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8 de junho de 2026

Sustentabilidade

Comercialização da safrinha 2026 de milho atinge 27,1% no Centro-Sul do Brasil, diz Safras – MAIS SOJA

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A comercialização da safrinha 2026 de milho no Centro-Sul do Brasil atinge 27,1% da produção prevista de 99,091 milhões de toneladas, segundo levantamento de Safras & Mercado. Em junho do ano passado, o volume negociado da safrinha 2025 estava um pouco mais avançado, atingindo 34,9% da produção colhida de 100,807 milhões de toneladas de milho. A média de comercialização para o período nos últimos cinco anos é de 32,7%.

A comercialização de milho safrinha atinge 17,7% no Paraná, 7,4% em São Paulo, 25,9% em Mato Grosso do Sul, 13,4% em Goiás/Distrito Federal, 5,7% em Minas Gerais e 37,1% em Mato Grosso.

No Matopiba, a comercialização da safrinha atinge 28,7% da produção esperada de 8,321 milhões de toneladas. Em junho do ano passado, o volume negociado da safrinha 2025 estava mais rápido, atingindo 32,1% da produção colhida de 8,142 milhões de toneladas de milho. A média de comercialização para o período nos últimos cinco anos é de 18,3%.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Arno Baasch (arno@safras.com.br) / Safras News

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro somam 9,76 milhões de toneladas no primeiro trimestre – MAIS SOJA

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As entregas de fertilizantes ao mercado brasileiro totalizaram 9,76 milhões de toneladas no primeiro trimestre de 2026, alta de 3,8% em relação às 9,40 milhões de toneladas registradas no mesmo período de 2025, segundo dados da Associação Nacional para Difusão de Adubos (ANDA).

Somente em março, as entregas alcançaram 2,83 milhões de toneladas, crescimento de 18,7% na comparação com as 2,38 milhões de toneladas do mesmo mês do ano passado.

Mato Grosso liderou o consumo de fertilizantes no período, com 2,45 milhões de toneladas, o equivalente a 25,2% do total entregue no país. Na sequência aparecem Goiás, com 1,10 milhão de toneladas, São Paulo, com 1,08 milhão, Paraná, com 1,02 milhão, Minas Gerais, com 882 mil toneladas, Mato Grosso do Sul, com 543 mil toneladas, e Bahia, com 541 mil toneladas.

Já a produção nacional de fertilizantes intermediários somou 483 mil toneladas em março, queda de 9,7% em relação ao mesmo mês de 2025. No acumulado do primeiro trimestre, a produção atingiu 1,41 milhão de toneladas, recuo de 16,2% frente às 1,68 milhão de toneladas registradas no mesmo período do ano passado. A ANDA ressalta que mudanças societárias e retomadas de operações em algumas empresas podem ter limitado a captação de parte dos dados da produção nacional.

As importações de fertilizantes intermediários chegaram a 2,74 milhões de toneladas em março, avanço de 10,1% na comparação anual. No acumulado de janeiro a março, o volume importado foi de 8,15 milhões de toneladas, queda de 4% frente às 8,49 milhões de toneladas registradas no primeiro trimestre de 2025.

Principal porta de entrada dos fertilizantes no país, o porto de Paranaguá recebeu 2,12 milhões de toneladas no período, volume 13,5% inferior ao registrado um ano antes, quando foram desembarcadas 2,45 milhões de toneladas. O terminal respondeu por 26,1% de todas as importações brasileiras de fertilizantes no trimestre.

Fonte: Agência Safras



 

FONTE

Autor:Luciana Abdur – luciana.abdur@safras.com.br (Safras News)

Site: Agência Safras

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Sustentabilidade

Demanda aquecida limita queda dos preços da soja no início de junho, diz Cepea

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Foto: Antonio Neto/Arquivo Embrapa

O mercado da soja neste início de mês tem sido marcado pela alta liquidez. De acordo com pesquisadores do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), o grande ritmo de exportações e a demanda aquecida por parte da indústria doméstica tem influenciaram no volume de movimentações.

