Connect with us
28 de setembro de 2026

Featured

Mato Grosso lança semana estratégica e anuncia R$ 130 milhões contra incêndios

Published

on


Investimento histórico em 2026 prevê contratação de brigadistas e reforço em tecnologia para antecipar o combate no período de estiagem

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) iniciou, nesta quarta-feira (13.5), a Semana de Prevenção e Preparação para Incêndios Florestais (SP2IF), com o objetivo de fortalecer e aprimorar as ações de enfrentamento durante o período de estiagem, quando há aumento significativo do risco de incêndios florestais.A solenidade de lançamento da SP2IF foi realizada, de forma simbólica, em Cuiabá, representando todas as unidades operacionais do Estado onde ocorrerão as atividades da semana. A cerimônia também marcou o início do projeto Sentinelas do Amanhã, edição 2026. As iniciativas integram um conjunto de medidas estratégicas destinadas à redução da incidência de incêndios florestais em Mato Grosso, bem como à mitigação dos impactos ambientais provocados pelo fogo.De acordo com o comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra, a semana de preparação é fundamental para fortalecer a integração entre os órgãos envolvidos e garantir maior eficiência nas ações de prevenção e combate aos incêndios florestais durante o período crítico de seca. Além disso, o momento é importante para o aprimoramento técnico dos bombeiros militares.“A Semana de Prevenção e esse lançamento marcam justamente esse momento de fortalecimento da cultura de prevenção, mas, principalmente, de busca pelo envolvimento das pessoas que podem participar e que são protagonistas, de alguma forma, no enfrentamento dos incêndios”, afirmou.

O comandante destacou ainda que a semana representa um marco simbólico dentro de um trabalho permanente desenvolvido ao longo de todo o ano pelo Corpo de Bombeiros Militar e pelas instituições parceiras. Todas as unidades operacionais e comandos regionais da corporação estão mobilizados para envolver municípios, produtores rurais, entidades de classe, escolas e a população em geral nas ações de conscientização e preparação.“Na verdade, as ações para combater os incêndios ocorrem o ano inteiro. Então, quando acabou o ano passado, nós fizemos a avaliação e, a partir de então, se iniciou um planejamento com diversas ações de prevenção, preparação, resposta, responsabilização e recuperação deste ano de 2026. E essa semana é para marcar o momento de discutir fortemente no Estado inteiro o risco que se avizinha”, disse.Durante a SP2IF, serão realizadas capacitações e ações de educação ambiental junto à sociedade civil, além de treinamentos e atualizações operacionais, bem como atividades voltadas ao aperfeiçoamento das equipes e ao fortalecimento das ações preventivas e de resposta rápida. Também ocorrerão alinhamentos estratégicos relacionados ao período de estiagem.

Presente no evento, o secretário adjunto executivo da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), Alex Marega, destacou a importância da parceria entre as instituições nas ações de prevenção e combate aos incêndios florestais, ressaltando que a experiência acumulada nos últimos anos tem permitido avanços significativos nas estratégias de prevenção e resposta rápida.Para 2026, segundo ele, o Estado vem intensificando os investimentos e o planejamento estratégico com foco na redução dos impactos causados pelos incêndios florestais. O novo plano estadual de prevenção e combate aos incêndios florestais prevê mais de R$ 130 milhões em investimentos, além da contratação de brigadistas e do reforço das ações integradas entre órgãos estaduais, federais e municípios.“Esse processo é para que o Estado de Mato Grosso possa continuar avançando, evitando que os incêndios florestais continuem sendo esse grande problema que nós temos e que, algum dia, quem sabe, a gente consiga realmente minimizar isso, para que os incêndios passem a ser eventos eventuais e que não tragam grandes impactos”, concluiu o secretário.Participaram da solenidade de lançamento, membros da Comissão Permanente de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso (TCE-MT), representantes da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e da Energisa Mato Grosso, além do Comitê Estadual de Gestão do Fogo e da Secretaria-adjunta de Defesa Civil do Estado.

Com Assessoria

Continue Reading
Advertisement

Featured

AGU cobra 17 plataformas de bets por gastos do SUS com danos causados por jogos

Published

on


Ação na Justiça Federal em Pernambuco pede reparação mínima de R$ 1 bilhão por danos morais coletivos e restituição em dobro de valores apostados por pessoas com ludopatia

A Advocacia-Geral da União (AGU) anunciou nesta segunda-feira (28) que entrou na Justiça para cobrar os gastos do Sistema Único de Saúde (SUS) com o tratamento dos danos causados pelos jogos on-line.

