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Sustentabilidade

Soja atinge 87% de área colhida no Brasil, aponta AgRural; milho sente alívio com chuvas recentes

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Foto: Jornal da USP

A colheita de soja 2025/26 no Brasil alcançou 87% da área cultivada, segundo levantamento da AgRural, avançando em relação aos 81% registrados na semana anterior, mas ainda abaixo dos 91% observados no mesmo período do ano passado.

O ritmo da safra foi impactado pontualmente pelas chuvas no Rio Grande do Sul, que interromperam os trabalhos em algumas áreas. Por outro lado, a umidade tem sido benéfica para lavouras semeadas mais tarde, que ainda estão em fase de enchimento de grãos. Na região do Matopiba, a colheita segue nos intervalos das precipitações.

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Progresso do milho safrinha

Já no milho safrinha 2026, as chuvas da última semana trouxeram alívio para áreas que vinham sofrendo com estiagem e calor, especialmente no oeste e norte do Paraná, sul de Mato Grosso do Sul e sul de São Paulo.

De acordo com a consultoria, as precipitações favoreceram o desenvolvimento das lavouras nessas regiões. No restante do Centro-Sul, o clima também segue colaborando, com lavouras apresentando bom desenvolvimento. No médio-norte de Mato Grosso, a expectativa é de início da colheita na segunda quinzena de maio.

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Sustentabilidade

Soja/RS: Excesso de umidade na colheita compromete qualidade e produtividade da soja – MAIS SOJA

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A colheita da soja avançou de forma descontínua no período, alcançando 50% da área cultivada, com maior concentração operacional em curtas janelas de tempo favoráveis, especialmente nos dias 06, 11 e 12/04. A recorrência de precipitações ao longo do período, apesar dos volumes heterogêneos entre as regiões, manteve elevada a umidade do solo e das plantas, restringindo a trafegabilidade e impondo interrupções às operações de colheita.

Predominam lavouras em maturação (36%), e 14% ainda se encontram em enchimento de grãos e floração, refletindo a amplitude de épocas de semeadura. Em áreas mais representativas em termos de cultivo, houve perda gradual de qualidade dos grãos, registros de retenção foliar, presença de grãos verdes e aumento de impurezas, causados pela umidade elevada no momento da colheita.

As produtividades apresentam elevada variabilidade, tanto entre regiões quanto dentro de um mesmo município, influenciadas pela irregularidade das chuvas ao longo do ciclo, especialmente durante o período crítico de enchimento de grãos. Em áreas com melhor distribuição hídrica e manejo mais tecnificado, os rendimentos estão adequados. Nas áreas afetadas, as perdas são expressivas, e há registros de produtividade abaixo do custo de produção em alguns cultivos.

Em termos fitossanitários, especialmente nas lavouras tardias implantadas em janeiro, as aplicações complementares de inseticidas e fungicidas foram prejudicadas pelo excesso de umidade, que restringiu a execução apropriada dos tratamentos químicos.

A produtividade média estimada pela Emater/RS-Ascar está em 2.871 kg/ha, e a área cultivada em 6.624.988 hectares.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, na Fronteira Oeste, a colheita atinge 22%; 55% estão em maturação; e 24% em enchimento de grãos. As precipitações acumuladas entre 150 e 200 mm deixaram os produtores ainda mais preocupados em relação a perdas, sobretudo em solos de várzea, onde a drenagem é limitada. Em São Borja, as lavouras apresentam porte reduzido, baixa formação de grãos e alta incidência de deformações.

Cerca de 25% dos 105.000 hectares foram colhidos, com produtividades entre 900 e 1.500 kg/ha, e foi necessário acionar mecanismos de cobertura de risco (Proagro) devido à insuficiência produtiva obtida, em comparação com os custos investidos, equivalente à produção de 1.800 a 2.400 kg/ha para formação das lavouras, dependendo de maior ou menor uso de insumos. Na Campanha, a colheita está em fase inicial, inferior a 10%, e predominam lavouras em enchimento (60%). A dessecação tem sido empregada para a uniformização da maturação, beneficiada pelos volumes de chuva mais baixos (inferiores a 50 mm), que permitiram o avanço pontual das operações.

