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Conab inicia destinação de 623 toneladas de alimentos para cozinhas solidárias

A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) iniciou, no fim de abril, a destinação de 623 toneladas de alimentos para ações de combate à insegurança alimentar e nutricional em Santa Catarina.
Os produtos foram adquiridos de organizações da agricultura familiar local com recursos do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). A prioridade da operação é o abastecimento de cozinhas solidárias no estado.
Segundo a Conab, o volume adquirido soma 175 toneladas de feijão, 150 toneladas de fubá e 298 toneladas de leite em pó. O aporte financeiro é de aproximadamente R$ 14,4 milhões. Do total, o destino prioritário são 19 cozinhas solidárias habilitadas em Santa Catarina para receber doações de alimentos por meio das ações apoiadas pela estatal.
Parte do leite em pó já começou a ser entregue à organização Ação da Cidadania, no Rio de Janeiro. De acordo com a Conab, a entidade recebeu 200 toneladas do produto para uso em iniciativas próprias de atendimento à população em situação de vulnerabilidade e para apoio a outras ações da rede socioassistencial fluminense.
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As 98 toneladas restantes de leite em pó, além de todo o volume de feijão e fubá, permanecem vinculadas ao abastecimento das cozinhas solidárias catarinenses e de outras unidades recebedoras definidas pelo MDS e pela Conab.
Em frente paralela, a Companhia informou que distribuiu cerca de 1,2 mil cestas básicas para comunidades indígenas, com 21,3 quilos cada. O volume corresponde a aproximadamente 25,5 toneladas de alimentos. As entregas ocorreram no fim do mês passado, com estoques próprios, sem relação com o lote de 623 toneladas destinado às cozinhas solidárias.
A ação integra o Plano de Trabalho nº 04/2025, firmado entre MDS e Conab, e atende famílias indígenas em situação de insegurança alimentar na área da Coordenação Regional Litoral Sul da Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), abrangendo comunidades Xokleng e Guarani em Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul.
A operação reforça dois eixos de abastecimento público: a compra de alimentos da agricultura familiar local e a distribuição para equipamentos e grupos definidos pela política de assistência social. A Conab não informou, no material divulgado, o prazo total para conclusão das entregas do lote principal.
Fonte: gov.br
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Senar disponibiliza mais de 500 treinamentos gratuitos para o mês de maio em SC

O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural de Santa Catarina (Senar/SC), vinculado à Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (Faesc), amplia a oferta de capacitações gratuitas no mês de maio.
Ao todo, estão previstos 511 treinamentos em diferentes regiões do estado, voltados ao fortalecimento das propriedades rurais e à melhoria da qualidade de vida das famílias do campo.
Os cursos contemplam áreas estratégicas para o desenvolvimento rural. A Formação Profissional rural inclui capacitações em agricultura, agroindústria, aquicultura, atividades de apoio agrossilvipastoris, prestação de serviços, pecuária e silvicultura. Já a Promoção Social abrange temas como educação, organização comunitária, saúde, alimentação, nutrição e artesanato.
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Entre os cursos com maior número de turmas na área de Formação Profissional Rural estão jardineiro, segurança e saúde no trabalho, drone, pilotagem e operação e fluxo de caixa da atividade rural.
Na Promoção Social, destacam-se conservas de frutas, hortaliças e temperos, artesanato com pintura, produção caseira de pães e biscoitos, confeitaria, aproveitamento integral de alimentos e primeiros socorros.
A programação alcança todas as regiões catarinenses. O Sul lidera com 122 cursos, seguido pelo Norte com 90, Vale do Itajaí com 71, Extremo Oeste com 68, Meio-Oeste com 62, Planalto Serrano com 51 e Oeste com 47.
O presidente do Sistema Faesc/Senar, José Zeferino Pedrozo, destaca que a qualificação é fundamental para o desenvolvimento do setor. Segundo ele, a capacitação promove autonomia, gera renda e contribui para melhores condições de vida no campo.
O superintendente do Senar/SC, Gilmar Antônio Zanluchi, destaca a abrangência da programação. Ele explica que o cronograma atende diferentes perfis de produtores e trabalhadores rurais, com conteúdos que acompanham as demandas do setor. “Isso garante acesso à qualificação e estimula o desenvolvimento regional de forma equilibrada”.
As capacitações são realizadas em parceria com sindicatos rurais e têm inscrições gratuitas para produtores, trabalhadores rurais e seus familiares. A programação completa está disponível no site.
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Agro Mato Grosso
Agro mais que dobra empregos em MT e se consolida como principal motor de trabalho e renda

