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11 de junho de 2026

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Reunião de Soja apresenta panorama territorial da cultura no Brasil

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A Reunião de Soja apresentou um panorama territorial da cultura no Brasil, com foco na trajetória de adaptação da oleaginosa em diferentes condições de clima, solo e sistemas produtivos. Segundo o conteúdo fornecido, a avaliação foi destacada por um analista. O material, no entanto, não informa o local do encontro nem detalha os dados técnicos apresentados.

De acordo com o conteúdo de entrada, a trajetória da soja demonstra a capacidade de adaptação da cultura às diversas condições encontradas no território nacional. A informação indica que o tema central da reunião foi justamente esse panorama territorial da produção.

O material também registra que essa leitura foi feita por um analista, mas não informa o nome da fonte, a instituição à qual ela está vinculada nem o cargo exercido. Também não há, no conteúdo fornecido, dados numéricos sobre área cultivada, produtividade, produção, regiões analisadas ou recorte temporal da avaliação.

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A menção a clima, solo e sistemas produtivos indica que a abordagem envolveu fatores técnicos ligados ao desenvolvimento da cultura. Ainda assim, o texto original não detalha quais condições foram destacadas, quais estados ou regiões foram citados, nem quais indicadores foram usados para sustentar o panorama apresentado.

A soja tem relevância direta para a agricultura brasileira, e a referência à adaptação territorial da cultura aponta para um debate técnico sobre produção em diferentes ambientes. No entanto, o material fornecido não especifica impactos práticos para produtores, cooperativas, mercado ou cadeia logística.

O conteúdo divulgado resume que a Reunião de Soja tratou da adaptação da cultura em diferentes condições do território nacional. O material original não informa números, metodologia, local do evento ou desdobramentos diretos para o setor.

Fonte: embrapa.br

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Safra de grãos 2025/26 é estimada em 358,6 milhões de toneladas

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A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) estimou em 358,6 milhões de toneladas a produção brasileira de grãos na safra 2025/26, segundo o 9º Levantamento da Safra de Grãos 2025/26, divulgado nesta quinta-feira (11). O volume representa alta de 1,8% sobre o ciclo anterior, com acréscimo de 6,4 milhões de toneladas. A área cultivada foi projetada em 83,5 milhões de hectares, com produtividade média nacional de 4.295 quilos por hectare.

De acordo com a Conab, a projeção de novo recorde na série histórica é sustentada pelo aumento da área cultivada e por condições climáticas favoráveis. Entre as culturas, a soja apresenta o maior crescimento em volume. A produção da oleaginosa foi estimada em 180,3 milhões de toneladas, com incremento de 8,8 milhões de toneladas em relação à safra anterior. Segundo o boletim, o resultado reflete a expansão da área, o pacote tecnológico adotado e o clima favorável.

No milho, a estimativa total, considerando as três safras, é de 140,5 milhões de toneladas. A primeira safra já teve 87,7% da área colhida e deve alcançar 29,3 milhões de toneladas, alta de 17,7% em relação à temporada 2024/25. A produtividade foi estimada em 7.110 quilos por hectare, avanço de 7,6% e novo recorde da série histórica da Companhia para essa etapa. Para a segunda safra, a expectativa é de 107,9 milhões de toneladas, enquanto a terceira safra deve somar 3,3 milhões de toneladas.

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Entre outros grãos, a produção de algodão foi estimada em cerca de 4 milhões de toneladas, recuo de 2,5% ante 2024/25, influenciado pela menor área semeada. O sorgo deve atingir 7,62 milhões de toneladas, alta de 24,9% na comparação com a safra passada. No arroz, a estimativa é de 11,1 milhões de toneladas, queda de 13,2% em razão da menor área destinada à cultura. Para o feijão, a previsão é de quase 3 milhões de toneladas, recuo de 0,5%.

No mercado, a Conab projetou exportações de soja em 116,1 milhões de toneladas e processamento de 61,58 milhões de toneladas. O estoque de passagem da soja foi estimado em 9,2 milhões de toneladas. Para o milho, os estoques de passagem podem chegar a 13,25 milhões de toneladas no fim de janeiro de 2027. No feijão, o estoque final esperado no fim de dezembro foi atualizado para 288,5 mil toneladas.

Para o trigo, cultura de inverno, a semeadura avança em todas as regiões produtoras e atingia 45,3% da área prevista no levantamento. A Conab projeta produção em torno de 6,3 milhões de toneladas, com redução associada à menor área destinada ao cereal. O material divulgado não detalha impactos regionais adicionais para produtores além dos dados de área, produção e mercado apresentados no levantamento.

Fonte: gov.br

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Mercado do boi gordo tem baixa nesta quarta-feira; confira as cotações da arroba

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Foto: Secretaria de Agricultura de São Paulo

O mercado físico do boi gordo encerrou a quarta-feira (10) com preços mais baixos em meio às tentativas de compra da indústria em patamares inferiores. Segundo o analista da Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos seguem ajustando suas estratégias diante da perspectiva de esgotamento antecipado da cota de exportação para a China, previsto para ocorrer entre junho e julho.

