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Dólar fecha abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de dois anos

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O dólar fechou abaixo de R$ 5 pela primeira vez em mais de dois anos, enquanto a bolsa brasileira renovou recordes e superou os 198 mil pontos nesta segunda-feira (13).

Mesmo com o início do bloqueio do Estreito de Ormuz pelos Estados Unidos, o clima no mercado financeiro melhorou após declarações do presidente Donald Trump sobre um possível acordo com o Irã.

A moeda estadunidense encerrou o dia em queda, acompanhando o movimento no exterior, enquanto a bolsa brasileira avançou impulsionada por ações de commodities (bens primários com cotação internacional) e pelo fluxo de capital estrangeiro.

Câmbio recua

O dólar comercial à vista fechou a R$ 4,997, em baixa de R$ 0,014 (-0,29%). A cotação está no menor valor desde 27 de março de 2024. Na mínima do dia, por volta das 14h20, chegou a R$ 4,98.

No mês, a divisa acumula queda de 3,51%. Em 2026, o recuo chega a 8,96%.

Após subir no início do dia, refletindo as tensões no Oriente Médio, o dólar perdeu força ao longo da tarde. A mudança de direção ocorreu após Trump afirmar que o Irã estaria interessado em negociar.

No exterior, o índice DXY, que mede o desempenho da moeda estadunidense diante de uma cesta de divisas fortes, também recuou, reforçando o movimento observado no Brasil.

O euro comercial fechou esta segunda vendido a R$ 5,876, com baixa de apenas 0,02%. A cotação está no menor valor desde o fim de junho de 2024.

Recorde histórico no Ibovespa

Na bolsa brasileira, o Ibovespa avançou 0,34% e fechou aos 198.001 pontos, atingindo o maior nível da história. Durante o pregão, o índice chegou a superar os 198.100 pontos.

O desempenho foi sustentado principalmente por ações de grandes empresas ligadas a commodities, como mineração e petróleo, além da entrada contínua de recursos estrangeiros. No mês, o índice acumula alta de 5,62% e, no ano, ganhos de 22,89%.

O movimento positivo no Brasil acompanhou o desempenho das bolsas em Nova York, que também reagiram às sinalizações de distensão geopolítica.

O índice Dow Jones, das empresas industriais, subiu 0,63%. O S&P 500, das 500 maiores companhias, ganhou 1,02% e anulou as perdas desde o início da guerra no Oriente Médio. O Nasdaq, das empresas de tecnologia, avançou 1,23%.

A expectativa de retomada das negociações entre Estados Unidos e Irã ajudou a reduzir a aversão ao risco nos mercados globais.

Petróleo abaixo de US$ 100

Os preços do petróleo avançaram, impulsionados pelas tensões no Oriente Médio e pelo bloqueio de portos iranianos pelos Estados Unidos.

O barril do tipo Brent, referência internacional, fechou em alta de 4,36%, a US$ 99,36, enquanto o WTI, do Texas, subiu 2,6%, a US$ 99,08.

Durante a maior parte do dia, ambas as cotações ficaram acima de US$ 100, mas desaceleraram após as declarações de Trump.

A volatilidade continua elevada, com investidores atentos aos desdobramentos no Estreito de Ormuz, região estratégica para o fluxo global de petróleo.

* Com informações da Reuters

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Deputado de MT assume relatoria de vaga no TCU

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O deputado federal Emanuel Pinheiro Neto (PSD-MT), o Emanuelzinho, foi escolhido como relator do processo de indicação para a vaga de ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), aberta após a aposentadoria de Aroldo Cedraz. A designação ocorre no momento em que a Câmara analisa os nomes na Comissão de Finanças e Tributação (CFT).

A sabatina dos candidatos começou nesta segunda-feira (13) e é uma etapa para avaliar a qualificação técnica e a idoneidade dos indicados. Como relator, Emanuelzinho será responsável por analisar os nomes apresentados e elaborar o parecer que servirá de base para a votação em plenário.

Em declaração, o deputado afirmou que a relatoria exige responsabilidade e que o objetivo é garantir o cumprimento do rito e a escolha de um nome qualificado para o cargo. Segundo ele, o processo deve ocorrer com transparência e respeito às regras.

O TCU auxilia o Congresso na fiscalização das contas públicas, e a escolha de um novo ministro tem impacto direto nesse trabalho. A disputa pela vaga envolve diferentes candidatos com apoio político, o que aumenta a atenção sobre a condução do processo dentro da Câmara.

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Sistema Vigia Mais recupera veículos clonados e prende suspeitos em Cuiabá e Várzea Grande

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Com uso do programa de vídeomonitoramento Vigia Mais MT, as forças de segurança recuperaram dois veículos com placas clonadas e prenderam dois suspeitos de adulteração e receptação neste fim de semana em Cuiabá e Várzea Grande.

Dentre os veículos recuperados, está uma motocicleta Honda CB250 que foi identificada pelo sistema de monitoramento em Várzea Grande circulando com a placa de outro veículo.

A Polícia Militar foi acionada e após abordagem e checagem do veículo, a equipe confirmou que a motocicleta havia sido furtada em Ipiranga do Norte, município localizado 715 km de Cuiabá.

A outra recuperação foi de um Chevrolet Corsa Wind identificado pelo sistema de monitoramento na região do Coxipó, em Cuiabá, e abordado no bairro 1ª de Março.

Após abordagem e vistoria do carro, a equipe policial confirmou que o veículo havia registro de furto e possuía placa de outro veículo.

Os dois suspeitos foram detidos e conduzidos a Delegacia de Polícia juntamente

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EXCLUSIVO: “STF não pode interditar o país”, diz Aldo Rebelo em passagem por Cuiabá

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Em agenda de pré-campanha “STF não pode interditar o país”, diz Aldo Rebelo em passagem por Cuiabá
à Presidência da República, o ex-ministro e ex-deputado federal Aldo Rebelo (DC) esteve em Cuiabá. Em entrevista exclusiva ao O Livre, Aldo comentou decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) que impactam diretamente Mato Grosso.

Ao falar sobre a decisão que travou a construção da Ferrogrão — ferrovia estratégica para o escoamento da produção de soja —, o pré-candidato foi direto nas críticas.

“Tenho certeza de que Alexandre de Moraes não saberia apontar no mapa onde ficaria a Ferrogrão”, afirmou.

Segundo o presidenciável, é necessário enfrentar decisões do STF e de órgãos como o Ministério Público Federal.

“São decisões que precisam ser revistas e enfrentadas. Não podemos aceitar que o MPF, o Ibama, o STF e essas corporações, que de fato governam o Brasil, continuem interditando o país”, disse.

Aldo ainda prometeu enfrentar o sistema – caso seja bem-sucedido em sua difícil empreitada pela presidência da república.

“Isso precisa ser enfrentado por qualquer presidente que tenha compromisso com o Brasil”, comp

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