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12 de outubro de 2026

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Gestão não é marketing – O Livre

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Vivemos a era da comunicação instantânea. Nunca foi tão fácil mostrar uma obra, anunciar uma ação ou divulgar uma agenda. As redes sociais aproximaram governantes e cidadãos, deram mais transparência ao poder público e permitiram que a população acompanhasse o dia a dia da administração quase em tempo real. Isso é positivo.

O problema começa quando a comunicação deixa de ser consequência da boa gestão e passa a ocupar o lugar dela. Administrar uma cidade exige muito mais do que produzir boas imagens, gravar vídeos ou publicar diariamente nas redes sociais. Exige planejamento, capacidade de execução e disposição para enfrentar problemas que, muitas vezes, não rendem curtidas nem manchetes.

O cidadão não escolhe um prefeito para produzir conteúdo. Escolhe para melhorar sua qualidade de vida. Espera ruas mais seguras, trânsito mais organizado, obras planejadas, serviços públicos eficientes e regras claras para quem deseja trabalhar, empreender e investir. A comunicação pode mostrar esses resultados, mas jamais substituí-los.

Existe uma diferença importante entre governar para aparecer e aparecer porque se governa bem. No primeiro caso, o foco está na repercussão de cada decisão. No segundo, a prioridade é resolver problemas concretos, mesmo que isso aconteça longe das câmeras. A história mostra que as melhores administrações foram lembradas pelas transformações que produziram, e não pelo volume de suas publicações.

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Como contador e empresário, aprendi que resultados não podem ser medidos apenas pela aparência. Uma empresa não se torna sólida porque investe em propaganda, mas porque entrega qualidade, cumpre compromissos e conquista a confiança de seus clientes. Na administração pública acontece exatamente o mesmo. A credibilidade nasce da capacidade de entregar aquilo que foi prometido.

Isso não significa desprezar a comunicação. Pelo contrário. Uma gestão eficiente precisa prestar contas, explicar suas decisões e manter diálogo permanente com a sociedade. Mas a comunicação deve servir à gestão, e não a gestão servir à comunicação. Quando essa ordem se inverte, corre-se o risco de transformar o governo em uma campanha permanente.

A população percebe essa diferença. Pode até acompanhar um vídeo ou compartilhar uma publicação, mas forma sua opinião quando enfrenta o trânsito causado por uma obra mal planejada, quando espera por um serviço que não funciona ou quando encontra obstáculos desnecessários para resolver problemas simples. A experiência cotidiana pesa muito mais do que qualquer estratégia de marketing.

Uma boa administração não precisa escolher entre comunicar e governar. Precisa fazer bem as duas coisas, na ordem correta. Primeiro vêm as decisões acertadas, os resultados concretos e a melhoria da vida das pessoas. Depois vem a comunicação, com a função legítima de prestar contas à sociedade.

No fim das contas, o cidadão não espera um influenciador digital ocupando o cargo de prefeito. Espera um gestor capaz de resolver problemas, planejar o futuro e construir uma cidade melhor. Porque, ao final de cada mandato, não são os vídeos publicados que permanecem na memória da população, mas os resultados que ela encontrou nas ruas onde vive.

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*RODRIGO DE ARRUDA E SÁ é contador, bacharel em Direito, empresário e ex-vereador de Cuiabá.

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Ônibus com 16 passageiros tomba em curva na BR-364 e deixa dois feridos em MT

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Veículo seguia de Sinop para Natal quando sofreu acidente na Serra da Petrovina; motorista relatou problema na direção

Um ônibus da empresa Expresso São Luiz tombou na manhã desta segunda-feira (12), na BR-364, em Pedra Preta, a 238 quilômetros de Cuiabá. O acidente aconteceu na região da Serra da Petrovina e deixou duas pessoas feridas.

O veículo transportava 16 passageiros e havia saído de Sinop, com destino a Natal, no Rio Grande do Norte. O tombamento ocorreu por volta das 5h20, no km 137 da rodovia, quando o coletivo passava por uma curva.

Segundo informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), uma das vítimas sofreu fratura no pé, enquanto a outra teve a clavícula fraturada.

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Ao prestar esclarecimentos aos policiais, o motorista afirmou que o ônibus apresentou uma falha na direção durante a curva. Conforme seu relato, o problema teria impedido a conclusão da manobra, fazendo com que o veículo tombasse.

O condutor foi submetido ao teste do bafômetro, que apresentou resultado negativo para o consumo de álcool.

As circunstâncias do acidente deverão ser apuradas.

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De olho na Mesa Diretora, Faissal diz que PL precisa se unir para conquistar espaço

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Parlamentar afirma que pretende buscar novas experiências após conquistar a reeleição

Reeleito para mais quatro anos na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), o deputado estadual Faissal Calil (PL) já articula a possibilidade de integrar a próxima Mesa Diretora da Casa. O parlamentar defende que seu partido, que conquistou quatro cadeiras nas eleições deste ano, busque a primeira-secretaria.

Segundo Faissal, o crescimento da bancada do PL fortalece a legenda nas negociações internas. O partido terá a segunda maior representação na Assembleia, atrás apenas do Podemos.

“Eu acho que o PL vem muito forte, inclusive se o Flávio Bolsonaro ganhar também, eu acho que nós do PL temos que nos unir pra conseguir uma boa posição na mesa”, afirmou.

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O deputado reconhece que uma disputa pela presidência seria mais difícil e considera a primeira-secretaria uma alternativa para a sigla. “A secretaria eu acho que cabe para nós”, declarou.

Faissal também confirmou o interesse pessoal em ocupar um dos cargos. Ele explicou que ainda não participou da Mesa Diretora por questões relacionadas à atuação em seu escritório de advocacia, mas pretende buscar a função na próxima legislatura.

“Eu quero galgar novas experiências e eu pretendo estar na mesa nessa próxima gestão”, disse.

Além de Faissal, o PL terá Gilberto Cattani, Samantha do Abilio e Alcino Barcelos na Assembleia. Já o atual presidente da Casa, Max Russi (Podemos), também reeleito, manifestou interesse em permanecer no comando do Legislativo.

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Morre aos 34 anos RJ Mitte, ator que interpretou filho de Walter White em Breaking Bad

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Artista ficou conhecido pelo papel de Walter White Jr. e também se destacou pela defesa dos direitos das pessoas com deficiência

O ator norte-americano RJ Mitte, conhecido por interpretar Walter White Jr. na série Breaking Bad, morreu nesta segunda-feira (12), aos 34 anos, em Brownsville, no Texas, Estados Unidos. A morte foi confirmada por representantes do artista à imprensa internacional. A causa oficial não foi divulgada.

Mitte ganhou reconhecimento mundial ao interpretar o filho de Walter White, protagonista vivido por Bryan Cranston. Seu personagem, também chamado de Flynn, esteve presente nas cinco temporadas da série, exibida entre 2008 e 2013.

Assim como o personagem, o ator tinha paralisia cerebral. A experiência pessoal contribuiu para sua atuação e fez dele uma referência na defesa da inclusão de pessoas com deficiência na indústria do entretenimento.

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Fora de Breaking Bad, Mitte participou de produções como Switched at Birth, The Oak Room e Os Guardiões da Justiça. Ele também atuava como embaixador de organizações voltadas às pessoas com deficiência e presidia a Mitte Foundation.

Em comunicado, os representantes lamentaram a morte e destacaram o trabalho do ator em favor da acessibilidade e da inclusão.

RJ Mitte estava noivo de Kennedy Suarez, com quem havia anunciado o noivado em 2025. As circunstâncias da morte seguem sob investigação.

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