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24 de junho de 2026

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PZ Empreendimentos avança em MT em meio ao boom imobiliário impulsionado pelo agro

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A PZ Empreendimentos consolida sua presença em Mato Grosso com três empreendimentos em andamento em Sinop em um cenário de forte expansão do mercado imobiliário no interior do estado. Esse boom é impulsionado pelo agronegócio e pelo crescimento acelerado de cidades como Sinop, Sorriso e Lucas do Rio Verde, que registram valorização urbana e aumento da demanda por projetos corporativos, logísticos e bairros planejados.

Esse movimento é sustentado por indicadores econômicos robustos. Em Sinop, por exemplo, mais de 8 mil novas empresas foram abertas em 2025, um crescimento de 16,3% em relação ao ano anterior, refletindo o dinamismo da economia local. O avanço do agro e da agroindústria gera um efeito em cadeia que impulsiona setores como construção civil, serviços e o próprio mercado imobiliário.

Com mais renda circulando, aumento populacional e demanda crescente por infraestrutura, o cenário exige soluções que vão além da habitação tradicional. É nesse contexto que a PZ estrutura sua atuação no estado, com projetos que acompanham a nova dinâmica econômica e urbana da região.

Entre os empreendimentos, o PZ Offices surge para atender à demanda por espaços corporativos modernos, alinhados ao novo perfil empresarial das cidades do interior. Já o PZ Log acompanha o avanço da logística, oferecendo infraestrutura voltada ao escoamento e armazenamento, diretamente conectada ao crescimento do agro. No segmento urbano, o Parque Sinop reforça a tendência de bairros planejados, com foco em qualidade de vida e valorização imobiliária.

Para o CEO da PZ Empreendimentos, Filipe Pitz, o ambiente econômico do estado foi determinante para a expansão da empresa.

“O agro foi o grande motor dessa transformação. Ele não só gera riqueza, como cria uma demanda real por cidades mais estruturadas, com serviços, moradia qualificada e espaços empresariais modernos. Mato Grosso vive um momento único, e a PZ chega para contribuir com esse novo ciclo de desenvolvimento”, afirma.

Segundo ele, a estratégia da empresa está baseada em planejamento e visão de longo prazo.

“Não estamos falando apenas de construir, mas de desenvolver projetos que acompanhem o crescimento das cidades. O PZ Offices, o PZ Log e o Parque Sinop são exemplos dessa atuação integrada, pensada para atender às novas necessidades do mercado”, completa.

Com projeções de crescimento econômico acima da média nacional, Mato Grosso consolida um cenário que atrai investidores e amplia o protagonismo do interior. Nesse contexto, o mercado imobiliário se fortalece como um dos principais vetores desse desenvolvimento, acompanhando e estruturando a transformação das cidades.

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Mato Grosso dá salto na ciência com entrega de Centro de Inovação em Várzea Grande

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Governador Otaviano Pivetta inaugura o complexo nesta tarde (25). Espaço possui ambientes inteligentes e equipamentos de ponta para pesquisadores

O governador Otaviano Pivetta inaugura nesta quinta-feira (25.6), às 14h30, o Centro de Inovação do Parque Tecnológico Mato Grosso, em Várzea Grande. Um dos mais importantes empreendimentos voltados à ciência, tecnologia e inovação do Estado, após dez anos de planejamento, estruturação e execução.

O Centro de Inovação recebeu investimento aproximado de R$ 25 milhões e conta com uma moderna estrutura de 3.920,31 m2 de área construída, com três pavimentos, ambientes inteligentes, laboratórios especializados e equipamentos de alta performance destinados à pesquisa e inovação.

Serviço

O quê: Inauguração do Centro de Inovação do Parque Tecnológico Mato Grosso

Quando: Quinta-feira, (25.6)

Onde: Av. Projetada A, s/n, bairro Chapéu do Sol – Várzea Grande

Horário: 14h30

Com Assessoria

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Agro Mato Grosso

Incêndios em propriedades rurais: como o produtor deve agir para se proteger MT

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Além dos danos ambientais e econômicos, registro formal da ocorrência e produção de provas são fundamentais para resguardar o produtor de possíveis responsabilizações indevidas

Os incêndios em áreas rurais representam uma das maiores ameaças ao patrimônio, à produção agrícola e à preservação ambiental. Além dos prejuízos causados ao solo, às lavouras, aos animais e às estruturas das propriedades, o produtor rural também pode enfrentar questionamentos e processos relacionados à origem do fogo. Diante desse cenário, especialistas e produtores reforçam a importância de agir rapidamente após uma ocorrência para registrar os fatos e garantir proteção jurídica.

