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31 de maio de 2026

Sustentabilidade

MS: Colheita da soja se aproxima do fim e plantio do milho alcança 99,5% da área estimada – MAIS SOJA

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A colheita da soja safra 2025/2026 entra na fase final em Mato Grosso do Sul, ao mesmo tempo em que o plantio do milho segunda safra já se aproxima da conclusão em todo o Estado.

Levantamento do Projeto SIGA-MS, executado pela Aprosoja/MS, aponta que, até 10 de abril, cerca de 94,9% da área de soja havia sido colhida, enquanto o plantio do milho atingiu 99,5% da área estimada.

A colheita avança de forma distinta entre as regiões do Estado. A região sul lidera as operações no campo, com média de 99,3% da área colhida, seguida pela região centro (91,7%) e norte (82,7%) .

Em relação às condições das lavouras, 56,8% das áreas são classificadas como boas, 27,6% como regulares e 15,6% como ruins. O melhor desempenho está concentrado nas regiões norte e nordeste, onde mais de 64% das lavouras apresentam boas condições. Já as regiões sul e sudeste enfrentam maiores desafios, com maior percentual de áreas classificadas como regulares, reflexos de adversidades climáticas registradas ao longo do ciclo.

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Na região sul,  41,2% das lavouras são consideradas boas, enquanto 44,2% estão em condição regular. Na região sudeste, 45,5% das áreas estão em boas condições e 41,7% regulares.

De acordo com o Boletim, o desempenho das lavouras foi influenciado por condições climáticas adversas registradas entre janeiro e fevereiro, principalmente na região sul. Mais de 640 mil hectares foram impactados por veranicos, com períodos superiores a 20 dias de estiagem em municípios como Dourados, Ponta Porã, Maracaju e Amambai.

Apesar disso, as chuvas registradas em março favoreceram a recuperação parcial das lavouras em regiões do centro, norte e oeste, onde os volumes variaram entre 150 mm e 380 mm.

Plantio do milho entra na reta final

O plantio do milho segunda safra acompanha o avanço da colheita da soja e já está praticamente concluído no Estado. A região sul atingiu 100% da área plantada, enquanto o centro registra 99,4% e o norte 96,3%.

De acordo com o assessor técnico da Aprosoja/MS, Flavio Aguena, o ritmo mais lento no início da safra foi consequência do atraso na colheita da soja.  “Mesmo com os desafios climáticos registrados no início do ano, principalmente na região sul, a safra apresenta recuperação importante em várias regiões. A produtividade revisada mostra o potencial do Estado, mas ainda dependemos da consolidação dos dados de campo”.

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 O boletim completo pode ser acessado aqui.

Fonte: Aprosoja/MS



FONTE

Autor:Crislaine Oliveira (Assessoria de Comunicação da Aprosoja/MS)

Site: Aprosoja/MS

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Sustentabilidade

Maio tem comercialização limitada da soja; fundamentos baixistas e conflito no Oriente Médio dominam atenções – MAIS SOJA

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Porto Alegre, 29 de maio de 2026 – O mês de maio foi marcado por poucas oscilações e negócios reduzidos no mercado físico de soja do Brasil. Apesar dos momentos de repique, câmbio e contratos futuros em Chicago vão encerrando o período praticamente estabilizados, com pequena variação positiva para o dólar e negativa para Chicago.

A saca de 60 quilos está cotada na casa de R$ 126,00 em Passo Fundo (RS). Em Cascavel (PR), preço em torno de 121,00. Em Rondonópolis (MT), a cotação está em R$ 110,00. No Porto de Paranaguá, a saca oscila na casa de R$ 132,00.

Na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), o contrato julho encerrou a quinta, 28, a US$ 11,94 1/2 por bushel. Nos melhores momentos chegou a superar a casa de US$ 12,00. O mercado oscila entre um cenário fundamental negativo – com boa evolução da safra americana e safras cheias colhidas no Brasil e na Argentina -, a volatilidade gerada pelo conflito no Oriente Médio e a expectativa de retomada da demanda chinesa.

