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4 de novembro de 2026

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Bombeiros controlam incêndio em carreta com combustível de aviação na BR-163

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Chamas atingiram as rodas de um dos vagões, e ação rápida da equipe impediu que o fogo alcançasse o tanque; ninguém ficou ferido

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) combateu, na manhã desta sexta-feira (31.7), um incêndio em uma carreta-tanque carregada com combustível de aviação na BR-163, em Guarantã do Norte (709 km de Cuiabá).

O 4º Núcleo Bombeiro Militar (4º NBM) recebeu o chamado para atender à ocorrência por volta das 6h45 e, prontamente, uma equipe se deslocou até o local. Ao chegar, os bombeiros constataram que a carreta transportava combustível de aviação e que as chamas atingiam as rodas de um dos vagões.

De imediato, os militares iniciaram o combate ao incêndio utilizando a técnica de resfriamento para controlar e extinguir as chamas, evitando que o fogo se propagasse para o tanque.

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Após a extinção do incêndio, os militares realizaram o resfriamento preventivo do tanque de combustível e executaram o rescaldo da ocorrência, eliminando qualquer risco de reignição. Não houve registro de vítimas.

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Museu do Morro da Caixa D’Água Velha inaugura a mostra coletiva “À Beira” neste sábado

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Exposição reúne 30 obras de Bruno Spadoni, Marcus Mesquita e Flávio André no histórico reservatório em Cuiabá

O Museu do Morro da Caixa D’Água Velha recebe, a partir do próximo sábado (7), às 15h, a exposição fotográfica coletiva “À Beira – o rio, a gente e o tempo”. O evento é realizado com apoio institucional da Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Trabalho, Turismo e Agricultura.

A mostra reúne 30 obras produzidas pelos fotógrafos Bruno Spadoni, Marcus Mesquita e Flávio André. A visitação segue até o dia 30 de dezembro, com entrada gratuita e classificação livre.

A iniciativa busca refletir sobre a relação entre a população, as águas e a passagem do tempo a partir de diferentes abordagens visuais, unindo a fotografia de fine art, o fotojornalismo documental e imagens aéreas panorâmicas.

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O percurso exposto no corredor abobadado de pedra do antigo reservatório do século XIX divide-se em quatro movimentos cronológicos: O silêncio que espera, A chegada, A vida e O que fica.

Construído no século XIX para o abastecimento de água da capital, o espaço museológico recebe um público diversificado, com destaque para a presença de estudantes da rede de ensino. Entre os meses de fevereiro e abril, o museu registrou a passagem de 1.296 visitantes, dos quais 51% eram alunos acompanhados por instituições de ensino.

O projeto inclui mediações guiadas para grupos escolares e rodas de conversa com os artistas. As instituições de ensino interessadas em agendar visitas orientadas podem entrar em contato pelo telefone (65) 98116-2255 ou pelo e-mail bspadonis@gmail.com.

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MT Hemocentro divulga calendário de coletas externas e mutirões em Cuiabá e no interior em novembro

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Único banco de sangue público do Estado destaca estoques baixos para os tipos O- e A- e agenda abertura excepcional no dia 14

O MT Hemocentro, único banco de sangue público de Mato Grosso, realiza, no mês de novembro, coletas externas em cinco cidades do interior: Comodoro, Pedra Preta, Poconé, Pontes e Lacerda e Sapezal.

Segundo o diretor do MT Hemocentro, Fernando Henrique Modolo, a unidade atende os voluntários na rua 13 de Junho, 1.055, no centro de Cuiabá, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h.

“No sábado dia 14 de novembro, porém, abriremos de forma excepcional, das 7h30 às 12h, para receber os doadores que não conseguem vir nos dias da semana. É mais uma oportunidade para que a população da Baixada Cuiabana compareça para ajudar o próximo”, afirmou.

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A ação é fundamental para garantir que os estoques estejam abastecidos durante todo o mês de novembro para atender as demandas dos hospitais públicos de todo o Estado.

