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Como ficaram as cotações de soja de hoje? Confira os dados de mercado

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Foto: Pixabay

O mercado brasileiro de soja apresentou poucos negócios nesta quarta-feira (11), com cotações sem maiores alterações. Houve apenas pequenos lotes negociados no mercado físico, enquanto a Bolsa de Chicago operou em um ambiente de incertezas e encerrou o dia em território positivo.

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Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, houve poucos players atuando no mercado. O cenário ainda reflete a alta dos fretes marítimos, movimento que ganhou força após a valorização do petróleo no mercado internacional.

De acordo com o analista, muitas tradings estão sem margem para formar preços, o que reduz o número de indicações ao longo do dia. Ao mesmo tempo, o produtor também permanece afastado das negociações neste momento, enquanto a colheita de soja segue avançando no país.

Preços de soja no Brasil

  • Passo Fundo (RS): subiu de R$ 124,50 para R$ 125,00
  • Santa Rosa (RS): subiu de R$ 125,50 para R$ 126,00
  • Cascavel (PR): permaneceu em R$ 120,00
  • Rondonópolis (MT): subiu de R$ 109,00 para R$ 111,00
  • Dourados (MS): subiu de R$ 110,00 para R$ 112,00
  • Rio Verde (GO): permaneceu em R$ 111,00
  • Paranaguá (PR): permaneceu em R$ 131,00
  • Rio Grande (RS): subiu de R$ 130,50 para R$ 131,00

Soja em Chicago

No mercado internacional, os contratos futuros da soja fecharam em alta nesta quarta-feira na Bolsa de Mercadorias de Chicago (CBOT). O mercado encontrou suporte na forte valorização do petróleo, que chegou a subir mais de 5% em Nova York diante do aumento das tensões no Oriente Médio.

Esse movimento impulsionou principalmente as cotações do óleo de soja, produto utilizado na produção de biodiesel, o que acabou sustentando também os preços da oleaginosa.

A soja também recebeu suporte da expectativa de novas compras de soja norte-americana pela China. Segundo a Dow Jones, autoridades dos Estados Unidos e da China, incluindo o secretário do Tesouro norte-americano Scott Bessent, devem se reunir neste final de semana. Traders esperam que o encontro resulte em um acordo para ampliar as compras chinesas da oleaginosa.

Contratos futuros de soja

Os contratos da soja em grão com entrega em maio fecharam com alta de 12,25 centavos de dólar, ou 1,01%, a US$ 12,14 por bushel. A posição julho teve cotação de US$ 12,27 1/4 por bushel, com aceleração de 12,25 centavos de dólar ou 1,00%.

Entre os subprodutos, a posição maio do farelo fechou com ganho de US$ 0,90 ou 0,28% a US$ 315,40 por tonelada. No óleo, os contratos com vencimento em maio encerraram a 67,16 centavos de dólar por libra-peso, com valorização de 1,54 centavos ou 2,34%.

Câmbio

No câmbio, o dólar comercial encerrou a sessão em alta de 0,03%, sendo negociado a R$ 5,1591 para venda e a R$ 5,1571 para compra. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 5,1468 e a máxima de R$ 5,1823.

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Agro Mato Grosso

Avião que buscava paciente de UTI cai com médico e enfermeira a bordo em MT; veja vídeo

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Uma aeronave usada no transporte de pacientes caiu durante uma operação nesta quarta-feira (11), no município de Nova Bandeirantes, a 980 km de Cuiabá. A bordo estavam dois tripulantes, além de um médico e uma enfermeira. Ninguém ficou ferido.

Segundo a empresa Abelha Táxi Aéreo, a aeronave seguia para uma missão médica de remoção aérea de um paciente atendido pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O paciente estava internado em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e seria transferido para Cuiabá.

A causa da queda ainda não foi divulgada. A empresa informou que, por segurança, foi autorizada a manipulação e o desviramento da aeronave no local, já que ainda havia combustível nos tanques. A medida foi adotada para evitar riscos adicionais.

“A Abelha Táxi Aéreo, que atua há 38 anos no setor, informou que está adotando todas as medidas necessárias e prestando assistência aos envolvidos. […] Ninguém ficou ferido e foram registrados apenas danos materiais”, informou a empresa.

 

A empresa também afirmou que permanece à disposição para prestar esclarecimentos.

O caso segue sob investigação.

Avião que transportava pacientes cai em Nova Bandeirantes (MT) — Foto: Reprodução

VIDEO:

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Você sabia que a votação para o Prêmio Personagem Soja Brasil 25/26 já está aberta?