A produção brasileira de soja em 2025/26 deverá totalizar 178,11 milhões de toneladas, com elevação de 3,7% sobre a safra da temporada anterior, que ficou em 171,84 milhões de toneladas. A estimativa é de Safras & Mercado. Em 27 de fevereiro, data da estimativa anterior, a projeção era de 177,72 milhões de toneladas.

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De acordo com o levantamento do Ministério da Economia da Argentina, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca, a produção de soja 2025/26 foi novamente ajustada para 49,9 milhões de toneladas. A área também revisada, ficando em 16,4 milhões de hectares.

O relatório de maio do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) indicou que a safra norte americana de soja deverá ficar em 4,435 bilhões de bushels em 2026/27, o equivalente a 120,7 milhões de toneladas. A produtividade foi indicada em 53 bushels por acre. Esta foi a primeira estimativa do USDA para a atual temporada. O mercado apostava em número de 4,450 bilhões de bushels, ou 121,1 milhões de toneladas.

Os estoques finais estão projetados em 310 milhões de bushels ou 8,44 milhões de toneladas. O mercado apostava em carryover de 353 milhões de bushels ou 9,6 milhões de toneladas. O USDA está trabalhando com esmagamento de 2,75 bilhões de bushels e exportações de 1,63 bilhão. Para a temporada 2025/26, o Departamento indicou estoques de passagem de 340 milhões de bushels, enquanto o mercado previa estoques de 347 milhões. .

Autor/Fonte: Dylan Della Pasqua / Safras News

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Sustentabilidade

Saiba como as cotações de soja encerraram a semana; estabilidade nos preços definem o dia

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Foto: Wenderson Araujo-Trilux/CNA

O mercado brasileiro de soja encerrou a semana sem grandes movimentações, com preços praticamente estáveis na maior parte das regiões produtoras e dos portos. Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, algumas oportunidades surgiram ao longo do dia, mas sem volumes expressivos de negócios.

A sessão foi marcada por pouca variação nos principais formadores de preços. Enquanto os contratos futuros da soja recuaram na Bolsa de Chicago, o dólar registrou leve valorização frente ao real. Apesar disso, os movimentos não foram suficientes para provocar alterações relevantes nas referências do mercado físico brasileiro.

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De acordo com Silveira, não houve fatores capazes de impactar de forma significativa a formação dos preços. O analista também destacou que, apesar do ritmo mais lento observado nesta sexta-feira, os produtores apresentaram movimentações mais firmes ao longo da semana, com bons volumes de comercialização.

Preços da soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 126,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 127,00
  • Cascavel (PR): manteve em R$ 121,00
  • Rondonópolis (MT): manteve em R$ 110,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 115,00
  • Rio Verde (GO): manteve em R$ 113,00
  • Paranaguá (PR): manteve em R$ 132,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 132,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja encerraram a sexta-feira em baixa na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT), ampliando as perdas acumuladas tanto na semana quanto no mês de maio. O movimento foi atribuído principalmente à realização de lucros pelos investidores e ao reposicionamento das carteiras.

No acumulado de maio, a soja registrou queda de 0,73%, enquanto na semana a retração foi de 0,77%. A desvalorização do petróleo, diante das perspectivas de um acordo entre Irã e Estados Unidos para reduzir as tensões no Oriente Médio, e as condições climáticas favoráveis ao desenvolvimento das lavouras norte-americanas contribuíram para o movimento de correção dos preços.

O mercado também segue atento à demanda chinesa. Os agentes aguardam sinais de retomada das compras por parte da China, que poderiam ocorrer dentro dos entendimentos firmados entre Washington e Pequim durante visita do presidente Donald Trump ao país asiático.

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USDA

As vendas externas dos Estados Unidos também estiveram no radar. Exportadores privados reportaram ao Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) a comercialização de 192 mil toneladas de soja para destinos não revelados. Desse total, 60 mil toneladas serão entregues na safra 2025/26 e 132 mil toneladas na temporada 2026/27.