Na de Caxias do Sul, houve interrupção temporária da colheita, posteriormente retomada, evoluindo em ritmo acelerado. As lavouras apresentam produtividade inferior à expectativa inicial em decorrência do déficit hídrico associado às elevadas temperaturas, especialmente na segunda quinzena de janeiro e ao longo do mês de fevereiro.

Na de Erechim, cerca de 60% da área foi colhida, e os 40% restantes estão em maturação ou maduros por colher. A tendência é de finalização dos trabalhos até o fim do mês de abril. Na de Frederico Westphalen, 55% foram colhidos; 35% estão em maturação; e 10%, em enchimento de grãos. A produtividade média obtida está próxima a 3.100 kg/ha. Na de Ijuí, a colheita atinge 65%, mas o avanço está lento devido às restrições climáticas, sendo possível operar apenas em períodos específicos. A produtividade média está em torno de 3.100 kg/ha, mas há tendência de queda à medida que a colheita avançar.

Na Região Celeiro, em Três Passos, os rendimentos variam entre 2.520 e 3.300 kg/ha. Observa-se retenção foliar e presença de grãos verdes, que impactam a qualidade final. Após a colheita, os produtores iniciaram a distribuição de corretivos de solo nas restevas.

Na de Passo Fundo, 55% da área foi colhida, e 45% se encontram em maturação ou prontos para colheita. A produtividade média está em torno de 3.500 kg/ha, com variações
entre lavouras, refletindo diferenças de manejo e condições ambientais. Na de Pelotas, predominam asfases de enchimento de grãos (42%) e maturação (38%), e 18% da área foi colhida. Na de Santa Maria, a colheita evoluiu de forma desigual entre municípios. Em São Francisco de Assis, 34% da área foi colhida; 50% estão em maturação; e 16%, em enchimento de grãos. Em Tupanciretã, a colheita se aproxima de 45% dos 147.000 hectares cultivados. A produtividade varia amplamente, entre 1.800 e 4.200 kg/ha, e as perdas estão mais acentuadas em áreas semeadas precocemente devido à estiagem no período reprodutivo.

Na de Santa Rosa, a colheita ultrapassou a metade da área cultivada (51%); 33% estão em maturação; 14%, em enchimento de grãos; e 2%, em floração. As produtividades apresentam extrema variabilidade, entre 900 e 4.800 kg/ha. Há relatos de redução de até 30% no rendimento volumétrico das cargas, além de elevados índices de impureza (até 9%) e de grãos leves, decorrentes de falhas na dessecação e colheita sob alta umidade. As operações foram limitadas pelas chuvas frequentes, e há preocupação com a manutenção da umidade nos grãos.

Na de Soledade, a colheita atinge cerca de 60% da área, concentrada durante o final do período. A produtividade média está aproximadamente em 2.900 kg/ha, com variações de 1.800 kg/ha até 4.900 kg/ha. As lavouras tardias ainda recebem tratamentos fitossanitários, incluindo controle de ferrugem-asiática, oídio, tripes e ácaros. As temperaturas mais baixas e as chuvas do período diminuíram a pressão dessas pragas.

Comercialização (saca de 60 quilos)

A cotação média da soja passou de R$ 120,86 para R$ 119,78, reduzindo 0,89% em relação à semana anterior, conforme o levantamento semanal de preços da Emater/RS-Ascar.

Fonte: Emater/RS



 

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Sustentabilidade

Colheita da soja chega a 50% da área cultivada no RS – MAIS SOJA

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A colheita da soja avançou de forma descontínua e alcança 50% da área cultivada nesta safra 2025/2026, que é de 6.624.988 hectares. De acordo com o Informativo Conjuntural, divulgado pela Emater/RS-Ascar nesta quinta-feira (16/04), a recorrência de precipitações em volumes heterogêneos entre as regiões manteve elevada umidade no solo e nas plantas, restringindo a trafegabilidade e impondo interrupções às operações de colheita. Predominam lavouras em maturação (36%), e 14% ainda se encontram em enchimento de grãos e floração, refletindo a amplitude de épocas de semeadura.

As produtividades da soja apresentam elevada variabilidade, tanto entre regiões quanto dentro de um mesmo município, influenciadas pela irregularidade das chuvas ao longo do ciclo, especialmente durante o período crítico de enchimento de grãos. Em áreas com melhor distribuição hídrica e manejo mais tecnificado, os rendimentos estão adequados. Nas áreas afetadas, as perdas são expressivas, e há registros de produtividade abaixo do custo de produção em algumas lavouras. A produtividade média estimada pela Emater/RS-Ascar é de 2.871 kg/ha.

Milho – A colheita de milho evoluiu de forma parcial e se aproxima do final, atingindo a média estadual de 86% da área cultivada, que é de 803.019 hectares. Restam lavouras implantadas no final ou fora da janela preferencial, onde as condições climáticas do período, como a reposição hídrica, têm favorecido a manutenção do potencial produtivo, mesmo que parte das lavouras tenha sido impactada anteriormente por déficit hídrico e temperaturas elevadas durante o período reprodutivo, o que provocou a redução no número de grãos por espiga e da massa de grãos.

De acordo com a Emater/RS-Ascar, a produtividade média estadual do milho nesta safra é de 7.424 kg/há, apesar da variabilidade produtiva observada, e grãos com boa qualidade. Há registros localizados de perdas associadas ao atraso na colheita e à elevada umidade. Em lavouras ainda em desenvolvimento, especialmente safrinha, persistem os riscos fitossanitários, como a ocorrência de pragas, e o potencial comprometimento da qualidade dos grãos em função de eventuais danos em espigas e maior suscetibilidade a patógenos em ambientes úmidos.

Milho silagem – A colheita de milho destinado à silagem alcança 83% de uma área de 345.299 hectares cultivados nesta safra. Houve avanço limitado em função da elevada umidade nas lavouras no período, a qual dificultou tanto a operação de corte quanto o adequado enchimento e compactação dos silos. Nas áreas remanescentes, predominam lavouras em enchimento de grãos, com vegetação adequada. Porém, o porte das plantas está inferior ao desejado devido ao déficit hídrico em fases anteriores. A reposição de umidade do solo tem beneficiado a manutenção da área foliar verde até a base das plantas no momento do corte, o que contribui para a qualidade da silagem e permite ajustes na altura de corte para compensar parcialmente a menor produção de biomassa. A estimativa da Emater/RS-Ascar indica produtividade média de 37.840 kg/ha.

Feijão 1ª safra – A colheita de feijão da 1ª safra está concluída no RS, incluindo a região dos Campos de Cima da Serra, responsável por cerca de 40% da área cultivada. Nessa região, o desempenho produtivo foi impactado por condições climáticas menos favoráveis nos meses de janeiro e fevereiro, período que coincidiu com a fase reprodutiva das lavouras, resultando em redução nos rendimentos. Em alguns municípios, observam-se quedas expressivas de produtividade, que chega em torno de 1.200 kg/ha, o que tende a influenciar negativamente o resultado estadual, atualmente estimado em 1.781 kg/ha pela Emater/RS-Ascar. Nas demais regiões, onde o plantio ocorreu de forma mais antecipada, as lavouras não sofreram impactos significativos e mantiveram o potencial produtivo esperado. A área cultivada com feijão 1ª safra está estimada em 23.029 hectares no Estado.

