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Imea: colheita de soja em MT passa de 51% e milho atinge 46%

A colheita de soja em Mato Grosso alcançou 51,01% da área na safra 2025/26 na última sexta-feira (13), com avanço semanal de 11,40 pontos porcentuais, segundo boletim do Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária (Imea). O ritmo está levemente acima do registrado no mesmo período do ciclo anterior. Em 13 de fevereiro de 2025, a colheita somava 50,08%, diferença positiva de 0,94 ponto porcentual na comparação anual.
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Entre as regiões, o médio-norte lidera os trabalhos, com 72,40% da área colhida, seguido pelo oeste (70,24%), noroeste (59,98%) e norte (56,45%). No centro-sul, o índice chega a 41,86%, enquanto o nordeste registra 29,53% e o sudeste, 27,94%.
Milho
Com o avanço da retirada da soja, o plantio do milho de segunda safra também ganhou ritmo. A semeadura atingiu 46,07% da área estimada, incremento semanal de 17,77 pontos porcentuais. No mesmo período da safra 2024/25, o índice era de 44,95%, o que representa vantagem de 1,12 ponto porcentual neste ciclo.
O médio-norte também lidera no milho, com 62,24% da área semeada, seguido pelo oeste (54,17%) e noroeste (50,35%). No norte, o plantio alcança 46,54%, enquanto o centro-sul registra 37,14%. O nordeste soma 31,18%, e o sudeste apresenta o menor percentual, com 22,47%.
Algodão
Já no algodão, a semeadura chegou a 98,03% da área projetada em Mato Grosso, avanço semanal de 8,12 pontos porcentuais. O ritmo está 2,35 pontos porcentuais acima do observado no mesmo período da safra passada, quando o índice era de 95,68%. Regionalmente, o médio-norte já alcança 99,01% da área prevista, seguido pelo norte (98,62%) e noroeste (98,02%). No centro-sul, o plantio soma 98,45%, enquanto o nordeste registra 97,55% e o oeste, 95,95%.
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Saiba como ficaram as cotações de soja após período de Carnaval

O mercado brasileiro de soja retomou as negociações após o Carnaval em ritmo lento e sem grandes movimentos nos preços. Segundo o analista de soja da equipe de Inteligência de Mercado da consultoria Safras & Mercado, Rafael Silveira, houve reporte de alguns negócios, mas de maneira geral as negociações foram pontuais e regionalizadas.
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Com Chicago volátil e o dólar um pouco melhor, não houve grandes ajustes nas indicações, resultando em cotações domésticas mistas. De acordo com o analista, poucos players marcaram presença no mercado, com ofertas consideradas pouco atrativas.
Preços de soja no Brasil
- Passo Fundo (RS): recuo de R$ 125,00 para R$ 123,00
- Santa Rosa (RS): queda de R$ 126,00 para R$ 124,00
- Cascavel (PR): queda de R$ 119,00 para R$ 117,00
- Rondonópolis (MT): estável em R$ 107,00
- Dourados (MS): recuo de R$ 111,00 para R$ 110,00
- Rio Verde (GO): alta de R$ 109,00 para R$ 110,00
- Paranaguá (PR): seguiu em R$ 129,00
- Rio Grande (RS): subiu de R$ 130,00 para R$ 131,00
Soja em Chicago
Os contratos futuros da soja fecharam mistos, perto da estabilidade, na Bolsa de Mercadorias de Chicago. Após acumular ganhos desde que o presidente Donald Trump sinalizou um possível acordo comercial com a China, que envolveria maior demanda asiática pela oleaginosa norte-americana, o mercado realizou lucros.
Bons números de esmagamento nos Estados Unidos e a expectativa para o Fórum Anual do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos também estiveram no radar dos operadores.
A Associação Norte-Americana dos Processadores de Óleos Vegetais (Nopa) informou que o esmagamento de soja atingiu 221,564 milhões de bushels em janeiro, ante 224,991 milhões no mês anterior. A expectativa do mercado era de 218,52 milhões. Em janeiro de 2024, o volume foi de 200,383 milhões de bushels.
A Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos deverá submeter à Casa Branca as cotas de mistura de biocombustíveis propostas para 2026 para revisão final. O governo corre contra o tempo para cumprir o prazo autoimposto de finalizar as novas normas até o fim de março.
Fórum
Os agentes aguardam a divulgação das primeiras projeções oficiais para a safra 2026/27 dos Estados Unidos, durante o Fórum Anual do Departamento de Agricultura norte-americano, que ocorrerá amanhã (19) e sexta-feira (20).
Diante de margens mais apertadas e preços pressionados, agricultores norte-americanos planejam manter uma área robusta dedicada ao milho na safra 2026. De acordo com reportagem da Reuters, o cereal é visto como alternativa mais viável para alcançar o ponto de equilíbrio financeiro em um cenário de rentabilidade limitada.
Mesmo após a supersafra do ano passado, que ampliou estoques e derrubou cotações, o milho ainda apresenta melhores perspectivas econômicas, sustentado pelo forte consumo, exportações aquecidas e demanda da indústria de etanol. Analistas projetam plantio de cerca de 94,9 milhões de acres, um recuo modesto frente ao recorde anterior, mas ainda entre as maiores áreas dos últimos anos.
A soja, por sua vez, é considerada uma cultura de maior risco, influenciada por incertezas comerciais e pela concorrência internacional mais acirrada, especialmente com a colheita recorde sul-americana. Apesar do menor custo de produção, o mercado da oleaginosa tem mostrado maior volatilidade e dependência do ambiente geopolítico. A expectativa é de área de 84,9 milhões de acres para a soja.
Contratos futuros de soja
Os contratos da soja em grão com entrega em março fecharam com baixa de 0,50 centavo de dólar, ou 0,04%, a US$ 11,33 1/2 por bushel. A posição maio encerrou a US$ 11,49 por bushel, com elevação de 0,25 centavo, ou 0,02%.
Nos subprodutos, o farelo março fechou com baixa de US$ 1,90, ou 0,62%, a US$ 303,90 por tonelada. Já o óleo, com vencimento em março, terminou a 58,59 centavos de dólar, com ganho de 1,30 centavo, ou 2,26%.
Câmbio
O dólar comercial fechou a R$ 5,2293 para venda, com alta de 0,57%. O Dollar Index, que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de unidades, ficou estável a 96,92 pontos. O dólar futuro para março estava cotado a R$ 5.239,500, com alta de 0,21%. Em um dia de pouca liquidez, a moeda acompanhou o desempenho externo.
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MT avança em cooperação com Serviço Geológico do Brasil para ampliar conhecimento mineral

