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Programa premia estudantes após visitas à cadeia do café em Guaxupé

O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), a Associação De Olho no Material Escolar e a Cooxupé realizaram, nesta terça-feira (27), em Guaxupé (MG), a cerimônia de premiação do programa “Vivenciando a Prática: Café”. A ação reconheceu os estudantes da Escola Estadual Nossa Senhora Aparecida autores das melhores redações produzidas após visitas técnicas à cooperativa no primeiro semestre.
Foram premiados Antônio Francisco Esteves Neto, em primeiro lugar, com um tablet; Sophie Rocha Camilo, em segundo, com um Kindle; e Gabriela Alves Pedro, em terceiro, com um smartwatch. A professora Marcela Alves Vieira, responsável pela orientação dos trabalhos, também foi homenageada e recebeu um tablet.
Durante as visitas, os alunos conheceram etapas da cadeia produtiva do café, do recebimento e armazenamento dos grãos até os processos de industrialização. A programação incluiu contato com tecnologias voltadas à qualidade, rastreabilidade e eficiência operacional.
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Os estudantes também receberam orientações de profissionais da Cooxupé sobre mercado de trabalho e carreiras no setor cafeeiro, elaboração de currículos, comportamento em processos seletivos e informações sobre o Programa Jovem Aprendiz da cooperativa.
Segundo a iniciativa, os textos vencedores mostraram ampliação da compreensão dos alunos sobre a importância da cafeicultura para o desenvolvimento econômico, social e cultural do Sul de Minas. As redações destacaram a geração de emprego e renda promovida pelo setor, o papel da Cooxupé na valorização dos produtores e no fortalecimento da economia local, além das práticas de sustentabilidade e do uso de tecnologias observados durante a visita.
Os trabalhos também registraram a percepção dos jovens sobre as oportunidades profissionais ligadas à cadeia cafeeira e a relação entre o conteúdo apresentado e seus projetos de vida.
A premiação encerrou uma etapa do programa “Vivenciando a Prática: Café”, que aproximou estudantes do ambiente operacional, tecnológico e profissional da cafeicultura em Guaxupé.
Fonte: cecafe.com.br
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Fundo Paraná investe R$ 2,8 bilhões em ciência e tecnologia entre 2019 e 2026

O governo do estado apresentou, nesta terça-feira (27), no Palácio Iguaçu, em Curitiba, os resultados operacionais do Fundo Paraná de fomento científico, no período de 2019 a 2026, com aplicação recorde de R$ 2,8 bilhões.
O balanço foi um dos destaques da 36ª Reunião do Conselho Paranaense de Ciência e Tecnologia (CCT Paraná), que reuniu representantes governamentais, acadêmicos e setores empresariais. Os números evidenciam o ciclo histórico de investimentos que consolidou a expansão da pesquisa e da infraestrutura científica paranaense.
Nos últimos oito anos, o volume de recursos aplicados em programas e projetos de ciência, tecnologia e inovação colocou o Paraná na segunda posição nacional entre os estados que mais investem em pesquisa e desenvolvimento, segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).
Na prática, o aporte equivale a 0,34% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. O Fundo Paraná é a dotação constitucional que assegura a destinação de 2% da receita tributária do Estado para o fomento à ciência paranaense.
O secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Nelson Bona, destacou o compromisso com o fortalecimento da ciência.
“Investir em pesquisa e inovação é investir no desenvolvimento socioeconômico, na geração de emprego e renda e na melhoria da qualidade de vida da população. Seguimos firmes no compromisso de colocar a ciência a serviço da sociedade, consolidando o Paraná como referência nacional”, afirmou.
Além da Seti, a operacionalização dos recursos envolve um conjunto de outras instituições, a exemplo da Secretaria da Inovação e Inteligência Artificial (Seia). Também participam a Fundação Araucária e o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), ambos vinculados à Seti. Completam a lista o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR) e o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), ligados respectivamente à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) e à Secretaria do Planejamento (SEPL).
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Encontro em Mariópolis reúne produtoras com foco em gestão rural e agroindústrias