De acordo com o analista, o cenário tem levado à necessidade de redução dos abates, além da diminuição ou até eliminação das bonificações pagas aos animais enquadrados no padrão China. O movimento já era esperado pelo mercado, uma vez que as exportações avançaram de forma acelerada ao longo do primeiro semestre, com forte direcionamento ao mercado chinês.

Mesmo com escalas de abate mais curtas, Iglesias avalia que ainda há pouca margem para uma valorização mais consistente da arroba no curtíssimo prazo, diante da postura cautelosa adotada pela indústria frigorífica.

Entre as principais praças pecuárias do país, a arroba foi cotada, em média, a R$ 353,17 em São Paulo, na modalidade a prazo. Em Goiás, a indicação ficou em R$ 338,21, enquanto Minas Gerais registrou média de R$ 330,88. Em Mato Grosso do Sul, a arroba foi negociada a R$ 353,07, e em Mato Grosso, a R$ 357,30.

Atacado

No mercado atacadista, o movimento foi oposto. Os preços da carne bovina avançaram ao longo do dia, sustentados pela boa reposição entre atacado e varejo durante a primeira quinzena do mês. A expectativa de consumo para junho também permanece positiva, especialmente às vésperas dos jogos da seleção brasileira.

Apesar da recuperação no atacado, a carne bovina continua perdendo competitividade frente às proteínas concorrentes, sobretudo em relação à carne de frango. O quarto dianteiro foi precificado em R$ 21,70 por quilo, a ponta de agulha em R$ 20,00 por quilo e o quarto traseiro em R$ 27,00 por quilo.

Câmbio

No mercado cambial, o dólar comercial fechou a sessão em queda de 0,18%, cotado a R$ 5,1686 para venda e R$ 5,1666 para compra. Ao longo do dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1590 e a máxima de R$ 5,1970.

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Embrapa entrega mais sementes brasileiras para ‘cofre do fim do mundo’ na Noruega

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A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, em Svalbard, na Noruega. Foto: Embrapa

A presidente da Embrapa, Silvia Massruhá, entregou nesta quarta-feira (10) uma nova remessa de sementes brasileiras ao Banco Mundial de Sementes de Svalbard, na Noruega. Ao todo, foram enviados 24 acessos de culturas como caju, fava, amendoim, mamona e gergelim, que passam a integrar a maior reserva de segurança agrícola do planeta.

As novas amostras se somam aos mais de 8 mil materiais genéticos já depositados pela Embrapa no cofre norueguês desde 2012. O objetivo da estrutura, localizada no arquipélago de Svalbard, é preservar a biodiversidade agrícola mundial diante de ameaças como guerras, mudanças climáticas, pragas e desastres naturais.

O banco global conserva atualmente cerca de 1,38 milhão de amostras de sementes de mais de 5 mil espécies, oriundas de 223 países e territórios. As remessas são feitas por instituições de pesquisa e bancos genéticos de diversos países.

Segundo Silvia Massruhá, o envio reforça o papel estratégico da pesquisa agropecuária brasileira na segurança alimentar global.

“Essa iniciativa representa uma salvaguarda da biodiversidade agrícola mundial e reforça o compromisso da ciência brasileira com a segurança alimentar, a preservação dos recursos genéticos e a capacidade de responder aos desafios impostos pelas mudanças climáticas”, afirmou.

Entre as culturas brasileiras já armazenadas no cofre estão arroz, feijão, milho, soja, trigo, forrageiras, hortaliças e fruteiras. De acordo com o pesquisador da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Juliano Pádua, os maiores volumes depositados são de arroz, feijão e milho, culturas consideradas essenciais para a segurança alimentar.

Brasil mantém maior banco de sementes da América Latina

Além do envio internacional, a Embrapa mantém em Brasília o maior banco de sementes da América Latina e um dos maiores do mundo. A estrutura abriga quase 126 mil amostras de 1.213 espécies diferentes, armazenadas em temperaturas de 18 graus negativos.

O banco genético vegetal da instituição tem capacidade para conservar até 600 mil amostras de sementes em quatro câmaras frias, com possibilidade de expansão para 900 mil materiais.

Segundo a Embrapa, o acervo inclui espécies vegetais, animais e microrganismos utilizados em pesquisas voltadas ao desenvolvimento de soluções sustentáveis para a agropecuária, como bioinsumos, biofertilizantes e biodefensivos.

Cooperação internacional amplia foco em bioeconomia e sustentabilidade

A agenda da presidente da Embrapa na Noruega também inclui reuniões com ministérios, institutos de pesquisa e universidades para ampliar a cooperação científica internacional. Entre os destaques está a assinatura de uma carta de intenções com o Instituto Norueguês de Pesquisa em Bioeconomia (Nibio).

O acordo prevê colaboração em áreas como bioeconomia, biotecnologia, segurança alimentar, sustentabilidade, manejo de solos, bioinsumos e recursos hídricos. A cooperação poderá envolver intercâmbio técnico, projetos conjuntos e missões científicas.

A Embrapa também visitou o Instituto Norueguês de Pesquisa em Alimentos (Nofima), referência mundial em aquicultura e inovação em alimentos. As instituições discutem possíveis parcerias em economia circular, rastreabilidade, aproveitamento de resíduos agroindustriais e adaptação da aquicultura às mudanças climáticas.

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