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30 de maio de 2026

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Novo sistema de empregos para detentos promete reduzir reincidência criminal e superlotação nas cadeias

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Plataforma SINER conecta egressos do sistema prisional ao mercado de trabalho formal; Governo aposta na geração de renda como aliada da segurança pública

pelo sistema prisional. Tenho dito aos nossos governantes que investir em ressocialização é contribuir para uma melhor segurança para toda a sociedade”, afirma.

Para o desembargador, as unidades prisionais não podem ser tratadas apenas como depósito de pessoas que infringiram a lei, mas como espaços de recuperação e reinserção social. Nesse contexto, o Sistema de Emprego do Recuperando (SINER) é apontado como uma ferramenta importante para ampliar oportunidades, reduzir a reincidência criminal e contribuir para a diminuição do superpovoamento carcerário.

Segundo o secretário de Justiça de Mato Grosso, Valter Furtado Filho, o Siner é uma ferramenta estratégica que conecta o sistema penitenciário à sociedade, ampliando as oportunidades de reinserção social dos recuperandos e egressos do sistema prisional. “Ao facilitar o acesso ao trabalho formal, o portal contribui diretamente para a redução da reincidência criminal e fortalece a política de ressocialização em Mato Grosso. É uma iniciativa que une responsabilidade social, dignidade e segurança pública em um mesmo propósito”, disse o secretário da Sejus.

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Para o presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, o sistema é uma importante ferramenta da Funac, desenvolvida pela Seplag, que aproxima oportunidades de trabalho das pessoas egressas do sistema prisional. “A ferramenta fortalece a política de reinserção social ao tornar o processo de encaminhamento mais ágil, organizado e acessível, facilitando a conexão entre o mercado de trabalho e os egressos acompanhados pela Funac. Além de ampliar oportunidades, o SINER contribui para autonomia, geração de renda e reconstrução de trajetórias, reafirmando o trabalho como um dos principais instrumentos de inclusão social e redução da reincidência”, pontuou Winkler.

 

 

Com Assessoriapelo sistema prisional. Tenho dito aos nossos governantes que investir em ressocialização é contribuir para uma melhor segurança para toda a sociedade”, afirma.

Para o desembargador, as unidades prisionais não podem ser tratadas apenas como depósito de pessoas que infringiram a lei, mas como espaços de recuperação e reinserção social. Nesse contexto, o Sistema de Emprego do Recuperando (SINER) é apontado como uma ferramenta importante para ampliar oportunidades, reduzir a reincidência criminal e contribuir para a diminuição do superpovoamento carcerário.

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Segundo o secretário de Justiça de Mato Grosso, Valter Furtado Filho, o Siner é uma ferramenta estratégica que conecta o sistema penitenciário à sociedade, ampliando as oportunidades de reinserção social dos recuperandos e egressos do sistema prisional. “Ao facilitar o acesso ao trabalho formal, o portal contribui diretamente para a redução da reincidência criminal e fortalece a política de ressocialização em Mato Grosso. É uma iniciativa que une responsabilidade social, dignidade e segurança pública em um mesmo propósito”, disse o secretário da Sejus.

Para o presidente da Fundação Nova Chance, Winkler de Freitas Teles, o sistema é uma importante ferramenta da Funac, desenvolvida pela Seplag, que aproxima oportunidades de trabalho das pessoas egressas do sistema prisional. “A ferramenta fortalece a política de reinserção social ao tornar o processo de encaminhamento mais ágil, organizado e acessível, facilitando a conexão entre o mercado de trabalho e os egressos acompanhados pela Funac. Além de ampliar oportunidades, o SINER contribui para autonomia, geração de renda e reconstrução de trajetórias, reafirmando o trabalho como um dos principais instrumentos de inclusão social e redução da reincidência”, pontuou Winkler.

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Endividamento histórico: mais de 80% dos lares brasileiros possuem algum tipo de dívida

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O número de famílias endividadas no Brasil atingiu o maior patamar da série histórica em 2026. Dados da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) mostram que 80,9% dos lares brasileiros possuíam algum tipo de dívida em abril, reflexo dos juros elevados, do aumento do custo de vida e da maior utilização do crédito.