“Convido a população tanto de Cuiabá quanto do interior a participar das nossas campanhas para salvar vidas. Este ato de solidariedade também é essencial para reforçar os nossos estoques de sangue, principalmente dos tipos sanguíneos O- e A-, que estão baixos”, acrescentou o diretor.

Confira os locais de coleta:

Cuiabá

04 e 05/11 – Coleta externa no Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal de Mato Grosso (ISC/UFMT), na avenida Fernando Corrêa da Costa, nº 2.367, no Boa Esperança;

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04/11 – Sensibilização para cadastro de medula óssea, às 8h30, no Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT);

05/11 – Campanha de cadastro de medula óssea, das 8h30 às 14h, no Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), na rua Conselheiro Benjamin Duarte Monteiro, nº 1, no Centro Político Administrativo;

06/11 – Coleta interna da Aeronáutica no MT Hemocentro;

09 a 14/11 – Coleta interna da Biomedicina do Centro Universitário de Várzea Grande (Univag) no MT Hemocentro;

09/11 – Sensibilização na Paiaguás Incorporadora, às 8h;

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13 e 14/11 – Coleta interna da Paiaguás Incorporadora no MT Hemocentro;

14/11 – Coleta interna no MT Hemocentro em abertura excepcional em sábado, das 7h30 às 12h;

16 a 19/11 – Coleta interna da Assembleia Legislativa (AL-MT) no MT Hemocentro;

17 a 19/11 – Coleta externa no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), na rua Orivaldo M. de Souza, no Ribeirão do Lipa;

25/11 – Coleta interna no MT Hemocentro, no Dia Nacional do Doador Voluntário de Sangue;

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26 e 27/11 – Coleta interna da campanha MD + Vida no MT Hemocentro;

Comodoro

10 a 12/11 – Coleta externa no Centro de Especialidades Médicas (CEM), na avenida Prefeito Valdir Masutti, nº 671, no centro, em Comodoro;

Poconé

04 e 05/11 – Coleta externa no Hospital Geral de Poconé, na rua Dom Aquino, nº 406, no centro, em Poconé;

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Pedra Preta

10 a 12/11 – Coleta externa em Unidade Básica de Saúde (UBS) na avenida Frei Servácio, nº 0001, no Jardim Urupês, em Pedra Preta;

Pontes e Lacerda

17 e 18/11 – Coleta externa no Centro de Especialidades Médicas (CEM), na avenida Bahia, nº 1.009, no centro, na lateral do Hospital Vale do Guaporé, em Pontes e Lacerda;

Sapezal

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24 e 26/11 – Coleta externa no Centro de Especialidades Médicas (CEM), na avenida Curimba, nº 1.950, no Jardim Ipê, em Sapezal;

Quem pode doar?

O voluntário que quiser doar sangue precisa apresentar um documento oficial com foto, pesar 50kg ou mais, estar em bom estado de saúde e ter feito uma refeição equilibrada. Recomenda-se que o doador esteja bem alimentado para efetuar a doação.

Podem doar pessoas com idade entre 16 e 69 anos, 11 meses e 29 dias. Quem tem entre 60 e 69 anos só poderá doar sangue se já tiver doado antes dos 60 anos.

Doadores voluntários regulares poderão continuar doando sangue após os 70 anos, desde que tenham realizado duas doações nos últimos 12 meses, estejam saudáveis e sejam considerados aptos após avaliação médica do MT Hemocentro.

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Os adolescentes de 16 e 17 anos devem levar uma autorização dos pais ou do responsável legal para fazer a doação.

Em um período de 12 meses, homens podem doar até quatro vezes. Já as mulheres podem fazer até três doações no mesmo período. São coletados cerca de 450 ml de sangue por doação e recomenda-se evitar exercícios físicos e consumo de álcool antes e depois da doação.

Serviço

O MT Hemocentro atende os voluntários na Rua 13 de Junho, 1.055, no centro de Cuiabá, de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 18h. Para agendar a doação de sangue basta acessar o Sistema de Agendamento. O voluntário também pode fazer o agendamento pelo telefone (65) 98433-0624 (WhatsApp, somente mensagem), ou pelo número (65) 3623-0044, ramais 2024, 2025 e 2026.