De acordo com o vice-coordenador da Comissão de Sustentabilidade da Aprosoja Mato Grosso, Nathan Belusso, ainda existe muita desinformação sobre a relação entre o produtor rural e as queimadas. Segundo ele, a ideia de que os incêndios são provocados, em sua maioria, pelos produtores não condiz com a realidade do campo.

“A agricultura brasileira sofre diariamente com desinformações e ataques infundados. Na questão das queimadas, uma das principais falácias é que o produtor seria responsável pela maioria dos incêndios. Na prática, o produtor é um dos maiores prejudicados, porque o fogo destrói a matéria orgânica do solo, compromete a fertilidade, reduz a produtividade e ainda coloca em risco lavouras, máquinas, animais e vidas humanas”, afirma.

Belusso destaca que muitos produtores investem em ações preventivas e estruturas de combate inicial ao fogo, como brigadas próprias, tanques de água, tratores e grades para contenção das chamas. Ainda assim, quando um incêndio atinge a propriedade, algumas medidas devem ser tomadas imediatamente.

A principal orientação é comunicar oficialmente os órgãos competentes e registrar a ocorrência por meio de um boletim de ocorrência (BO), detalhando o local, a data e as possíveis circunstâncias do incêndio. Outra medida recomendada é a elaboração de uma ata notarial em cartório, documento que registra formalmente a situação encontrada na propriedade após o incidente.

“É importante que o produtor faça o boletim de ocorrência e, se possível, solicite uma ata notarial para documentar os danos e as circunstâncias do incêndio. Isso ajuda a evitar acusações indevidas de crime ambiental e garante que ele tenha elementos para comprovar que também foi vítima da situação”, explica Belusso.

Segundo o representante da Aprosoja MT, muitos incêndios têm origem acidental ou natural, especialmente durante o período seco, quando as altas temperaturas, a baixa umidade e até mesmo a incidência de raios favorecem o surgimento de focos de fogo em áreas de vegetação.

Prejuízos que vão além da área queimada  

O delegado coordenador do Núcleo Vale do Guaporé da Aprosoja MT, Yuri Nunes Cervo, conhece de perto os impactos causados pelos incêndios. Em 2020, sua propriedade enfrentou um dos maiores incêndios já registrados na região, com chamas que avançaram por áreas de reserva e exigiram dias de combate intenso.

Segundo ele, o controle do fogo mobilizou praticamente toda a equipe da fazenda, que utilizou abafadores, bombas costais, caminhonetes com reservatórios de água e diversos equipamentos para tentar conter as chamas em uma área de mata fechada.

“Foram mais de três dias consecutivos de combate dentro da mata. O fogo avançava tanto pelas copas das árvores quanto pela camada de palhada acumulada no solo, o que dificultava identificar onde as chamas estavam se propagando. O calor, a fumaça e as mudanças constantes do vento tornavam a situação extremamente perigosa”, relata.

Além dos danos imediatos, Yuri destaca que o fogo compromete anos de investimentos em conservação do solo. Práticas como o cultivo consorciado, o uso de cobertura vegetal, a integração com a pecuária e a aplicação de insumos biológicos perdem grande parte da sua eficiência quando a matéria orgânica é consumida pelas chamas.

“Quando o fogo atinge uma área produtiva, ele destrói todo um trabalho realizado para melhorar a qualidade do solo. São perdas relacionadas à matéria orgânica, à microbiota, à ciclagem de nutrientes, ao armazenamento de umidade e a diversos outros fatores que influenciam diretamente a produtividade”, explica.

Além dos prejuízos econômicos, ele ressalta os riscos à segurança dos trabalhadores, dos animais e das estruturas da propriedade, como alojamentos, residências e galpões.

