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15 de setembro de 2026

Business

Mercado de fertilizantes especiais evolui e inicia aposta em sistemas integrados

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Foto: Wenderson Araujo/Trilux/CNA

O mercado global de fertilizantes especiais está avançando para além das formulações convencionais de nutrientes, indo em direção a sistemas integrados de desempenho. A análise é do diretor de Tecnologia e sócio da consultoria DunhamTrimmer, Vatren Jurin.

Com base na combinação de dados globais de patentes, tendências de pesquisa acadêmica e inteligência proprietária de mercado, o executivo enxerga uma transformação estrutural na forma como a inovação é conduzida no setor.

Para ele, em vez de se concentrar apenas na composição dos nutrientes, as empresas estão priorizando cada vez mais os sistemas de entrega, a eficiência de uso e a integração com materiais avançados e componentes biológicos.

“Estamos diante de uma transição de produtos isolados para sistemas de desempenho projetados para entregar resultados agronômicos específicos”, afirmou Jurin. “O valor tende a se concentrar nas empresas capazes de projetar e controlar esses sistemas complexos.”

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Jurin estenderá a análise durante a NewAG International Conference & Exhibition 2026, marcada para os dias 28 e 29 de abril, em Madri, Espanha.

Pressão que impulsiona a inovação

A mudança no setor de fertilizantes vem sendo acelerada por uma combinação de desafios sistêmicos que impactam a agricultura global. De acordo com o diretor da DunhamTrimmer, entre eles estão a persistente ineficiência no uso de nutrientes, o endurecimento das regulações, especialmente na Europa, o aumento dos custos de insumos e a volatilidade nas cadeias de suprimento.

“Esses fatores têm impulsionado a demanda por soluções mais precisas e eficientes, capazes de maximizar o aproveitamento dos nutrientes e, ao mesmo tempo, reduzir impactos ambientais”, enxerga.

Como resultado disso, os investimentos em inovação estão cada vez mais direcionados a tecnologias de liberação controlada, fertilizantes de eficiência aumentada e soluções integradas com insumos biológicos.

Um dos avanços mais relevantes é a crescente incorporação de biológicos aos sistemas fertilizantes. Em vez de produtos independentes, bioestimulantes e microrganismos estão sendo desenvolvidos como parte de formulações integradas, com o objetivo de potencializar a disponibilidade de nutrientes e a resposta das plantas.

No entanto, Jurin destaca que essa complexidade traz desafios técnicos importantes, sobretudo relacionados à compatibilidade e estabilidade das formulações.

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Convergência tecnológica redefine o setor

A análise da DunhamTrimmer aponta quatro frentes principais de convergência tecnológica: sistemas avançados de entrega, inibidores e estabilizadores, ciência dos materiais e integração biológica.

Nessa esfera, fertilizantes solúveis e de liberação lenta continuam evoluindo, apoiados por inovações em revestimentos poliméricos e materiais carreadores. O executivo pontua que, paralelamente, cresce a adoção de inibidores que reduzem perdas de nutrientes por volatilização e lixiviação, em resposta à maior pressão regulatória.

A ciência dos materiais também ganha protagonismo, permitindo o desenvolvimento de novas estruturas que aumentam a eficiência de absorção pelas plantas. Ao mesmo tempo, a integração biológica está reformulando o desenho dos produtos, exigindo abordagens mais sofisticadas de formulação.

“O desafio deixou de ser apenas inovar, passando a ser integrar diferentes tecnologias em sistemas estáveis e previsíveis”, contextualizou.

Quais as perspectivas?

Para os próximos anos, a expectativa é de que o mercado avance ainda mais na direção de sistemas multifuncionais, nos quais nutrientes, materiais e componentes biológicos são co-desenvolvidos para entregar resultados agronômicos específicos, adaptados a diferentes culturas e condições ambientais.

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Nesse cenário, a geração de valor estará cada vez mais associada à capacidade de integrar dados, pesquisa e desenvolvimento em soluções comerciais escaláveis. Empresas capazes de gerenciar essa complexidade tendem a capturar maior participação no mercado.

A NewAG International Annual 2026 refletirá essas transformações com uma programação dividida em duas trilhas principais: fertilizantes especiais e insumos biológicos. O evento abordará avanços em fertilização sustentável, tecnologias BioAg e inovações impulsionadas por regulamentações na Europa.

Entre os principais temas estão novas formulações de fertilizantes, bioestimulantes, soluções de biocontrole e iniciativas de economia circular, como fertilizantes produzidos a partir de resíduos.

Serviço:

O que: NewAG International Annual 2026
Quando: 28 e 29 de abril de 2026
Onde: Hotel Riu Plaza España, Madrid, Espanha
Mais informações aqui

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Tecnologia brasileira reduz uso de fosfato em rações e ganha escala industrial no PR

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Uma tecnologia desenvolvida no Brasil para melhorar o aproveitamento de minerais na alimentação animal acaba de ganhar escala industrial. Em Apucarana, no norte do Paraná, uma nova unidade começa a ampliar a produção de um aditivo voltado principalmente à avicultura, com a proposta de reduzir a necessidade de fosfato nas rações.

Segundo a GFS, responsável pela tecnologia, o produto melhora a absorção e a retenção de cálcio e fósforo pelas aves. Com isso, os animais utilizam melhor os minerais presentes na dieta, o que permite diminuir a quantidade de fosfato adicionada à ração.

O aditivo é produzido a partir de óleos vegetais e substitui uma matéria-prima de origem fóssil por uma molécula renovável. Para a empresa, a inovação tem potencial para reduzir tanto a pegada de carbono da produção animal quanto os custos da indústria de rações.

“Ele aumenta a absorção e a retenção do mineral. Com isso, o animal se torna mais eficiente para utilizar esse mineral e crescer, demandando menos fonte de fósforo na dieta”, afirma Luis Angreguetto, pesquisador da GFS e Ph.D. em Ciência Animal.

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Menos extração e menor emissão de carbono

O fosfato usado na alimentação animal passa por uma cadeia de extração e processamento antes de chegar às granjas. De acordo com a empresa, cada quilo do novo produto evita a retirada de quase 8 quilos de fosfato da natureza. A estimativa também aponta que, para cada tonelada de fosfato que deixa de ser produzida, mais de 1 tonelada de CO2 deixa de ser emitida na atmosfera.

Além do ganho ambiental, a tecnologia pode trazer economia para os produtores. Estudos realizados pela GFS indicam redução de R$ 20 a R$ 30 no custo de cada tonelada de ração.

Para Douglas da Silva, gerente de integração de aves da Copacol, o uso da inovação contribui para o melhor aproveitamento dos nutrientes. “Poupando alguns nutrientes, melhorando a absorção de outros, trazendo eficiência para todo o processo”, diz.

Localização estratégica para atender grandes polos produtores

A escolha de Apucarana para a instalação da unidade também está ligada à logística. A cidade fica próxima dos principais polos produtores de carne e consumidores de ração das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

O prefeito Rodolfo Mota destaca que o município funciona como um ponto de conexão entre importantes rotas de escoamento. “Apucarana é um hub logístico entre São Paulo, Mato Grosso do Sul e o Porto de Paranaguá. Duas rodovias importantes do estado chegam e se encontram em Apucarana para descer até Curitiba e também ao Porto”, afirma.

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Com a nova estrutura, a capacidade de produção do aditivo salta de 500 para 4.500 toneladas por mês. As soluções desenvolvidas pela empresa no Brasil já são utilizadas no mercado nacional e exportadas para o Chile e países da Ásia.

Segundo Fernando Blini, CEO da GFS, a tecnologia está em processo de registro na Europa e nas Américas, com foco inicial nos mercados mexicano e norte-americano. A expectativa da empresa é ampliar o número de países importadores ainda este ano e chegar a mais de 20 mercados até o fim de 2028.

Inovação também mira a suinocultura

Na suinocultura, a aposta da empresa está em fibras naturais produzidas a partir de pinos de reflorestamento. O ingrediente contribui para o funcionamento do intestino dos animais e melhora o aproveitamento dos nutrientes presentes na ração.

A inovação também é acompanhada por ações de controle sanitário. “A gente faz a fiscalização in loco das granjas de suínos e de aves que vão receber esse produto. Então, a gente vai conseguir perceber todo o processo de sustentabilidade, inovação, pesquisa e alimento seguro lá in loco, na alimentação dos animais”, afirma Celília Tomás Aquino, chefe regional da Adapar.

Com a nova unidade, a capacidade de produção de fibras chega a 1,6 mil toneladas por mês. O avanço ocorre em um mercado de grande consumo: em 2025, a avicultura de corte e postura consumiu mais de 45 milhões de toneladas de ração no Brasil, enquanto a suinocultura ultrapassou 22 milhões de toneladas.

