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Aprosoja Brasil realiza congresso para discutir geopolítica e mercado de grãos em Brasília

A Aprosoja Brasil e as 16 Aprosojas estaduais promovem, no dia 3 de junho, em Brasília, a segunda edição do Congresso Brasileiro dos Produtores de Soja (II CBPS). O encontro terá como foco os impactos da geopolítica mundial e os desafios e oportunidades para o mercado brasileiro de grãos.
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A programação começa às 8h e contará com a participação de lideranças da Aprosoja, representantes do Ministério da Agricultura, parlamentares, entidades do agronegócio e especialistas do setor. Durante a abertura política, será entregue o Prêmio Mérito Legislativo a parlamentares ligados ao apoio à cultura da soja. Também será lançado o livro “Plantando Histórias, Colhendo Conquistas”, que relembra os 36 anos de atuação da entidade nacional.
Um dos destaques do evento será o painel sobre geopolítica, marcado para 9h30, com participação do economista Marcos Troyjo, do consultor político João Henrique Hummel e mediação do professor Daniel Vargas, da Fundação Getulio Vargas.
Às 11h, o painel Mercado de Grãos vai discutir o aumento dos custos de produção e as perspectivas para a próxima safra. Participam o pesquisador Mauro Osaki e o diretor da Pátria Agronegócios, Matheus Pereira. A mediação será da jornalista Carla Mendes.
No período da tarde, associados das Aprosojas estaduais participarão de reuniões internas para discutir as pautas estratégicas da entidade para os próximos quatro anos.
Ao longo do evento, o Caminhão de Boas Práticas Agrícolas ficará aberto à visitação no espaço externo. Técnicos da Corteva Agriscience vão apresentar informações sobre a Cartilha de Pragas Quarentenárias, desenvolvida em parceria com a Aprosoja Brasil.
O encerramento, previsto para 17h30, terá palestra do economista e biólogo Richard Rasmussen, que falará sobre as vantagens competitivas do Brasil na produção de alimentos e energia limpa.
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Inscrições para seleção do IBGE com mais de 8 mil vagas terminam nesta quinta-feira

Processo seletivo oferece 8.258 vagas temporárias para o Censo Agropecuário; salários chegam a R$ 4 mil, além de benefícios
As inscrições para o processo seletivo simplificado do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) destinado à contratação de profissionais temporários podem ser feitas até as 14h (no horário de Brasília) desta quinta-feira (9). Inicialmente, o prazo terminaria no dia 1° de julho, mas foi prorrogado até amanhã.
Os selecionados irão atuar no 12º Censo Agropecuário, Florestal e Aquícola.
Também termina nesta quinta o prazo para pedidos de isenção do valor de inscrição e envio de documentos para isenção por doação de medula óssea.
Inscrições
As inscrições devem ser feitas exclusivamente pelo site do Instituto Brasileiro de Formação e Capacitação (IBFC), responsável pela organização do certame.
No ato de inscrição, o candidato deverá escolher o município onde deseja realizar a prova objetiva, conforme a previsão de vagas ofertadas e detalhadas no edital.
Ao todo, o IBGE oferece 8.258 vagas distribuídas em cinco funções:
- agente censitário administrativo (1.115 vagas);
- agente censitário de informática (1.094 vagas);
- agente operacional regional (953 vagas)
- agente censitário regional (953 vagas);
- agente censitário supervisor (4.143 vagas).
Todos os cargos exigem ensino médio completo.
Reserva de vagas
O certame terá as seguintes modalidades de concorrência de vagas: ampla concorrência, pessoas com deficiência (PCD), negros (pretos ou pardos), indígenas e quilombolas.
A opção por concorrer a vagas reservadas deve ser informada no ato de inscrição.
Para os candidatos que optarem por concorrer às vagas reservadas, em caso de aprovação na prova objetiva, será realizado o procedimento de confirmação complementar à autodeclaração, no caso de pessoas pretas ou pardas (PPP), aplicado no formato telepresencial (realizada por videoconferência). Para indígenas e quilombolas, será feita a verificação documental.
A aplicação da prova objetiva ocorrerá em 27 de setembro, em todas as 27 unidades da Federação. A divulgação do gabarito preliminar está prevista para 28 de setembro.
A publicação do resultado final da prova objetiva será em 3 de novembro e a divulgação do resultado definitivo da seleção, em 18 de dezembro.
Contratos temporários
Os aprovados serão contratados por tempo determinado para atuar na coleta de informações, atividades de suporte administrativo, operacionais, supervisão de equipes e apoio tecnológico das operações censitárias.
Os contratos temporários dos aprovados terão duração de até 12 meses, podendo ser prorrogados conforme a necessidade.
Taxa de inscrição
O valor da taxa de inscrição é de R$ 53 e boleto deve ser pago até esta quinta-feira (9), conforme cronograma atualizado.
O edital especifica que podem pedir a isenção da taxa de inscrição os doadores de medula óssea com atestado ou de laudo emitido por médico de entidade reconhecida pelo Ministério da Saúde, que comprove a doação; e os inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal (CadÚnico) e membro de família de baixa renda, não sendo necessário envio de documentação.
Provas
De acordo com o edital, a prova objetiva terá duração de quatro horas. De caráter eliminatório e classificatório, será composta por 60 questões de múltipla escolha com cinco alternativas cada e uma única resposta correta, distribuídas pelas disciplinas por função.
Para ser aprovado, o candidato precisa ter acertado, no mínimo, 18 pontos no total da prova objetiva; e ter acertado, no mínimo, um ponto em cada disciplina.
Remuneração dos convocados
As remunerações dos aprovados variam de R$ 2.128 a R$ 4.008, conforme a função exercida. Os contratados também terão direito a benefícios como auxílio-alimentação de R$ 1.192, auxílio-transporte, auxílio pré-escolar, férias proporcionais e décimo terceiro salário proporcional, conforme a legislação vigente.
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Fachin defende soberania do Brasil após EUA classificarem PCC e CV como organizações terroristas

