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Renda extra do trabalhador: relevância do PIS/PASEP ao FGTS

Entenda como o PIS/PASEP e o empréstimo fgts pelo saque-aniversário ajudam o trabalhador CLT a ampliar sua renda extra
Para muitos trabalhadores com carteira assinada, fechar o mês sem aperto já é um desafio real. E quando surge a possibilidade de acessar uma renda extra fora do salário, isso não é luxo: é alívio concreto.
É nesse cenário que o abono salarial do PIS/PASEP e o saldo do FGTS ganham um papel central na vida financeira de quem trabalha no regime CLT.
Esses dois benefícios são direitos trabalhistas que existem para ampliar o acesso do trabalhador ao próprio dinheiro.
Entender como cada um funciona e como combiná-los de forma estratégica pode fazer diferença não só no mês em que o dinheiro cai, mas no planejamento de médio e longo prazo.
Pesquisa revela sobre o peso do abono no orçamento do CLT
O Programa de Integração Social e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) é um benefício anual pago a trabalhadores com carteira assinada que ganham até o teto definido pelo governo e cumprem os critérios de elegibilidade.
O valor é proporcional ao tempo trabalhado no ano-base e costuma ser chamado, informalmente, de “14º salário”.
Esse benefício costuma ser descrito como um recurso “extra”, mas os dados mostram que, para a maioria dos trabalhadores, esse dinheiro está longe de ser supérfluo.
Segundo pesquisa Datatudo, realizada com leitores do blog da fintech meutudo em fevereiro de 2026, 78% consideram o abono essencial ou uma ajuda importante no orçamento.
O gráfico acima detalha essa distribuição: 39% afirmam que o abono é essencial para fechar o orçamento e outros 39% classificam como uma ajuda importante. Apenas 8% dizem que o benefício não faz diferença.
Outros dois números da mesma pesquisa reforçam essa leitura: 51% afirmam que a situação financeira ficaria muito mais apertada sem o abono, e 76% já sabem exatamente como pretendem usar o valor antes mesmo de receber. O abono não é surpresa para quem depende dele: é um recurso planejado e contabilizado com antecedência.
Como os trabalhadores usam o PIS/PASEP
O destino que os trabalhadores dão ao abono revela muito sobre a situação financeira de quem depende do regime CLT.
Os dados apontam que 60% usam o valor para quitar dívidas e outros 21% destinam o dinheiro a contas básicas como aluguel, luz e alimentação. Juntos, esses dois grupos representam 81% dos respondentes.
Esse padrão mostra que, para a grande maioria, o abono não entra como renda disponível para gastos livres. Ele resolve um passivo que já existia: dívidas acumuladas, contas em atraso, necessidades que foram postergadas porque o salário não chegou para tudo.
Reconhecer esse ciclo é o primeiro passo para sair dele. Quando o trabalhador antecipa o abono no planejamento anual, em vez de usá-lo apenas para apagar incêndios, o mesmo valor passa a ter um impacto financeiro mais duradouro.
PIS/PASEP e FGTS: os dois grandes aliados financeiros do trabalhador CLT
O PIS/PASEP tem um irmão igualmente importante na vida financeira do trabalhador CLT: o FGTS, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. São benefícios com lógicas diferentes, mas que juntos formam as principais fontes de acesso a recursos fora do salário mensal.
Enquanto o abono salarial chega uma vez por ano em data definida, o FGTS funciona de forma contínua: a cada mês, o empregador deposita 8% do salário bruto em uma conta vinculada ao trabalhador.
Esse saldo cresce ao longo de toda a vida profissional e pode ser acessado em situações previstas em lei, como demissão sem justa causa, compra de imóvel ou aposentadoria.
Os dois benefícios têm ritmos e regras distintas, mas compartilham uma característica fundamental: o dinheiro já pertence ao trabalhador desde o primeiro dia com carteira assinada. A diferença está em quando e como é possível acessá-lo.
Como transformar o saldo do FGTS em renda extra antecipada
O modelo padrão do FGTS reserva o acesso ao saldo para momentos específicos: demissão sem justa causa, compra de imóvel ou aposentadoria. Mas desde 2019 existe uma alternativa: o Saque-Aniversário, que permite retirar anualmente uma parte do fundo, no mês de nascimento do trabalhador, sem precisar esperar nenhum desses eventos.
