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1 de junho de 2026

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Renda extra do trabalhador: relevância do PIS/PASEP ao FGTS

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Entenda como o PIS/PASEP e o empréstimo fgts pelo saque-aniversário ajudam o trabalhador CLT a ampliar sua renda extra

Para muitos trabalhadores com carteira assinada, fechar o mês sem aperto já é um desafio real. E quando surge a possibilidade de acessar uma renda extra fora do salário, isso não é luxo: é alívio concreto. 

É nesse cenário que o abono salarial do PIS/PASEP e o saldo do FGTS ganham um papel central na vida financeira de quem trabalha no regime CLT.

Esses dois benefícios são direitos trabalhistas que existem para ampliar o acesso do trabalhador ao próprio dinheiro. 

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Entender como cada um funciona e como combiná-los de forma estratégica pode fazer diferença não só no mês em que o dinheiro cai, mas no planejamento de médio e longo prazo.

Pesquisa revela sobre o peso do abono no orçamento do CLT

O Programa de Integração Social e o Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS/PASEP) é um benefício anual pago a trabalhadores com carteira assinada que ganham até o teto definido pelo governo e cumprem os critérios de elegibilidade. 

O valor é proporcional ao tempo trabalhado no ano-base e costuma ser chamado, informalmente, de “14º salário”.

Esse benefício costuma ser descrito como um recurso “extra”, mas os dados mostram que, para a maioria dos trabalhadores, esse dinheiro está longe de ser supérfluo. 

Segundo pesquisa Datatudo, realizada com leitores do blog da fintech meutudo em fevereiro de 2026, 78% consideram o abono essencial ou uma ajuda importante no orçamento.

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O gráfico acima detalha essa distribuição: 39% afirmam que o abono é essencial para fechar o orçamento e outros 39% classificam como uma ajuda importante. Apenas 8% dizem que o benefício não faz diferença.

Outros dois números da mesma pesquisa reforçam essa leitura: 51% afirmam que a situação financeira ficaria muito mais apertada sem o abono, e 76% já sabem exatamente como pretendem usar o valor antes mesmo de receber. O abono não é surpresa para quem depende dele: é um recurso planejado e contabilizado com antecedência.

Como os trabalhadores usam o PIS/PASEP

O destino que os trabalhadores dão ao abono revela muito sobre a situação financeira de quem depende do regime CLT. 

Os dados apontam que 60% usam o valor para quitar dívidas e outros 21% destinam o dinheiro a contas básicas como aluguel, luz e alimentação. Juntos, esses dois grupos representam 81% dos respondentes.

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Esse padrão mostra que, para a grande maioria, o abono não entra como renda disponível para gastos livres. Ele resolve um passivo que já existia: dívidas acumuladas, contas em atraso, necessidades que foram postergadas porque o salário não chegou para tudo.

Reconhecer esse ciclo é o primeiro passo para sair dele. Quando o trabalhador antecipa o abono no planejamento anual, em vez de usá-lo apenas para apagar incêndios, o mesmo valor passa a ter um impacto financeiro mais duradouro.

PIS/PASEP e FGTS: os dois grandes aliados financeiros do trabalhador CLT

O PIS/PASEP tem um irmão igualmente importante na vida financeira do trabalhador CLT: o FGTS, o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. São benefícios com lógicas diferentes, mas que juntos formam as principais fontes de acesso a recursos fora do salário mensal.

Enquanto o abono salarial chega uma vez por ano em data definida, o FGTS funciona de forma contínua: a cada mês, o empregador deposita 8% do salário bruto em uma conta vinculada ao trabalhador. 

Esse saldo cresce ao longo de toda a vida profissional e pode ser acessado em situações previstas em lei, como demissão sem justa causa, compra de imóvel ou aposentadoria.

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Os dois benefícios têm ritmos e regras distintas, mas compartilham uma característica fundamental: o dinheiro já pertence ao trabalhador desde o primeiro dia com carteira assinada. A diferença está em quando e como é possível acessá-lo.

Como transformar o saldo do FGTS em renda extra antecipada

O modelo padrão do FGTS reserva o acesso ao saldo para momentos específicos: demissão sem justa causa, compra de imóvel ou aposentadoria. Mas desde 2019 existe uma alternativa: o Saque-Aniversário, que permite retirar anualmente uma parte do fundo, no mês de nascimento do trabalhador, sem precisar esperar nenhum desses eventos.

Para quem não quer ou não pode esperar a data anual, o empréstimo FGTS via Saque-Aniversário permite antecipar as parcelas futuras e transformar o que já está depositado em crédito disponível agora. 

O pagamento sai diretamente do fundo, sem comprometer o salário do mês. A meutudo oferece essa modalidade com condições claras e processo sem burocracia para o trabalhador com saldo nas contas do fundo de garantia.

Pelas regras vigentes até outubro de 2026, é possível antecipar até cinco parcelas anuais, com valor máximo de R$ 500 por parcela. A partir de novembro de 2026, esse limite cai para três parcelas.

