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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Indicador segue estável, na casa dos R$ 69/sc – MAIS SOJA

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Os preços do milho permaneceram na casa dos R$ 69,00 por saca de 60 kg em quase todo este mês, mesmo registrando pequenas quedas no mercado interno nos últimos dias. Segundo pesquisadores do Cepea, os recuos foram influenciados pelo baixo interesse de compradores, que se mantiveram cautelosos nas negociações. Parte desses agentes relata ter estoques, além de aguardar baixas mais expressivas nos próximos dias.

Já vendedores, atentos à demanda enfraquecida, apresentaram maior interesse nas negociações, chegando, em alguns momentos, a reduzir os valores ofertados. De acordo com o Cepea, isso é reflexo da queda cambial, que reduz a paridade de exportação, do avanço da colheita de safra verão e do retorno das chuvas em partes das regiões produtoras de segunda safra, que devem beneficiar o desenvolvimento das lavouras.

Fonte: Cepea



 

FONTE

Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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MERCADO DE TRABALHO-SP/CEPEA: Agro de SP emprega 4,3 mi de pessoas e representa mais de 17% da população ocupada no estado – MAIS SOJA

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Em 2024, o agronegócio do estado de São Paulo empregou 4,34 milhões de pessoas, segundo apontam dados do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, calculados em parceria com a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo). Esse contingente superou em 0,3% o do ano anterior. Diante disso, em 2024, o número de pessoas atuando no agronegócio paulista representou 15,3% da população ocupada no agronegócio brasileiro e 17,2% da população ocupada no estado.

Pesquisadores do Cepea indicam que o que chama atenção nos resultados desse estudo, que é inédito, é o perfil da população ocupada no agronegócio paulista: 54,7% eram trabalhadores com carteira assinada; 75,3% possuíam ensino médio ou superior; 60,1% eram homens.

A população ocupada no agronegócio paulista cresceu 4,6% entre 2012 e 2024 (embora apenas 0,3% entre 2023 e 2024), enquanto a população total do estado avançou 18,9% entre 2012 e 2024 (e 2,2% no biênio 2023-2024). Pesquisadores do Cepea relatam que, portanto, seja no médio prazo ou no último período analisado, o agronegócio perdeu espaço como empregador no total da economia do estado.

Dentro dos segmentos, entre 2012 e 2024, os comportamentos foram opostos. Nas indústrias de insumos, houve tendência de ampliação do mercado de trabalho. Também aumentou o número de produtores exclusivos de subsistência e o de trabalhadores dos agrosserviços. Na agropecuária, o número reduziu entre 2012 e 2014, e tem se mantido relativamente estável desde então. Na agroindústria, entre 2014 e 2020 a tendência foi de encolhimento do mercado de trabalho, mas tem sido observada recuperação desde então. Nos últimos dois casos, há queda na comparação 2012 x 2024.

CEPEA E FIESP

A partir do diagnóstico do mercado de trabalho do agronegócio paulista, esta parceria inaugura uma agenda de trabalho de médio prazo para subsidiar a atuação da Fiesp. Essa agenda inclui, por exemplo, a produção de estudos voltados à elevação da produtividade do trabalho, reconhecendo que a identificação das causas predominantes da queda observada é um diagnóstico essencial para orientar políticas de difusão tecnológica, modernização industrial e aumento da eficiência. De forma complementar, estudos sobre qualificação e alinhamento da mão de obra às cadeias dinâmicas do agronegócio paulista são fundamentais para direcionar a formulação de estratégias de formação profissional e de organização produtiva, que evitem o desalinhamento entre as competências dos trabalhadores e as habilidades efetivamente demandadas pelos empregos.

Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Agropecuária brasileira enfrenta cenário de instabilidade com crédito reduzido e alto endividamento – MAIS SOJA

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Custos elevados, commodities desvalorizadas e financiamentos caros têm formado uma “tempestade perfeita” para o aumento do endividamento rural no Brasil. A Frente Parlamentar da Agropecuária (FPA), composta por 341 parlamentares, apresentou uma lista de sugestões ao novo ministro da Agricultura e Pecuária (MAPA), André de Paula.

O chefe da Pasta foi recebido na reunião da bancada realizada na última terça-feira (14). Durante o encontro, a bancada apresentou o Projeto de Lei 5.122/2023, do Deputado Domingos Neto, integrante da FPA, como solução para parte do endividamento que atinge produtores rurais em diversos estados brasileiros. Entre os pontos colocados na matéria, está a utilização do Fundo Social para criar uma linha de crédito específica de repactuação de dívidas rurais.