 

A ação civil pública foi protocolada na Justiça Federal em Pernambuco contra 17 plataformas de apostas esportivas e pede a reparação mínima de R$ 1 bilhão em danos morais coletivos.

Advertisement

 

A AGU também requereu à Justiça a restituição em dobro dos valores apostados por pessoas com ludopatia, sintoma que é caracterizado pelo vício compulsivo em jogos.

 

O órgão citou que os gastos do SUS são maiores que os valores arrecadados pelo governo com os impostos pagos pelas bets, que repassariam cerca de R$ 50 milhões aos cofres públicos.

 

Advertisement

“As empresas demandadas privatizam proveitos expressivos decorrentes da captação financeira de milhões de apostadores, enquanto transferem para o SUS e para toda a sociedade o custo orçamentário decorrente do adoecimento coletivo”, argumentou a AGU.

 

A advocacia do governo também acrescentou que o modelo de negócio das plataformas é estruturado para maximizar o tempo de engajamento e o volume de apostas, mecanismos que favorecem o vício.

 

“Esses elementos, tecnicamente equivalentes aos utilizados em jogos de azar com potencial reconhecido de geração de dependência, produzem um efeito colateral sistemático: o adoecimento psíquico de parcela significativa dos usuários, sob a forma de ansiedade, quadros depressivos, transtorno do jogo e, em casos extremos, ideação suicida associada ao endividamento”, completou.

Advertisement

 

Bets

Mais cedo, entidades que representam as plataformas pediram ao Supremo Tribunal Federal (STF) a derrubada da medida provisória que proibiu a exploração e publicidade dos jogos on-line.

 

Em seguida, a AGU pediu prazo de 72 horas para se manifestar no processo, que será analisado pelo ministro Luiz Fux.

Advertisement
Continue Reading

Featured

Governo mantém subsídio ao diesel e amplia fiscalização contra alta de preços

Published

on


Medidas incluem benefício de R$ 2,12 por litro, abertura de 70 processos e multas que ultrapassam R$ 700 milhões contra distribuidoras

Em meio ao prolongamento da guerra no Oriente Médio, o governo anunciou nesta segunda-feira (28) novas medidas para tentar conter a alta dos preços dos combustíveis provocada pela elevação da cotação internacional do petróleo, cujo barril permanece acima de US$ 100.

 

Entre as ações estão a manutenção da subvenção de R$ 2,12 por litro de diesel, anunciada no último sábado, novas fiscalizações em postos e distribuidoras e o aumento das multas para empresas que praticarem condutas consideradas abusivas.

Advertisement

 

Subvenção ao diesel

O Ministério da Fazenda publicou, na sexta-feira (25) à noite, a Portaria nº 2.946/2026, que mantém a subvenção de R$ 2,12 por litro de óleo diesel.

 

Com o fim da vigência da Medida Provisória (MP) 1.363, o benefício passa a ser integralmente amparado pela MP 1.391, editada no último dia 11.

Advertisement

 

A medida faz parte da estratégia adotada pelo governo para reduzir os efeitos da volatilidade dos preços internacionais do petróleo e dos combustíveis.

 

Operação Carga Pesada

Outra frente de atuação é a Operação Carga Pesada, que reúne órgãos federais e Procons de todo o país para fiscalizar possíveis aumentos considerados injustificados nas margens de lucro.

Advertisement

 

De 21 a 25 de setembro, foram realizadas 241 ações de fiscalização:

 

87 ações da Agência Nacional do Petróleo (ANP);

86 ações dos Procons;

Advertisement

12 ações da Secretaria Nacional do Consumidor (Senacon) do Ministério da Justiça;

30 ações conjuntas da ANP com Procons;

26 ações conjuntas da ANP com a Senacon.

A operação foi iniciada após uma reunião emergencial da Senacon com mais de 140 representantes de Procons.

 

Advertisement

Segundo o governo, a mobilização levou em consideração a alta recente dos combustíveis, dados de fiscalizações anteriores e cerca de 330 denúncias recebidas pela ANP.

 

Setenta processos

Além das novas fiscalizações, a Senacon abriu 70 processos administrativos sancionadores contra postos e distribuidoras.

