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2 de agosto de 2026

Sustentabilidade

Case IH aposta em automação e ecossistema integrado

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A Case IH esteve na Agrishow 2026 com um conjunto de lançamentos e atualizações que cobrem as principais etapas do ciclo produtivo — da colheita de grãos à cana-de-açúcar — dentro de uma proposta de ecossistema integrado entre máquinas, dados e serviços. Com mais de 20 equipamentos no estande de 8 mil m², o maior da feira, a marca aposta na combinação entre automação real e conectividade como diferenciais para o produtor que busca redução de custos e ganho de escala.

O contexto de mercado, no entanto, é desafiador. Segundo anotações da coletiva de imprensa, o setor registrou retração de 5% no mercado no período recente — o que torna ainda mais relevante a entrega de soluções que impactem diretamente os resultados da operação.


Axial-Flow série 160: automação que reduz a intervenção humana na colheita

O principal lançamento da Case IH na feira é a Axial-Flow série 160 Automation, atualização de linha lançada em 2024 e eleita Machine of the Year na ocasião. A novidade para 2026 são os recursos autônomos embarcados que ampliam significativamente o grau de automação durante a colheita.

O sistema desta linha já utiliza machine learning e inteligência artificial para se autorregular por meio de sensores. De acordo com o release, a plataforma pode realizar mais de 1.800 intervenções diárias na máquina durante a operação — dado confirmado nas anotações da coletiva — e assumir até 90% das operações sem necessidade de intervenção humana.

As principais novidades embarcadas são:

AccuTurn — manobra de cabeceira automática, na qual o operador define parâmetros como direção, velocidade da curva e raio mínimo de giro. O sistema opera integrado ao compartilhamento de dados entre máquinas, evitando sobreposição de rotas ou que uma máquina manobre para área onde outra já está transitando.

AccuSync — compartilhamento de dados em tempo real entre máquinas em operação, incluindo dados de colheita, linhas A-B, bordaduras de campos e mapas de cobertura.

RowGuidance — exclusiva para milho, orienta automaticamente a máquina entre as linhas, corrigindo desalinhamentos em tempo real por meio de sensores, o que reduz o amassamento da cultura.

Monitores Pro 1200 — operados com sistema Android, oferecem maior capacidade de processamento e possibilitam diagnóstico e visualização remota, com troca facilitada de dados entre operadores e gestores da fazenda.

A linha Axial-Flow série 160 também passou a contar com o portal FieldOps para monitoramento remoto de performance, conectividade vitalícia para envio e recebimento de informações e acesso ao Manual do Operador diretamente pelo display da máquina.


Plataforma Draper FD2: produção nacional e portfólio ampliado

A Case IH passa a fabricar no Brasil as plataformas Draper FD2, em parceria com a MacDon. O investimento para a nacionalização da produção na fábrica de Curitiba (PR) foi superior a US$ 20 milhões, incluindo melhorias na linha de produção e qualificação de mão de obra.

Os modelos estão disponíveis em opções de 25, 50 e 61 pés, indicados para as principais culturas de grãos e compatíveis com colheitadeiras de classes 5 a 11. Em relação ao modelo anterior da MacDon, a nova FD2 apresenta área de corte 25% maior, caixa de transmissão de alta velocidade e 43 cm de flutuação nas extremidades. O chassis articulado e o ângulo de ataque ajustável reforçam a adaptação a diferentes condições de terreno.


Plataformas de milho: linha completa em parceria com a MethalC

Para a colheita de milho, a Case IH apresenta uma nova linha de plataformas desenvolvida em parceria com a MethalC, com três versões que atendem desde pequenos produtores até operações de larga escala:

BM+ — de 4 a 15 linhas, com foco em robustez e simplicidade operacional, caixa de transmissão manual em ferro fundido e sensor de altura opcional.

Premium — de 5 a 27 linhas, com ajuste hidráulico do deck despigador acionado da cabine e chapa defletora lateral para redução de perdas.

Evolution — de 23 a 30 linhas, para operações de alta escala, com acionamento central e híbrido, caixa e corpo de linha em alumínio, sem-fim triplo e chassis em aço de alta resistência.

O espaçamento varia de 45 cm a 90 cm entre os modelos, e todas as versões contam com piso em aço inox e abertura em 180° para facilitar acesso às linhas laterais.


