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30 de abril de 2026

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Polícia Civil cumpre 43 mandados e desarticula facção em nove cidades de MT

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Operação Rondonópolis Segura culminou no “Dia D” nesta quinta-feira (30); alvos respondem por tortura, homicídio e estupro

A Polícia Civil de Mato Grosso realizou, durante os últimos 30 dias, a Operação Regional Rondonópolis Segura, em que foram cumpridos 43 mandados judiciais, entre prisões, buscas e apreensões, em nove cidades do sul do Estado.

Os alvos são apontados como membros de uma facção criminosa e investigados por crimes como tráfico de drogas, homicídio, roubo, violência doméstica, sequestro, tortura, estupro de vulnerável e integração a organização criminosa.

Entre 30 de março e 30 de abril, todas as delegacias da Regional de Rondonópolis realizaram um levantamento de alvos para o cumprimento de mandados e, nesta quinta-feira (30.4), ocorreu o “Dia D”, quando foram cumpridos 22 mandados de busca e apreensão e nove de prisão.

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Os mandados foram cumpridos em Rondonópolis, Itiquira, Guiratinga, Pedra Preta, Alto Araguaia, Alto Garças, Alto Taquari, Jaciara, Juscimeira e Tesouro.

“A operação faz parte de um planejamento operacional da Regional de Rondonópolis, visando à diminuição dos índices de criminalidade e garantir a tranquilidade e a paz social para a população”, afirmou o delegado Regional de Rondonópolis, Santiago Rozendo Sanches e Silva.

Ao todo, 101 policiais participaram da operação, coordenada pela Delegacia Regional de Rondonópolis, com apoio das Delegacias Especializadas de Roubos e Furtos, de Defesa da Mulher e de Homicídios e Proteção à Pessoa de Rondonópolis, além das delegacias municipais de Itiquira, Guiratinga, Pedra Preta, Alto Araguaia, Alto Garças, Alto Taquari, Jaciara e Juscimeira.

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Rendimento médio do trabalhador brasileiro atinge R$ 3.722 e quebra recorde do IBGE

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Valor no primeiro trimestre de 2026 é o maior da série histórica; massa salarial chega a R$ 374,8 bilhões com alta real de 5,5%

O rendimento médio mensal do trabalhador brasileiro alcançou R$ 3.722 no primeiro trimestre de 2026. Esse valor representa acréscimo real – já descontada a inflação – de 5,5% em relação ao registrado no mesmo período de 2025. É o maior registrado em toda série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.

O trimestre encerrado em março é o segundo consecutivo em que o salário médio supera a casa dos R$ 3,7 mil. No período de três meses terminado em fevereiro, o rendimento foi de R$ 3.702. Na comparação com o quarto trimestre de 2025, quando o valor era de R$ 3.662, houve expansão de 1,6%.

Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no Rio de Janeiro.

A pesquisa do IBGE coleta informações de dez grupos de atividades. Em oito deles, o rendimento médio ficou estável (sem variação significativa). Em dois, houve aumento médio de salários: no comércio, alta de 3% (mais R$ 86); na administração pública, 2,5% (mais R$ 127).

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Causas

A coordenadora de pesquisas domiciliares do IBGE, Adriana Beringuy, considera que parte desse rendimento recorde pode ser atribuída ao aumento do salário mínimo, no começo de janeiro, fixado em R$ 1.621.

“Pode ter uma participação já dessa questão do reajuste do salário mínimo, que é uma recomposição e até ganhos reais [acima da inflação].”

No entanto, a analista destaca outro fator: no primeiro trimestre de 2026 houve redução de 1 milhão de pessoas na quantidade de trabalhadores ocupados em comparação com o quarto trimestre de 2025.

A diminuição do contingente foi mais concentrada em trabalhadores informais, que ganham menos.

“Então, a média de rendimento dos que estão ocupados nesse primeiro trimestre de 2026, comparativamente, é maior que a média de rendimento do quarto trimestre”, completa.

Rendimentos

A pesquisa do IBGE mostrou ainda que a massa de rendimento dos trabalhadores ficou em R$ 374,8 bilhões, também a maior já apurada na série histórica.

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Esse montante é o somatório dos salários de todos os trabalhadores, dinheiro que acaba sendo usado para consumo, pagamento de dívidas, investimentos e poupança.

Em relação ao primeiro trimestre do ano passado, a massa salarial cresceu 7,1% acima da inflação. Isso representa, no total, R$ 24,8 bilhões a mais na mão dos trabalhadores no intervalo de um ano.

Previdência

O IBGE identificou que a parcela de pessoas contribuintes para fins de previdência no primeiro trimestre de 2026 ficou em 66,9% dos trabalhadores ocupados.

Esse é a maior proporção já registrada pela pesquisa e representa 68.174 milhões de trabalhadores protegidos socialmente.

Ao contribuir para institutos de previdência, o trabalhador adquire garantias, como aposentadoria, benefício por incapacidade e pensão por morte.

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O IBGE considera contribuintes os empregados, empregadores, trabalhadores domésticos e por conta própria que tenham contribuído para institutos de previdência oficial federal (INSS ou Plano de Seguridade Social da União), estadual ou municipal.

De acordo com Adriana Beringuy, a explicação para o recorde de participação está na queda da informalidade. “Os informais contribuem menos para a previdência.”