Um terço da renda vai pra dívidas…

Além do crescimento do endividamento, especialistas alertam para o avanço do comprometimento da renda familiar. Atualmente, quase um terço do orçamento das famílias é destinado ao pagamento de dívidas, reduzindo a capacidade de consumo e dificultando investimentos e planejamento financeiro.

Cartão de crédito é o principal vilão

O cartão de crédito segue como o principal responsável pelo cenário. Segundo a CNC, a modalidade concentra a maior parte das dívidas das famílias e possui algumas das taxas de juros mais altas do mercado, agravando o risco de inadimplência.

Embora o percentual de famílias com contas em atraso tenha permanecido relativamente estável, cerca de 12% dos endividados afirmam não ter condições de quitar os débitos acumulados.

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Para economistas, o problema está ligado tanto ao alto custo do crédito quanto a fatores estruturais da economia brasileira. A taxa Selic elevada, o aumento das despesas básicas e até o crescimento das apostas online são apontados como elementos que pressionam o orçamento doméstico.

Programa do governo tenta resolver o problema

Diante desse cenário, o governo federal relançou o programa Novo Desenrola Brasil, voltado à renegociação de dívidas de famílias, estudantes e pequenos empreendedores. A iniciativa prevê descontos, juros reduzidos e condições facilitadas de pagamento, mas especialistas e parlamentares divergem sobre a capacidade do programa de resolver o problema de forma permanente.

Enquanto defensores da medida destacam o alívio imediato para os consumidores, críticos argumentam que a renegociação não ataca as causas do endividamento, como a renda insuficiente e o elevado custo do crédito no país.

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Quem são os nomes mais lembrados para deputado federal em Mato Grosso?

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Pesquisa do Instituto MT Dados mostra Rosa Neide (PT) na liderança das citações espontâneas, seguida por Coronel Fernanda (PL), Fábio Garcia (União Brasil) e Nilson Leitão (PP).

Levantamento do Instituto MT Dados divulgado nesta sexta-feira (29) mostra a ex-deputada federal Rosa Neide (PT) na liderança das intenções de voto espontâneas para a Câmara dos Deputados em Mato Grosso. Ela aparece com 2,3% das citações.

Na sequência estão os deputados federais Coronel Fernanda (PL), com 1,4%, e Fábio Garcia (União Brasil), com 1,2%. Juarez Costa (Republicanos) surge logo atrás, com 1,1%.

Entre os nomes mais lembrados também aparecem Nilson Leitão (PP), Coronel Assis (PL), Emanuelzinho (PSD), Irajá Lacerda (PSD), Gisela Simona (União Brasil) e Dr. Leonardo (Republicanos), todos figurando entre os dez primeiros colocados.

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A pesquisa ouviu 1,5 mil eleitores em 45 municípios mato-grossenses entre os dias 12 e 17 de maio. O levantamento apontou ainda 70,4% de indecisos e 8,9% de entrevistados dispostos a votar em branco ou anular o voto.

Veja pesquisa

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Monstro em casa: Mãe é presa após jogar água quente nas pernas de filho de 4 anos

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Criança apresentou lesões nas pernas e relatou agressão durante atendimento médico

Uma mulher de 25 anos foi presa na noite de sexta-feira (29), em Arenápolis, após ser suspeita de provocar queimaduras no próprio filho, de 4 anos. O caso chegou ao conhecimento da Polícia Militar depois que profissionais do Hospital Regional acionaram as autoridades ao identificarem indícios de possível violência contra a criança.

Segundo informações repassadas pela equipe médica, o menino apresentava lesões compatíveis com queimaduras na perna esquerda. Durante o atendimento, ele teria relatado à médica que a mãe jogou água quente em suas pernas.

A mulher negou qualquer agressão. Aos policiais, ela afirmou que os ferimentos poderiam ter sido provocados por picadas de insetos e disse que a criança vinha reclamando de dores nas pernas há alguns dias, motivo pelo qual procurou atendimento médico.

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Ao conversar com representantes do Conselho Tutelar, o menino declarou que não poderia contar o que aconteceu porque sua mãe ficaria brava.

A criança segue sob cuidados médicos, acompanhada pelo Conselho Tutelar e pela avó paterna. Já a suspeita foi encaminhada à Delegacia da Polícia Civil, que investigará o caso.

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