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Um respiro para Cuiabá: capital vai ganhar 350 mil árvores para enfrentar o calor extremo

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Cuiabá pode dar um passo importante para enfrentar o calor extremo e melhorar a qualidade de vida da população. O novo Plano Diretor apresentado pelo prefeito Abilio Brunini (PL) prevê o plantio de cerca de 350 mil árvores ao longo dos próximos anos.

A proposta surge após a capital bater recordes de temperatura, chegando a 40,9°C em 2025. A ideia é usar a arborização como ferramenta para reduzir as ilhas de calor e melhorar o microclima urbano, resgatando o antigo título de “cidade verde”.

Arquiteto de formação, Abilio aposta em um modelo de planejamento que prioriza o bem-estar das pessoas. No curto prazo, a meta é plantar 20 mil árvores entre 2026 e 2029, com ampliação gradual das áreas verdes em até 5% ao ano.

O plano também inclui ações mais amplas, como a valorização do Centro Histórico, incentivo à mobilidade ativa e criação de corredores verdes ao longo de rios e córregos, integrando natureza e espaço urbano.

A longo prazo, a expectativa é transformar Cuiabá em uma cidade mais sombreada, resiliente e sustentável, com impacto direto na qualidade de vida da população e na recuperação dos ecossistemas urbanos.

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Para cada R$ 1 renunciado, Mato Grosso atrai R$ 4,66 em investimentos privados

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Relatório da Sedec revela que programas como Prodeic e Proalmat impulsionaram R$ 29,8 bilhões em investimentos em 2025; geração de empregos no setor cresceu 79% em seis anos

A cada R$ 1 de renúncia fiscal, Mato Grosso gerou R$ 4,66 em investimentos diretos em 2025, segundo o Relatório Anual de Desempenho dos Programas de Incentivos Fiscais, elaborado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

O resultado é puxado pelos três principais programas estaduais: o Programa de Desenvolvimento Industrial e Comercial de Mato Grosso (Prodeic), o Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) e o Programa de Incentivo ao Algodão de Mato Grosso (Proalmat). Juntos, eles funcionam como instrumentos de atração de investimentos, estímulo à produção e fortalecimento das cadeias produtivas.

Em 2025, o Estado renunciou um total de R$ 6,4 bilhões em arrecadação, enquanto os investimentos privados somaram R$ 29,8 bilhões. A lógica é clara: reduzir a carga tributária para incentivar empresas a investir, produzir mais e gerar emprego.

De 2024 a 2025, houve um aumento de 10% na geração de empregos, saltando de 119.540 postos de trabalho nas empresas incentivadas para 131.375 em 2025. Na comparação com 2020, o aumento de emprego saltou 79% em seis anos, pois, em 2020, havia 73.237 empregos gerados pelas empresas com incentivo fiscal.

O Prodeic é voltado à indústria e ao comércio, oferecendo benefícios fiscais para empresas que ampliam ou instalam operações no Estado, com foco na diversificação econômica e aumento da competitividade. Já o Proder atua diretamente no fortalecimento do agronegócio, apoiando produtores rurais com incentivos ligados à produção e à comercialização. O Proalmat, por sua vez, é direcionado à cadeia do algodão, uma das mais estratégicas de Mato Grosso, garantindo estímulo à produção e qualidade da pluma.

Para o secretário adjunto de Indústria, Comércio e Incentivos Programáticos, Anderson Martinis Lombardi, os números mostram que os programas cumprem papel estruturante na economia.

“Quando a gente observa esse retorno, fica claro que os incentivos são uma ferramenta de desenvolvimento. Não é apenas renúncia, é investimento sendo atraído, indústria se expandindo e cadeias produtivas se fortalecendo dentro do Estado”, afirmou.

O relatório também mostra que, no acumulado dos últimos seis anos, os três programas somaram mais de R$ 92 bilhões em investimentos, frente a cerca de R$ 28,8 bilhões em renúncia fiscal, consolidando o modelo como uma política permanente de desenvolvimento.

A secretária de Estado de Desenvolvimento Econômico, Mayran Beckman, avalia que os incentivos são hoje uma ferramenta essencial para manter Mato Grosso competitivo no cenário nacional.

“Estamos falando de programas que impactam diretamente a economia real, desde a indústria até o produtor rural. Eles ajudam a interiorizar o desenvolvimento, gerar emprego e posicionar Mato Grosso como um dos estados mais atrativos para investir”, disse.

Além do volume de investimentos, os dados apontam crescimento no faturamento das empresas incentivadas, ampliação da produção e diversificação industrial, reforçando o papel dos incentivos fiscais como mecanismo de indução econômica em um estado com forte base no agronegócio.