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Imagem gerada por IA

Ei, você: sabia que já está aberta a votação para o Prêmio Personagem Soja Brasil 2025/26? Para participar é simples: basta acessar o link da votação e escolher seu produtor e um pesquisador favorito. Os canditados são aqueles que fazem a diferença na cadeia da soja no país. Confira os indicados:

Pesquisadores

Ricardo Andrade
O pesquisador Ricardo Andrade atua no desenvolvimento de tecnologias que ajudam a soja a produzir bem mesmo em condições climáticas adversas no oeste da Bahia. Engenheiro agrônomo e especialista em fisiologia vegetal, ele trabalha principalmente com estudos voltados à adaptação das plantas a estresses como a seca.

Seu trabalho busca entender como a soja reage ao ambiente e como pode se tornar mais resiliente diante das mudanças climáticas. Entre as linhas de pesquisa estão técnicas com bioestimulantes que aumentam a tolerância da planta a condições adversas e elevam o potencial produtivo.

Andrade também destaca a importância da educação e da formação de novos profissionais para o avanço do agro brasileiro. Para ele, a maior recompensa da pesquisa é ver tecnologias desenvolvidas no laboratório sendo aplicadas nas lavouras pelos produtores.

Fernando Adegas
Pesquisador da Embrapa Soja, Fernando Adegas construiu carreira dedicada ao manejo de plantas daninhas e ao desenvolvimento de estratégias para evitar perdas na produção agrícola.

Filho de família ligada ao campo, decidiu seguir a agronomia ao perceber a importância da agricultura para a economia brasileira. Após atuar na extensão rural no Paraná, aprofundou seus estudos na área de plantas daninhas, tema que se tornou central em sua trajetória científica.

Na Embrapa, acompanha a evolução dos sistemas de produção e o surgimento de plantas resistentes a herbicidas, trabalhando no desenvolvimento de técnicas de manejo integrado. O objetivo é garantir que os produtores consigam controlar as invasoras e manter a produtividade das lavouras, respeitando as diferenças entre regiões e biomas do país.

Leandro Paiola Albrecht
O pesquisador Supra da UFPR, Leandro Paiola Albrecht, desenvolve estudos voltados ao manejo de plantas daninhas e à busca por soluções que aumentem a produtividade e a rentabilidade da soja.

Seu trabalho vai além do uso de herbicidas, envolvendo práticas como rotação de culturas, cobertura do solo e estratégias integradas dentro do sistema produtivo. Ele também participa de pesquisas sobre resistência de plantas daninhas em áreas de soja no Brasil e no Paraguai, avaliando espécies como buva, caruru e capim-amargoso.

Esses estudos ajudam a identificar novas formas de controle e evitar perdas significativas nas lavouras. Segundo o pesquisador, o objetivo é integrar diferentes tecnologias para gerar soluções práticas e acessíveis aos produtores, garantindo produtividade, rentabilidade e sustentabilidade no campo.

Produtores

João Damasceno
Produtor rural do Tocantins, João Damasceno levou o sonho da soja para o Norte do Brasil e ajudou a consolidar a produção na região.

A história da fazenda começou ainda com seu pai, que adquiriu a propriedade na década de 1940. A partir da safra 1993/94, a família passou a investir na soja, substituindo outras culturas e ampliando gradualmente a área plantada e o parque de máquinas.

Com apoio técnico da Embrapa, adotou sistemas de rotação de culturas e integração com a pecuária, garantindo mais sustentabilidade à produção. Hoje a fazenda reúne soja como cultura principal, além de milho safrinha, gergelim, confinamento de gado e seringueira, além de estrutura própria de secagem e armazenamento.

Mesmo com oportunidades de expansão, a família decidiu investir na propriedade original, que carrega valor histórico e sentimental. Para Damasceno, produzir soja também significa preservar o legado familiar construído ao longo de gerações.

Maira Lelis
Produtora rural de Guaíra (SP), Maira Lelis representa uma nova geração do agro que une tradição, tecnologia e sustentabilidade.

A história da fazenda começou há mais de 80 anos com seu avô, quando a área ainda era formada por cerrado. Ao longo do tempo, a propriedade evoluiu com mecanização, adoção de tecnologias e ampliação da produção de grãos.

Hoje a gestão é focada em inovação, eficiência e redução de custos. Entre as práticas adotadas estão rotação de culturas, uso de plantas de cobertura e aplicação de microrganismos para fortalecer a saúde do solo e aumentar a produtividade da soja.

Uma das iniciativas recentes é a criação de um corredor ecológico com árvores que produzem pólen ao longo do ano, ajudando a atrair inimigos naturais das pragas e equilibrar o sistema produtivo. Para Maira, produzir alimento com responsabilidade ambiental e preparar o solo para as próximas gerações é parte essencial da missão no campo.

