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Mato Grosso define novas diretrizes para impulsionar setor de florestas plantadas

O setor de florestas plantadas em Mato Grosso passa a contar com um cronograma definido para a consolidação de suas normas de expansão. O Grupo de Trabalho (GT) responsável pelo Plano de Desenvolvimento Florestal do Estado (PDEF) iniciou, nesta semana, a etapa de ajustes técnicos para estabelecer metas e indicadores que darão suporte ao crescimento da atividade nos próximos anos.
A proposta central do documento é oferecer maior previsibilidade ao licenciamento ambiental e assegurar o suprimento sustentável para a base industrial do estado. Atualmente, a definição de diretrizes claras é vista como um requisito essencial para que novos empreendimentos consigam comprovar a viabilidade de matéria-prima a longo prazo.
O cenário de retomada de investimentos já é observado no campo. Durante as discussões do GT, foram apresentados dados que indicam tal movimentação diante da aprovação de cartas-consulta enviadas ao Fundo Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) voltadas ao setor florestal. O novo plano deve organizar essa demanda, conectando o fomento financeiro à segurança jurídica necessária para o investidor.
O cronograma de trabalho estabelece que as entidades participantes, como Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) e da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), enviem suas contribuições até o dia 13 de março. Após a análise dessas sugestões, o texto final será validado e a publicação oficial está prevista para ocorrer ainda neste mês.
Metas e indicadores
A estruturação do PDEF busca alinhar a produção florestal com as novas exigências de mercado e sustentabilidade. Com a definição de um plano de ação, o estado pretende reduzir lacunas normativas que dificultavam a expansão planejada da área plantada em solo mato-grossense.
Segundo a secretária adjunta de Agronegócio, Crédito e Energia da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), Linacis Vogel Lisboa, a medida é um passo estratégico para elevar o patamar de competitividade do estado no cenário nacional.
“A construção do Plano de Desenvolvimento Florestal representa um passo estratégico para Mato Grosso ao estabelecer diretrizes claras para o crescimento do setor, conciliando produção e sustentabilidade. O PDEF contribui para ampliar a competitividade, atrair novos investimentos e garantir maior previsibilidade aos empreendedores, fortalecendo toda a cadeia florestal e promovendo o desenvolvimento econômico de forma planejada e responsável no estado”.
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É nesta quinta! A Abertura Nacional do Plantio da Soja 26/27 vem aí; saiba como assistir ao vivo

Está chegando a hora! É amanhã, 17 de setembro, que acontece a Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27. A partir das 9h, pelo horário de Brasília, você poderá acompanhar ao vivo pelo Canal Rural e pelo YouTube tudo o que acontece na Fazenda Horizontina, em Ipiranga do Norte (MT).
Ao longo da programação, os participantes vão acompanhar debates sobre os principais assuntos que devem movimentar o setor durante o novo ciclo. Entre os destaques está a discussão sobre a verticalização da soja na produção de alimentos e energia.
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Além de marcar oficialmente a largada da safra 2026/27, a Abertura Nacional terá um significado especial neste ano. O evento também dará início às comemorações dos 15 anos do Projeto Soja Brasil, iniciativa que acompanha de perto as transformações, os desafios e os avanços da produção de soja no país.
Falta pouco! Amanhã, acompanhe a Abertura Nacional do Plantio da Soja 2026/27 pelo Canal Rural e pelo YouTube.
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Leilão de compra de arroz da Conab adquire apenas 5% do ofertado

O primeiro leilão de compra de arroz para formação de estoques públicos realizado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta quarta-feira (16) não obteve o sucesso esperado.
A expectativa do governo era adquirir até 127,3 mil toneladas do cereal a granel da safra 2025/26, classe longo-fino em casca, Tipo 1, a fim de mitigar os possíveis impactos associados ao fenômeno climático El Niño e, assim, assegurar o abastecimento no país.
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No entanto, o pregão eletrônico realizado pelo Sistema de Comercialização Eletrônica da entidade (Siscoe), resultou na compra de apenas 4,05 mil toneladas, ou 5,1% do total ofertado.
Segundo o analista da consultoria Safras & Mercado Evandro Oliveira, o leilão ocorreu em um momento inoportuno, sem qualquer pedido de ajuda por parte dos produtores, e ofereceu preços pouco atrativos, até mesmo abaixo das referências do mercado físico, dependendo da região.
De acordo com ele, já se esperava baixa adesão diante dos preços máximos oferecidos pelo leilão, entre R$ 80 a R$ 82 reais por saca, valores semelhantes aos praticados hoje no mercado físico. “Então, os preços não foram suficientemente atrativos para movimentar volumes significativos nesse leilão”, pontuou.
No Rio Grande do Sul, nas praças de produção e comercialização de Pelotas e ainda no litoral, o arroz está sendo negociado na faixa de R$ 80,00 a R$ 85,00 por saca, chegando a R$ 90 no porto.
“Logo, os valores oferecidos pelo leilão ficaram bem abaixo do necessário para atrair uma demanda significativa, o que explica o fracasso da operação”, salientou o analista.
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Conab fará leilões para comprar até 224 mil toneladas de milho

Duas operações de compra de milho em grãos preveem a aquisição de até 224 mil toneladas para formação de estoques públicos. Os leilões eletrônicos serão realizados na sexta-feira (18) e na segunda-feira (21), às 9h, com recebimento do produto em unidades armazenadoras de oito unidades da Federação. A medida também prevê oferta posterior por meio do Programa de Vendas em Balcão (ProVB).
Segundo a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o volume de até 224 mil toneladas corresponde ao total das duas operações. O segundo leilão ofertará apenas os lotes que não forem negociados no primeiro certame, sem que a compra total ultrapasse esse limite.
A operação da sexta-feira (18), referente ao Aviso nº 64/2026, será exclusiva para a agricultura familiar. Poderão participar produtores rurais familiares, cooperativas de produtores rurais familiares e associações da agricultura familiar com Cadastro Nacional da Agricultura Familiar (CAF) ou Declaração de Aptidão ao Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (DAP) válida.
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Já o leilão da segunda-feira (21), Aviso nº 65/2026, será em ampla concorrência. O certame admite a participação de produtores rurais, cooperativas e comerciantes, desde que atendam às exigências de cadastramento, habilitação jurídica e regularidade fiscal previstas no aviso.
O milho será recebido em unidades armazenadoras localizadas na Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e Rio Grande do Sul. As operações serão realizadas pela Conab no Sistema de Comercialização Eletrônica da Companhia (Siscoe), em Brasília.
Os participantes precisam estar cadastrados na bolsa por meio da qual apresentarão propostas e em situação regular no Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores (Sicaf), no Cadastro Informativo de Créditos não Quitados do Setor Público Federal (Cadin) e no Sistema de Cadastro Nacional de Produtores Rurais e Demais Agentes (Sican).
O produto deverá seguir os padrões de classificação estabelecidos nos avisos e vir acompanhado de certificado emitido por entidade credenciada pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). O preço máximo de compra será divulgado com pelo menos dois dias úteis de antecedência. Os arrematantes deverão apresentar garantia de 5% do valor da operação e organizar o cronograma de entrega com a unidade regional responsável pelo recebimento.
Após a aprovação do milho entregue, o pagamento aos fornecedores deverá ocorrer em até dez dias úteis. Caso todo o volume seja negociado na operação exclusiva para a agricultura familiar, não haverá lotes remanescentes para a disputa em ampla concorrência.
Fonte: gov.br
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