No trimestre encerrado em março, a taxa de informalidade foi de 37,3% da população ocupada, o que equivale a 38,1 milhões de trabalhadores informais, ou seja, sem direitos trabalhistas garantidos.

No fim de 2025, a taxa era de 37,6%, enquanto no primeiro trimestre de 2025 era 38%.

O IBGE esclarece que um trabalhador informal (por exemplo, um conta própria sem CNPJ) pode ser contribuinte individual do INSS.

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Desemprego menor

A Pnad é o principal retrato do emprego no país e apura o comportamento no mercado de trabalho para pessoas com 14 anos ou mais e leva em conta todas as formas de ocupação, seja com ou sem carteira assinada, temporário e por conta própria, por exemplo.

No primeiro trimestre do ano, a taxa de desemprego ficou em 6,1%, a menor já registrada para o período.

Pelos critérios do instituto, só é considerada desocupada a pessoa que efetivamente procurou uma vaga 30 dias antes da pesquisa. São visitados 211 mil domicílios em todos os estados e no Distrito Federal.

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Nutribras Alimentos investe em líderes para ganhar eficiência e melhora da gestão

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Assessoria – Fortalecer quem está na linha de frente da operação virou estratégia dentro da Nutribras Alimentos. A empresa iniciou um programa estruturado de formação de líderes com foco em melhorar a gestão de equipes, reduzir conflitos e dar mais consistência às decisões no dia a dia.

O Programa de Desenvolvimento de Liderança (PDL) começou com uma imersão de quatro horas, no dia 18 de abril, reunindo encarregados e líderes, com temas como papel do líder e código de ética. A iniciativa surgiu a partir de uma necessidade identificada pela própria empresa: padronizar a atuação das lideranças e desenvolver habilidades comportamentais que impactam diretamente o desempenho das equipes.

“O programa nasceu de uma necessidade muito prática: fortalecer a atuação dos nossos líderes na gestão de pessoas. À medida que a empresa cresce, não basta ter bons profissionais tecnicamente, é essencial que eles estejam preparados para liderar com clareza, consistência e alinhamento à cultura da empresa”, explicou a coordenadora sênior de RH corporativo da Nutribras, Danielly Wendy.

A proposta vai além do treinamento tradicional. O formato combina conteúdo técnico, dinâmicas práticas e momentos de reflexão, com foco em situações reais da rotina da empresa. A ideia é que o aprendizado seja aplicado imediatamente, com impacto direto no clima organizacional, na comunicação interna e na produtividade.

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A evolução dos participantes será acompanhada por indicadores qualitativos e quantitativos, incluindo a percepção das equipes e métricas como o NPS (Net Promoter Score), que mede a percepção dos colaboradores em relação ao treinamento, liderança e ao ambiente de trabalho, trazendo um indicador claro e acompanhável ao longo do tempo.

Para quem participou, o primeiro contato com o programa também serviu para ampliar a visão sobre o próprio papel dentro da empresa e da cadeia produtiva.

“Quando a gente chega aqui e vê o resultado, começa a refletir e percebe que o nosso serviço é importante. Não é só aquilo que a gente imagina lá na unidade”, relatou o colaborador Mateus, que está há sete anos na empresa.

Já para Marcian Lopes da Silva, que está há nove anos na empresa, a experiência ampliou o sentimento de pertencimento e a responsabilidade com o trabalho.

“Vou levar aprendizado para a minha equipe. Me senti ainda mais importante vendo o resultado final e sabendo que passou pelas minhas mãos”, afirmou.

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Para quem está há menos tempo, o treinamento também reforça o processo de adaptação e aprendizado dentro da empresa.

“Cada dia que passa a gente vai aprendendo mais. Foi um treinamento muito bom”, afirmou o supervisor Ronaldo Martins, com cinco meses de empresa.

O programa ainda está na primeira edição, mas já foi estruturado como um ciclo contínuo de desenvolvimento. A empresa deve ampliar as turmas e aprofundar os conteúdos ao longo do ano, com foco em consolidar uma liderança mais alinhada, preparada e conectada à rotina da operação.

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Agro Mato Grosso

Mato Grosso projeta safra recorde de soja com mais de 51 milhões de toneladas

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A safra 2025/26 de soja em Mato Grosso deve alcançar 51,56 milhões de toneladas, segundo projeção do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). O volume representa um novo recorde estadual.

Produtividade e área

Os dados mais recentes apontam:

  • 66,03 sacas por hectare de produtividade média
  • Alta de 9,23% em relação à estimativa anterior
  • Área plantada de 13,013 milhões de hectares (+1,71%)

Levantamento em campo

A projeção faz parte do projeto Imea em Campo, realizado em parceria com a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT).

O estudo percorreu:

  • 34.880 km
  • 103 municípios
  • 998 avaliações de campo

A cobertura alcançou quase toda a área cultivada no estado.

Desafios no clima

A safra foi marcada por condições climáticas irregulares: falta de chuvas no início do plantio e excesso de precipitações durante a colheita. Mesmo assim, o desempenho das lavouras foi considerado satisfatório.

Ponto de atenção

Um dos fatores que limitaram um avanço ainda maior na produtividade foi o aumento de grãos avariados, com crescimento de 3,40% em relação à safra anterior.

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*Sob supervisão de Gene Lanes

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Agro MT