O texto está na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado Federal e será relatado pelo Senador Renan Calheiros. Na última semana, a vice-presidente da FPA na Casa Alta, Senadora Tereza Cristina articulou uma reunião com o Ministro da Fazenda, Dario Durigan, o Presidente do Senado, Senador Davi Alcolumbre, e o relator para expor a atual situação do setor e avançar com o projeto.

A solicitação dos parlamentares agora é para que a pasta da Agricultura também reforce essa articulação dentro do próprio Executivo.
A proposta pode disponibilizar aproximadamente R$ 30 bilhões para a linha de financiamento, no entanto, o valor já é visto como insuficiente para o atual nível de endividamento.

“Nós estamos dando todo o apoio necessário para que o projeto tenha celeridade, inclusive pedimos ao ministro o apoio institucional do governo para que a gente consiga achar minimamente um alento. Vamos lembrar que os R$ 30 bilhões que estão previstos no PL 5.122 já são completamente insuficientes para o tamanho do problema enfrentado”, destacou o Presidente da FPA, Deputado Pedro Lupion.

A FPA entregou ao Ministro um ofício com os pleitos do setor junto ao MAPA:

1. Atuação para revisar as resoluções do Conselho Monetário Nacional (CMN) que conferem restrição ao crédito rural com base exclusiva no PRODES;
2. Assegurar que o Programa Nacional de Redução de Agrotóxicos (Pronara) siga apenas com função consultiva e técnica, sem sobrepor regulações atribuídas ao MAPA ou outros órgãos competentes, em respeito ao Marco Legal de Pesticidas;
3. Definir um cronograma de das regulamentações envolvendo a Lei de Pesticidas, a Lei do Autocontrole e a Lei dos Bioinsumos;
4. Ampliação do Plano Safra de modo que torne o acesso ao crédito mais fácil para pequenos e médios produtores;
5. Construir soluções estruturantes sobre o endividamento rural, tendo como foco a renegociação das dívidas rurais;
6. Atuação junto ao Ministério da Fazenda para publicação da lista complementar de insumos agropecuários com redução de 60% nas alíquotas do IBS e CBS;
7. Participação ativa nas discussões sobre a atualização da Lista Nacional de Espécies Exóticas Invasoras para defender posicionamento técnico sobre as espécies com relação econômica;
8. Suspensão ou revisão da portaria que traz exigências sobre a classificação e comercialização de morangos;
9. Articulação nas negociações sobre o Regulamento Europeu de Desmatamento (EUDR), da União Europeia;
10. Maior participação do setor produtivo nas negociações de acordos comerciais;
11.Esclarecimento sobre as portarias do MAPA que tratam sobre a rastreabilidade de pesticidas;
12. Revisão da norma que instituiu a Verificação Agrícola, Monitoramento e Conformidade de grãos de modo que a certificação continue sendo opcional e contratual, sem a imposição do Estado;
13. Definição de um cronograma claro sobre os anúncios envolvendo o Sistema Unificado de Informação, Petição e Avaliação Eletrônica (SISPA);
14. Aprimoramento das regulamentações de uso de drones na agropecuária, tendo como objetivo segurança jurídica, viabilidade e defesa da tecnologia;
15. Construir junto com os demais órgãos competentes do governo uma solução normativa para indenização de serviço voluntário em folga remunerada aos auditores fiscais federais agropecuários.

Ministro fala em reaproximação com a bancada

André de Paula ouviu dos parlamentares a demanda por uma maior participação da FPA nas decisões que tratam sobre políticas públicas para o setor. Uma sugestão dada pela ex-ministra da Agricultura, Senadora Tereza Cristina, foi a manutenção de encontros periódicos entre a bancada e a gestão do ministério.

“Todo governo, seja ele de que matiz for, enfrenta problemas, porque a agricultura tem necessidades e o cobertor é curto. Outras áreas também têm as suas demandas, e esse embate é necessário. Mas, quando o senhor tem uma frente como essa, ajudando a remar para a frente, facilita muito a vida”, disse a parlamentar. O Ministro afirmou que vai acolher a iniciativa. “Eu tenho disposição para isso e vou conversar com o Presidente [da FPA] Pedro Lupion para que a gente construa essa possibilidade”, destacou André de Paula.

Além da questão do crédito e do endividamento, o Vice-Presidente da FPA na Câmara, Deputado Arnaldo Jardim, fez ainda outro apelo ao ministro. Ele enfatizou a necessidade de uma “implantação radical” do Código Florestal. “Nós falamos das restrições de crédito via PRODES e é urgente. São problemas que vão surgindo porque não há essa matriz da análise do Cadastro Ambiental Rural (CAR)”, comentou Arnaldo Jardim ao lembrar do problema com as resoluções do Conselho Monetário Nacional responsáveis pela restrição de acesso ao crédito rural para produtores que estão em situação ambiental regular.