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Para Almir Gnoatto, superintendente do Ministério da Agricultura no Paraná, a iniciativa reforça a importância de desenvolver tecnologias nacionais para o setor produtivo. “Não é só produzir o frango, a soja, o suíno, mas também ter esse olhar de como criar tecnologias sob o nosso domínio, para que sejamos u8cada vez mais autossuficientes nisso”, afirma.

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Menos milho para a China, mais espaço para o etanol no mercado brasileiro

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Foto: Canal Rural Mato Grosso

A redução das compras chinesas de milho aumenta a pressão para que o Brasil encontre novos caminhos para o cereal produzido no país. Com a China ampliando a produção própria e avançando em produtividade, o mercado interno ganha importância, principalmente com a expansão do etanol de milho.

A mudança de cenário é relevante para Mato Grosso, principal produtor brasileiro do cereal e também um dos estados que mais avançam na industrialização da matéria-prima. Novas plantas de etanol entraram em operação neste ano e outras estão previstas, ampliando a demanda pelo milho dentro do próprio estado.

A China já chegou a importar menos de 2 milhões de toneladas de milho nas últimas temporadas. Atualmente, o país cultiva cerca de 44 milhões de hectares, com produtividade média de 6.500 quilos por hectare, o que resulta em uma produção próxima de 307 milhões de toneladas.

O consumo chinês, por outro lado, está em torno de 325 milhões de toneladas. Para Marcos Araújo, diretor da Agrinvest Commodities, a diferença entre produção e consumo não significa necessariamente uma oportunidade permanente para o milho brasileiro.

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O avanço tecnológico pode reduzir ainda mais essa dependência. Araújo lembra que, em 2023, o governo chinês autorizou o plantio e o consumo de mais de 70 novas variedades de milho geneticamente modificado. “Se o melhoramento genético na China aumentar a produtividade em 2 mil quilos por hectare, a China aumentaria a produção em 88 milhões de toneladas de milho a mais por ano”, afirma em entrevista ao projeto Mais Milho.

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Foto: Canal Rural Mato Grosso

Indústria ganha importância para o milho brasileiro

Com a possibilidade de menor participação chinesa nas importações, a estratégia comercial do produtor precisa considerar destinos além do mercado externo. Para Araújo, o crescimento da produção chinesa torna arriscado concentrar a comercialização do cereal em um único comprador.

A alternativa passa pela transformação do milho dentro do próprio país. “O chinês está cada vez ficando autossustentável na produção própria”, observa o diretor da Agrinvest. Na avaliação dele, o Brasil precisa voltar parte da atenção para o programa de biocombustíveis.

O etanol de milho já representa uma parcela relevante da produção brasileira de biocombustíveis. Na safra atual, a estimativa é de aproximadamente 41 bilhões de litros de etanol no país, sendo 30 bilhões provenientes da cana-de-açúcar e 11 bilhões do milho.

Mato Grosso participa desse movimento tanto pela disponibilidade de matéria-prima quanto pela expansão da capacidade industrial. O estado produz cerca de 62% do milho brasileiro e responde por aproximadamente 25% da produção nacional de etanol.

Novas plantas começaram a operar neste ano. Outra unidade está prevista para entrar em funcionamento em Rondonópolis no próximo ano, ampliando a capacidade de processamento do cereal.

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Para Wellington Andrade, diretor executivo do Sindicato das Indústrias de Bioenergia do Estado de Mato Grosso (Bioind-MT), as características do estado favorecem esse processo. “Realmente Mato Grosso é vocacionado para agroindústria, temos a matéria-prima disponível aqui no estado, principalmente o milho, que é destinado para o etanol de milho”.

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Foto: Canal Rural Mato Grosso

Oferta maior exige novas frentes de consumo

A expansão da produção também traz um novo desafio para o setor. A previsão é de que o Brasil encerre a safra com estoque de passagem de aproximadamente 4 bilhões de litros de etanol, sinal de que a oferta pode crescer em ritmo superior ao consumo.

Esse cenário tende a influenciar a localização e o ritmo de novos investimentos. A indústria terá de encontrar espaço para o aumento da produção, tanto no mercado brasileiro quanto em oportunidades no exterior.

Hoje, de acordo com Andrade, a maior parte do etanol brasileiro ainda é consumida internamente. Para esta safra, a expectativa é exportar cerca de 1,5 bilhão de litros.