Para quem não quer ou não pode esperar a data anual, o empréstimo FGTS via Saque-Aniversário permite antecipar as parcelas futuras e transformar o que já está depositado em crédito disponível agora.
O pagamento sai diretamente do fundo, sem comprometer o salário do mês. A meutudo oferece essa modalidade com condições claras e processo sem burocracia para o trabalhador com saldo nas contas do fundo de garantia.
Pelas regras vigentes até outubro de 2026, é possível antecipar até cinco parcelas anuais, com valor máximo de R$ 500 por parcela. A partir de novembro de 2026, esse limite cai para três parcelas.
Quem aderiu ao saque-aniversário a partir de novembro de 2025 precisa aguardar 90 dias antes de autorizar uma instituição financeira a consultar o saldo. Vale verificar essa condição antes de iniciar o processo.
Como planejar o uso da renda extra para ir além do mês a mês
Acessar o abono e o FGTS é um passo. O que muda de verdade na vida financeira é o que se faz com esses recursos depois que eles chegam. Quando o dinheiro vai direto para cobrir o que já estava no vermelho, o ciclo recomeça no ano seguinte, e o trabalhador fica sempre um passo atrás.
Uma abordagem mais estratégica é usar o abono para eliminar a dívida de maior custo e reservar o crédito do FGTS para montar uma pequena reserva de emergência. Mesmo que seja um valor modesto, essa reserva evita que o próximo imprevisto empurre o trabalhador para modalidades de crédito com juros muito mais altos.
Não existe fórmula única para esse planejamento, e o ponto de partida de cada pessoa é diferente. Mas saber que esses recursos existem, quando chegam e como funcionam já é uma vantagem real. Quem planeja com antecedência tende a usar o dinheiro com mais propósito, e colhe resultados além do mês em que o benefício caiu.
O abono salarial e o FGTS são dois pilares concretos da vida financeira de quem trabalha com carteira assinada.
Juntos, representam acesso a recursos que já pertencem ao trabalhador, seja pelo benefício anual do PIS/PASEP, seja pelo fundo acumulado ao longo da carreira. Entender como cada um funciona é o que permite usá-los com mais inteligência.
Com as informações deste artigo, você tem o que precisa para tomar uma decisão mais consciente sobre seus próprios direitos. O próximo passo é seu: avaliar o que faz sentido para a sua situação e agir no momento certo.
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Abilio Brunini diz que classificará facções criminosas como organização terrorista em Cuiabá

O prefeito de Cuiabá Abilio Brunini anunciou que classificará facções criminosas como organização narcoterrorista. O objetivo seria impedir que empresas usadas para lavagem de dinheiro do crime sejam abertas na cidade.
Com a classificação, a prefeitura poderia tomar medidas para impedir que alvarás e outras licenças sejam concedidas para empresas que sejam suspeitas de ligação com o crime organizado.
Especialistas em segurança pública afirmam que o tráfico de drogas é o principal braço financeiro de facções criminosas, seguido por lavagem de dinheiro e crimes de extorsão.
“As sanções que o Estado pode aplicar serão dentro das limitações do Estado. As sanções que o município pode aplicar serão dentro das limitações do município. O Estado reconhece as facções como terrorista e a prefeitura reconhece também”, disse Abilio.
Abilio anunciou a proposta na sexta-feira (23), na semana que o governador reeleito Otaviano Pivetta enviou para a Assembleia Legislativa uma proposta de lei para reconhecimento da ação de facções como terrorismo.
Segundo Abilio, no âmbito municipal, além de vetar a emissão de documentos de legalidade, a prefeitura poderá negar benefícios fiscais e cassar as licenças que já estejam ativadas para empresas comprovadamente ligadas ao crime organizado.
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Lula é reeleito com 64,2 milhões de votos e atinge a maior votação da história do Brasil

Presidente supera o próprio recorde de 2022 em números absolutos; crescimento do eleitorado para 158 milhões de pessoas impulsionou a marca nominal
Ao terminar o segundo turno da eleição presidencial com 64.256.232 votos neste domingo (25), o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conquistou a maior votação já obtida por um presidenciável na história do país.
