Connect with us
27 de outubro de 2026

Business

Fundo Paraná investe R$ 2,8 bilhões em ciência e tecnologia entre 2019 e 2026

Published

on

O governo do estado apresentou, nesta terça-feira (27), no Palácio Iguaçu, em Curitiba, os resultados operacionais do Fundo Paraná de fomento científico, no período de 2019 a 2026, com aplicação recorde de R$ 2,8 bilhões.

O balanço foi um dos destaques da 36ª Reunião do Conselho Paranaense de Ciência e Tecnologia (CCT Paraná), que reuniu representantes governamentais, acadêmicos e setores empresariais. Os números evidenciam o ciclo histórico de investimentos que consolidou a expansão da pesquisa e da infraestrutura científica paranaense.

Nos últimos oito anos, o volume de recursos aplicados em programas e projetos de ciência, tecnologia e inovação colocou o Paraná na segunda posição nacional entre os estados que mais investem em pesquisa e desenvolvimento, segundo dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

Na prática, o aporte equivale a 0,34% do Produto Interno Bruto (PIB) estadual. O Fundo Paraná é a dotação constitucional que assegura a destinação de 2% da receita tributária do Estado para o fomento à ciência paranaense.

O secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Aldo Nelson Bona, destacou o compromisso com o fortalecimento da ciência.

Advertisement

“Investir em pesquisa e inovação é investir no desenvolvimento socioeconômico, na geração de emprego e renda e na melhoria da qualidade de vida da população. Seguimos firmes no compromisso de colocar a ciência a serviço da sociedade, consolidando o Paraná como referência nacional”, afirmou.

Além da Seti, a operacionalização dos recursos envolve um conjunto de outras instituições, a exemplo da Secretaria da Inovação e Inteligência Artificial (Seia). Também participam a Fundação Araucária e o Instituto de Tecnologia do Paraná (Tecpar), ambos vinculados à Seti. Completam a lista o Instituto de Desenvolvimento Rural do Paraná (IDR) e o Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (Ipardes), ligados respectivamente à Secretaria da Agricultura e do Abastecimento (Seab) e à Secretaria do Planejamento (SEPL).

Continue Reading
Advertisement

Business

Fertilizante importado por hectare cai ao menor nível desde 2018

Published

on

O Brasil está trazendo de fora menos fertilizante para cada hectare que cultiva. De janeiro a setembro de 2026, o nitrogênio importado pelo país equivale a 28,5 kg para cada hectare plantado, e o fósforo, a 19,3 kg.

São os menores volumes desde 2018, quando começa a série, segundo um levantamento inédito que cruza os dados de importação do Comex Stat com a área plantada estimada pelo IBGE.

No caso do nitrogênio, a queda é de 22,5% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o volume era de 36,8 kg por hectare. No fósforo, o recuo foi de 10,5%. Nos dois casos, os números ficaram cerca de um quarto abaixo da média dos oito anos anteriores.

A queda chama atenção porque a área plantada continua crescendo. Em 2026, ela chegou a 99,1 milhões de hectares, 1,4% a mais que no ano anterior, enquanto as compras externas de nitrogênio recuaram 21,5%, para 2,82 milhões de toneladas. O potássio é a exceção: o volume por hectare ficou um pouco acima da média histórica.

“Hoje, não basta mais somente fornecer o nutriente, o grande desafio é fazer com que a planta consiga absorver, metabolizar e transformar isso em produtividade mesmo sob condições de estresse”, afirma Douglas Vaz-Tostes, especialista em manejo da GIROAgro.

Advertisement

O mesmo movimento aparece na safra que está sendo plantada agora. Entre julho e setembro, quando o produtor faz as compras para o plantio de verão, o país importou 47,2 kg de nutrientes para cada hectare de grãos previsto pela Conab no ciclo 2026/27. É quase 20% menos que no início da safra passada e o menor volume dos últimos quatro ciclos, mesmo com a área de grãos 2,3% maior, em 85,4 milhões de hectares.

O indicador compara o volume importado com a área cultivada e não mostra a dose aplicada em cada lavoura, já que não considera estoques, a produção nacional de fertilizantes nem o momento de cada compra. Ainda assim, ajuda a entender o cenário em que o produtor toma as decisões de adubação da nova safra.

Para o especialista, os fertilizantes líquidos e as tecnologias nacionais ganham espaço nesse cenário, mas como complemento à adubação: “A nutrição líquida tem papel complementar, não substitutivo, à adubação de base. O foliar é especialmente eficiente para corrigir deficiências pontuais e agir rapidamente em momentos críticos do ciclo, como floração e enchimento de grãos, mas não substitui a construção da fertilidade do solo ao longo do tempo.”

Advertisement
Continue Reading

Agro Mato Grosso

Irrigação em MT: veja o que muda após decisão da Justiça

Published

on

Decisão invalida três dispositivos da legislação estadual e altera critérios de licenciamento ambiental, regularização de sistemas e suspensão da captação de água

Continue Reading

Agro Mato Grosso

Nematoide do cisto da soja: um alerta para a safra 2026/27

Published

on

A distribuição irregular das precipitações e as elevadas temperaturas têm contribuído para evidenciar os sintomas do nematoide do cisto nas lavouras de soja de Mato Grosso

Advertisement
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT