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Colheita de soja avança no Paraná e atinge 37% da área, diz Deral

A colheita da primeira safra 2025/26 de soja no Paraná alcançou 37% da área plantada, segundo levantamento do Departamento de Economia Rural, vinculado à Secretaria de Estado da Agricultura e do Abastecimento do Paraná.
O avanço representa aceleração em relação à semana anterior, quando os trabalhos atingiam 20% da área.
As condições das lavouras permanecem estáveis. Atualmente, 88% das áreas são classificadas como boas, 11% como médias e 1% como ruins. Na semana anterior, o cenário era semelhante, com os mesmos percentuais de avaliação.
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Em relação às fases de desenvolvimento, 58% das lavouras estão em maturação, 40% em frutificação e 2% em floração. No levantamento anterior, 41% estavam em maturação, 54% em frutificação e 5% em floração, indicando avanço no ciclo das plantas.
A área plantada na safra 2025/26 soma 5,778 milhões de hectares, praticamente estável frente aos 5,771 milhões de hectares cultivados em 2024/25.
Já a produção da primeira safra está estimada em 22,042 milhões de toneladas, crescimento de 4% em comparação às 21,188 milhões de toneladas colhidas no ciclo passado. A produtividade média foi projetada em 3.815 quilos por hectare, acima dos 3.672 quilos por hectare registrados na safra anterior.
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Intenção de Consumo das Famílias tem registro de alta no primeiro bimestre em Cuiabá

O consumidor cuiabano inicia 2026 mais confiante. O índice de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) em Cuiabá segue em trajetória de alta e apresentou crescimento de 0,3% em fevereiro na comparação com janeiro, alcançando 115,1 pontos. O resultado mantém o indicador acima da linha de satisfação – fixada em 100 pontos – sinalizando um cenário de otimismo entre as famílias.
De acordo com levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a melhora vem sendo observada desde outubro do ano passado, quando o índice atingiu 101,2 pontos, consolidando uma tendência de recuperação gradual da confiança.
No comparativo anual, o cenário também é positivo. O resultado atual está 3,5% acima dos 111,2 pontos registrados em fevereiro de 2025, reforçando a percepção de fortalecimento do ambiente econômico local.
O presidente da Fecomércio-MT, Wenceslau Júnior, destacou que a permanência do indicador em patamar elevado demonstra a resiliência da economia cuiabana.
“A permanência do índice acima de 115 pontos, especialmente no comparativo anual, demonstra que Cuiabá mantém um dinamismo econômico resiliente, superando incertezas sazonais e reforçando as expectativas de consumo aquecido no primeiro trimestre.”
Segundo o Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio-MT (IPF-MT), o desempenho positivo neste início de ano é sustentado, principalmente, por fatores ligados ao mercado de trabalho e à renda das famílias, considerados pilares para a manutenção da confiança do consumidor.
Entre os subíndices que explicam o avanço do ICF, o destaque foi o Momento para Duráveis, com alta de 3,3%. Também contribuíram Renda Atual, com crescimento de 1,3%, e Emprego Atual, que avançou 1,1%. O único componente a registrar retração foi Perspectiva Profissional, com queda de 0,4% no mês.
Em relação ao mercado de trabalho, 53,9% dos entrevistados afirmaram estar mais seguros em seus postos na comparação com o mesmo período do ano anterior. Já no que diz respeito à renda, 59,1% avaliaram que a situação financeira atual está melhor do que há um ano.
Por outro lado, as maiores variações negativas foram observadas em Compra a Prazo (-3,2%) e no Nível de Consumo Atual (-1,7%). Sobre as condições de crédito, 39,1% acreditam que está mais fácil obter empréstimos ou financiamentos, enquanto 37,7% percebem maior dificuldade no acesso.
Apesar das oscilações pontuais, Wenceslau Júnior avalia que os dados indicam um comportamento mais estratégico por parte das famílias.
“Embora o acesso ao crédito e o nível de consumo imediato tenham apresentado retrações pontuais, o aumento na intenção de compra de bens duráveis sinaliza que as famílias estão em uma fase de planejamento para aquisições de maior valor agregado nos próximos meses.”
Agro Mato Grosso
Polícia Ambiental desmonta garimpo ilegal em área rural de Juína I MT

Uma equipe da Polícia Militar de Proteção Ambiental realizou, no sábado (24), uma operação para desarticular um garimpo ilegal na zona rural do município de Juína (735 km ao noroeste de Cuiabá).
A ação foi desencadeada após denúncia repassada pela inteligência da PM. Ao chegar ao local, os policiais encontraram um acampamento utilizado pelos suspeitos e dois motores estacionários, que eram usados para a extração irregular de minério.
Conforme divulgado, os equipamentos foram inutilizados no local por meio de disparos de fuzil Sig Sauer calibre 7,62 mm, impedindo que voltassem a ser utilizados em atividades criminosas.
Nenhum suspeito foi localizado durante a operação. O acampamento também foi destruído pelos militares, que utilizaram ferramentas perfurocortantes para evitar a reutilização da estrutura.
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Clima já pressiona inflação e crescimento

O Fundo Monetário Internacional publicou, em abril de 2023, o estudo “Eye of the Storm: The Impact of Climate Shocks on Inflation and Growth” (Working Paper WP/23/87), com dados de 173 países entre 1970 e 2020.
A conclusão é objetiva: secas, tempestades e ondas de calor já afetam inflação e atividade econômica.
A agropecuária está entre os setores mais expostos. Quebras de safra reduzem oferta, elevam preços e pressionam a inflação de alimentos. Danos à infraestrutura e à logística ampliam o impacto.
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No Brasil, o peso é maior. A agropecuária responde por cerca de 7% a 8% do PIB diretamente. Considerando toda a cadeia do agronegócio, supera 20% da economia e tem papel central nas exportações.
Quando o clima atinge o campo, atinge o PIB, a inflação e a renda. O estudo também aponta queda inicial do crescimento após choques climáticos, com efeitos mais persistentes em economias dependentes do setor rural.
Não é apenas uma questão ambiental. É uma variável econômica concreta, com impacto direto sobre a estabilidade e o desempenho do país.
*Com colaboração de Arthur Müller, meteorologista do Canal Rural

*Miguel Daoud é comentarista de Economia e Política do Canal Rural
O Canal Rural não se responsabiliza pelas opiniões e conceitos emitidos nos textos desta sessão, sendo os conteúdos de inteira responsabilidade de seus autores. A empresa se reserva o direito de fazer ajustes no texto para adequação às normas de publicação.
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