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Quem aderiu ao saque-aniversário a partir de novembro de 2025 precisa aguardar 90 dias antes de autorizar uma instituição financeira a consultar o saldo. Vale verificar essa condição antes de iniciar o processo.

Como planejar o uso da renda extra para ir além do mês a mês

Acessar o abono e o FGTS é um passo. O que muda de verdade na vida financeira é o que se faz com esses recursos depois que eles chegam. Quando o dinheiro vai direto para cobrir o que já estava no vermelho, o ciclo recomeça no ano seguinte, e o trabalhador fica sempre um passo atrás.

Uma abordagem mais estratégica é usar o abono para eliminar a dívida de maior custo e reservar o crédito do FGTS para montar uma pequena reserva de emergência. Mesmo que seja um valor modesto, essa reserva evita que o próximo imprevisto empurre o trabalhador para modalidades de crédito com juros muito mais altos.

Não existe fórmula única para esse planejamento, e o ponto de partida de cada pessoa é diferente. Mas saber que esses recursos existem, quando chegam e como funcionam já é uma vantagem real. Quem planeja com antecedência tende a usar o dinheiro com mais propósito, e colhe resultados além do mês em que o benefício caiu.

O abono salarial e o FGTS são dois pilares concretos da vida financeira de quem trabalha com carteira assinada. 

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Juntos, representam acesso a recursos que já pertencem ao trabalhador, seja pelo benefício anual do PIS/PASEP, seja pelo fundo acumulado ao longo da carreira. Entender como cada um funciona é o que permite usá-los com mais inteligência.

Com as informações deste artigo, você tem o que precisa para tomar uma decisão mais consciente sobre seus próprios direitos. O próximo passo é seu: avaliar o que faz sentido para a sua situação e agir no momento certo.

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Abilio prestigia despedida de Maria Erotides no TJ e tenta ‘recrutar’ desembargadora para a Prefeitura

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Magistrada foi homenageada pelos 41 anos de carreira e atuação na defesa das mulheres. “Bons jogadores a gente não deixa descansar”, brincou o prefeito de Cuiabá

Abilio destaca legado de Maria Erotides, referência na defesa dos direitos das mulheres

O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e a primeira-dama e vereadora Samantha Íris participaram, na manhã desta segunda-feira (1º), da homenagem prestada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso à desembargadora Maria Erotides Kneip, em reconhecimento aos 41 anos dedicados ao serviço público e à magistratura mato-grossense. A solenidade reuniu autoridades dos poderes Judiciário, Executivo e Legislativo, além de representantes de instituições do sistema de Justiça. A secretária municipal da Mulher, Hadassah Suzannah, também participou da cerimônia.

Durante seu discurso, Abilio destacou que a trajetória da desembargadora ultrapassa os limites da atuação jurisdicional e se consolidou como referência na defesa dos direitos das mulheres e na construção de políticas públicas voltadas à promoção da igualdade. Segundo o prefeito, Maria Erotides sempre exerceu papel ativo na sociedade, contribuindo diretamente para iniciativas que transformaram a realidade de Cuiabá e de Mato Grosso.

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O prefeito lembrou que a magistrada foi uma das vozes que incentivaram a criação e o fortalecimento de políticas públicas para as mulheres na capital, incluindo a própria Secretaria Municipal da Mulher. “Fazer mais do que a obrigação é sair do gabinete, participar da sociedade, ajudar a construir políticas públicas e defender causas que salvam vidas. A desembargadora Maria Erotides sempre foi protagonista na defesa das mulheres e uma inspiração para quem ocupa espaços de liderança”, afirmou.

Abilio também ressaltou a influência da magistrada no fortalecimento da participação feminina nos espaços de poder. Ao citar que 50% do secretariado municipal é composto por mulheres e que 76% dos cargos de direção e coordenação da Prefeitura são ocupados por servidoras, o prefeito atribuiu parte desse avanço ao trabalho desenvolvido por Maria Erotides ao longo das últimas décadas em defesa da presença feminina em posições estratégicas da sociedade.

Em tom descontraído, o prefeito afirmou que não gostaria de ver a desembargadora se afastar da vida pública após a aposentadoria e chegou a convidá-la para continuar colaborando com a gestão municipal. “Se dependesse de mim, a senhora não se aposentava. A aposentadoria pode ser do Tribunal de Justiça, mas não da vida pública. A senhora continuará sendo uma conselheira e está convidada a participar conosco da gestão municipal. Bons jogadores a gente não deixa descansar, a gente traz sempre para o jogo”, declarou, arrancando aplausos dos presentes.

O presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, desembargador José Zuquim Nogueira, destacou a trajetória exemplar de Maria Erotides e afirmou que a magistrada deixa como legado uma atuação comprometida não apenas com o julgamento de processos, mas também com a construção de soluções para os desafios da sociedade. “Maria Erotides deixa uma marca de dedicação, sensibilidade e compromisso com a Justiça e com a cidadania”, afirmou Zuquim.

Em seu pronunciamento de agradecimento, Maria Erotides relembrou momentos marcantes da carreira, agradeceu o apoio de familiares, colegas e servidores e reafirmou que a aposentadoria não representa o encerramento de sua atuação em causas sociais. “Saio da magistratura, mas sigo comprometida com as causas que sempre defenderam a dignidade e os direitos das pessoas”, declarou a desembargadora.