Nos últimos anos, o setor apresentou crescimento acelerado na geração de empregos, com destaque para o avanço de mais de 13% em 2022
O agronegócio mato-grossense consolida, ano após ano, sua força como gerador de oportunidades, sustentado por um crescimento consistente no número de trabalhadores ao longo das últimas décadas. Levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) aponta que o total de empregos no setor mais que dobrou, saltando de cerca de 173 mil em 2006 para uma estimativa de 449 mil em 2026. O avanço revela não apenas a expansão da produção, mas também a capacidade do agro de absorver mão de obra e acompanhar o desenvolvimento econômico do estado.
Nos últimos anos, esse movimento ganhou ainda mais intensidade. A partir de 2021, o setor passou a registrar um ritmo mais acelerado de geração de empregos, refletindo o aumento da produtividade, a ampliação das áreas cultivadas e o fortalecimento da cadeia produtiva. O cenário reforça o papel estratégico do agro na criação de oportunidades, impactando desde as atividades no campo até os diversos elos que dão suporte à produção, como transporte, armazenagem e serviços.
Nesse contexto, a atuação da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso é fundamental para fortalecer o produtor rural e garantir condições para o crescimento sustentável do setor. A entidade desenvolve ações voltadas à capacitação, assistência técnica, defesa de interesses e promoção de iniciativas que contribuem para a eficiência da produção.
O vice-presidente norte da Aprosoja MT, Diogo Balistieri, explica que o agronegócio exerce um papel central na geração de empregos ao impulsionar não apenas as atividades dentro das propriedades rurais, mas toda uma cadeia produtiva que envolve transporte, armazenagem, indústria e serviços. Segundo ele, esse alcance faz com que o impacto do setor ultrapasse os limites do campo, contribuindo diretamente para a economia dos municípios e para a criação de oportunidades também nas áreas urbanas.
“O agro brasileiro, especialmente o mato-grossense, tem gerado diversos empregos diretos e indiretos em toda a cadeia produtiva, principalmente com a industrialização das matérias-primas produzidas no campo. Onde o agro chega, há aumento de renda e da oferta de emprego. Os índices de desenvolvimento são maiores nas áreas agrícolas, mostrando e comprovando que, onde há agro, há pleno emprego e desenvolvimento”, destaca o vice-presidente norte da Aprosoja MT.
Além da geração de empregos, o agronegócio também se destaca pelo peso na economia mato-grossense, sendo responsável por mais da metade da atividade econômica do estado. A forte participação do setor evidencia como o desempenho do agro está diretamente ligado ao desenvolvimento regional, impulsionando investimentos, movimentando diferentes segmentos e criando um ambiente favorável à expansão das oportunidades de trabalho.
O 2º Diretor Administrativo da Aprosoja MT, Jorge Diego Giacomelli, ressalta que ao apoiar o produtor e atuar em pautas estratégicas, a Aprosoja MT também estimula o desenvolvimento da cadeia produtiva, refletindo diretamente na ampliação de empregos e na geração de renda em todo o estado.
“A Aprosoja MT tem um papel importantíssimo na manutenção do produtor rural, garantindo que ele se mantenha ativo, fortalecido e unido enquanto classe. E, consequentemente, ao manter essa classe produtora em plena atividade, desenvolvendo seu trabalho e gerando riqueza, contribui-se para um agro mais forte, um estado mais fortalecido e uma economia mais pujante”, complementa Giacomelli.
Diante desse cenário, o agronegócio reafirma seu papel como um dos principais vetores de desenvolvimento de Mato Grosso, não apenas pela força produtiva, mas pela capacidade de gerar oportunidades e sustentar milhares de famílias. No Dia do Trabalho, os dados evidenciam que investir no fortalecimento do setor é também investir na criação de empregos, na dinamização da economia e no futuro do estado, consolidando o agro como peça-chave para um crescimento sólido e contínuo.
Agro Mato Grosso
Safra de soja em Mato Grosso entra na reta final com expectativa de recorde

A colheita da soja em Mato Grosso deve ser concluída na próxima semana, marcando o encerramento da safra 2025/2026 com projeção de produção recorde. A estimativa aponta para 51,51 milhões de toneladas colhidas em todo o estado.
Os trabalhos no campo já haviam atingido 99,74% da área plantada, que soma 13,01 milhões de hectares. O desempenho supera a média dos últimos cinco anos, apesar de ainda ficar ligeiramente abaixo do registrado no mesmo período da safra passada.
As regiões Oeste e Centro-Sul praticamente encerraram a colheita, com índices de 99,94% e 99,55%, respectivamente. No Oeste, restam apenas áreas pontuais, principalmente em municípios do Vale do Guaporé.
Já nas regiões Nordeste (99,47%) e Sudeste (99,38%), o avanço ocorre em ritmo um pouco mais lento em relação ao ciclo anterior. O atraso é atribuído ao plantio tardio e às condições climáticas ao longo da safra.
No cenário de mercado, a soja também apresenta valorização. Os preços no estado subiram, ampliando o diferencial em relação à Bolsa de Chicago. A paridade de exportação avançou, influenciada pelo aumento do prêmio no Porto de Paranaguá.
De acordo com o indicador Cepea-Paranaguá, a saca registrou alta de 0,92% na última semana, sendo comercializada a um valor médio de R$ 129,93.
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