Uma missão técnica de representantes do Serviço Geológico do Brasil (SGB) à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), em Cuiabá, prevista para o mês de março, deve marcar o avanço das tratativas para a formalização de uma cooperação técnica voltada ao fortalecimento do conhecimento geológico de Mato Grosso. O encontro permitirá o alinhamento dos próximos passos para a execução de estudos e levantamentos no território mato-grossense.
A agenda foi acordada durante reunião realizada no inicio do mês entre o secretário adjunto de Mineração da Sedec, Paulo Leite, o diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil, Vilmar Medeiros Simões, e os assessores da presidência do SGB, Gledson Brito e Rodrigo Adorno.
Segundo o secretário adjunto de Mineração, Paulo Leite, a cooperação com o SGB representa um avanço concreto na estruturação da mineração no Estado. “Estamos trabalhando para organizar a mineração em Mato Grosso a partir de dados técnicos confiáveis e planejamento de longo prazo. Essa cooperação com o Serviço Geológico do Brasil permite ampliar o conhecimento sobre o potencial mineral do Estado e orientar decisões que tragam segurança para quem investe e benefícios para a população”, afirmou.
A proposta da cooperação técnica é fortalecer a base de informações sobre o potencial mineral locaç, por meio da realização de estudos e mapeamentos que contribuam para o desenvolvimento estruturado da mineração no Estado. A iniciativa integra a estratégia do Governo de Mato Grosso de organizar e consolidar o setor mineral, ampliando a segurança técnica e jurídica para novos investimentos.
Durante o encontro, as instituições manifestaram interesse em aprofundar a parceria para viabilizar levantamentos geológicos e aerogeofísicos que ampliem o conhecimento sobre o território mato-grossense. As informações produzidas deverão subsidiar políticas públicas, orientar o planejamento do setor e impulsionar oportunidades de geração de emprego e renda.
Para o diretor-presidente do Serviço Geológico do Brasil, Vilmar Medeiros Simões, a cooperação com o Estado representa uma oportunidade de transformar conhecimento técnico em desenvolvimento econômico e social.
“Nosso objetivo é construir uma parceria sólida, de longo prazo, que ajude Mato Grosso a conhecer ainda melhor o seu próprio território e a transformar esse conhecimento em desenvolvimento. Os levantamentos geológicos e aerogeofísicos que estamos iniciando vão revelar potencialidades, abrir novas oportunidades e dar mais segurança tanto para quem investe quanto para quem decide. Parcerias como essa, entre o Governo do Mato Grosso e o Serviço Geológico do Brasil, têm força para mudar a estrutura econômica do estado”, afirmou.
Como encaminhamento, as equipes técnicas do Governo de Mato Grosso e do SGB devem avançar na construção de um instrumento formal de parceria que viabilize a execução de projetos conjuntos e amplie a atuação integrada no Estado.
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Exportações de soja devem superar 11 milhões de tem fevereiro, projeta Anec

As exportações brasileiras de soja em grão devem atingir 11,463 milhões de toneladas em fevereiro, segundo levantamento semanal da Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec).
Em fevereiro do ano passado, os embarques somaram 9,726 milhões de toneladas, o que indica aumento de aproximadamente 17,9% na comparação anual. Frente a janeiro de 2026, quando o volume foi de 2,444 milhões de toneladas, o avanço é de cerca de 369%.
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Na semana encerrada em 14 de fevereiro, o Brasil embarcou 2,407 milhões de toneladas. Para o período entre 15 e 21 de fevereiro, a entidade projeta 4,026 milhões de toneladas, alta de aproximadamente 67,3% em relação à semana anterior.
Farelo de soja
No caso do farelo de soja, a previsão é de 1,817 milhão de toneladas exportadas em fevereiro. No mesmo mês de 2025, o total foi de 1,502 milhão de toneladas, o que representa crescimento de cerca de 21%. Em relação a janeiro deste ano, quando foram embarcadas 1,708 milhão de toneladas, há aumento de aproximadamente 6,4%.
Na última semana, os embarques de farelo alcançaram 396,937 mil toneladas, e a estimativa para esta semana é de 501,348 mil toneladas, avanço de cerca de 26,3%.
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