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Agro Mato Grosso

Pedágio na MT-130 sobe 4,46% e novas tarifas passam a valer em abril em MT

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O valor do pedágio da MT-130, entre Rondonópolis e Primavera do Leste terá reajuste de 4,46% a partir desta quarta-feira (1º). O aumento foi aprovado pela Agência de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso (Ager) e publicado no Diário Oficial do Estado no último dia 17.

Segundo a concessionária Morro da Mesa, o cálculo teve como base o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), considerado a inflação oficial do país. Segundo a Ager, o aumento segue a correção anual prevista em contrato, com base na inflação.

Veja os valores abaixo:

Rodovia MT 130 – Praça de Pedágio 01 – Rondonópolis e Praça de Pedágio 02 – Primavera do Leste

Tipo de tarifaValor com aumento
MotocicletasR$ 5,85
Veículos de passeio, caminhonetes e furgãoR$ 11,70
Eixo ComercialR$ 11,70

Em caso de passagem pelas duas praças, o valor total da viagem sobe para R$ 23,40.

A concessionária informou que a cobrança do pedágio é a principal fonte de recursos para manutenção, conservação e melhorias na rodovia.

Reajuste do pedágio começa a valer nesta quarta-feira (1º). — Foto: Reprodução/TVCA

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Intransitável: rodovia precária trava escoamento de soja e ameaça safra em MT

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A precariedade da rodovia MT-240, em Paranatinga, no interior de Mato Grosso, tem imposto sérios prejuízos ao agronegócio local. Em um trecho de cerca de 40 quilômetros, caminhoneiros e produtores enfrentam atoleiros constantes, longas filas e dificuldades extremas de tráfego, comprometendo diretamente o escoamento da produção de soja.

Com trechos praticamente intransitáveis, o transporte da safra ficou travado. Caminhoneiros relatam jornadas paradas por dias, sem conseguir avançar. Há casos de motoristas que chegam ao local à tarde e permanecem até o dia seguinte sem sair do lugar, presos no barro e aguardando ajuda.

A situação se agrava com as chuvas, que tornam o solo ainda mais instável. Sem estrutura adequada, muitos caminhões não conseguem tração e acabam atolando repetidamente ao longo do trajeto. Em alguns casos, veículos precisam ser resgatados mais de uma vez em poucos quilômetros, o que gera desgaste mecânico, prejuízos com manutenção e atrasos nas entregas. “Muitas noites a gente dorme aqui. Cheguei 3 horas da tarde ontem e agora já é hora do almoço e continuo parado. Isso acontece frequentemente. Não tem tração e o barro é muito”, relata o caminhoneiro Valter José da Silva.

Mesmo quando conseguem sair de um ponto crítico, o problema se repete poucos metros adiante. “Só troquei de lugar. Saí de um ponto e já parei em outro de novo”, afirmou outro motorista.

Além dos caminhoneiros, os produtores rurais também enfrentam impactos diretos. Com a dificuldade de acesso, parte da safra permanece no campo, já em estágio avançado de colheita. A impossibilidade de retirar a produção aumenta o risco de perdas em produtividade e qualidade dos grãos.

Produtores da região relatam que áreas inteiras ainda não foram colhidas por falta de caminhões disponíveis, já que muitos veículos estão presos na estrada. Em alguns casos, as perdas podem atingir centenas de hectares caso a situação persista.

Entre os afetados está o agricultor Heliton, que ainda precisa colher cerca de 800 hectares de um total de 1.800 cultivados nesta safra. Segundo ele, o cenário já compromete a produção. “Não conseguimos colher. Já estamos com risco de perder soja. Os caminhões ficam até três dias atolados ou na fila para serem puxados”, disse.

Mesmo com melhora no clima e previsão de sol, a colheita segue travada. “Não adianta o tempo abrir se não tem caminhão. Está tudo parado. Já estamos começando a calcular perdas”, afirmou. A estimativa é de prejuízo relevante: “Se continuar assim, podemos perder pelo menos 500 hectares”.

Em alguns pontos, a situação é tão crítica que propriedades rurais passaram a ser utilizadas como desvio improvisado. Caminhões atravessam lavouras para contornar os trechos mais danificados, causando ainda mais prejuízos. “Estão passando por cima da lavoura, virou estrada. A gente investe no solo e está vendo tudo ser destruído”, relatou um produtor, que já projeta perdas de cerca de 15%.

Além dos danos à produção, o impacto financeiro é direto. Com custos como arrendamento, estimado em cerca de 10 sacas por hectare, muitos produtores afirmam que não conseguirão sequer cobrir as despesas nesta safra.

A precariedade da rodovia também afasta transportadores. “Quem vai colocar caminhão aqui para estragar tudo? Ninguém vem”, afirmou um produtor. A dificuldade de acesso, agravada pela largura limitada da estrada, compromete inclusive ações de manutenção e atendimento emergencial.

Produtores reforçam que o problema é antigo e já foi alvo de ações junto ao Ministério Público. “Não é novidade. A gente quer saber quando isso vai acabar e qual é a solução. Chega um ponto em que não há mais viabilidade: não conseguimos trafegar, nem retirar a produção da lavoura”, concluiu.

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Cotação do milho disponível em Mato Grosso tem alta à R$ 46,54/saca

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O preço do milho no estado subiu 0,94% na última semana, encerrando o período na média de R$ 46,54/saca, na última sexta-feira, influenciado pela menor quantidade do grão disponível no mercado.

Já em São Paulo, a cotação do milho no Cepea encerrou a semana com declínio de 1,38%, e finalizou o período em média de R$ 70,68/saca.

O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) também informou, esta tarde, no boletim semanal do milho, que a paridade do contrato julho deste ano de milho encerrou em queda de 1,43%, quando comparada à da semana anterior, devido à constante baixa no prêmio de Santos, no mesmo mês, na última semana.

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Soja disponível em Mato Grosso sobe 2%

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O Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA) informou, há pouco, que a soja disponível no Estado teve alta de 2,37%, semana passada em relação a anterior, e fechou cotada em R$ 102,84 na última sexta-feira.

O preço da oleaginosa no indicador Cepea-Paranaguá (PR) registrou acréscimo de 0,92% frente à semana passada, encerrando o período na média de R$ 129,93/saca.

O diferencial de base Mato Grosso-CME aumentou 6% quando comparado à semana passada, reflexo da valorização do preço da soja em Mato Grosso.

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