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8 de junho de 2026

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Secel encerra Caravana Fluxo na Arena Pantanal para definir os próximos 10 anos da cultura em MT

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Encontro aberto à sociedade ocorre nesta terça e quarta (9 e 10) em Cuiabá com foco na criação do Plano Estadual de Cultura

A Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) promove nesta terça e quarta-feira (9 e 10.6), no auditório da Arena Pantanal, em Cuiabá, o sexto encontro da Caravana Fluxo em 2026. Nos dois dias, as atividades, que visam a elaboração coletiva do novo Plano Estadual de Cultura, ocorrem das 8h às 17h.

O encontro é aberto a gestores, trabalhadores do setor cultural e sociedade em geral. Os interessados podem se inscrever no site www.secel.mt.gov.br/-/fluxo-2026.

“Junto com o Conselho Estadual de Cultura, nossas equipes percorreram todas as regiões do Estado e agora chegam à Baixada Cuiabana neste último encontro da Caravana Fluxo deste ano. Convidamos toda a sociedade para dialogar e construir conosco as propostas deste importante instrumento da política cultural de Mato Grosso”, convida o secretário da Secel, David Moura.

A programação prevê escuta ativa dos participantes e atividades em Grupos de Trabalho (GTs), cujo produto final será um documento consolidado com as propostas para o Plano Estadual de Cultura 2026-2036, chamado de Carta Territorial.

Para embasar a construção das propostas, o encontro terá um painel voltado à contextualização, com comparativos entre o Plano atual 2016-2026, as propostas aprovadas na 5ª Conferência Estadual de Cultura e a proposta técnica da Secel.

Após amplo debate e votação democrática em plenária, os participantes deliberam e aprovam as propostas de diretrizes e objetivos estratégicos da Carta Territorial da Baixada Cuiabana. O Território Cuiabá é uma das divisões regionais do Conselho Estadual de Cultura e que integra os municípios da região banhada pelo rio que leva o mesmo nome.

Estarão em pauta, ainda, informações sobre o Conselho, Plano e Fundo (CPF) da Cultura e diretrizes sobre a transferência Fundo a Fundo. Complementam o encontro apresentações temáticas sobre monitoramentos, políticas culturais, patrimônio histórico, bibliotecas, e economia criativa.

As atividades da Caravana Fluxo já ocorreram em Sinop (Território Teles Pires), Juína (Território Juruena), Barra do Garças (Território Araguaia), Cáceres (Territórios Paraguai-Guaporé) e Rondonópolis (Território Vermelho).

Sobre o Plano de Cultura

Com vigência de 10 anos, o Plano Estadual de Cultura foi instituído pela Lei nº 10.363, de 27 de janeiro de 2016, como instrumento de planejamento estratégico das políticas públicas culturais em Mato Grosso.

Para a elaboração coletiva do Plano 2026-2036, a Secel também promove uma consulta pública online. O formulário está disponível no site da Secel (link direto aqui).

Com Assessoria 

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Quer ver um ET? Mato Grosso transforma lendas ufológicas em atração turística

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Relatos de fenômenos aéreos não identificados, lendas regionais, paisagens naturais e narrativas cercadas de mistério têm contribuído para a consolidação de um novo nicho turístico em Mato Grosso: o ufoturismo. Embora ainda esteja em processo de estruturação, o segmento vem atraindo a atenção de pesquisadores, gestores públicos e empreendedores do setor como uma oportunidade de diversificação da oferta turística do Estado.

O tema esteve presente na programação da FIT Pantanal 2026, realizada entre os dias 3 e 7 de junho, em Cuiabá. A feira sediou a II Jornada Brasileira de Ufoturismo, com palestras voltadas à discussão do potencial turístico dos fenômenos ufológicos e das novas oportunidades relacionadas ao segmento. Além dos debates, municípios como Barra do Garças e Tesouro utilizaram o evento para promover atrativos ligados ao turismo místico e ufológico. A Chapada dos Guimarães também foi destacada entre os destinos associados a esse universo.

Presidente da Associação Mato-grossense de Pesquisas Ufológicas e Psíquicas (AMPUP), Ataíde Ferreira da Silva Neto afirma que Mato Grosso reúne características que o colocam em posição de destaque dentro do cenário nacional. “O Estado é rico em acontecimentos ufológicos. Temos um grande acervo de filmagens e registros desses fenômenos, o que desperta a curiosidade do público e atrai interessados por essa temática”, afirma.

Segundo ele, a relação de Mato Grosso com o tema remonta ao século XIX. Um dos registros mais antigos ocorreu em 1846, quando o militar e engenheiro Augusto Leverger relatou ter observado um objeto luminoso no céu enquanto navegava pelo Rio Cuiabá. O episódio foi publicado na Gazeta Oficial do Império do Brasil e é apontado por pesquisadores como a primeira notícia sobre avistamento de um objeto voador não identificado divulgada pela imprensa brasileira.

Para Ataíde, a combinação entre natureza e mistério é um dos fatores que despertam o interesse dos visitantes. “Nós temos a Chapada dos Guimarães, a Serra do Roncador, em Barra do Garças, além de lendas e histórias que atravessam gerações. São lugares que unem belezas naturais e uma história cheia de enigmas e mistérios”, destaca.

Entre os destinos mais conhecidos está Barra do Garças, município que concentra parte significativa das narrativas relacionadas ao tema. A cidade abriga a Serra do Roncador, frequentemente associada a relatos de fenômenos inexplicáveis, e também o Discoporto, estrutura criada a partir de uma lei municipal aprovada em 1995 que reservou uma área no Parque Estadual da Serra Azul para a implantação de um espaço destinado simbolicamente ao pouso de objetos voadores não identificados.