Conectividade e dados: 70 connect rooms e mais de 16 mil máquinas monitoradas

Um dos pilares da estratégia da Case IH na Agrishow é a infraestrutura de conectividade e gestão de frota. Segundo dados apresentados na coletiva de imprensa, a marca conta com 70 connect rooms e mais de 16 mil máquinas monitoradas remotamente.

Para sustentar essa estrutura e ampliar a capacitação dos profissionais do campo, a empresa investiu R$ 51 milhões em treinamento, em parceria com o Senar e o Senai.

Como demonstração prática do potencial tecnológico dos drones de aplicação, a Case IH apresentou os resultados do Desafio Drone 24h: 892 hectares pulverizados em 24 horas, com eficiência de 98,9%.


Fazenda conectada: resultados práticos no campo

Para ilustrar o impacto real da integração tecnológica, a Case IH apresentou dados de uma fazenda conectada com área de 3.000 hectares. Os resultados apontam aumento de 25% na produção, 7% de economia de combustível por hectare e R$ 1,5 milhão de economia real na operação — números que contextualizam a proposta da empresa de entregar não apenas equipamentos, mas soluções que se traduzem em resultados mensuráveis para o produtor.


Ecossistema como proposta

A participação da Case IH na Agrishow 2026 reforça uma abordagem que vai além dos lançamentos de máquinas. O estande da marca foi estruturado em torno de um espaço central de inovação e tecnologia, com demonstrações de soluções digitais para conectividade, gestão de dados, manutenção preventiva e treinamento. Ao redor, os visitantes percorrem as soluções por etapa produtiva — do plantio à colheita de cana.

Em um cenário de contração de mercado, a aposta da marca é que a integração entre automação, dados e suporte seja o diferencial decisivo para o produtor que precisa fazer mais com menos.

Redação: Equipe Mais Soja com informações da Assessoria de Imprensa

Foto de capa: Case IH

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Sustentabilidade

Preços da soja sobem aqui e em Chicago e comercialização melhora em julho – MAIS SOJA

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Julho foi positivo para o mercado brasileiro de soja. Os preços subiram nas principais praças do Brasil, acompanhando o comportamento dos contratos futuros na Bolsa de Chicago, e o ritmo dos negócios melhorou, apesar do câmbio desfavorável. Os prêmios seguiram firmes e ajudaram a consolidar o bom momento para os negócios.

Em Passo Fundo (RS), a saca de 60 quilos subiu de R$ 129,00 para R$ 140,00 durante o mês. Em Cascavel (PR), o preço saltou de R$ 124,00 para R$ 134,00. Em Rondonópolis (MT) a cotação avançou de R$ 115,00 para R$ 127,00. No Porto de Paranaguá, a saca aumentou de R$ 135,00 para R$ 145,00.

Em Chicago, os contratos com vencimento em novembro, os mais negociados, apresentaram alta mensal de 4,26%, sendo negociados na manhã do dia 31 a US$ 11,92 por bushel. No melhor momento de julho, a cotação superou a casa de US$ 12,50, se colocando nos melhores patamares em mais de dois anos.

Três fatores contribuíram para os ganhos em Chicago. O petróleo voltou a subir com a tensão no Oriente Médio escalonando. A demanda chinesa pelo produto americano se aqueceu e, completando o cenário positivo, boletins apontando clima seco e altas temperaturas sobre o cinturão produtor americano garantiram picos característicos desse mercado de clima. Agosto promete muita volatilidade, já que é o período crítico para a formação do potencial produtivo da safra americana.

Plantio

A intenção de plantio da nova safra brasileira de soja aponta diversos desafios para 2027, mas ainda mantém uma perspectiva de aumento da produção, desde que não ocorram problemas climáticos relevantes. A constatação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Rafael Silveira.

Por um lado, há potencial para novos avanços de área, principalmente nos estados do Centro-Oeste. “É o caso de Mato Grosso, que mantém uma expectativa de expansão de aproximadamente 1,5% na área cultivada”, pontua o consultor.

Segundo ele, mesmo com margens mais apertadas, as elevadas produtividades registradas nas últimas safras melhoraram a relação entre custos e receitas, permitindo que a atividade permaneça economicamente viável, ainda que com rentabilidade mais limitada. “Goiás segue uma dinâmica semelhante, embora a situação dos produtores seja mais fragilizada”, exemplifica.

Por outro lado, o clima é um dos principais fatores de preocupação para a temporada. A expectativa de um evento de El Niño mais intenso levanta riscos importantes para a safra brasileira, especialmente por sua maior influência estar prevista para meses decisivos ao desenvolvimento da cultura e à definição do potencial produtivo. “Caso esse cenário se confirme, poderá haver impacto negativo sobre os níveis de produtividade”, ressalta Silveira.

