Sustentabilidade
Canadense Corvian tem novo diretor de negócios para a AL – MAIS SOJA

O executivo Guilherme Belardo acaba de assumir o cargo de head e diretor de negócios da companhia canadense Corvian para a América Latina. Engenheiro agrônomo com formação e mestrado pela Esalq/USP e doutorado pela Unesp de Jaboticabal, Belardo conta 25 anos de experiência e construiu sua carreira em grandes empresas do agronegócio, como AGCO, CNH, Monsanto e Bayer.
A Corvian é uma empresa global líder em agricultura digital. Resulta de uma nova marca de tecnologias corporativas da companhia canadense Farmers Edge e se faz presente no Brasil há quase dez anos.
Por meio do conceito ‘Managed Services’ ou Serviços de Tecnologias Gerenciadas, a Corvian desenvolve projetos customizados a clientes corporativos. Entrega soluções de última geração para monitoramento agrícola por satélite e outras tecnologias, com aplicações estendidas a serviços financeiros, seguros, gestão de riscos diversos, produtividade agrícola, eficiência da cadeia de insumos e sustentabilidade socioambiental.
A Corvian mantém no Brasil uma carteira formada por mais de 300 clientes, incluindo empresas de seguros e crédito agrícola, clientes corporativos e grandes produtores do agronegócio, entre outros.
Sobre a Corvian
A Corvian é o parceiro de tecnologia corporativa e transformação digital para os setores de agricultura, alimentos, energia, seguros, CPG, finanças e cadeias de suprimentos sustentáveis. Apoiados pela Fairfax Financial (TSX: FFH) e fundamentados em mais de 30 patentes em AgTech, profundo conhecimento setorial, vasta experiência de campo e infraestrutura de nível corporativo, a Corvian viabiliza a transformação digital em escala empresarial. Seu modelo de “Managed Services” ponta a ponta unifica dados, tecnologia e entrega disciplinada para modernizar sistemas centrais e acelerar iniciativas digitais.
Fonte: Assessoria de imprensa Corvian
Sustentabilidade
Deral projeta 1a safra 2025/26 de milho no Paraná em 3,823 milhões de toneladas – MAIS SOJA

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento, estimou, em seu relatório mensal de março, que a produção da 1a safra de milho 2025/26 no Paraná deve alcançar 3,823 milhões de toneladas, alta de 28% frente às 2,993 milhões de toneladas colhidas na safra anterior (2024/25).
A área plantada foi projetada em 345,2 mil hectares, avanço de 25% sobre os 275,6 mil hectares cultivados em 2024/25. A produtividade média é estimada em 11.074 quilos por hectare, acima dos 10.861 quilos por hectare registrados na temporada passada.
2a safra 2025/26 de milho do Paraná é estimada em 17,540 milhões de toneladas
De acordo com o Deral, em seu relatório mensal de março, a produção da 2a safra de milho 2025/26 no Paraná deve atingir 17,540 milhões de toneladas, recuo de 1% frente às 17,642 milhões de toneladas colhidas na temporada anterior (2024/25).
A área cultivada foi estimada em 2,865 milhões de hectares, crescimento de 2% em relação aos 2,809 milhões de hectares da safra passada. A produtividade média foi projetada em 6.122 quilos por hectare, abaixo dos 6.285 quilos por hectare registrados em 2024/25.
Fonte: Safras News
Sustentabilidade
Época de semeadura da soja nos Estados Unidos – MAIS SOJA

A produção de soja nos Estados Unidos (EUA) estende-se, em latitude, desde o norte da Dakota do Norte (49°N) até a Louisiana (30°N) e, em longitude, de Nebraska (104°O) até a Pensilvânia (76°O). De modo geral, o período ideal para a semeadura da soja nessa região compreende a última quinzena de abril e a primeira semana de maio. Nessa janela, o estabelecimento da cultura ocorre de forma mais rápida e uniforme, fator crucial para a consolidação do potencial produtivo (Edreira et al., 2017; Morris et al., 2021).
Segundo Mourtzinis et al. (2019), os produtores americanos semeiam, em média, com 12 dias de atraso em relação à data ótima. Apenas o ajuste dessa janela de semeadura poderia resultar em um incremento de 10% na produtividade média dos EUA. Corroborando essa tese, uma análise de 3.126 lavouras de soja americanas aponta que áreas de alta produtividade são semeadas, em média, sete dias antes das de baixo rendimento, apresentando produtividades de 4,4 t ha-1 e 3,7 t ha-1, respectivamente (Edreira et al., 2017).
A semeadura precoce nos Estados Unidos, geralmente realizada de 20 a abril, tende a resultar em maiores produtividades. Isso ocorre porque o ciclo da cultura se beneficia de uma estação de crescimento mais longa, permitindo o desenvolvimento de um maior número de nós e favorecendo a coincidência entre o início da fase reprodutiva e o período de maior disponibilidade de radiação solar, próximo ao solstício de verão no hemisfério Norte (21 de junho). A redução da produtividade associada à semeadura tardia varia de 1 a 33 kg ha-1 dia-1, conforme o ambiente e os respectivos padrões climáticos sazonais (Figura 1).
Figura 1. Área de cultivo de soja nos Estados Unidos com a data ótima para a semeadura de soja e perda diária de produtividade em semeaduras após a data ótima nos Estados Unidos em ambientes de sequeiro (exceto na região de Nebraska e parte do Kansas, que são lavouras majoritariamente irrigadas).
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Referências:
EDREIRA, J. I. R. et al. Assessing causes of yield gaps in agricultural areas with diversity in climate and soils. Agricultural and forest meteorology, v. 247, p. 170-180, 2017. Disponível em: < https://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0168192317302265>, acesso: 14/02/2026
MORRIS, T. C. et al. Maximizing soybean yield by understanding planting date, maturity group, and seeding rate interactions in North Carolina. Crop Science, v. 61, n. 6, p. 4365-4382, 2021. Disponível em: < https://acsess.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.1002/csc2.20603 > , acesso: 14/02/2026

Sustentabilidade
Paraná projeta safra de 21,9 milhões de toneladas em 2025/26, aponta Deral

O Departamento de Economia Rural (Deral), da Secretaria de Agricultura do Paraná, estima que a safra de soja 2025/26 no estado alcance 21,888 milhões de toneladas. O volume representa um crescimento de 3% em relação à temporada anterior, quando foram colhidas 21,207 milhões de toneladas.
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De acordo com o relatório mensal de março, o avanço na produção ocorre principalmente em função da melhora na produtividade. A média foi projetada em 3.793 quilos por hectare, acima dos 3.676 quilos por hectare registrados na safra 2024/25.
Já a área plantada apresenta estabilidade. Para o novo ciclo, a estimativa é de 5,771 milhões de hectares, praticamente no mesmo patamar dos 5,769 milhões de hectares cultivados na temporada anterior.
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