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Ramagem deixa centro de detenção nos EUA após dois dias

O ex-deputado federal Alexandre Ramagem (PL) deixou, nesta quarta-feira (15), o centro de detenção do Serviço de Imigração e Controle de Aduanas (ICE), em Orlando, nos Estados Unidos. A informação foi confirmada pelo portal Metrópoles.
Ele havia sido detido na segunda-feira (13), na Flórida, por questões migratórias. Após a cassação do mandato pela Câmara dos Deputados, em dezembro de 2025, Ramagem perdeu o passaporte diplomático.
O ex-parlamentar está fora do Brasil desde setembro de 2025, quando deixou o país em meio ao julgamento no Supremo Tribunal Federal (STF) que resultou em sua condenação a 16 anos de prisão por envolvimento em uma trama golpista.
A saída do Brasil ocorreu pela fronteira com a Guiana, na região de Bonfim (RR). De lá, ele seguiu viagem até chegar aos Estados Unidos, onde desembarcou em Miami no dia 11 de setembro. Inicialmente sozinho, depois passou a viver no país com a esposa e os filhos.
O governo brasileiro formalizou, no fim de dezembro de 2025, o pedido de extradição de Ramagem junto às autoridades norte-americanas. A solicitação foi encaminhada ao Departamento de Estado dos EUA por meio da embaixada brasileira em Washington.
Delegado da Polícia Federal, Ramagem comandou a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) entre 2019 e 2022, durante o governo Jair Bolsonaro. Ele ganhou projeção ao atuar na segurança do então candidato à Presidência em 2018.
Em 2020, chegou a ser indicado por Bolsonaro para dirigir a Polícia Federal, mas a nomeação foi barrada pelo ministro Alexandre de Moraes. A decisão levou em conta questionamentos sobre possível interferência política no órgão.
Eleito deputado federal pelo Rio de Janeiro em 2022, Ramagem recebeu cerca de 59 mil votos. Dois anos depois, disputou a Prefeitura do Rio pelo PL e terminou em segundo lugar, com 30,81% dos votos, atrás de Eduardo Paes (PSD).
A cassação do mandato ocorreu após a condenação no STF relacionada aos atos investigados como tentativa de golpe.
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Veja vídeo! Homem invade quartel dos bombeiros e acaba preso em Sinop

Um homem de 29 anos foi preso após invadir a sede do 4º Batalhão de Bombeiros Militar (4º BBM), em Sinop, na madrugada desta sexta-feira (17). A detenção ocorreu por volta das 2h, quando ele foi contido pelos próprios bombeiros que estavam de serviço.
De acordo com a corporação, o suspeito entrou no local após pular o muro do batalhão, situado na Avenida João Pedro Moreira de Carvalho, no Setor Industrial Sul. A ação foi flagrada pelo sistema de monitoramento, que permitiu a rápida identificação da invasão.
Os militares abordaram o homem ainda dentro da unidade e acionaram a Polícia Militar. Aos agentes, ele afirmou ser usuário de drogas e disse que estaria fugindo de um veículo que o perseguia. Apesar da versão apresentada, a suspeita é de que a invasão tenha ocorrido com a intenção de furtar objetos do local.
O suspeito foi encaminhado pela Polícia Militar à delegacia da Polícia Judiciária Civil, onde o caso foi registrado e serão adotadas as medidas cabíveis.
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TJ nega pedido e Carlinhos Bezerra vai a júri em Cuiabá

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) negou o pedido da defesa de Carlos Bezerra, conhecido como “Carlinhos”, para transferir o julgamento do caso. Com a decisão, o réu será levado a júri popular na Comarca de Cuiabá.
A decisão foi tomada nesta quinta-feira (16) pela Turma de Câmaras Criminais Reunidas, que rejeitou o pedido de desaforamento. A informação foi divulgada pelo site Olhar Jurídico.
A defesa voltou a acionar o TJMT após o Superior Tribunal de Justiça (STJ) já ter negado a tentativa de anular o júri. Os advogados alegaram que a repercussão do caso na capital poderia comprometer a imparcialidade dos jurados, argumento que não foi acolhido pelo Tribunal.
Com isso, caberá à 1ª Vara Criminal de Cuiabá definir a data do julgamento.
Carlinhos é acusado de feminicídio qualificado contra a ex-companheira Thays Machado e de homicídio qualificado contra Willian Cesar Moreno, que era namorado dela. Segundo as investigações, ele não aceitava o fim do relacionamento e passou a perseguir a vítima.
O casal teria se relacionado por cerca de dois anos. Durante esse período, conforme apurado, o acusado apresentava comportamento controlador, monitorando celular e redes sociais. Após o término, em dezembro de 2022, a perseguição teria se intensificado, com uso de ligações e aplicativos de rastreamento.
Ainda de acordo com a investigação, ele chegou a seguir Thays até Várzea Grande, quando foi percebido e houve acionamento da polícia, mas conseguiu fugir.
No dia 18 de janeiro de 2023, conforme o inquérito, o acusado teria armado uma emboscada. Thays e Willian estavam em frente ao edifício Solar Monet, onde ela morava, quando foram surpreendidos.
Segundo o apurado, Carlinhos passou de carro e efetuou diversos disparos de pistola contra o casal, que morreu no local.
O caso teve grande repercussão em Mato Grosso. Thays era servidora e mantinha proximidade com integrantes do Judiciário. O Tribunal, inclusive, deu o nome dela a um núcleo de atendimento a vítimas de violência doméstica.
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Pressão nas redes derruba projeto de valorização do homem em Cuiabá

O que nasceu como uma tentativa de abrir espaço para discutir paternidade, saúde emocional e o papel do homem na sociedade acabou virando um daqueles projetos que mal saem do papel e já encontram a porta de saída. Em Cuiabá, o vereador Adevair Cabral decidiu arquivar o PL que criava a “Semana de Valorização da Paternidade e do Homem” apenas três dias após apresentá-lo.
A proposta até tinha um pacote de boas intenções: incentivar pais mais presentes, falar de saúde masculina e, quem sabe, dar uma arejada no debate sobre masculinidade. Mas a recepção nas redes sociais foi bem menos acolhedora. Em um cenário marcado por altos índices de feminicídio na capital, muita gente considerou o timing, no mínimo, infeliz.
Bem intencionado, mas fora do timing…
E timing, na política, costuma ser tudo. Com 13 mulheres assassinadas só nos primeiros meses deste ano em Cuiabá, o projeto acabou sendo visto por parte da população como deslocado da realidade urgente que o município enfrenta. Resultado: antes mesmo de começar a tramitar de verdade, já estava sendo recolhido.
O próprio vereador justificou o arquivamento após a repercussão negativa, mostrando que, às vezes, o termômetro das redes sociais fala mais alto do que qualquer discurso em plenário. É o tipo de situação em que a ideia pode até ter mérito, mas esbarra no contexto — e perde força.
No fim das contas, ficou a lição clássica: nem toda pauta aguenta o momento em que é lançada. E, em Cuiabá, a tal semana de valorização durou menos que muito feriado prolongado.
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