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Farm Show MT abre 10ª edição com foco em tecnologias para o campo

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Foto: Farm Show MT/Divulgação

A 10ª edição da Farm Show MT começa no dia 10 de março em Primavera do Leste com a proposta de concentrar as principais novidades tecnológicas para o ciclo produtivo regional. Após dez anos, o evento se estabeleceu como um ponto de comercialização de máquinas e insumos, atraindo produtores rurais e empresas que buscam atualização tecnológica. A feira funciona como um termômetro para o setor, conectando a indústria diretamente ao produtor final em um ambiente de exposição e venda.

O crescimento da estrutura e a entrada de novas marcas nas últimas edições acompanham a modernização do agronegócio no estado. O evento, que surgiu como uma iniciativa local, hoje atua na vitrine de soluções para ganho de produtividade e redução de custos. Para o presidente do Sindicato Rural, Marcos Bravin, a marca de dez edições reflete a maturidade do setor na região.

“Chegar à 10ª edição é a prova de que a Farm Show MT nasceu com propósito. Construímos, ao longo desses anos, uma feira sólida, que gera oportunidades, fomenta negócios e valoriza o trabalho do produtor. O agro é o motor da nossa economia, e a Farm Show é parte importante dessa engrenagem”, afirma Bravin.

A programação deste ano prioriza a integração entre os elos da cadeia produtiva, com foco em lançamentos que impactam a sustentabilidade e a eficiência operacional. Expositores de diferentes segmentos utilizam o espaço para apresentar ferramentas digitais e maquinários de alta precisão.

A Farm Show MT ocorre entre os dias 10 e 13 de março, no Parque de Exposições de Primavera do Leste.

Farm Show MT Foto Divulgação
Foto: Farm Show MT/Divulgação

Impacto econômico e mercado regional

O presidente da Farm Show MT, José Nardes, aponta que o evento se consolidou como um ambiente de intercâmbio técnico e comercial. Segundo ele, a trajetória da feira permite agora focar nos próximos desafios de mercado que o produtor rural deve enfrentar nas próximas safras.

“A Farm Show é construída por muitas mãos. São dez anos conectando pessoas, empresas e conhecimento. Celebramos essa trajetória com gratidão, mas também com responsabilidade, olhando para o futuro e para os novos desafios do agro. Queremos continuar sendo um ambiente de transformação e crescimento para toda a região”, ressalta Nardes.

Além das negociações diretas no parque de exposições, a feira movimenta o setor de serviços e a logística local. Ao atingir a marca de dez edições, o evento se posiciona como um suporte para o desenvolvimento regional, projetando o potencial de produção e inovação de Mato Grosso para o mercado nacional.


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Exportações do agro recuam 2,2% em janeiro, a US$ 10,8 bilhões

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Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

As exportações brasileiras de produtos agropecuários alcançaram US$ 10,8 bilhões em janeiro, informou o Ministério da Agricultura em nota técnica. O valor é 2,2% inferior ao obtido no mesmo mês do ano anterior, o equivalente a uma queda de US$ 244 milhões frente aos US$ 11 bilhões registrados um ano antes.

O setor representou 42,8% dos embarques totais do País no período, ante 43,3% em 2024. Apesar do recuo, o desempenho é o terceiro maior já registrado para janeiro na série histórica.

Segundo a pasta, o resultado foi pressionado pela queda de 8,6% nos preços médios dos produtos exportados, mesmo com aumento de 7% no volume comercializado ao exterior. Em nota técnica da Secretaria de Comércio e Relações Internacionais, o ministério explicou que a cesta de alimentos que compõe o Índice de Preços dos Alimentos da Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação caiu 0,4% em janeiro na comparação com dezembro e 0,6% em relação ao mesmo mês do ano anterior.

Já o índice de preços dos alimentos do Banco Mundial registrou redução de 3,1% na comparação anual. Conforme o ministério, as duas instituições apontam para quedas nos preços, fator que teve influência preponderante na diminuição do valor exportado pelo Brasil.

A pasta destacou ainda que as proteínas animais apresentaram recorde de exportação no mês, com a carne bovina in natura liderando o ranking de maior valor embarcado, somando US$ 1,3 bilhão.

