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27 de junho de 2026

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Polícia Civil deflagra operação contra facção criminosa em Matupá e Peixoto de Azevedo

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Operação Red Tune cumpre 16 ordens judiciais contra grupo investigado por tráfico de drogas, lavagem de dinheiro e atuação estruturada no norte de Mato Grosso

A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (12.5), a Operação Red Tune, para cumprimento de 16 mandados judiciais contra integrantes de facção envolvida em diversas ações criminosas registradas na região de Matupá.

Na operação foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão, além de medidas cautelares de determinações de quebra de sigilo telemático e bancário.

As ordens judiciais foram decretadas pelo juízo da 5ª Vara da Comarca de Sinop, sendo cumpridas simultaneamente nas cidades de Matupá e Peixoto de Azevedo.

Os suspeitos são investigados pelos crimes de tráfico ilícito de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

As diligências conduzidas pela Delegacia de Matupá identificou que o grupo possui estrutura hierarquizada e clara divisão de tarefas, atuando na região de forma semelhante a uma “franquia do crime”, na qual somente os “franqueados”, ou seja, membros cadastrados e autorizados, podem exercer o comércio de entorpecentes, bem como movimentar valores provenientes da atividade ilícita.

Conforme o delegado de Matupá, Emerson Marques Lima, o trabalho operacional teve como objetivo apreender materiais que possam reunir provas e evidências que contribuam para o avanço da investigação que tramita na unidade policial.

A Operação Red Tune contou com o apoio das equipes de policiais civis das Delegacias Regional e Municipal de Guarantã do Norte, e de Peixoto de Azevedo.

Com Assessoria

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A 100 dias das eleições: quem deve disputar Governo e Senado em MT

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Faltando 100 dias para o primeiro turno das eleições gerais, marcado para 4 de outubro, o cenário político de Mato Grosso começa a se desenhar. Lideranças partidárias intensificam as articulações para disputar cargos como o Governo do Estado, o Senado e a Câmara dos Deputados, embora a definição oficial das candidaturas dependa das convenções partidárias, previstas para começar em julho.

Na corrida pelo Palácio Paiaguás, alguns nomes já aparecem como pré-candidatos. O governador Otaviano Pivetta (Republicanos) deve disputar a reeleição após assumir o comando do Executivo com a saída de Mauro Mendes (União), que deixou o cargo no fim de março para concorrer ao Senado.

Em fevereiro, Wellington Fagundes (PL) foi o nome confirmado pelo pré-candidato a Presidência, Flávio Bolsonaro, para representar o partido e concorrer ao governo de Mato Grosso.

A Executiva Nacional do PT decidiu que o partido em Mato Grosso deve apoiar o PSD com a candidatura da médica Natasha Slhessarenko (PSD) que, até a publicação desta reportagem, é a única mulher na pré-corrida ao Executivo estadual.

Outro nome que deve disputar o governo é o do atual senador Jayme Campos (União). Ele já manifestou interesse publicamente em concorrer, mas a candidatura ainda depende da definição do partido.

Também são apontados como possíveis candidatos o empresário Alex Pucinelli (Democracia Cristã), o professor universitário Caiubi Kuhn (PDT) e o empresário Marcelo Maluf (Novo).

Disputa pelo Senado

Mato Grosso elegerá dois senadores nesta eleição, o que aumenta a disputa pelas vagas.

O ex-governador Mauro Mendes (União) já confirmou a pré-candidatura ao Senado. Já o atual senador Carlos Fávaro (PSD) tentará a reeleição.

Única mulher representante na Assembleia Legislativa, a deputada estadual Janaina Riva (MDB), também pretende deixar a cadeira para disputar uma vaga no Senado.

Outro nome que deve entrar na disputa é o deputado federal José Medeiros (PL) que também foi confirmado por Flávio Bolsonaro para representar a sigla. Já o ex-governador Pedro Taques (PSB) articula o retorno à política e também é citado entre os possíveis candidatos.

Apesar das movimentações, o quadro eleitoral ainda pode sofrer mudanças. As candidaturas só serão oficializadas após as convenções partidárias, quando os partidos definirão seus representantes para a eleição de outubro.
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Governo de Mato Grosso cogita privatizar a gestão da Arena Panantal

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Arena teria custo de R$ 20 milhões ao ano para manutenção, e o Estado não tem condições para administrá-la com foco no comércio

O governador Otaviano Pivetta disse que pretende privatizar a gestão da Arena Pantanal. A manutenção da arena custaria R$ 20 milhões por ano, e o Estado não teria “vocação” para administrá-la. 

“Vamos trabalhar para privatizar a Arena Pantanal. Nós, do Estado, não temos vocação para fazer essa operação [de gestão comercial], não é esse nosso forte. Basta ver o que acontece no Brasil e no mundo: todo esporte e lazer são autossustentáveis”, disse em entrevista à rádio CBN. 

A Arena Pantanal é um dos projetos construídos para a Copa do Mundo de 2014. E foi um dos poucos que ficou pronto a tempo para competição. Mas desde então tem servido para uso em outras áreas. 

Por exemplo, parte do espaço já serviu de local de atividades da Secretaria de Estado de Educação (Seduc), shows de música e religiosos. Entre 2021 e 2024, houve jogos de futebol com presença de grandes clubes, por causa da participação do time do Cuiabá na série A do Campeonato Brasileiro. 

Em 2022, o governo cogitou leiloar o nome da arena via naming rights (direito de nome), um tipo de acordo comercial que dá o direito de marcas empresariais de colocar seu nome no estádio, em troca de pagamento. 

A negociação ocorre justamente com prédios com potencial comercial. Na época, foi cogitado que, somente para a negociação do nome, o governo cobraria de R$ 8 milhões. O projeto, no entanto, não avançou. 

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Pivetta espera receber apoios de Abilio Brunini e Flávia Moretti na campanha eleitoral

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Governador afirmou que declarações de gestores virão na hora em que sentirem à vontade para demonstrar a sua confiança no governo

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição, disse que acredita que receberá apoio de campanha dos prefeitos de Cuiabá, Abilio Brunini e de Várzea Grande, Flávia Moretti, ambos filiados ao PL (Partido Liberal). 

Pivetta afirmou que eventuais apoios serão declarados pela confiança dos prefeitos no governo do Estado e na figura do governador. Não haveria conversas ou promessas de retribuição, habitais do jogo político. 

“Eu tenho fé que sim [Abilio e Flávia vão apoiá-lo], vamos aguardar. Cada um no seu tempo, a gente não faz pressão. A política não é um negócio, é confiança, expectativa, esperança, fé. No dia em que você se sentir à vontade, que sentir confiança, que achar que deve, você se manifesta”, disse. 

Três prefeitos do PL em Mato Grosso já declararam apoio a Pivetta. Cláudio Ferreira, de Rondonópolis; Edilson Piaia, de Campo Novo do Parecis; e Sérgio Machnic, de Primavera do Leste. 

As declarações, vindas de ao menos de um dos maiores colégios eleitorais em Mato Grosso, enfraquecem o projeto do senador Wellington Fagundes (PL) de disputar a campanha ao governo. Cuiabá e Várzea Grande são os dois maiores colégios eleitorais. 

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