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29 de abril de 2026

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Diretor-geral do Cecafé recebe prêmio ‘100 Mais Influentes do Agro 2026’

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O diretor-geral do Conselho dos Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), Marcos Matos, recebeu o prêmio “100 Mais Influentes do Agronegócio 2026” na categoria “Entidades Setoriais”. A condecoração foi entregue nesta segunda-feira (28), em Ribeirão Preto (SP), em iniciativa promovida pelo Grupo Mídia para reconhecer lideranças com atuação em diferentes áreas da cadeia do agronegócio.

Segundo o Cecafé, o reconhecimento considera trajetórias e contribuições de personalidades com influência sobre decisões, transformações e direcionamentos estratégicos do setor. Em manifestação divulgada pela entidade, Matos afirmou que recebe a premiação “com imensa satisfação, senso de responsabilidade e o entendimento que nosso trabalho está no caminho certo”.

Na mesma declaração, o diretor-geral atribuiu o resultado ao trabalho coletivo da instituição e dos associados. De acordo com ele, o reconhecimento também reforça a atuação institucional e técnica do Cecafé na defesa do café brasileiro no mercado interno e externo.

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Esta foi a segunda vez que o Cecafé esteve entre os homenageados da premiação. Em 2025, o presidente do Conselho Deliberativo da entidade, Márcio Ferreira, foi incluído entre os “100 Mais Influentes do Agronegócio” na categoria “Empresário”.

Criado em 2023, o prêmio é organizado pelo Grupo Mídia e reúne representantes de áreas como tecnologia agrícola, gestão empresarial, indústria, produção rural, entidades setoriais e inovação. Segundo a organização, a edição de 2026 buscou refletir a diversidade de funções que compõem o agronegócio brasileiro.

No caso do café, o reconhecimento ocorre em um segmento com peso relevante nas exportações do agro brasileiro. O texto divulgado sobre a premiação, no entanto, não detalha os critérios quantitativos de seleção nem informa o número total de indicados em cada categoria.

A premiação amplia a visibilidade institucional do Cecafé em um momento de atenção do setor à competitividade, à sustentabilidade e à presença do café brasileiro no mercado internacional, temas que vêm sendo destacados pela entidade em sua atuação técnica.

Fonte: cecafe.com.br

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Colheita de café arábica avança lentamente, mas deve ganhar ritmo em maio

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Foto: Marcelo Camargo/ABr

A colheita da safra 2026/27 de café arábica no Brasil segue em ritmo lento na maior parte das regiões produtoras, segundo levantamento do Cepea divulgado nesta terça-feira (29).

De acordo com o centro de pesquisas, os trabalhos de campo começaram de forma mais efetiva apenas na Zona da Mata de Minas Gerais. No Sul de Minas, principal polo produtor, a maior parte dos produtores ainda não iniciou a colheita, com expectativa de avanço a partir da segunda quinzena de maio.

No Cerrado mineiro, outra importante região cafeeira, o início mais consistente da colheita deve ocorrer apenas no fim de maio, comportamento considerado típico para a área.

Avanço pontual em outras regiões

Em São Paulo, na região de Garça, parte dos produtores já começou os trabalhos, mas o volume colhido ainda é reduzido. Na Mogiana paulista, a previsão é de início das atividades entre meados e o fim de maio.

No Noroeste do Paraná, a colheita também começa de forma gradual, mas pode sofrer atrasos devido às chuvas recentes. A expectativa é de normalização com a melhora das condições climáticas.

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Safra pode ser robusta

Apesar do início mais lento, agentes consultados pelo Cepea destacam o bom desenvolvimento das lavouras, tanto de arábica quanto de robusta.

A avaliação é de que a safra está bem conduzida, o que pode resultar em um volume expressivo de produção. A Conab projeta, inclusive, uma colheita recorde de café no Brasil nesta temporada.

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Preço do arroz cai no RS com colheita avançando e demanda fraca

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Foto: Marcello Casal Jr./Agência Brasil

O mercado de arroz em casca no Rio Grande do Sul vem perdendo sustentação nas últimas semanas, pressionado pelo avanço da colheita, menor liquidez e enfraquecimento da demanda ao longo da cadeia produtiva, segundo avaliação do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea).