Com Assessoria 

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Confiança da indústria cai pelo 3º mês e atinge em abril o pior nível desde a pandemia

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Índice da CNI recua para 45,2 pontos; pessimismo persistente é alimentado por juros altos, demanda enfraquecida e alta nos custos de produção

A confiança dos empresários da indústria brasileira caiu pelo terceiro mês consecutivo e atingiu, em abril, o menor nível desde junho de 2020. O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) recuou 1,4 ponto, chegando a 45,2 pontos, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (15) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

O indicador permanece abaixo da linha de 50 pontos, que separa confiança de falta de confiança, há 16 meses seguidos. Segundo a CNI, isso evidencia um cenário persistente de pessimismo entre os industriais desde o início de 2025.

De acordo com a entidade, a queda recente está associada a fatores como juros elevados, desaceleração da demanda por bens industriais e agravamento do cenário externo. A alta nos preços do petróleo também tem pressionado os custos das empresas.

“A piora do ambiente internacional e o aumento de custos têm intensificado o pessimismo em 2026”, explica em nota Marcelo Azevedo, gerente de Análise Econômica da entidade.

Os dois principais componentes do Icei apresentaram queda em abril. O índice de condições atuais recuou 1,6 ponto, para 40,5 pontos, indicando avaliação mais negativa sobre a situação das empresas e da economia. O índice de expectativas caiu 1,2 ponto, para 47,6 pontos, sinalizando projeções desfavoráveis para os próximos seis meses.

A pesquisa ouviu 1.070 empresas entre os dias 1º e 8 de abril, incluindo indústrias de pequeno, médio e grande porte.

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Novos casos de doenças crônicas devem crescer 31% até 2050

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Documento publicado nesta quarta-feira (15.04) aponta que população vive mais tempo, porém com múltiplas enfermidades; gastos per capita com saúde podem subir mais de 50% nas próximas décadas

Doenças não transmissíveis (DNTs) estão remodelando sociedades. Doenças cardíacas, câncer, diabetes e doenças pulmonares crônicas afetam atualmente milhões de pessoas a mais do que na geração anterior e a tendência é que esse cenário continue a piorar.

As informações integram relatório publicado nesta quarta-feira (15) pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). O documento alerta que, na atual geração, mais pessoas vivem mais tempo, mas frequentemente o fazem com múltiplas doenças crônicas.

“As DNTs encurtam vidas, afetam a qualidade de vida das pessoas e reduzem sua capacidade de trabalho. Isso aumenta os gastos com saúde e reduz a produtividade dos trabalhadores e o retorno econômico”, destacou o documento.

“No entanto, muitos desses impactos são evitáveis, por meio de ações sobre os fatores de risco à saúde, diagnóstico precoce de doenças e tratamento aprimorado”, completou a OCDE.

A análise mostra que a prevenção de doenças traz benefícios sociais e econômicos muito maiores do que o tratamento tardio e que países que conseguem reduzir as taxas de condições que figuram como principais riscos à saúde, como obesidade e tabagismo, podem não apenas salvar vidas, mas aliviar a pressão sobre os orçamentos da saúde.

Números

O relatório ressalta que, apesar de décadas de esforços, as DNTs continuam a aumentar. Entre 1990 e 2023, a prevalência de câncer e de doença pulmonar obstrutiva crônica aumentou 36% e 49%, respectivamente, enquanto a prevalência de doenças cardiovasculares aumentou mais de 27%.

Os dados mostram ainda que, em 2023, uma em cada dez pessoas que viviam em países-membros da OCDE tinha diabetes e uma em cada oito vivia com doença cardiovascular.

Para a OCDE, existem três razões principais para o aumento contínuo da prevalência de DCNTs no mundo:

– Embora tenha havido progresso na redução de certos fatores de risco, como poluição do ar, tabagismo, consumo nocivo de álcool e inatividade física, esse progresso foi prejudicado pelo aumento acentuado da obesidade.

– A melhoria nas taxas de sobrevivência, um inegável sucesso em saúde pública, significa que mais pessoas vivem por períodos mais longos com doenças crônicas, aumentando a demanda por cuidados e a complexidade dos serviços.

– O envelhecimento populacional significa que mais pessoas estão atingindo as faixas etárias em que as DCNTs são mais comuns.

“Mesmo que a prevalência dos fatores de risco, as taxas de sobrevivência e o tamanho da população permaneçam constantes, o número de novos casos de DCNT deverá crescer 31% na OCDE entre 2026 e 2050, apenas devido ao envelhecimento populacional”, alertou relatório.

“Prevê-se que a prevalência de multimorbidade [combinação de doenças crônicas ou agudas] aumente 75% na OCDE (70% na União Europeia) e que a despesa anual per capita com saúde relacionada com doenças não transmissíveis cresça mais de 50% na OCDE”, concluiu a organização.

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