Sustentabilidade
Cotações de soja sobem até R$ 3,00 nesta quarta-feira; confira os preços por região

O mercado brasileiro de soja teve um dia mais aquecido, com preços firmes e avanço nas cotações em diversas praças. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, os portos apresentaram boas ofertas, principalmente para pagamentos mais alongados, enquanto o mercado interno também registrou negócios em volumes relevantes.
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As cotações chegaram a subir entre R$ 2 e R$ 3 por saca ao longo da sessão. Chicago teve pequenas oscilações, mas operou na maior parte do tempo no campo positivo. Além disso, o dólar voltou a subir e os prêmios ficaram mais aquecidos, colaborando para um ambiente mais firme nos preços.
Preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): subiu de R$ 124,00 para R$ 126,00
- Santa Rosa (RS): passou de R$ 125,00 para R$ 127,00
- Cascavel (PR): cotações subiram de R$ 119,00 para R$ 120,00
- Rondonópolis (MT): preços passaram de R$ 109,00 para R$ 110,00
- Dourados (MS): cotações avançaram de R$ 113,50 para R$ 115,00
- Rio Verde (GO): foi de R$ 112,00 para R$ 113,00
- Porto de Paranaguá (PR): avançou de R$ 130,00 para R$ 132,00
- Rio Grande (RS): preços passaram de R$ 130,00 para R$ 132,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam mistos nesta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). As projeções seguem indicando clima favorável ao desenvolvimento das lavouras e adicionando pressão sobre as cotações, limitando movimentos mais consistentes de alta.
USDA
O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) informou, na terça-feira (26), que o plantio atingiu 79% da área prevista no país, acima dos 75% registrados no mesmo período do ano passado e da média de 68% dos últimos cinco anos. Na semana anterior, o índice era de 67%.
Analistas consultados por agências internacionais apontam baixa probabilidade de calor intenso nos próximos 11 a 15 dias, reduzindo o estresse sobre as lavouras em desenvolvimento.
Outro fator que limitou uma recuperação mais forte das cotações foi a queda de cerca de 5% no petróleo no mercado internacional, reflexo da expectativa de um possível acordo entre Irã e Estados Unidos para o encerramento do conflito no Oriente Médio.
Contrato futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em julho fecharam com baixa de 0,75 centavo de dólar, ou 0,06%, a US$ 11,85 1/4 por bushel. A posição agosto teve cotação de US$ 11,84 3/4 por bushel, com retração de 0,25 centavo de dólar ou 0,02%.
Nos subprodutos, a posição julho do farelo fechou com alta de US$ 2,00, ou 0,6%, a US$ 330,60 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em julho encerraram a 75,26 centavos de dólar, com ganho de 0,90 centavo ou 1,21%.
Câmbio
O dólar comercial encerrou a sessão com alta de 0,67%, sendo negociado a R$ 5,0615 para venda e a R$ 5,0595 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0313 e a máxima de R$ 5,0708.
Com informações da Safras & Mercado.
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Sustentabilidade
Milho dispara em Chicago com demanda por etanol e preocupações climáticas nos EUA – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho fechou a sessão de hoje com forte alta nos preços. O mercado buscou suporte nos sinais de boa demanda voltada a produção de etanol nos Estados Unidos, assim como nas preocupações com o clima quente e seco previsto para o cinturão produtor do país.
A alta nos preços do petróleo, diante da tensão Oriente Médio envolvendo o conflito entre Estados Unidos e Irã, também contribuiu para os ganhos na Bolsa de Chicago.
A produção de etanol de milho dos Estados Unidos avançou 5,19% na semana encerrada em 17 de julho, atingindo 1,094 milhão de barris diários (*), ante 1,040 milhão de barris na semana anterior (10), segundo dados da AIE (Administração de Informação de Energia).
Já os estoques de etanol dos Estados Unidos passaram de 24,4 milhões de barris para 24,5 milhões no mesmo período comparativo, alta de 0,40%. O país exportou ainda 158 mil barris de etanol nessa última semana, ante 81 mil, alta de 95,06%. (*) Cada barril equivale a 159 litros.
Os contratos de milho com entrega em setembro fecharam a US$ 4,62, com avanço de 9,25 centavos, ou 2,04% em relação ao fechamento anterior. A posição dezembro fechou a sessão a US$ 4,84 3/4 por bushel, com alta de 9,50 centavos, ou 1,99% em relação ao fechamento anterior.
Autor/Fonte: Pedro Diniz Carneiro – pedro.carneiro@safras.com.br (Agência Safras)
Sustentabilidade
Atualização corrige dados do Zarc para a cultura do milho no Rio Grande do Sul – MAIS SOJA

OMinistério da Agricultura e Pecuária (Mapa) informa que foram atualizados os dados do Zoneamento Agrícola de Risco Climático (Zarc) para a cultura do milho 1ª safra no Rio Grande do Sul.
Após a publicação das portarias referentes ao zoneamento, foram recebidas manifestações do setor produtivo sobre o calendário de semeadura em municípios da região noroeste do estado. As demandas foram encaminhadas para reavaliação pelo grupo de trabalho responsável pelo Zarc do milho.
Na revisão, a equipe técnica da Embrapa identificou um equívoco na programação de pós-processamento dos dados relativos ao mês de agosto, referente aos decêndios críticos para ocorrência de geada. Na configuração utilizada, foram considerados como críticos os decêndios da semeadura, quando o correto era considerar os decêndios da fase de pós-emergência da cultura. Como consequência, o risco de geada em alguns municípios foi superestimado, impactando as janelas indicadas para semeadura.
Os dados foram corrigidos e já estão disponíveis no Painel de Indicação de Riscos.
Com a atualização, os resultados passaram a refletir a metodologia adotada para o zoneamento da cultura, mantendo diferenças em relação à safra anterior em razão das alterações metodológicas incorporadas nesta versão.
Entre as mudanças implementadas no Zarc para a cultura do milho estão a atualização da base de dados meteorológicos, com utilização da série histórica de 1992 a 2022 e ampliação do número de estações meteorológicas consideradas, além da adoção do modelo de classificação de solos em seis níveis de água disponível (AD). A classificação considera a proporção de areia, silte e argila no solo, substituindo o modelo anterior, que utilizava três classes de solo (arenoso, médio e argiloso).
Autor/Fonte: MAPA
Autor:MAPA
Site: MAPA
Sustentabilidade
ARROZ/CEPEA: Indicador alcança maior patamar desde setembro de 2025 – MAIS SOJA

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul tem mantido a recuperação dos preços nos últimos dias, levando o Indicador CEPEA/IRGA-RS ao maior patamar desde setembro de 2025. A oferta restrita dos produtores, a necessidade de recomposição dos estoques pelas indústrias e o aquecimento do mercado externo sustentam as cotações.
Segundo pesquisadores do Cepea, vendedores permanecem seletivos, à espera de novas altas, enquanto parte das indústrias eleva pontualmente suas ofertas. Outras, no entanto, limitam as compras diante da dificuldade de repassar ao mercado de beneficiados o aumento dos custos da matéria-prima. Com isso, a liquidez permanece moderada.
Fonte: Cepea
Autor:Cepea
Site: Cepea
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