Sustentabilidade
No ar: confira o novo episódio do Soja Brasil que destaca logística precária e atraso na colheita

Tem episódio novo do Soja Brasil no ar e você não pode ficar de fora. O programa traz um panorama completo dos desafios no campo, começando pela grave situação logística em Mato Grosso. Em Paranatinga, a MT-240 está praticamente intransitável, com caminhões atolados e filas que travam o escoamento da produção. Produtores relatam dificuldade para retirar a soja do campo, com risco real de perdas em áreas que já passaram do ponto ideal de colheita.
No Bahia, especialmente no oeste do estado, a colheita segue atrasada em relação ao ciclo anterior por causa das chuvas. Apesar do ritmo mais lento, a expectativa ainda é positiva, com áreas registrando médias acima de 70 sacas por hectare e possibilidade de uma safra com bons resultados.
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Outro destaque é o avanço da ferrugem asiática, uma das principais ameaças à produtividade, além das discussões sobre o Plano Safra 2026/27. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil tem promovido encontros regionais para reunir propostas do setor, com foco em crédito, juros, redução da burocracia e acesso mais eficiente aos recursos.
O cenário financeiro também preocupa. Produtores enfrentam margens cada vez mais apertadas, pressionados pelo aumento dos custos e pela dificuldade de acesso ao crédito. A renegociação de dívidas, o alongamento de prazos e a criação de linhas mais acessíveis aparecem como medidas urgentes para garantir a continuidade da produção.
Por fim, o programa traz a previsão do tempo, que indica mudanças importantes nos próximos meses, com possibilidade de retorno do El Niño. O fenômeno pode impactar diretamente o planejamento da safra 2026/27, com previsão de calor mais intenso e chuvas irregulares em algumas regiões. O episódio ainda atualiza o andamento da colheita no Brasil e convida o público a participar da escolha do personagem da temporada.
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Sustentabilidade
Chicago fecha milho em baixa pressionado por tombo do petróleo e realização de lucros – MAIS SOJA

A Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT) para o milho encerrou o pregão em queda. O mercado acompanhou a forte desvalorização do petróleo em Nova York e um movimento de realização de lucros.
Os contratos do petróleo recuaram mais de 5% após declarações do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, indicando que o conflito com o Irã poderia ser resolvido rapidamente. Apesar do discurso mais otimista, o mercado segue cauteloso diante das incertezas envolvendo as negociações e dos riscos de interrupções no abastecimento de petróleo no Oriente Médio.
Além da pressão externa, os investidores também ajustaram posições antes da divulgação das exportações semanais norte-americanas de milho. Analistas consultados pelo The Wall Street Journal projetam vendas entre 1 milhão e 1,8 milhão de toneladas na semana, acima das 685,2 mil toneladas reportadas anteriormente pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
O mercado avaliava que o ritmo das exportações segue compatível com a projeção do USDA para a safra 2025/26. No relatório de oferta e demanda de maio, o órgão estimou as exportações de milho dos Estados Unidos em 3,3 bilhões de bushels no ciclo comercial.
Os contratos de milho com entrega em julho fecharam a US$ 4,65 3/4 com perda de 9,50 centavos, ou 1,99%, em relação ao fechamento anterior. A posição setembro fechou a sessão a US$ 4,72 1/2 por bushel, queda de 9,00 centavos de dólar, ou 1,86%, em relação ao fechamento anterior.
Autor/Fonte: Ritiele Rodrigues (ritiele.rodrigues@safras.com.br) / Safras News
Sustentabilidade
B25: ‘Biodiesel é alavanca para produção de proteínas’, diz presidente da Ubrabio