Além disso, as exportações líquidas norte-americanas de soja somaram 299,9 mil toneladas para a safra 2025/26 na semana encerrada em 21 de maio. Para a temporada 2026/27, foram registradas mais 137,7 mil toneladas. O resultado ficou dentro das expectativas do mercado, que projetava embarques entre 150 mil e 400 mil toneladas considerando as duas safras.

Contratos futuros de soja

Entre os contratos futuros, a posição julho fechou a US$ 11,86 3/4 por bushel, com queda de 7,75 centavos de dólar ou 0,64%. Já o vencimento agosto encerrou a US$ 11,90 1/4 por bushel, recuando 5,75 centavos de dólar ou 0,48%.

Nos subprodutos, o farelo de soja para julho caiu US$ 4,30, ou 1,28%, para US$ 329,80 por tonelada. O óleo de soja, por sua vez, avançou 1,02 centavo de dólar, ou 1,32%, encerrando a sessão em 77,72 centavos de dólar por libra-peso.

Dólar

O dólar comercial encerrou o dia com valorização de 0,26%, cotado a R$ 5,0450 para venda e R$ 5,0431 para compra. Durante a sessão, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,0351 e a máxima de R$ 5,0711.

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No acumulado da semana, a moeda avançou 0,33%. Em maio, a valorização chegou a 1,87%.

Com informações da Safras & Mercado.

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Sustentabilidade

Descompasso entre produtor, indústria e varejo amplia fragilidade do mercado de arroz – MAIS SOJA

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O mercado brasileiro de arroz encerra o mês de maio operando sob ambiente extremamente defensivo, com baixa fluidez comercial, negociações lentas e dificuldade crescente de construção de preço em praticamente toda a cadeia. A avaliação é do analista e consultor de Safras & Mercado, Evandro Oliveira.

No mercado físico, os negócios seguem ocorrendo de forma bastante pontual, sem intensidade compradora relevante, enquanto as referências continuam majoritariamente abaixo de R$ 60 por saca de 50 quilos FOB Rio Grande do Sul. Em Santa Catarina, as indicações trabalham predominantemente entre R$ 52 e R$ 56/saca, reforçando o viés pressionado observado no Sul do país.

“O cenário atual mostra um mercado cada vez mais fragmentado entre os diferentes elos da cadeia”, relata Oliveira. “Enquanto produtores tentam limitar novas concessões diante das margens extremamente comprimidas, indústrias operam com forte cautela comercial e o varejo continua pressionando preços de reposição mesmo sem aumento consistente das compras”, exemplifica.

Na prática, o fluxo entre campo, beneficiamento e supermercados perdeu sincronia, criando um ambiente de travamento operacional e baixa previsibilidade comercial. “O produto beneficiado voltou a ser citado com frequência crescente como um dos principais gargalos do mercado neste momento”, frisa o consultor.

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A ponta varejista segue relatando vendas fracas, menor giro nas gôndolas e aumento da seletividade do consumidor. “Grandes redes continuam reduzindo ofertas de compra, alegando desaceleração relevante nas vendas de itens básicos em diversas regiões do país”, afirma o analista.

Apesar disso, o mercado começa a observar alguns contrapontos mais construtivos fora do ambiente doméstico. “Parte do setor já enxerga fundamentos internacionais relativamente mais positivos, principalmente diante das dificuldades competitivas dos Estados Unidos, da alta recente dos preços asiáticos e dos riscos climáticos globais”, enumera.

Em relação aos preços, a média da saca de arroz no Rio Grande do Sul (58/62% de grãos inteiros, pagamento à vista) encerrou o dia 28 cotada a R$ 59,49, queda de 0,13% em relação à semana anterior. Na comparação com o mesmo período do mês passado, o recuo foi de 6,61%, enquanto, em relação a 2025, a desvalorização atingiu 18,87%.

Autor/Fonte: Rodrigo Ramos/ Agência Safras News

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