A Coreia do Sul aparece como principal destino, com aproximadamente 770 milhões de litros. Os Estados Unidos devem receber 253 milhões de litros, enquanto os Países Baixos aparecem com 221 milhões de litros.

Além desses mercados, o setor acompanha possibilidades relacionadas à transição energética do transporte marítimo. O etanol de milho brasileiro de segunda safra já foi reconhecido pela organização internacional do setor como uma molécula eficiente para a descarbonização do transporte marítimo.

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Andrade destaca ao Canal Rural que ainda é necessária a aprovação para ampliar esse uso, mas avalia que a estrutura de algumas embarcações pode facilitar a substituição de combustíveis. “Hoje alguns navios já têm bunker de combustível fóssil e tanques de metanol, então para esses navios que já usam metanol você praticamente não precisaria de adaptação para usar o etanol”.

A eficiência ambiental é outro argumento apresentado pelo setor. “O etanol é mais eficiente em termos de descarbonização do que o próprio metanol”, acrescenta.

A dimensão desse mercado ajuda a explicar por que a abertura de novas frentes de consumo pode ser estratégica para a cadeia do milho. Na estimativa do diretor executivo do Bioind-MT, se 10% do combustível utilizado pelo transporte marítimo fossem substituídos por etanol, a demanda adicional poderia chegar a 50 bilhões de litros por ano. O combustível sustentável de aviação, o SAF, também aparece entre as alternativas para ampliar o uso do etanol de milho.

MAIS MILHO - SITE MARCAS

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Agronegócio precisa buscar novos mercados de forma permanente, diz ex-ministro da Agricultura

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Foto: Reprodução/Giro do Boi.

O ex-ministro da Agricultura e ex-presidente da Associação Brasileira do Agronegócio (Abag), Roberto Rodrigues, afirmou que o agronegócio brasileiro precisa buscar novos mercados de forma permanente para enfrentar barreiras comerciais e manter o ritmo de crescimento das exportações. A declaração foi feita durante a 25ª edição do Congresso Brasileiro do Agronegócio.

“É preciso criar novos mercados para compensar aqueles de perca”, disse Rodrigues em entrevista ao repórter Marco Ribeiro, do Giro do Boi. Segundo ele, o Brasil avançou em produção e exportações, mas deve trabalhar para preservar os mercados conquistados e ampliar sua presença internacional. Dificuldades comerciais envolvendo China, estados Unidos e Europa são fatores que reforçam a necessidade de diversificação.

Confira a entrevista completa:

Desafios e estratégias para o setor

Roberto Rodrigues destacou cinco pontos principais para a estratégia do agronegócio na próxima década: abertura de mercados, logística, tecnologia, estabilização da renda e organização do setor. Ele apontou a logística como um dos desafios, mencionando que o avanço da produção no Centro-Oeste não foi acompanhado pela infraestrutura de transporte.

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Além disso, a tecnologia é vista como fundamental para o desenvolvimento do setor. “O tema da inovação com inteligência artificial são temas que a tecnologia têm que desenvolver”, afirmou Rodrigues. Ele também enfatizou a necessidade de modernização do seguro rural para aumentar a proteção dos produtores e incentivar a adoção de tecnologias.

Organização e sustentabilidade no agronegócio

A organização do setor é outro ponto destacado por Rodrigues, especialmente para facilitar o acesso dos pequenos produtores ao mercado. Cooperativas desempenham um papel crucial na formação de escala e na inserção desses produtores em uma economia globalizada.

Na avaliação do ex-ministro, a sustentabilidade deve ser uma preocupação central, englobando não apenas aspectos técnicos, mas também de imagem. “Sustentabilidade não é só uma questão científica, tecnológica, ambiental, social, econômica. É também de imagem”, ressaltou.

Roberto Rodrigues defendeu ainda o combate a atividades ilegais que possam prejudicar a reputação do agronegócio, como incêndios criminosos e invasões de terras. Para ele, a transparência e sustentabilidade são essenciais para a competitividade do setor.

O Congresso Brasileiro do Agronegócio, realizado anualmente desde 2002, foi idealizado por Roberto Rodrigues e reúne representantes de diversos segmentos da cadeia produtiva. Ele acredita que a integração entre o agronegócio e outros setores, como serviços e comércio, é fundamental para fortalecer a competitividade do Brasil.

Com informações de: girodoboi.canalrural.com.br.

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Publicado com auxílio de inteligência artificial e revisão da Redação Canal Rural.

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