Os seis principais setores exportadores do agronegócio brasileiro em janeiro foram carnes, com US$ 2,58 bilhões; complexo soja, com US$ 1,66 bilhão; produtos florestais, com US$ 1,38 bilhão; cereais, farinhas e preparações, com US$ 1,12 bilhão; café, com US$ 1,10 bilhão; e complexo sucroalcooleiro, com US$ 750 milhões. Juntos, esses segmentos responderam por 79,8% do total exportado pelo agronegócio no mês, somando US$ 8,6 bilhões.

Entre os destinos, a China manteve-se como principal importadora dos produtos do agronegócio brasileiro, com US$ 2,16 bilhões comercializados, o equivalente a 20% das exportações do setor e alta de 5,4% em relação a 2024. Na sequência aparece a União Europeia, com US$ 1,69 bilhão, participação de 15,7% do total e recuo de 11% frente a 2025. Os Estados Unidos importaram US$ 705,54 milhões, representando 6,6% do total, com queda de 31% na comparação anual.

No período, cresceram as exportações para Emirados Árabes Unidos, Turquia, Filipinas, Irã, Iêmen, Iraque, Chile, Arábia Saudita, Japão e Marrocos. O ministério ressaltou ainda o avanço das vendas para os países da Associação das Nações do Sudeste Asiático, que cresceram 5,7% em janeiro de 2026 na comparação com o mesmo mês do ano anterior. O bloco reúne Brunei, Camboja, Filipinas, Indonésia, Laos, Malásia, Mianmar, Singapura, Tailândia, Timor-Leste e Vietnã.

No lado das importações, o Brasil desembolsou US$ 1,633 bilhão com produtos agropecuários em janeiro, queda de 11,2% ante 2024. Os principais itens importados foram papel, trigo, salmão, fibras e produtos têxteis.

Segundo o ministério, a redução nas importações de cacau inteiro ou partido foi a que mais contribuiu para o resultado, com US$ 81,33 milhões a menos do que no mesmo mês de 2025. Também houve forte queda nas compras de trigo, com redução de US$ 58,55 milhões, e de malte, com US$ 31,38 milhões a menos na comparação anual.

Além disso, foram importados insumos relevantes para a produção agropecuária, como fertilizantes, que somaram US$ 940,0 milhões, alta de 1,1%, e defensivos agrícolas, que totalizaram US$ 301,3 milhões, com queda de 26,4%.

Com esse desempenho, o saldo da balança comercial do agronegócio ficou positivo em US$ 9,12 bilhões no período, levemente abaixo dos US$ 9,16 bilhões registrados no ano anterior.

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Colheita do arroz está no ritmo mais lento dos últimos cinco anos, indica Conab

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Foto: Irga

A colheita de arroz atingiu 3,2% da área estimada para a temporada 2025/26 nos seis principais estados produtores do Brasil, ou seja, Tocantins, Maranhão, Mato Grosso, Goiás, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, que representam 88% do total.

O dado provém de levantamento semanal da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), com dados recolhidos até o último sábado (14).

Na semana anterior, a ceifa estava em 2,2%. Em igual período do ano passado, o número era de 7,1%. Na média de cinco de anos, os trabalhos atingiam 3,6% da área.

Já o plantio das lavouras atingiu 99,8% da área estimada. Na semana anterior, a semeadura estava em 99,4%. Em igual período do ano passado o número era 99,3%. A média dos últimos cinco anos é de 99,6%.

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Agro Mato Grosso

Se MT fosse um país seria o terceiro maior na produção de soja do mundo

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A produção de soja em Mato Grosso atinge números que colocam o estado em posição de destaque no cenário mundial do agronegócio. Com volumes que ultrapassam 50 milhões de toneladas por safra, o estado se consolida como o maior produtor de soja do Brasil e ganha destaque internacional: se fosse um país, Mato Grosso ocuparia a terceira posição no ranking mundial de produção de soja, atrás apenas do Brasil e dos Estados Unidos. O dado evidencia a força do produtor rural mato-grossense e a relevância estratégica do estado para o abastecimento global.