Agricultoras e produtoras de Mariópolis e região participam nesta quinta-feira (29) do encontro “O Campo sob o Olhar Feminino”, no Grêmio Mariopolitano, no Sudoeste do Paraná. Promovido pelo Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR-Paraná) e pela prefeitura municipal, o evento tem 450 participantes inscritas e reúne atividades voltadas à gestão rural, liderança feminina, comercialização e saúde.
A programação começa às 8h, com credenciamento e café, seguida por apresentação de coral. Entre os destaques está a palestra técnica “Mulheres do Agro”, ministrada por Daniel Ribeiro dos Santos, com temas como nota fiscal eletrônica, gestão nas propriedades rurais, sucessão familiar e reforma tributária.
O encontro também terá a palestra “Entre bobs e memórias, as mulheres que nos formaram”, conduzida por Maristela Paulek. Ao longo do dia, a agenda inclui ainda almoço, bingo, sorteio de brindes e atividades de integração entre as participantes.
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Na área de comercialização, a feira de agroindústrias familiares reúne 10 expositores com vinhos, sucos de uva, cachaças, licores, geleias, mel, embutidos, massas, pipoca, mandioca e artesanatos produzidos com vime. A proposta é ampliar a divulgação dos produtos e criar oportunidades de venda para as famílias produtoras.
O evento também oferece serviços de saúde e bem-estar, com aferição da pressão arterial, testes rápidos e orientações sobre prevenção dos cânceres de mama e do colo do útero, menopausa, saúde ginecológica e saúde mental. Entre os atendimentos previstos estão quick massage, maquiagem express, avaliação capilar e cuidados com a pele.
Segundo dados dos censos agropecuários do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) citados na programação, o número de mulheres à frente da direção de estabelecimentos agropecuários no Paraná passou de 34.863, em 2006, para 40.646, em 2017, alta de 16,6%.
A iniciativa busca valorizar a participação das mulheres no agronegócio e na agricultura familiar, com foco em empreendedorismo rural, troca de experiências e ampliação da presença feminina nas diferentes etapas da produção agropecuária. Além do IDR-Paraná e da Prefeitura de Mariópolis, participam da organização e do apoio RP Info Sistemas, CAMISC, Cresol, Sicoob, Sicredi, Dataware, Coopertradição, Siviero e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Mariópolis.
Fonte: agricultura.pr.gov.br
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‘Verão amazônico’ acende alerta para logística da soja; seca pode dificultar transporte de insumos, alerta diretor da Adecon

A estiagem prolongada no Amazonas acende um alerta para a logística do agronegócio, especialmente para o transporte de insumos utilizados na produção de soja, pois a redução do nível dos rios dificulta a navegação em alguns trechos. O cenário preocupa o setor diante da previsão de maior demanda por insumos agrícolas no estado nos meses de janeiro e fevereiro.
Segundo Edeon Vaz, diretor-executivo da Agência de Desenvolvimento Sustentável das Hidrovias e dos Corredores de Exportação (Adecon), a situação varia conforme o rio. “No Madeira, voltou a ser normal, se navega com capacidade plena”, afirma. Já no Tapajós, a redução do nível da água limita a capacidade de transporte das embarcações. A estiagem também dificulta o acesso de barcos menores em determinados trechos dos rios amazônicos.
Vaz explica que a redução dos níveis dos rios faz parte do verão amazônico, período marcado pela diminuição das chuvas. “Isso tudo é o verão amazônico. Não é só o El Niño”, destaca o executivo. Segundo ele, cada período apresenta características diferentes, e episódios severos de estiagem já foram registrados historicamente na região, antes mesmo do desenvolvimento da agricultura.
A preocupação para o setor da soja está na chegada dos insumos agrícolas, prevista principalmente para janeiro e fevereiro. A expectativa é que as chuvas elevem novamente os níveis dos rios até esse período, favorecendo o transporte fluvial. Até lá, no entanto, a evolução das condições hidrológicas será determinante para o planejamento logístico e o abastecimento dos produtos necessários à atividade agrícola.
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