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10 de junho de 2026

Agro Mato Grosso

MT consolida estratégia de ampliação internacional com abertura de 15 novos mercados

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Estado ampliou presença global e passou de 148 para 164 países compradores em dois anos

Em dois anos, Mato Grosso ampliou sua presença no comércio internacional e passou de 148 países compradores em 2023 para 164 destinos em 2025. O crescimento de 15 mercados reforça a estratégia de diversificação da pauta exportadora e de ampliação da inserção global do estado. Os dados são do Comex Stat, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).

A evolução não ocorreu de forma linear. Na comparação direta entre 2023 e 2025, 23 novos países passaram a importar produtos mato-grossenses. Ao mesmo tempo, oito destinos que constavam na base de 2023 deixaram de aparecer em 2025. Esse movimento de entrada e saída resulta no saldo final positivo de 15 novos mercados na balança exportadora.

Entre os países que passaram a comprar do estado nesse período estão: Bulgária, Bósnia-Herzegovina, Camarões, Cazaquistão, Chipre, Croácia, Eslováquia, Ucrânia, Zimbábue, Madagascar, Malta, Papua Nova Guiné, Turcomenistão e outros mercados da África, Leste Europeu, Ásia Central e Pacífico.

A ampliação da base de compradores ocorre em paralelo à intensificação da agenda internacional do Estado. Em 2025, a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec) participou de 11 missões internacionais, levando Mato Grosso a agendas estratégicas na América do Sul, Europa, América do Norte, África e Ásia. As ações envolveram feiras agropecuárias e alimentares, fóruns de negócios, encontros institucionais, promoção turística e articulações voltadas à abertura de mercados e atração de investimentos.

Para o secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, a ampliação do número de destinos é resultado direto desse trabalho estruturado de promoção comercial.

“A ampliação do número de países compradores mostra que Mato Grosso está diversificando sua presença no mercado internacional. Não se trata apenas de vender mais, mas de vender para mais destinos, reduzindo riscos e ampliando oportunidades comerciais. Essas missões não são só da secretaria. São agendas construídas com comitivas de empresários e representantes dos setores econômicos, que acompanham as ações do governo do Estado. Isso tem aberto mercados importantes, resultado direto de um trabalho consistente de promoção comercial e diálogo internacional”, afirmou.

Miranda ressaltou ainda que a estruturação da Invest MT e a abertura do escritório internacional em Shanghai fortaleceram a política de internacionalização do Estado.

“Encerramos 2025 com duas grandes entregas: o início das atividades da Invest MT, nossa agência de promoção comercial e atração de investimentos, e a abertura do escritório em Shanghai. Esse escritório é a porta de entrada tanto para empresários de Mato Grosso que querem acessar a Ásia e o Oriente Médio quanto para investidores desses mercados que desejam fazer negócios no nosso Estado”, destacou.

Segundo o secretário, a diversificação de parceiros comerciais também foi determinante para reduzir impactos de instabilidades no comércio internacional e garantir continuidade no crescimento econômico.

“Essa estratégia deu mais segurança ao Estado em um cenário global instável. São políticas de Estado, construídas com os setores produtivos, que permanecem e seguem gerando emprego, renda e desenvolvimento”, concluiu.

 

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MT assina plano para ampliar florestas plantadas e garantir abastecimento sustentável da indústria

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Acordo impede uso de biomassa de desmatamento para abastecer indústrias em MT

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A partir de agora, está proibido o uso de madeira nativa extraída de desmatamento por grandes consumidores em Mato Grosso. Na segunda-feira (8), um Termo de Compromisso Ambiental (TCA) proposto pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e assinado pelo Governo do Estado revogou a instrução normativa estadual 06/2022. O objetivo é zerar o consumo de biomassa nativa e fomentar as florestas plantadas no território mato-grossense.

Fausto Takizawa, presidente da Associação dos Reflorestadores de Mato Grosso (Arefloresta), avaliou positivamente a nova regra. “Enfim, nosso estado começa a construir uma trajetória clara para o florestamento no Estado, substituindo a biomassa de desmatamento pela biomassa de fonte sustentável, renovável, escalável e perene, como é o caso das florestas plantadas”, afirmou.

 

Em Mato Grosso, indústrias e grandes consumidores priorizam o eucalipto de reflorestamento como principal insumo para suas caldeiras, devido à eficiência energética e à origem sustentável. No entanto, uma instrução normativa estadual passou a permitir, em 2022, o uso em larga escala de biomassa de desmatamento – prática vedada pelo Código Florestal Brasileiro.

Com o TCA, Mato Grosso adotou um novo cronograma para a redução gradual do uso de biomassa nativa até sua eliminação completa, em 2034. Para garantir a viabilidade econômica e operacional das indústrias, foi estipulado um prazo de transição de sete anos, tempo equivalente ao ciclo completo de plantio e colheita do eucalipto.

A partir de agora, o governo assumiu o compromisso de não expedir mais licenças ambientais para novos empreendimentos ou ampliações dos já existentes que dependam de matéria-prima nativa. Caso contrário, haverá sanções administrativas, multas e bloqueio na renovação de licenças.

De acordo com o presidente da Arefloresta, o setor florestal ganha mais transparência e rastreabilidade com a entrada em vigor do TCA. “O governo terá que criar um sistema informatizado para acompanhar se os grandes consumidores estão, de fato, executando seus Planos de Suprimento Sustentável (PSS). Ou seja, se estão investindo em florestas plantadas de forma proporcional ao consumo previsto”, explicou Takizawa.

Conforme o TCA, o governo tem 30 dias para editar o Decreto do Plano de Desenvolvimento Florestal e Biomassa (2026/2040) e 120 dias para regulamentar os mecanismos de rastreabilidade.

Desde o ano passado, a Arefloresta tem alertado tanto o setor produtivo como órgãos públicos sobre o déficit de biomassa de eucalipto reflorestado em Mato Grosso. De 2022 a 2025, a participação das florestas plantadas no mercado de biomassa estadual caiu de 59% para 47,5% – num sinal claro do avanço da biomassa de desmatamento.

Atualmente, Mato Grosso tem 165 mil hectares com plantio de árvores. Considerando apenas a demanda gerada pelas indústrias de etanol de milho, essa área deveria alcançar 436 mil ha em 2030.

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Trabalhador morre após carreta que transportava gado cair de ponte em MT

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O motorista Vilmar Josoé dos Santos, de 48 anos, morreu após a carreta ele que conduzia cair de uma ponte sobre o Rio Piranhas, em uma estrada rural na região de Gaúcha do Norte, nessa segunda-feira (8). O veículo transportava 50 cabeças de gado e, em decorrência do acidente, seis animais morreram.

O Corpo de Bombeiros de Primavera do Leste foi acionado por volta das 18h para atender à ocorrência, mas a equipe só conseguiu chegar ao local na manhã do dia seguinte. Os militares constataram que o motorista estava preso às ferragens da carreta. Conforme o atendimento realizado no local, a vítima morreu por afogamento.

Durante a operação de resgate, a corporação contou com o apoio da Prefeitura de Gaúcha do Norte, que disponibilizou uma pá carregadeira e uma escavadeira hidráulica para auxiliar na remoção da estrutura do veículo. Um produtor rural da região também colaborou com os trabalhos.

Após a retirada das ferragens e a realização do desencarceramento, o corpo da vítima foi removido pelos bombeiros. Em seguida, foram realizados os procedimentos periciais no local.

O corpo foi entregue ao técnico em necropsia responsável pelos encaminhamentos legais. As circunstâncias do acidente serão investigadas pelas autoridades competentes.

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