Presidente do STF afirmou que o país exercerá sua soberania “com firmeza e serenidade” e disse que novas varas contra o crime organizado já estavam planejadas antes das medidas adotadas pelos Estados Unidos
O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, comentou nesta quarta-feira (8) as preocupações do governo brasileiro com a possibilidade de ações militares dos Estados Unidos após o reconhecimento das facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas.
Na avaliação de Fachin, a soberania do Brasil deve prevalecer.
“O Brasil é um Estado soberano, e a soberania se exerce com firmeza e serenidade. Nós temos a certeza de que isso há de prevalecer, quer aqui na região, quer no concerto global das nações”, afirmou.
Na manhã de hoje, Fachin participou da inauguração de três varas de combate ao crime organização em São Paulo. Segundo o ministro, a instalação das varas especializadas não tem relação com as medidas tomadas pelo governo do presidente Donald Trump.
“Esse conjunto de atitudes estava sendo pensado há muito tempo. Não se instalam três varas de combate ao crime organizado em um período de tempo curto. Isso requer um planejamento”, completou.
Em maio deste ano, o governo Trump classificou as facções criminosas PCC e CV como organizações terroristas. Na semana passada, dois brasileiros e três empresas foram sancionados pelos Estados Unidos pelo vínculo financeiro com o PCC.
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PF faz buscas na casa de Bolsonaro, mas não encontra armas registradas em nome do ex-presidente

Agentes cumpriram mandado autorizado por Alexandre de Moraes após divergências sobre a localização do armamento; operação terminou sem apreensões
A Polícia Federal (PF) não encontrou armas de fogo durante a busca e apreensão realizada nesta quarta-feira (8) na casa do ex-presidente Jair Bolsonaro.
De acordo com o relatório da operação, os agentes permaneceram na residência entre 7h e 8h30 e não fizeram nenhuma apreensão.
A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após o surgimento de divergências sobre a localização das armas que estão registradas legalmente em nome do ex-presidente.
Na última sexta-feira (3), Moraes determinou a suspensão do porte de arma de Bolsonaro e a apreensão do arsenal, que, segundo a defesa do ex-presidente, estava guardado nas instalações do Exército.
Após a determinação, a corporação afirmou que duas das seis armas pertencentes ao ex-presidente não foram entregues à PF, como determinou o ministro, porque não foram localizadas.
Em seguida, os advogados esclareceram ao STF que a espingarda que não foi localizada é um presente recebido pelo ex-presidente e está em uma empresa importadora de produtos bélicos no Rio Grande do Sul.
Sobre a segunda arma, a defesa disse que a pistola Glock é a mesma que foi apreendida com o segurança do ex-presidente e está acautelada na Polícia Civil do Distrito Federal.
Diante da divergência de versões, Moraes determinou as buscas na manhã desta quarta-feira.
Apesar de a Polícia Civil do Distrito Federal não ter indiciado o ex-presidente e afirmar que as armas estão legalizadas, Moraes entende que a posse de armamentos não é compatível com o cumprimento da pena de prisão.
No ano passado, Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão no processo de trama golpista. Em seguida, após passar por uma cirurgia, ele ganhou o direito de cumprir prisão domiciliar temporária. Ele se recupera de uma pneumonia bacteriana.
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