Os mais de 64 milhões de votos de Lula superam o recorde que já pertencia a ele, ao vencer a eleição de 2022 no segundo turno com mais de 60 milhões de votos, impedindo a reeleição de Jair Bolsonaro.
Veja as maiores votações dos candidatos eleitos no país desde 1989, primeira eleição direta para a Presidência na redemocratização.
2026
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 64.256.232 votos
2022
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 60.345.999 votos
2006
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 58.295.042 votos
2018
Jair Bolsonaro (PSL): 57.797.847 votos
2010
Dilma Rousseff (PT): 55.752.529 votos
2014
Dilma Rousseff (PT): 54.501.118 votos
2002
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 52.793.364 votos
1998
Fernando Henrique Cardoso (PSDB): 35.936.916 votos
1989
Fernando Collor (PRN): 35.090.206 votos
1994
Fernando Henrique Cardoso (PSDB): 34.377.829 votos
Das dez eleições presidenciais após a redemocratização, apenas 1994 e 1998 foram decididas no primeiro turno.
Evolução do eleitorado
Os números resultantes das urnas mostram crescimento do eleitorado brasileiro. Em 1989, o país tinha pouco mais de 82 milhões de eleitores. O contingente cresceu ano a ano até alcançar mais de 158 milhões em 2026.
Como houve o aumento do eleitorado, o recorde de votos recebidos por Lula nesse domingo não representa a maior vitória em termos de votos válidos. Lula conquistou 51,79% da preferência do eleitorado. O recorde pertence à primeira eleição do petista, em 2002, quando derrotou José Serra (PSDB) com 61,27% dos votos válidos.
Veja os maiores percentuais de votos válidos recebidos pelos vencedores:
2002
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 61,27%
2006
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 60,83%
2010
Dilma Rousseff (PT): 56,05%
2018
Jair Bolsonaro (PSL): 55,13%
1994
Fernando Henrique Cardoso (PSDB): 54,28%
1998
Fernando Henrique Cardoso (PSDB): 53,06%
1989
Fernando Collor (PRN): 53,03%
2026
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 51,79%
2014
Dilma Rousseff (PT): 51,64%
2022
Luiz Inácio Lula da Silva (PT): 50,90%
O próximo mandato de Lula começa em 5 de janeiro de 2027.
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Grupo Pereira promove 3ª edição do Mexa-se pela Saúde em Várzea Grande

Evento reúne pedal, atividades físicas e serviços gratuitos de saúde nesta segunda-feira (26), com chegada no Fort Atacadista
O Grupo Pereira realiza nesta segunda-feira (26) a 3ª edição do ‘Mexa-se pela Saúde’, movimento voltado à promoção do bem-estar e da qualidade de vida. A programação inclui um pedal com apoio da Polícia Militar, atividades físicas e serviços gratuitos de saúde, das 18h às 21h, em Várzea Grande.
As inscrições estão abertas e podem ser feitas no setor de compras do Comper da Alzira Santana até o dia do evento, mediante a doação de dois quilos de alimentos não perecíveis, exceto sal, farinha e açúcar. Os participantes inscritos receberão uma camiseta para acompanhar o percurso.
A concentração do passeio ciclístico será no Comper da Alzira Santana, com chegada no estacionamento do Fort Atacadista, na Avenida da FEB. Após a chegada do pedal, o público poderá participar de aulas de treinamento funcional, bike indoor e fitdance. Também serão oferecidas frutas, sucos e água para os participantes.
Na área da saúde, uma equipe do Cartão de Todos oferecerá atendimento gratuito, com aferição de pressão arterial, teste de glicemia, orientações médicas e massagem.
O ‘Mexa-se pela Saúde’ busca incentivar a prática de atividades físicas e os cuidados com a saúde, reunindo esporte, lazer e serviços acessíveis à comunidade. A iniciativa reúne as bandeiras operacionais do Grupo Pereira: Fort Atacadista, Comper, Vuon Card e Farmácia SempreFort.
O Fort Atacadista possui unidades em Cuiabá, nas avenidas Fernando Corrêa da Costa, Miguel Sutil e na saída para Chapada dos Guimarães. Em Várzea Grande, as lojas estão situadas nas avenidas da FEB e Júlio Campos.
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