A União Brasileira do Biodiesel e Bioquerosene (Ubrabio) comemorou a autorização do governo federal para o início dos testes que podem ampliar a mistura de biodiesel no diesel brasileiro até o B25. A medida integra a política de transição energética e deve trazer impactos positivos para o agronegócio, a indústria e a geração de empregos.
Em entrevista ao Mercado & Companhia, o presidente da entidade, Donizete Tokarski, afirmou que a ampliação da mistura representa um avanço importante para o desenvolvimento econômico do país. “O biodiesel faz parte do desenvolvimento econômico do Brasil. Ele não é só a produção de energia líquida, ele é muito mais do que isso. É um mercado muito grande para o agro brasileiro”, disse.
Impacto para o agro
Segundo Tokarski, atualmente cerca de 40 milhões de toneladas de soja são processadas para produção de óleo destinado ao biodiesel. O processo também gera aproximadamente 30 milhões de toneladas de farelo, utilizado na cadeia de proteínas animais.
De acordo com ele, o avanço da mistura fortalece a industrialização nacional e amplia oportunidades no interior do país. “Além da produção de combustível, isso gera emprego, desenvolvimento regional e fortalece a produção de proteínas e alimentos”, afirmou.
O presidente da Ubrabio também ressaltou que o avanço até o B25 já está previsto na Lei dos Combustíveis do Futuro e destacou o apoio político à proposta no Congresso Nacional.
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Testes para o B20 e B25
Os testes serão realizados em etapas, inicialmente para o B20 e posteriormente até o B25. Segundo Tokarski, o objetivo é comprovar a segurança e a viabilidade técnica do uso em veículos novos e antigos.
“Esses testes vão simplesmente comprovar que a viabilidade técnica está devidamente assegurada”, afirmou. A entidade defende ainda que o cronograma avance rapidamente para permitir a adoção gradual de misturas maiores nos próximos anos.
“Nossa preocupação é que os testes sejam feitos com velocidade para operacionalizar o B16, o B17 e chegarmos ao B20 em 2030 com tranquilidade”, disse.
Valor além do preço
Tokarski também afirmou que o biodiesel deve ser analisado não apenas pelo preço, mas pelos efeitos econômicos, sociais e ambientais que gera.
“Hoje o biodiesel está mais barato do que o diesel no mercado internacional. Mas não temos que analisar apenas o preço, e sim o valor desse combustível”, destacou.
Segundo ele, o aumento da mistura também pode contribuir para reduzir emissões e melhorar a segurança energética do país.
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Sustentabilidade
China compra 84% da soja de MS e tensão com Taiwan pode afetar custos no campo – MAIS SOJA

A dependência de Mato Grosso do Sul do mercado chinês voltou ao centro das discussões econômicas após o aumento das tensões entre China, Taiwan e Estados Unidos. O tema é destaque do Informativo Econômico 02/2026, divulgado pela Aprosoja/MS.
O documento mostra que aproximadamente 84,3% da soja exportada pelo estado tem a China como principal destino. Isso significa que qualquer instabilidade envolvendo o país asiático pode refletir diretamente no agro sul-mato-grossense, principalmente nos custos de produção e na comercialização da safra.
Além da exportação de grãos, o levantamento destaca que o Brasil também depende da importação de fertilizantes e insumos agrícolas ligados ao comércio internacional asiático. Entre os principais fornecedores estão Canadá (14%), Rússia (14%) e China (12%).
Segundo a análise da Aprosoja/MS, mesmo sem um conflito direto, um aumento das tensões na região pode provocar alta no frete marítimo, valorização do dólar e aumento no preço de fertilizantes, defensivos e combustíveis utilizados no campo.
O estudo aponta ainda possíveis reflexos como:
- aumento dos custos de produção;
- maior volatilidade nos preços da soja e do milho;
- pressão sobre o planejamento financeiro do produtor;
- encarecimento de insumos agrícolas dolarizados.
Por outro lado, o material também destaca que o Brasil pode ampliar sua posição como fornecedor estratégico da China, especialmente em um cenário de redução da dependência chinesa dos produtos norte-americanos.
De acordo com os analistas econômicos da Aprosoja/MS, o principal desafio do produtor rural será acompanhar a relação de troca, o custo operacional e a capacidade financeira em um cenário de maior volatilidade internacional.
O informativo foi elaborado pelos analistas Raphael Flores Gimenes e Linneu Borges Filho.
Confira o estudo completo clicando aqui.
Fonte: Aprosoja/MS
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