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Com Assessoria 

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Ladrão com 28 passagens criminais é preso após furtar estepe de picape BYD Shark em Cuiabá

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Policiais militares do 10º Batalhão prenderam em flagrante um homem, de 41 anos, por furto de estepe de um carro, na manhã desta segunda-feira (1.6), em Cuiabá. O suspeito é integrante de uma quadrilha especializada em furtos de peças automotivas e soma 28 passagens criminais por roubos e furtos.

Por volta de 09h, a equipe policial da Base Santa Rosa recebeu denúncia sobre o furto de um pneu estepe de um BYD Shark. Com as informações da denúncia e características do crime, os policiais iniciaram rondas e abordaram um veículo Gol cinza, que transitava de modo suspeito pela região.

Na abordagem ao condutor, os militares identificaram o suspeito, que já havia sido preso outras vezes pela PM. Na verificação ao carro, o estepe foi encontrado e uma maleta contendo ferramentas foi apreendida.

Na checagem ao suspeito, os policiais identificaram 28 passagens criminais, sendo a maior parte por roubos e furtos. Em depoimento, o homem também revelou ser integrante de uma quadrilha especializada em furtos de peças de carros.

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O suspeito recebeu voz de prisão e foi conduzido pela PM até a Central de Flagrantes para registro da ocorrência. O veículo Gol utilizado no crime foi apreendido.

Com Assessoria 

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Apesar de parecer nova, MT 249 foi asfaltada há 20 anos: “qualidade no serviço de manutenção deve ter levado ao equívoco”

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Asfalto novo foi feito na gestão Blairo Maggi, há quase 20 anos, e obedeceu todos os requisitos exigidos na época

A Secretaria de Infraestrutura e Logística de Mato Grosso, Sinfra, esclareceu um equívoco feito durante a gravação de um vídeo pelo presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso, Sérgio Ricardo, na MT 249. A qualidade no trabalho feito pela secretaria levou a compreensão que se tratava de um asfalto novo e não de um “serviço de manutenção e preservação da infraestrutura existente”.

A MT 249 foi construída há quase 20 anos, durante a gestão do ex-governador Blairo Maggi.

“É importante esclarecer que a intervenção recentemente executada na MT-249 não se trata de obra de implantação ou reconstrução da rodovia, mas sim de serviço de manutenção e preservação da infraestrutura existente. A MT-249 foi implantada durante o governo Blairo Maggi, portanto há aproximadamente duas décadas, seguindo os critérios técnicos e os parâmetros de engenharia vigentes à época de sua concepção e execução”, destacou a secretaria.

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Ainda de acordo com o órgão, “as características geométricas atualmente observadas, incluindo largura de pista, plataforma e acostamentos, decorrem do projeto original da rodovia, não possuindo qualquer relação com os serviços de conservação recentemente executados”.
Questionada sobre os pontos levantados pelo presidente do TCE, a pasta informou que a intervenção realizada consistiu na aplicação de microrrevestimento asfáltico a frio, técnica amplamente empregada na manutenção preventiva de pavimentos.

“Trata-se de uma camada delgada aplicada sobre o revestimento existente, com a finalidade de restaurar as condições funcionais da pista, melhorar a aderência, corrigir desgastes superficiais, aumentar a impermeabilização e prolongar a vida útil da rodovia. Em síntese, o microrrevestimento preserva o pavimento existente, mas não amplia pista, não cria acostamentos, não altera traçado, não modifica a geometria da rodovia e tampouco promove adequações estruturais de implantação”, explicou o órgão.

Outro ponto destacado pela secretaria é que a rodovia tem relevância estratégica para a logística estadual que passou a integrar um dos lotes estruturados pelo Programa de Concessões Rodoviárias do Estado de Mato Grosso, sendo atualmente parte do corredor composto pelas rodovias MT-010, MT-160, MT-235, MT-249 e MT-480, concedido à iniciativa privada para operação, conservação, manutenção e realização de investimentos ao longo dos próximos 30 anos. “Trata-se de um eixo logístico fundamental para o escoamento da produção agrícola e para a integração regional, reconhecido pelo próprio Estado dentro de sua política de concessões rodoviárias”.

“Dessa forma, atribuir a ausência ou a limitação dos acostamentos aos serviços recentemente executados representa uma interpretação tecnicamente inadequada sobre a natureza da intervenção realizada. A discussão acerca da largura da plataforma, dos acostamentos e dos demais elementos geométricos remete ao projeto concebido e executado há aproximadamente duas décadas, e não aos contratos contemporâneos de conservação rodoviária”, informou.

A secretaria ainda acrescentou “o fato de a rodovia ter sido elogiada pelas suas atuais condições de trafegabilidade o que demonstra a efetividade dos serviços executados. Afinal, a função do microrrevestimento é preservar, recuperar funcionalmente e prolongar a vida útil do patrimônio público existente, e não reconfigurar uma rodovia implantada há quase vinte anos”.

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Com assessoria 

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