Feijão 2ª safra – Com uma área projetada pela Emater/RS-Ascar de 11.690 hectares, as lavouras apresentam bom desenvolvimento, sustentado por condições adequadas de umidade do solo, pela ocorrência de precipitações e pela manutenção de temperaturas relativamente elevadas para a época do ano. Esse cenário tem contribuído para a boa evolução fenológica, para elevada carga de vagens, para o ótimo enchimento de grãos e para manutenção do potencial produtivo.

A colheita avançou de forma gradual nas áreas mais adiantadas, enquanto a maior parte das lavouras ainda se concentra nas fases de florescimento e enchimento de grãos. Os resultados iniciais obtidos apontam perspectiva de desempenho satisfatório na safra. A produtividade média estimada pela Emater/RS-Ascar é de 1.401 kg/ha.

Arroz – A colheita de arroz avançou, apesar da ocorrência de precipitações frequentes. Houve leve desaceleração das operações de campo em relação ao período anterior em razão da elevada umidade do solo e dos grãos, que reduziu a janela operacional e ocasionou interrupções pontuais na colheita. A área colhida totalizou 74% de uma área de área cultivada de 891.908 hectares, segundo o Instituto Riograndense do Arroz. De maneira geral, os rendimentos estão satisfatórios. Os grãos colhidos apresentam boa qualidade, evidenciada por elevados índices de rendimento de engenho. As lavouras remanescentes se encontram em fase de maturação e maduras para colheita, indicando proximidade do encerramento do ciclo produtivo. A produtividade está projetada pela Emater/RS-Ascar em 8.744 kg/ha.

PASTAGENS E CRIAÇÕES – O período se caracterizou por uma transição no sistema forrageiro, marcada pela perda gradual de qualidade das pastagens de verão e pelo avanço na implantação das espécies hibernais. Ainda que haja oferta de volumoso em diversas regiões, sua qualidade nutricional encontra-se em declínio. As chuvas das últimas semanas têm sido determinantes para a germinação e o estabelecimento inicial das pastagens de inverno, influenciando diretamente o planejamento alimentar dos rebanhos a curto prazo.

BOVINOCULTURA DE CORTE – O cenário da atividade é marcado por estabilidade nas condições corporais e no desempenho dos rebanhos. Ainda há oferta de forragem, embora já em transição. Estão ocorrendo ajustes na alimentação, como aumento do uso de volumosos conservados. O calor e a alta umidade têm imposto desafios ao manejo, e há potencial impacto sobre o desempenho reprodutivo e o bem-estar animal.

Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Caxias do Sul, os dias de calor excessivo geraram preocupação entre os pecuaristas quanto a possíveis perdas reprodutivas, especialmente reabsorção embrionária no início da gestação e eventuais abortos por estresse térmico. O estado corporal dos bovinos está adequado, uma vez que ainda não houve restrição alimentar. Na região de Passo Fundo, o estado nutricional e o escore corporal dos animais estão satisfatórios para suas fases. Em propriedades com Integração Lavoura Pecuária (ILP), os lotes têm sido mantidos em áreas de campo nativo. As condições sanitárias estão dentro do esperado.

BOVINOCULTURA DE LEITE – Em parte das regiões, houve redução de produção nos sistemas mais dependentes de pastagens, em função da transição entre ciclos forrageiros e da queda na qualidade do pasto. As condições meteorológicas, especialmente temperaturas elevadas associadas à irregularidade das chuvas, têm intensificado o estresse térmico e impactado o desempenho dos animais. Por essa razão, tem sido intensificado o uso de alimentos conservados e ajustes na dieta. Na região administrativa da Emater/RS-Ascar de Bagé, em Manoel Viana, os produtores assentados estão investindo na atividade com recursos do Pronaf-A, com vistas à renovação e à melhoria genética do rebanho. Observa-se também elevada demanda por esse recurso em municípios com bacia leiteira desenvolvida e expressivo número de assentados, como Santana do Livramento, Hulha Negra e Candiota.

