mundo de forma sustentável. Para mais informações, visite www.agcocorp.com.

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Agro Mato Grosso

BASF inicia registro do herbicida Replexor Active

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A BASF informou sobre o início do processo de registro da molécula Replexor Active (fendioxypyracil). A empresa apresentou os primeiros dossiês regulatórios no Brasil e na Austrália. Estados Unidos e Argentina devem receber os pedidos em 2027. As primeiras vendas podem ocorrer por volta de 2030, após as aprovações.

O ingrediente ativo inibe a enzima protoporfirinogênio oxidase, conhecida pela sigla PPO. O produto apresenta ação sobre plantas daninhas de folhas largas e gramíneas anuais. O espectro inclui Eleusine indica, espécies do gênero Echinochloa e espécies do gênero Setaria.

A BASF estima uso potencial em programas de manejo presentes em mais de 50 milhões de hectares no mundo, no período de maior adoção. A tecnologia busca ampliar as opções para soja, milho e algodão, culturas afetadas pelo avanço de plantas daninhas resistentes.

Segundo a empresa, a resistência de gramíneas aos herbicidas PPO ainda ocorre com baixa frequência. O Replexor Active complementa o portfólio formado pelos ingredientes ativos Kixor (saflufenacil) e Tirexor (trifludimoxazin).

A BASF também informa ação rápida e eficiência em baixas doses por hectare. A tecnologia permite aplicações em sistemas de plantio direto, prática associada à redução da erosão do solo.

A companhia desenvolve ainda características genéticas de tolerância a herbicidas PPO. A estratégia pretende ampliar a flexibilidade de aplicação do novo ingrediente ativo nos programas de manejo de resistência.

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Agro MT