Ainda assim, Safras & Mercado não trabalha com quebras de safra antecipadamente, adotando essa premissa apenas quando há evidências concretas de perdas no campo. “No entanto, nossa expectativa é de produtividades potenciais inferiores às observadas na última temporada para a maioria das regiões”, afirma. Além do risco climático, os custos de produção seguem elevados, principalmente em função da alta dos fertilizantes ao longo do primeiro semestre. “Esse cenário pode levar parte dos produtores a reduzir o nível de investimento em tecnologia e manejo, fator que tende a limitar o potencial produtivo da safra 2026/27”, explica.

Assim Safras & Mercado projeta um avanço de aproximadamente 1,2% na área plantada, impulsionado principalmente pelos estados do Centro-Oeste, devendo chegar a 49,107 milhões de hectares. A região Sudeste também deve registrar expansão de área, contribuindo para uma expectativa de produção de 180,089 milhões de toneladas, ligeiramente acima dos 178,3 milhões de toneladas estimados para a safra 2025/26.

A produtividade média projetada é de 3.686 quilos por hectare, equivalente a 61,43 sacas por hectare, praticamente estável em relação à safra anterior, que registrou 3.692 quilos por hectare, ou 61,54 sacas por hectare.

Estados Unidos

A área plantada com soja nos Estados Unidos em 2026 deverá totalizar 85,4 milhões de acres, conforme o relatório de área plantada Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Se confirmada, a área ficará 5% acima do total cultivado no ano passado, de 81,215 milhões de acres.

O número ficou dentro da expectativa do mercado, que era de 85,4 milhões de acres. O número veio acima da área indicada no relatório de intenção de plantio, divulgado em março, que era de 84,7 milhões de acres. Na comparação com o ano passado, a área aumentou ou ficou inalterada em 23 dos 29 estados produtores.

Autor/Fonte: Dylan Della Pasqua e Rodrigo Ramos / Agência Safras

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Sustentabilidade

Ceema: cotações da soja, em Chicago, recuaram bastante nesta última semana de julho. – MAIS SOJA

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As cotações da soja, em Chicago, recuaram bastante nesta última semana de julho.

Após o primeiro mês cotado ter atingido a US$ 12,48/bushel no dia 24/07, o mercado iniciou um recuo importante, atingindo a US$ 11,77 no fechamento da quinta-feira (30), contra US$ 12,37 uma semana antes. Por sua vez, o farelo de soja despencou 5,3% nos últimos seis dias úteis, até o dia 30/07, ao fechar neste dia em US$ 314,10/tonelada curta, a mais baixa cotação em Chicago desde o dia 02/07. Já o óleo de soja perdeu 9,6% nos últimos cinco dias até o dia 30/07, fechando este dia em 68,35 centavos de dólar por libra-peso, sendo esta a mais baixa cotação desde o dia 06/07.

O motivo principal foi o retorno das chuvas nas regiões produtoras de soja dos EUA, arrefecendo a especulação iniciada em princípios de julho. Além disso, uma nova tentativa de acordo de paz entre EUA e Irã esfriou os preços do petróleo, puxando o óleo de soja e influenciando a cotação do grão. Também, neste final de mês, houve forte realização de lucros por parte dos Fundos na Bolsa, ajudando a derrubar as cotações. Assim, se o clima nos EUA continuar no caminho positivo, a pressão baixista sobre os preços da soja tende a continuar. Caso contrário, haverá novas altas. Ou seja, o mercado continua sob forte influência do clima naquele país e, portanto, muito volátil.

Por enquanto, no dia 26/07, apenas 9% das lavouras estadunidenses de soja se apresentavam entre ruins a muito ruins, outras 28% estavam regulares e 63% entre boas a muito boas.

E no Brasil, os preços recuaram um pouco diante deste movimento baixista de Chicago, porém, o câmbio, que se manteve ao redor de R$ 5,10 por dólar, segurou o recuo, assim como os prêmios ao redor de US$ 1,50/bushel nos portos brasileiros.

Desta forma, nos portos o produto se manteve ao redor de R$ 140,00 a R$ 150,00/saco, enquanto nas principais praças nacionais, no balcão, os valores oscilaram entre R$ 119,00 e R$ 127,50/saco. No Rio Grande do Sul, a média esteve em R$ 127,60.