Documentação pode evitar problemas futuros  

Para os produtores, os danos provocados pelo fogo muitas vezes não terminam quando as chamas são controladas. Em alguns casos, mesmo sendo vítima da situação, o proprietário pode enfrentar questionamentos ou investigações sobre a origem do incêndio.

Por isso, é recomendado que o produtor reúna o máximo possível de informações e evidências logo após a ocorrência. Fotografias, vídeos, registros da atuação das equipes de combate, testemunhos e documentos oficiais podem ser fundamentais para demonstrar a origem do incêndio e as medidas adotadas para conter o avanço das chamas.

“Além de lidar com os prejuízos causados pelo fogo, o produtor precisa se preocupar com a segurança jurídica. Registrar os fatos e manter toda a documentação organizada é essencial para comprovar que ele adotou as medidas necessárias e que também foi afetado pela ocorrência”, ressalta Belusso.

Yuri lembra ainda que a prevenção continua sendo a principal ferramenta para reduzir riscos. Segundo ele, produtores rurais têm investido constantemente em capacitação, treinamento de brigadas, integração com o Corpo de Bombeiros e disponibilização de equipamentos para o combate aos incêndios.

“O produtor é o maior interessado em preservar tanto as áreas produtivas quanto as áreas de reserva. Por isso, participa de cursos, mantém contato direto com os órgãos de combate ao fogo e investe em ações preventivas. A preservação é uma necessidade para quem vive da terra”, conclui.

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Agro Mato Grosso

MT supera 20% da colheita de milho e mantém avanço safra 25/26

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A colheita do milho da safra 2025/26 em Mato Grosso alcançou 20,86% da área projetada para o estado. Os dados constam no novo boletim do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea), publicado na segunda-feira (22), e apontam que os trabalhos no campo avançaram 9,57 pontos percentuais (p.p.) na terceira semana de junho, mantendo Mato Grosso à frente do ritmo registrado no mesmo período da safra passada, quando o percentual colhido era de 14,08%.

De acordo com o Imea, o avanço da colheita se deve às condições climáticas observadas ao longo das últimas semanas, que têm permitido o andamento das operações nas principais regiões produtoras.

O Médio-Norte de Mato Grosso lidera a colheita, entre as regiões, com 29,92% da área já retirada das lavouras. Na outra ponta está a região Sudeste, que registra 5,48% da área colhida.

“Essas safras e regiões foram os principais pontos de atenção ao longo de todo o desenvolvimento. As regiões Sudeste e Nordeste apresentaram impactos decorrentes de uma colheita mais tardia da soja e, consequentemente, de uma semeadura também mais tardia do milho. Ainda assim, são regiões que vêm apresentando bom potencial produtivo”, afirmou Milena Bezerra, analista de mercado no Imea.

Ainda segundo Milena, o Médio-Norte se destaca com quase 30% de toda a área colhida, pois a região é tanto influenciada pela semeadura, que começa primeiro, como também pela capacidade operacional.

Produção estimada

De acordo com o último levantamento do Imea, a produtividade média do milho é de 120,28 sacas por hectare. Em fevereiro, março e abril, a estimativa de produtividade era de 116,61 sacas por hectare. Em maio, o índice subiu para 118,71 sacas por hectare. Já a produção estimada à atual safra está em 53,35 milhões de toneladas.

Outro destaque é a consolidação da expectativa de uma das maiores safras de milho da história de Mato Grosso na safra 25/26. Isso porque a área cultivada foi mantida em 7,39 milhões de hectares.

Enquanto isso, a comercialização do milho ocorre em ritmo mais moderado nas lavouras mato-grossenses. Dados do boletim mostram que, até a terceira semana de junho, os produtores negociaram 47,32% da produção estimada da safra 25/26. O resultado representa avanço em relação aos meses anteriores, quando o índice era de 31,02% em fevereiro, 34,33% em março, 39,51% em abril e 45,84% em maio.

Em relação à safra 2026/27, mais de 4,50% da produção de milho estimada para o próximo ciclo já foi comercializada. A venda antecipada mostra uma evolução observada no último quadrimestre. Em fevereiro, o percentual era de 0,05%, passando para 0,60% em março, 1,55% em abril e 2,69% em maio. (com Assessoria/IMEA)

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Agro MT