Carlos Eduardo Carnieletto
A trajetória de Carlos Eduardo Carnieletto nasceu dentro da agricultura familiar no Paraná. A produção começou com os pais, em uma pequena área cultivada com muito trabalho e dedicação.

Ao longo dos anos, a estrutura da propriedade foi ampliada e consolidada. Formado em agronomia pela Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), ele manteve a ligação com o campo e hoje administra sua área com foco em eficiência e gestão.

Diante de custos elevados e preços pressionados, busca aumentar a produtividade sem elevar os gastos da lavoura. Entre as práticas adotadas estão o uso de biológicos, coinoculação e acompanhamento constante das lavouras.

Para ele, o solo é o principal patrimônio do agricultor. Por isso investe em conservação, cobertura e manejo adequado da terra. Mesmo diante dos desafios do setor, Carlos acredita nos ciclos da agricultura e mantém a convicção de seguir produzindo. Encerrar uma safra com bons resultados continua sendo sua maior motivação.

A votação para escolher o Personagem Soja Brasil da safra 2025/26 vai até o dia 10 de abril. Participe!

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Agro Mato Grosso

Lucas do Rio Verde lidera geração de empregos na região e é o 2º no Brasil I MT

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Levantamento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, com dados do Novo Caged, aponta saldo de 1.767 vagas

Lucas do Rio Verde registrou saldo positivo de 1.767 empregos em 2025 e ocupa a segunda colocação no ranking nacional entre cidades com população de 91.693 a 101.880 habitantes, atrás apenas de Cajamar (SP).

O dado faz parte de um levantamento da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Planejamento e Cidade, com base no Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que também coloca o município na liderança da geração de empregos no Centro-Oeste e em primeiro lugar no estado de Mato Grosso, entre cidades com populações equivalentes.

Entre os municípios do Centro-Oeste, Lucas do Rio Verde aparece na liderança, seguido por Primavera do Leste (MT), Cáceres (MT), Cidade Ocidental (GO) e Ponta Porã (MS).

Os dados do Caged revelam um crescimento contínuo na geração de empregos em Lucas do Rio Verde ao longo dos últimos anos, refletindo a força da economia local e o ambiente favorável para investimentos e expansão de empresas.

Em 2024, o município já havia alcançado destaque nacional ao ser o maior gerador de empregos do país entre cidades com população entre 81.505 e 91.692 habitantes. Foram 10.673 admissões, com saldo positivo de 1.223 vagas no acumulado do ano.

Em 2023, Lucas do Rio Verde também figurou entre os principais geradores de empregos do Brasil, ocupando a quarta posição nacional entre municípios com populações equivalentes, além de liderar o ranking estadual.

O histórico reforça a consistência do crescimento econômico local. Em 2021, foram registradas 21.372 admissões, com saldo positivo de 2.230 empregos. Em 2022, o município contabilizou 23.556 admissões e saldo de 1.852 vagas. Já em 2023, foram 25.190 contratações, com saldo positivo de 1.437 postos de trabalho.

 

Ambiente favorável ao desenvolvimento

A administração municipal tem investido em ações que facilitam a abertura e a operação de empresas, reduzem a burocracia e ampliam as oportunidades de qualificação profissional. Parcerias com instituições como Sebrae, Senai, Sest Senat, Sesc, Senac e Senar, além do programa Ser Família Capacita do Governo do Estado, têm oferecido cursos gratuitos em diversas áreas, preparando trabalhadores para as demandas do mercado.

Paralelamente, o município mantém investimentos importantes em infraestrutura, saúde, educação, habitação e segurança pública, criando um ambiente propício para o crescimento econômico e social.

Segundo o prefeito Miguel Vaz, os números refletem um trabalho conjunto entre o poder público e a iniciativa privada. “Lucas do Rio Verde tem uma economia dinâmica e uma população empreendedora. Nosso papel, como gestão pública, é criar condições para que as empresas invistam, cresçam e gerem oportunidades. Esses resultados mostram que estamos no caminho certo, fortalecendo a geração de emprego e renda e ampliando as oportunidades para os luverdenses”, destacou.

 

Desenvolvimento que gera oportunidades

Com população estimada em 95.792 habitantes, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística em 2025, Lucas do Rio Verde segue se consolidando como um dos municípios que mais cresecem e se desenvolvem no país. Além dos indicadores econômicos, a cidade tem avançado na construção de um ambiente sustentável, com investimentos em planejamento urbano, serviços públicos e qualidade de vida para a população. Além disso, tem investido fortemente em políticas públicas de habitação, o que atrai a confiança de investidores do setor privado para investirem no município.

O desempenho na geração de empregos reforça o papel do município como referência de desenvolvimento econômico e social, demonstrando como políticas públicas eficientes e parcerias estratégicas podem impulsionar a economia local e gerar mais oportunidades para a população.

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Agro MT