Veja o que disseram outros integrantes da FPA:

“Você, André de Paula, falou uma coisa que me deixou muito feliz de ouvir: ‘respeito aos demais colegas, mas nós temos que defender o agro’. E é isso que estamos sentindo falta no Ministério da Agricultura: uma atuação mais proativa”, disse o coordenador de Defesa Agropecuária da FPA, Deputado Domingos Sávio.

“Hoje, o que precisamos do Ministério da Agricultura, é salvar o ente produtivo chamado produtor rural, de qualquer tamanho. Ser salvo como célula produtiva. Ele não é um caloteiro, não é um mau caráter. Ele só não conseguiu produzir porque as condições oferecidas para ele são completamente adversas”, indicou o coordenador Institucional da FPA, Deputado Alceu Moreira.

“Independentemente do governo, a gente precisa avançar. A gente precisa cuidar de quem está devendo, de quem está desesperado, pagando as contas dos filhos, e vive da agropecuária”, pontuou a vice-presidente da região Centro-Oeste, Deputada Marussa Boldrin.

“O senhor disse que gostaria de deixar uma marca na sua gestão, que espero, seja muito profícua. Que a sua marca seja então para melhorar o PSR, para dar Seguro Rural a milhões de produtores”, destacou o coordenador da Comissão de Meio Ambiente da FPA, Deputado Pezenti.

“As novas regras do Prodes precisam ser revistas com urgência. É uma medida contraditória, que fere o processo legal e dificulta o acesso ao crédito rural, impactando diretamente o agro brasileiro”, afirmou o 2º vice-presidente da FPA no Senado, Senador Jaime Bagattoli.

“Eu diria que, tirando o café hoje no Brasil, todos os outros segmentos estão com muita dificuldade de fazer a próxima safra. É o momento, ministro, do Projeto 5122/2023. Nós, mais do que nunca, precisamos desse legado para as gerações futuras”, comentou o Deputado Pedro Westphalen.

“Eu não tenho dúvida de que nós vamos precisar pensar numa repactuação das condições de endividamento dos produtores rurais. E a gente espera muito um Plano Safra com volume de recurso suficiente e com uma quantidade de equalização de juros que possa baixar o principal custo do produtor rural, que é esse custo do financiamento, para que ele possa sobreviver”, disse o Deputado Fabio Garcia.

“Se eu pudesse, ministro, dizer algo para o senhor sair daqui com uma única missão, eu diria para tentar convencer o ministro Dario, o presidente Lula, de dar um quinhão do orçamento público correspondente à importância que a agropecuária tem”, solicitou o coordenador da Comissão de Infraestrutura e Logística da FPA, Deputado Tião Medeiros.

“Também existe outro Projeto de Lei (PL 320/2025), de autoria do Senador Heinze e eu fui designado relator, e trata exclusivamente da securitização, uma espécie de um Refis do campo. Eu queria aqui me prontificar junto à FPA e aos colegas do Senado Federal para que nós possamos ser céleres na tramitação desse projeto, o que eu acho que é convergente com o PL 5122”, disse o Senador Irajá.

“A gente tem inúmeros desafios: é o leite, a banana, a cebola, o morango, o alho. Nós estamos com inúmeros problemas nessas áreas. Mas gostaria de pedir uma atenção especial, principalmente, no nosso leite; que a gente já vem há muito tempo trabalhando e está ficando cada vez mais difícil para o produtor”, afirmou a Vice-Presidente da FPA para a Região Sudeste, Deputada Ana Paula Leão.

Fonte: Agência FPA, disponível no portal da SNA

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ARROZ/CEPEA: Comércio exterior ganha força, mas mercado interno segue em ritmo lento – MAIS SOJA

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Mesmo diante da recente recuperação dos preços no Rio Grande do Sul, o mercado brasileiro de arroz mantém baixa liquidez, refletindo o impasse entre os agentes do mercado. Segundo pesquisadores do Cepea, enquanto produtores mantêm uma postura cautelosa focados nos trabalhos nas lavouras e aguardando preços mais atrativos, compradores priorizaram a aquisição de produtos já disponíveis nos estoques internos, diante das incertezas quanto à disponibilidade e aos preços da matéria-prima.

Ao mesmo tempo, de acordo com o Centro de Pesquisas, as importações ganharam força em março, impulsionadas pela necessidade de suprimento e pela competitividade dos produtos importados.

Dados da Secex indicam que as importações brasileiras de arroz atingiram 176,1 mil toneladas em março, um avanço de 55,67% frente a fevereiro e de cerca de 70% em relação ao mesmo período de 2025, configurando o maior volume desde julho de 2024.

As exportações também avançaram em março, totalizando 240,7 mil toneladas, o maior volume dos últimos três meses, com alta de 12,1% frente a fevereiro e de 78,79% na comparação anual.

Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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