Vale destacar que, diante das preocupações e primeiras evidências do fenômeno El Niño, aumenta a inquietude quanto ao impacto disso sobre a produção de soja global.

Com isso, parte dos compradores estão antecipando suas aquisições visando diminuir riscos, o que ajuda os preços a subirem.

Enfim, novas estimativas dão conta de que o Brasil deverá exportar 115,4 mihões de toneladas de soja em 2026, o que seria 6,7% acima do exportado no ano passado. Já o esmagamento local da oleaginosa atingiria o recorde de 63,3 milhões de toneladas, com aumento de 7,8% sobre o ano de 2025. Com isso, a estimativa de estoques finais para o atual ano comercial foi reduzida, ficando em 6,58 milhões de toneladas. Mesmo assim, o maior volume desde 2019. Já a produção de farelo de soja, pelo Brasil, chegará a 48,7 milhões de toneladas enquanto a de óleo atingirá 12,75 milhões, ambos recordes igualmente. A exportação de farelo pode chegar a 24,9 milhões de toneladas e o consumo interno do subproduto em 21,4 milhões. No óleo de soja, a exportação poderá chegar a 1,7 milhão de toneladas. A receita com a exportação do complexo soja atingiria US$ 60,6 bilhões, contra US$ 52,9 bilhões no ano anterior. A soja em grão participa com US$ 49 bilhões do total esperado, contra US$ 43,5 bilhões em 2025 (cf. Abiove)

 

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

FONTE

Autor:Prof. Dr. Argemiro Luís Brum

Site: CEEMA

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Ceema: compradores estão priorizando o consumo dos estoques de milho ao invés de realizarem novas compras – MAIS SOJA

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A cotação do milho, em Chicago, para o primeiro mês cotado, após atingir a US$ 4,64/bushel no final da semana anterior, fechou a quinta-feira (30) em US$ 4,45.

Por sua vez, as condições das lavouras estadunidenses de milho pioraram um pouco, sendo que no dia 26/07 haviam 12% das mesmas em situação entre ruim a muito ruim. Outras 25% estavam regulares e 63% entre boas a muito boas. E no Brasil, os preços permanecem firmes, porém, sem grandes modificações. A média gaúcha fechou a semana em R$ 58,94/saco, enquanto nas demais praças nacionais os preços oscilaram entre R$ 44,00 e R$ 62,50/saco no balcão.

Dito isso, a colheita do cereal no Mato Grosso, safra 2025/26, atingiu a 91% no dia 24/07. A média é de 92,7% para esta data (cf. Imea). Já no Centro-Sul brasileiro a colheita da sarinha atingia a 60% no dia 23/07 (cf. AgRural), enquanto a colheita da safrinha em todo o Brasil atingia 58,3% da área também até o dia 24/07. Os estados mais adiantados com a colheita eram Tocantins (93%), Maranhão (90%), Mato Grosso (87,9%), Piauí (72%), Goiás (35%), Minas Gerais (27%), Paraná (29%), Mato Grosso do Sul (20%) e São Paulo (10%) (cf. Conab).

De forma geral, os compradores estão priorizando o consumo dos estoques ao invés de realizarem novas compras, pois acreditam que os preços possam voltar a recuar assim que a colheita da safrinha se aproximar do final já que os produtores têm limitações de estocagem e necessidade de caixa (cf. Cepea). De fato, a expectativa era de que o aumento da oferta já tivesse provocado uma queda nos preços do milho, mas por enquanto isso ainda não ocorreu.

Por outro lado, as exportações brasileiras de milho, nos primeiros 18 dias úteis de julho, atingiram a 1,35 milhão de toneladas, com recuo de 29,2% abaixo da média diária de todo o mês de julho do ano passado.

E são as exportações que assumem, agora, um papel importante para a definição dos preços. No momento sabe que havia demanda externa para embarcar um pouco mais de 3 milhões de toneladas, porém, não havia esse milho colhido. Espera-se que em agosto essas vendas se realizem. Aliás, agosto já inicia com cerca de 2,5 milhões de toneladas nomeadas para exportação. E já há indicativos de que as exportações começam a disputar milho com o mercado interno brasileiro. Vale destacar que a Espanha surge, neste ano, como um grande comprador do milho nacional. Além disso, no mercado interno a demanda das usinas de etanol tende a fazer a diferença.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

FONTE

Autor:Prof. Dr. Argemiro Luís Brum

Site: CEEMA

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