Segundo o centro de pesquisas, a redução nas negociações de arroz beneficiado e a postura mais cautelosa de indústrias e produtores têm limitado os negócios e pressionado as cotações.

Liquidez baixa e margens pressionadas

O cenário de demanda enfraquecida, especialmente por parte do atacado e do varejo, tem dificultado o escoamento do arroz beneficiado, reduzindo o interesse por grandes volumes.

Com isso, os repasses de preços ao longo da cadeia ficam limitados, o que pressiona as margens das indústrias. Diante desse quadro, parte das beneficiadoras tem se afastado das compras, enquanto outras reduziram as ofertas no mercado de matéria-prima.

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Oscilações regionais

Na semana passada, os preços apresentaram variações entre microrregiões. Em áreas com menor disponibilidade de produto, compradores chegaram a elevar pontualmente os valores ofertados.

Ainda assim, o movimento não foi suficiente para sustentar o mercado, diante da fraqueza geral da demanda.

Exportações pesam no mercado

Outro fator de pressão, segundo o Cepea, é a perda de competitividade do arroz brasileiro no mercado externo. A retração das exportações, aliada a preços internacionais mais baixos, reforça o viés de queda nas cotações internas.

Ao mesmo tempo, agentes seguem acompanhando os leilões de apoio à comercialização e o ritmo mais recente de beneficiamento, que podem influenciar o comportamento do mercado nas próximas semanas.

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Anec reduz estimativa de embarques de soja do Brasil em abril

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Foto: R.R. Rufino/Embrapa

A Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec) revisou para baixo a projeção de exportações brasileiras de soja em abril, para 15,87 milhões de toneladas, em relatório divulgado na terça-feira (28).

O volume é 3,2% menor que os 16,39 milhões de toneladas estimados na semana passada. Mesmo com o ajuste, a previsão ainda aponta alta de 17,6% ante os 13,50 milhões de toneladas embarcados em abril de 2025.

A Anec manteve o intervalo projetado para os embarques de soja no mês entre 14,90 milhões e 16,83 milhões de toneladas. Para o farelo de soja, a estimativa caiu de 3,06 milhões para 2,75 milhões de toneladas, recuo semanal de 10,1%. Se confirmada, a quantidade ficará 27,9% acima dos 2,15 milhões de toneladas exportados em abril do ano passado.

No milho, a revisão foi de 343,5 mil para 268,2 mil toneladas, queda de 21,9% na comparação com a semana anterior. Ainda assim, o volume supera em mais de cinco vezes as 48,3 mil toneladas embarcadas em abril de 2025.

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Na semana encerrada na sexta-feira (25), os portos brasileiros embarcaram 3,49 milhões de toneladas de soja, 873,2 mil toneladas de farelo e 83,8 mil toneladas de milho. Os maiores volumes de soja saíram por Santos, com 1,42 milhão de toneladas, Paranaguá, com 413,4 mil toneladas, e Barcarena, com 377,3 mil toneladas.

Para a semana entre sábado (26) e sexta-feira (2), o line-up indica 4,46 milhões de toneladas de soja, concentradas em Santos (1,69 milhão), Barcarena (627 mil), Paranaguá (595,7 mil) e São Luís/Itaqui (404,4 mil). A programação prevê ainda 698,7 mil toneladas de farelo e 78,3 mil toneladas de milho.

No acumulado de janeiro a abril, o Brasil deve exportar entre 41,98 milhões e 43,91 milhões de toneladas de soja. A China respondeu por 75% dos embarques da oleaginosa entre janeiro e março, segundo a Anec. A entidade ressalta que os números podem sofrer novos ajustes por fatores logísticos, operacionais e climáticos nos portos.

A revisão indica ajuste na programação de curto prazo, mas mantém o ritmo de exportações acima do observado há um ano. O resultado final de abril dependerá da execução dos embarques previstos nos principais corredores portuários até o encerramento do mês.

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