 

Advertisement

Os procedimentos foram instaurados a partir de autos de infração encaminhados anteriormente pela ANP.

 

A apuração busca verificar possíveis práticas abusivas relacionadas aos preços dos combustíveis.

 

Multas de R$ 700 milhões

Advertisement

A ANP também determinou multas que, somadas, ultrapassam R$ 700 milhões contra distribuidoras de combustíveis por elevação abusiva de preços.

 

As penalidades resultam de fiscalizações realizadas anteriormente e de decisões de primeira instância administrativa em processos decorrentes de autos de infração.

 

As empresas ainda podem recorrer das decisões.

Advertisement

 

Segundo a ANP, os casos envolvem condutas praticadas durante a vigência das MPs 1.340 e 1.349, que deram à agência atribuição para fiscalizar aumentos considerados abusivos nos preços.

 

Em alguns dos casos analisados, a margem bruta das distribuidoras teria aumentado em mais de 1.350%, segundo as decisões administrativas citadas pelo governo.

 

Advertisement

Punições maiores

O governo também endureceu as penalidades para determinadas práticas abusivas no setor de combustíveis.

 

A MP 1.393, publicada na sexta-feira (25), alterou o Código de Defesa do Consumidor (CDC) e estabeleceu multas específicas para infrações cometidas por agentes da cadeia de combustíveis.

 

Advertisement

Entre as condutas previstas está a elevação de preços sem justa causa. Nesses casos, a multa administrativa poderá variar de R$ 20 mil a R$ 500 milhões.

 

A nova regra determina que, para essas infrações, não será aplicado o limite geral de multa previsto no Código de Defesa do Consumidor.

 

Diesel garantido

Advertisement

Apesar da pressão sobre os preços internacionais, o governo afirma que o abastecimento de diesel no país está garantido.

 

Para outubro, a demanda estimada é de 3,95 milhões de metros cúbicos, enquanto a oferta confirmada chega a 3,978 milhões de metros cúbicos.

 

O país também dispõe de estoques de aproximadamente 1,97 milhão de metros cúbicos, volume estimado pelo governo como suficiente para cerca de 15 dias de consumo.

Advertisement

 

Monitoramento semanal

Desde março, uma mesa coordenada pelo Ministério de Minas e Energia (MME) acompanha semanalmente o mercado de combustíveis.

 

Participam do grupo órgãos públicos e representantes do setor privado.

Advertisement

 

O monitoramento considera, entre outros pontos:

 

cenário internacional do petróleo;

fluxos de importação;

Advertisement

distribuição de combustíveis;

projeções de demanda;

riscos para o abastecimento nacional.

O acompanhamento tem horizonte de dois meses e busca antecipar eventuais problemas de oferta.

 

Advertisement

Com as novas medidas, o governo combina a manutenção do subsídio ao diesel com fiscalização de preços, processos administrativos e aumento das penalidades para agentes do setor.

Continue Reading

Featured

AGU pede ao STF prazo de 72 horas para se manifestar sobre proibição das bets

Published

on


Pedido foi feito após associações do setor acionarem o ministro Luiz Fux para suspender a medida provisória que proibiu a exploração e publicidade de apostas online

A Advocacia-Geral da União (AGU) pediu nesta segunda-feira (28) ao Supremo Tribunal Federal (STF) prazo de 72 horas para apresentar manifestação nas ações nas quais o setor de bets defende a retomada das apostas on-line. 

Segundo a AGU, o prazo é necessário para que os órgãos governamentais envolvidos na regulamentação do setor sejam ouvidos.

Mais cedo, a Associação Nacional de Jogos e Loterias (ANJL) e Instituto Brasileiro de Jogo Responsável (IBJR) pediram a derrubada da medida provisória que proibiu a exploração e publicidade dos jogos on-line.

As petições foram protocoladas nos processos sobre o tema que estão sob a relatoria do ministro Luiz Fux.

Advertisement

No mesmo processo, Fux já determinou medidas para impedir que beneficiários de programas sociais façam apostas em sites de bets.

Proibição

De acordo com as regras estabelecidas pela MP, as plataformas têm até o dia 5 de outubro para pagar o saldo remanescente aos apostadores.

A partir de 6 de outubro, os sites e aplicativos de bets são totalmente bloqueados.

Advertisement
Continue Reading
Advertisement
Advertisement
Advertisement

Agro MT