Os números de Mato Grosso ganham ainda mais relevância quando analisados ao longo das últimas safras e comparados ao cenário internacional. Após colher 38,70 milhões de toneladas na safra 2023/24, o estado alcança um volume estimado de 50,89 milhões de toneladas na safra 2024/25, com projeção de 47,17 milhões de toneladas para a safra 2025/26. Esse patamar coloca Mato Grosso em nível de produção semelhante ao de países inteiros, como a Argentina, que produz em torno de 50 milhões de toneladas de soja.

Para a Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT), esse resultado é reflexo direto de anos de investimento em tecnologia, manejo eficiente e compromisso com a produção sustentável. O desempenho alcançado pelo estado não apenas reforça sua liderança no agronegócio, como também destaca o papel de Mato Grosso na segurança alimentar mundial, demonstrando que é possível produzir em larga escala com responsabilidade, inovação e foco no futuro.

Para vice-presidente oeste da Aprosoja Mato Grosso, Gilson Antunes de Melo, o volume na produção alcançada por Mato Grosso evidencia a importância estratégica do agronegócio estadual para o Brasil, tanto no abastecimento quanto no fortalecimento do balanço comercial.

“Além da soja, a produção de milho ganha cada vez mais relevância, impulsionada pelas indústrias de etanol. Esse movimento fortalece a industrialização do estado, gera mais arrecadação, viabiliza investimentos em infraestrutura e cria uma cadeia positiva em que produtor, indústria e sociedade avançam juntos. Esse cenário deve se consolidar ainda mais nos próximos anos, ampliando a competitividade e o rendimento do produtor rural”, destaca o vice-presidente.

Com um dos maiores territórios do país, Mato Grosso apresenta uma ocupação do solo marcada pelo equilíbrio entre produção e preservação. A atividade agropecuária se desenvolve de forma concentrada em áreas já consolidadas, enquanto uma parcela significativa do estado permanece preservada, abrigando importantes biomas e áreas de vegetação nativa. Esse cenário reforça que o avanço da produção ocorre de forma planejada, com respeito ao uso racional do território, à legislação ambiental e à conservação dos recursos naturais, pilares que sustentam a competitividade e a sustentabilidade do agronegócio mato-grossense.

O vice-presidente leste da Aprosoja MT, Lauri Pedro Jantsch, explica que o investimento em tecnologia, manejo e sustentabilidade contribuíram para que Mato Grosso atingisse esse nível de produção, elucidando esse protagonismo do produtor mato-grossense na produção de soja mundial.

“Mato Grosso é um estado repleto de oportunidades no agronegócio. O produtor mato-grossense tem uma grande capacidade de adaptação diante dos desafios que surgem ao longo do caminho. Com investimentos em tecnologia, manejo adequado e correção de solos, é possível transformar áreas degradadas em áreas altamente produtivas. Essa capacidade de evolução e resiliência faz com que o produtor de Mato Grosso consiga converter dificuldades em resultados, promovendo produtividade e sustentabilidade no campo”, ressalta Lauri.

Mesmo diante de números expressivos, os produtores do estado ainda enfrentam diversos desafios que, na prática, limitam o avanço da produção e a competitividade do setor. Entre os principais entraves, o vice-presidente da região Leste destaca a logística e a armazenagem de grãos, que, quando comparadas às de outros países, ainda apresentam defasagens significativas.

“Aqui em Mato Grosso, ainda temos diversas dificuldades que atrapalham o produtor, e uma delas é a logística. No Brasil, há um déficit muito grande: temos um dos custos mais altos do mundo para transportar os grãos até os portos. Essa capacidade logística ainda é limitada e traz grandes custos para o produtor. Há também a questão da armazenagem, já que nossa capacidade de estocagem ainda é pequena, ao contrário do que ocorre com o produtor americano, por exemplo”, finaliza ele.

Diante desse cenário, Mato Grosso segue como referência mundial na produção de grãos, unindo escala, eficiência e responsabilidade ambiental. Ao mesmo tempo em que celebra resultados expressivos, o estado reforça a necessidade de avanços em infraestrutura, logística e armazenagem para sustentar o crescimento e ampliar a competitividade do setor. Com produtores cada vez mais atualizados e comprometidos, o agronegócio mato-grossense se consolida como peça-chave para o desenvolvimento econômico do Brasil e para o abastecimento alimentar global.

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