Na região de Santa Rosa, as chuvas ao longo do período resultaram na formação de barro nas áreas próximas às instalações, exigindo maior cuidado no manejo e na higiene. Além disso, as temperaturas elevadas em alguns períodos do dia geraram desconforto térmico nos animais, que passaram a buscar sombra com maior frequência, reduzindo o tempo de pastejo, o que impactou seu desempenho. Foram realizados ajustes nas dietas, como aumento da oferta de silagem e melhoria na qualidade das rações. Esse cenário tem sido favorecido pela excelente qualidade nutricional da silagem de milho desta safra, que está superior à dos anos anteriores, o que tem permitido reduzir a dependência de concentrados na alimentação dos animais.

Fonte: Emater/RS


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Sustentabilidade

Mercado de soja tem movimentações com alta de Chicago e do dólar

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Reprodução Canal Rural/Soja Brasil

O mercado brasileiro de soja registrou movimentações ao longo do dia, com melhores oportunidades surgindo nos portos em momentos de alta simultânea em Chicago e no dólar. Ainda assim, o volume de negócios permaneceu moderado, sem registro de grandes operações.

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Segundo o analista da Safras & Mercado, Rafael Silveira, as ofertas estiveram mais concentradas para o mês de maio, enquanto os prêmios de curto prazo permaneceram praticamente estáveis. O produtor segue presente no mercado, mas de forma seletiva. As vendas ocorrem mais por necessidade, com o produtor cadenciando as ofertas e buscando melhorar o spread dos preços.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): manteve em R$ 122,00
  • Santa Rosa (RS): manteve em R$ 123,00
  • Cascavel (PR): subiu de R$ 118,00 para R$ 119,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 107,00 para R$ 108,00
  • Dourados (MS): manteve em R$ 111,00
  • Rio Verde (GO): subiu de R$ 108,00 para R$ 110,00
  • Paranaguá (PR): subiu de R$ 128,00 para R$ 129,00
  • Rio Grande (RS): manteve em R$ 128,00
  • São Paulo (SP): subiu de R$ 120,00 para R$ 121,00

Soja em Chicago

Os contratos futuros da soja fecharam mistos nesta quinta-feira (16) na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O dia foi volátil e de poucas novidades. Os participantes aproveitaram para ajustar carteiras, com base em fatores técnicos. O óleo foi o destaque e fechou com bons ganhos, seguindo o comportamento do petróleo.

As exportações líquidas norte-americanas de soja, referentes à temporada 2025/26, com início em 1º de setembro, ficaram em 247.900 toneladas na semana encerrada em 9 de abril. O Egito liderou as compras, com 58.100 toneladas. Analistas esperavam exportações entre 200 mil e 700 mil toneladas. As informações foram divulgadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).
A Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (ABIOVE) atualizou as estatísticas
do complexo soja, elevando as projeções para o ano de 2026. O novo balanço aponta que o Brasil deve atingir um patamar recorde de esmagamento interno, impulsionado pela robustez da safra e pela crescente demanda por derivados.
As estimativas para 2026 foram revisadas positivamente em relação ao levantamento anterior, com o processamento de soja no país devendo alcançar 62,2 milhões de toneladas, um aumento de 1,1%. Esse avanço na atividade industrial reflete-se diretamente na oferta de produtos de maior valor agregado, com a produção de farelo de soja estimada em 47,9 milhões de toneladas e a de óleo de soja em 12,5 milhões de toneladas.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com baixa de 3,25 centavos de dólar, ou 0,27%, a US$ 11,63 3/4 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 11,80 1/2 por bushel, com retração de 2,75 centavos de dólar ou 0,23%.
Nos subprodutos, a posição maio do farelo fechou com baixa de US$ 1,70 ou 0,50% a US$ 332,70 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio fecharam a 69,33 centavos de dólar, com ganho de 1,73 centavo ou 2,55%.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou praticamente estável, cotado a R$ 4,9924 para venda, após oscilar entre R$ 4,9853 e R$ 5,0143 ao longo do dia.

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