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Sustentabilidade

Tensão no Oriente Médio sustenta soja em Chicago; mercado aguarda relatório do USDA

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Foto: Pixabay

O conflito no Oriente Médio, especialmente envolvendo o Irã, trouxe reflexos para o mercado internacional da soja ao longo da semana. A principal repercussão foi observada nos contratos futuros de óleo de soja negociados na Bolsa de Chicago (CBOT), que acabaram sustentando também os preços do grão.

Segundo o analista da equipe de Inteligência de Mercado da Safras & Mercado, Rafael Silveira, o contrato de óleo com vencimento em maio, o mais negociado, caminha para encerrar a semana acima de 66,00 centavos de dólar por libra-peso. Já o contrato maio da soja em grão chegou a se aproximar da faixa de US$ 11,90 por bushel.

De acordo com o analista, a valorização do óleo acaba oferecendo suporte momentâneo aos contratos do grão. No entanto, o avanço do petróleo pode ter efeitos mais amplos, especialmente no custo da logística internacional.

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Caso o petróleo siga em níveis elevados, o frete tende a ficar mais caro, mantendo os prêmios nos portos do Golfo dos Estados Unidos em patamares elevados. Esse cenário pode dificultar ainda mais as compras de soja americana pela China, reduzindo as margens das indústrias esmagadoras devido ao aumento do custo total da matéria-prima.

As importações chinesas de soja dos Estados Unidos, que já vinham enfraquecidas, enfrentariam assim um novo obstáculo com o encarecimento logístico. Segundo Silveira, parte dos cerca de 20 milhões de toneladas que deveriam ser exportadas pelos EUA pode acabar não se concretizando, o que deixaria os estoques americanos mais confortáveis e poderia abrir espaço para correções na Bolsa de Chicago no curto e médio prazo.

No curto prazo, a alta do óleo sustenta os preços da soja. Porém, caso o farelo comece a recuar, seja por mudança no perfil da demanda ou maior foco no óleo, o grão também pode sentir pressão e recuar, reequilibrando as margens de esmagamento nos Estados Unidos.

Apesar do suporte vindo do complexo soja, alguns fatores continuam limitando ganhos mais expressivos. A safra brasileira, em plena colheita, entra com grande volume no mercado internacional. Neste momento, o produto brasileiro é considerado mais competitivo e atrativo para a China.

Outro ponto de atenção é o possível encontro entre os líderes de China e Estados Unidos, que poderia abrir espaço para novos acordos comerciais envolvendo a soja. Apesar de a reunião entre Donald Trump e Xi Jinping seguir prevista, agentes do mercado mantêm cautela sobre a possibilidade de avanços concretos.

Relatório USDA

Além disso, o mercado acompanha o relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), que será divulgado na terça-feira, dia 10. A expectativa é de redução nos estoques finais de soja dos Estados Unidos na temporada 2025/26, passando de 350 milhões para 343 milhões de bushels.

No cenário global, analistas consultados por agências internacionais projetam estoques finais de soja em 125 milhões de toneladas para 2025/26, levemente abaixo das 125,5 milhões indicadas no relatório anterior.

Para a América do Sul, o mercado também espera ajustes nas estimativas de produção. A safra brasileira pode ser revisada de 180 milhões para 179,3 milhões de toneladas, enquanto a produção argentina deve cair de 48,5 milhões para 48,1 milhões de toneladas

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Sustentabilidade

Trigo/Cepea: Queda nas importações favorece liquides no mercado interno – MAIS SOJA

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Segundo dados do Cepea, as importações brasileiras de trigo vêm diminuindo nos últimos meses. Em fevereiro, as compras externas foram as menores em 18 anos para um único mês. No acumulado de 12 meses, o volume adquirido é o mais baixo desde o período encerrado em setembro de 2024. Pesquisadores do Cepea apontam que, para os próximos meses, o aumento no valor do dólar e os estoques mais ajustados nos moinhos podem manter as compras externas lentas e favorecer o aumento da liquidez no mercado interno.

De acordo com pesquisadores do Cepea, agentes do mercado de trigo estiveram atentos aos conflitos no Oriente Médio, que repercutiram no mercado internacional e elevaram as cotações futuras. A valorização do dólar frente ao Real na última semana também favoreceu pedidos de preços mais altos por parte de vendedores domésticos.

Fonte: Cepea



 

FONTE

Autor:CEPEA

Site: CEPEA

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Sustentabilidade

Milho/BR: Milho avança no Brasil: colheita do verão cresce e safrinha já se aproxima de 76% – MAIS SOJA

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Em MG, a colheita ocorre nas áreas irrigadas com boas produtividades sendo obtidas. No RS, a colheita avança no estado, com bons rendimentos. Nas áreas de safrinha, a estiagem já causa perdas no potencial produtivo. No MA, BA e PI, as precipitações ocorridas favoreceram as lavouras em todos os estádios.

Em SP, o tempo seco favoreceu o avanço da colheita. Em SC, a redução das chuvas favoreceu o avanço na colheita e as produtividades são consideradas satisfatórias. Em GO, o tempo seco favoreceu a maturação das lavouras. No PA, as precipitações frequentes favorecem o desenvolvimento do cereal.

Milho 2ª Safra – 75,9% semeado.

Em MT, o plantio avança e as condições climáticas favorecem o desenvolvimento do cereal. No PR, o tempo seco e as altas temperaturas afetam o desenvolvimento do milho em parte do estado. Em MS, o plantio não acompanha a colheita da soja por falta de umidade no solo.

Em GO, apesar do atraso, o plantio segue para a reta final e a umidade do solo favorece o desenvolvimento da cultura. Em MG, o clima favorável permitiu grande avanço da área semeada. No TO, as chuvas constantes beneficiam o desenvolvimento da cultura e a semeadura deve se prolongar até meados de março.

No MA e PI, as chuvas frequentes retardam a colheita da soja e consequentemente o plantio da segunda safra. No PA, o plantio acompanha a colheita da soja e as condições climáticas continuam a favorecer o desenvolvimento do cereal.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

Site: Conab

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Sustentabilidade

Arroz/BR: Safra de arroz avança no Brasil com destaque para produtividade no RS – MAIS SOJA

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19,1% colhido. No RS, o tempo seco tem favorecido a colheita, especialmente, na Planície Costeira Externa. A produtividade tem sido boa e as condições climáticas, no florescimento e enchimento dos grãos, também propiciou boa qualidade do produto colhido.

Em SC, lavouras encontram-se predominantemente em maturação e colheita. Algumas áreas ainda apresentam registros pontuais de brusone e manchas foliares, além de áreas com presença de arroz-vermelho e gramíneas invasoras. De uma forma geral, as lavouras estão em boas condições.

Em GO, a colheita avança nas áreas remanescentes e algumas lavouras sob pivôs foram colhidas com bons rendimentos. Na região de São Miguel do Araguaia, a colheita avança de forma escalonada, com boas produtividades, e algumas áreas de arroz sequeiro estão em maturação.

No MA, a semeadura de arroz sequeiro foi finalizada e as lavouras estão em pleno desenvolvimento vegetativo, com áreas já iniciando o florescimento e em boas condições. No TO, nas várzeas, as chuvas estão contínuas e volumosas, reduzindo a operação da colheita.

Em MT, a colheita tem evoluído conforme a maturação das lavouras. Predominam, em campo, áreas em estádios reprodutivos, entre a floração e o enchimento de grãos. No PR, as lavouras estão em boas condições, com a maioria das áreas em enchimento de grãos e maturação, e com avanço significativo da área colhida.

Fonte: Conab



 

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Autor:Conab

Site: Conab

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