Jornalista, artista plástico e assessor da Secretaria Municipal de Turismo de Barra do Garças, Genito Santos explica que a cidade transformou sua relação histórica com o tema em um atrativo turístico.

“Barra do Garças é considerada um dos pontos de maior incidência de casuísticas ufológicas do Centro-Oeste brasileiro. Temos dois ícones importantes desse segmento: a Serra do Roncador e o Discoporto, que é o único lugar do mundo credenciado por lei para receber naves de outros planetas”, afirma.

De acordo com Genito, o turismo ufológico e o turismo místico caminham lado a lado na região. “Barra do Garças recebe visitantes de várias partes do Brasil e do exterior que buscam conhecer a Serra do Roncador, suas histórias, seus mistérios e as narrativas relacionadas aos avistamentos de discos voadores”, diz.

Além de Barra do Garças, outras localidades mato-grossenses também integram esse circuito de interesse. Entre elas estão o Morro do Pião, em Tesouro, e a Caverna Aroe Jari, em Chapada dos Guimarães, locais frequentemente citados em relatos e narrativas associadas ao imaginário ufológico e místico.

Para os pesquisadores do setor, o interesse crescente por experiências temáticas e pelo chamado turismo de nicho abre espaço para a consolidação do ufoturismo como produto turístico organizado. Segundo Ataíde Ferreira, o segmento ainda se desenvolve de forma gradual no Estado, mas começa a ganhar estrutura e visibilidade.

“O Estado tem percebido a importância desse nicho de interessados e começado a formar oficialmente iniciativas que atraem esse público. A inclusão do tema na FIT Pantanal demonstra esse movimento”, avalia.

Na mesma linha, Genito Santos destaca que o segmento avança em direção ao reconhecimento formal dentro do mercado turístico brasileiro. “É uma modalidade que vem se organizando e ganhando visibilidade. Mato Grosso tem potencial para se tornar uma referência nacional nesse tipo de turismo”, afirma.

Combinando patrimônio natural, histórias locais e experiências voltadas ao imaginário e ao desconhecido, o ufoturismo passa a integrar o conjunto de segmentos que podem contribuir para ampliar o fluxo de visitantes e diversificar a atividade turística em Mato Grosso.

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‘Ozempic brasileiro’ chega às farmácias com preço mais leve no bolso

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Os brasileiros terão, a partir da próxima semana, uma nova opção de medicamento à base de semaglutida para auxiliar no tratamento do diabetes tipo 2 e no controle da obesidade. Produzido no país, o Ozivy começará a ser comercializado com preços a partir de R$ 452, valor inferior ao praticado por versões importadas do mesmo princípio ativo.

Apelidado de “Ozempic brasileiro”, o medicamento utiliza uma versão sintética da semaglutida, substância conhecida por ajudar a controlar a fome e aumentar a sensação de saciedade. Apesar da comparação popular, especialistas ressaltam que o Ozivy não é um medicamento genérico do Ozempic. O produto foi aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) como um novo medicamento.

A semaglutida atua imitando a ação do hormônio GLP-1, responsável por regular o apetite e retardar o esvaziamento do estômago. Com isso, os pacientes tendem a consumir menos alimentos, o que pode contribuir tanto para a perda de peso quanto para o controle dos níveis de glicose no sangue.

Segundo a Anvisa, o Ozivy foi autorizado para o tratamento de adultos com diabetes mellitus tipo 2 que não conseguem controlar adequadamente a doença apenas com dieta e exercícios físicos. O medicamento poderá ser utilizado sozinho, em casos em que a metformina seja contraindicada ou mal tolerada, ou em associação com outros tratamentos para diabetes.

O produto estará disponível em diferentes apresentações injetáveis, com canetas aplicadoras e cartuchos de variados tamanhos, oferecendo mais opções de uso aos pacientes conforme orientação médica.

A expectativa é que a chegada do medicamento nacional contribua para ampliar o acesso aos tratamentos que utilizam semaglutida, especialmente diante da crescente procura por medicamentos dessa categoria nos últimos anos.

O registro do Ozivy foi concedido pela Anvisa na modalidade de desenvolvimento abreviado, utilizada para medicamentos baseados em substâncias já conhecidas, mas que ainda precisam comprovar qualidade, segurança e eficácia. Conforme a agência reguladora, a autorização para comercialização é válida até junho de 2036.

Com a entrada do novo produto no mercado, pacientes passam a contar com mais uma alternativa terapêutica para o controle do diabetes tipo 2 e do peso corporal, em um segmento que vem registrando forte crescimento no Brasil.

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Faccionado tenta fugir da PM de bicicleta, cai e acaba preso com 3 kg de maconha

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Jovem de 18 anos carregava os entorpecentes em uma mochila e foi interceptado no bairro Novo Horizonte, em Nova Ubiratã

A Polícia Militar de Mato Grosso prendeu um homem faccionado, de 18 anos, por tráfico ilícito de drogas, na noite deste domingo (7.6), no município de Nova Ubiratã. O suspeito tentou fugir da abordagem policial em uma bicicleta e foi detido em flagrante transportando três quilos de substância análoga a maconha.

O suspeito foi localizado durante patrulhamento ostensivo, no bairro Novo Horizonte. Os militares encontraram o homem em atitude suspeita, conduzindo uma bicicleta e carregando uma mochila nas costas. A PM iniciou procedimento de abordagem e o suspeito fugiu utilizando o veículo.

Após 100 metros de acompanhamento, o homem caiu da bicicleta e foi detido. Na revista pessoal, nada de ilícito foi encontrado. Já na verificação a mochila, os policiais encontraram dois tabletes de maconha, que totalizaram três quilos de drogas.

O homem não se pronunciou sobre a origem da droga e recebeu voz de prisão, sendo conduzido para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências.

Com Assessoria 

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