Ainda segundo o centro de estudos, o cenário limitou quedas mais expressivas nos preços da oleaginosa, visto que mesmo com safras recordes colhidas no Brasil e de perspectivas de alta demanda global, com avanços de colheita na Argentina e semeadura nos Estado Unidos.

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Registros da exportação da soja brasileira confirmam a forte demanda de outros países . Dados da Secex que as exportações da oleaginosa chegaram a 14,82 milhões de toneladas do grão em maio. Mesmo com o volume recuado em relação ao mês de abril, existiu um crescimento de 5,1% em relação a maio de 2025. De janeiro a maio, embarques bateram recordes no período.

Na produção, brasileiros têm se preparado para um período de vazio sanitário da soja, uma medida fitossanitária destinada ao controle da ferrugem asiática. Nos EUA, o USDA informa que até o final de maio, a semeadura da safra 2026/27 alcançou 87% da da área prevista, acima da média de 80% observada nos últimos cinco anos.

Na Argentina, a bolsa de Cereales mostra que a colheita da soja chegou a 91,7% da área cultivada. Diante da boa produtividade, a estimativa é que a safra argentina siga mantida em 50,1 milhões de toneladas.

*Sob supervisão de Hildeberto Jr.

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Sustentabilidade

Vazio sanitário da soja começa em Mato Grosso nesta segunda-feira (8) – MAIS SOJA

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O Sistema Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Sistema Famato) alerta os produtores rurais que o vazio sanitário da soja começa nesta segunda-feira (08) e segue até o dia 07 de setembro. Durante esse período, é proibida a existência de plantas vivas em lavouras, margens de rodovias, áreas de armazenamento e demais locais onde possa haver germinação espontânea.

A medida é considerada uma das principais estratégias para reduzir a sobrevivência do fungo causador da ferrugem asiática entre uma safra e outra.  Entre as obrigações dos produtores está a eliminação das chamadas plantas “tigueras”, “guaxas” ou voluntárias, que são aquelas que germinam espontaneamente após a colheita.

O controle deve ser feito dentro deste período para evitar que essas plantas sirvam de ponte verde para a manutenção da doença no campo. Em caso de detecção da doença, o produtor deve executar o controle imediato. As regras também alcançam o transporte de grãos e sementes de soja, que devem ser acondicionados de forma adequada para evitar derramamentos em rodovias e vias públicas.

Os produtores rurais precisam manter o acompanhamento constante das lavouras para detectar precocemente a presença da ferrugem asiática. De acordo com o analista técnico de Agricultura da Famato, Alex Rosa, durante as ações de fiscalização poderão ser emitidas notificações caso sejam encontradas plantas voluntárias (guaxas) em desacordo com as normas vigentes.

As regras também abrangem o transporte de grãos e sementes de soja, determinando que as cargas sejam acondicionadas adequadamente para evitar derramamentos em rodovias e vias públicas.

“O não cumprimento das exigências estabelecidas pode acarretar medidas administrativas, como notificações, eliminação das áreas irregulares, aplicação de multas e outras sanções previstas pela legislação estadual de defesa sanitária vegetal”, explica.

A ferrugem asiática, causada pelo fungo Phakopsora pachyrhizi, é considerada uma das doenças mais severas da cultura da soja. O vazio sanitário e o cumprimento das medidas fitossanitárias ajudam a reduzir a sobrevivência do fungo, diminuir a pressão da doença nas lavouras e preservar a sustentabilidade da produção agrícola em Mato Grosso.

O calendário fitossanitário da soja em Mato Grosso para a safra 2026/2027 foi publicado em Instrução Normativa Conjunta da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) e do Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT), que também define o plantio da soja, que estará autorizado entre 7 de setembro de 2026 e 7 de janeiro de 2027.

Fonte: Famato



 

FONTE

Autor:FAMATO

Site: FAMATO

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