Para quem compareceu e, por algum motivo, não pôde doar, o MT Hemocentro dá um comprovante de comparecimento e, para quem efetuou a doação de sangue, é entregue o atestado de doação de sangue para justificar a ausência no trabalho.

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Morador de Cuiabá morre aos 22 anos na guerra da Ucrânia após aceitar última missão antes de voltar ao Brasil

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Apaixonado pela carreira militar desde a infância, Endrick havia comprado a passagem de volta antes de participar da operação.

O brasileiro Endrick Lima Gonçalves, de 22 anos, que morou em Cuiabá antes de viajar para a Ucrânia, morreu durante uma operação militar na guerra contra a Rússia. Natural de Tucuruí, no Pará, o jovem havia decidido encerrar sua participação no conflito e já tinha comprado uma passagem para retornar ao Brasil.

Em entrevista ao O LIVRE, familiares do jovem, que preferiram não se identificar, relataram que Endrick morreu após pisar em uma mina terrestre durante uma missão de resgate na linha de frente. A operação teria ocorrido no dia 30 de outubro.

Segundo a família, o jovem demonstrava interesse pela carreira militar desde a infância. Ao atingir a idade necessária, ingressou no serviço militar em Tucuruí, onde teve sua primeira experiência nas Forças Armadas brasileiras.

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Após deixar o Exército, Endrick passou por diferentes cidades brasileiras, incluindo Cuiabá e Goiânia, onde trabalhou em empresas privadas. Apesar das oportunidades profissionais, manteve o desejo de seguir uma trajetória ligada à atividade militar.

Foi essa motivação, segundo os familiares, que o levou a viajar para a Ucrânia. A decisão foi tomada por iniciativa própria e comunicada à maior parte da família quando ele já estava embarcando.

“Ele sempre gostou da vida militar. O sonho dele era seguir carreira com isso”, contou um familiar.

A família também fez questão de esclarecer que a viagem não foi motivada por dificuldades financeiras, contrariando informações que, segundo os parentes, têm circulado nas redes sociais.

“Ele não foi por motivo financeiro, porque tinha uma condição financeira boa. Foi realmente pela paixão que sentia pela vida militar”, afirmou.

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A última missão

Na Ucrânia, Endrick passou por treinamento militar e, conforme o relato familiar, atuou como instrutor de tiro, além de participar de diferentes operações.

Recentemente, havia comunicado sua intenção de deixar o batalhão e retornar ao Brasil. A passagem já estava comprada quando surgiu uma última convocação: participar de uma missão de resgate de soldados que, segundo as informações recebidas pela família, haviam sido capturados.

Endrick aceitou participar da operação.

De acordo com o relato dos parentes, o grupo foi atacado por um drone durante a missão. Alguns integrantes ficaram gravemente feridos e, na tentativa de deixar a área atingida, Endrick teria pisado em uma mina terrestre.

A explosão provocou sua morte.

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Inicialmente, a família recebeu a informação de que o jovem estava desaparecido. Somente nos dias seguintes, após contatos com integrantes do batalhão, os parentes foram informados de que ele havia morrido.

Segundo o relato recebido pela família, Endrick foi o único integrante do grupo que não sobreviveu à operação.

Família busca respostas e informações sobre o corpo

Os familiares ainda tentam esclarecer as circunstâncias da morte e obter informações sobre os procedimentos necessários para a recuperação e eventual traslado do corpo ao Brasil.

A distância, a diferença de fuso horário e as dificuldades de comunicação com militares que permanecem na região de combate têm tornado o processo mais difícil.

A família também demonstra consternação pelo fato de a morte ter ocorrido justamente quando Endrick se preparava para deixar a guerra.

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“Na mesma semana em que ele decide deixar o Exército, vai para uma missão e é a única baixa do pelotão”, lamentou um familiar.

Os parentes aguardam informações mais detalhadas das autoridades militares ucranianas. Até o momento, as circunstâncias específicas da operação foram relatadas pela família e não foram confirmadas de forma independente.

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