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3 de julho de 2026

Sustentabilidade

Arroz/Cepea: Produção da safra 25/26 deve ser menor no Brasil e no mundo – MAIS SOJA

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A produção de arroz da temporada 2025/26 deve ser menor no Brasil – e também no mundo –, devido aos preços mais baixos ao longo de 2025, que reduziram as margens de produtores, e aos amplos estoques. É importante citar as dificuldades do governo em acionar a política de garantia de preços mínimos, o que poderia amenizar a pressão sobre os preços. Além disso, a restrição ao crédito também desestimulou produtores quanto ao cultivo.

No Brasil, os novos dados de oferta divulgados em janeiro foram inferiores aos previstos em dezembro/25, uma vez que os produtores fizeram ajustes na área destinada à cultura nesta temporada. Em termos mundiais, a produção deve ser menor em nove dos 16 maiores produtores, reduzindo a oferta global após nove anos de crescimento – segundo o USDA.

CUSTOS DE PRODUÇÃO

De acordo com a equipe de custos agrícolas do Cepea, no último trimestre de 2025, os custos operacionais médios no Rio Grande do Sul ficaram entre 3,8% (Uruguaiana) e 7,7% (Camaquã) menores do que os do último trimestre de 2024, em termos nominais. Porém, no mesmo período, os preços de venda caíram com mais intensidade, 46%. Com isso, as margens operacionais dos produtores passaram de positivas para negativas, entre 3% (Camaquã) e 12% (Uruguaiana). Trata-se da pior estimativa para o último trimestre de um ano desde 2021, em ambas as regiões.

Antes disso, os resultados mais desfavoráveis haviam sido observados em 2018 e 2019.  observa-se, assim, uma ampla oscilação de resultados para os produtores, o que se traduz em riscos. Esse contexto justifica as reduções de áreas com a cultura ao longo dos últimos anos. Nesta temporada, para equilibrar as contas, os produtores precisarão de entre 79,2% (Camaquã) e 89,3% (Uruguaiana) mais produtividade do que as estimativas do último trimestre de 2024. Tratam-se de volumes de produção extremamente altos para cobrir os custos operacionais, chegando a 222 sacas por hectare em Uruguaiana e a 187 sacas por hectare em Camaquã, sendo que, em ambas as regiões, as produtividades típicas ficam abaixo de 176 sacas por hectare.

OFERTA E DEMANDA NACIONAL 

É neste ambiente que a Conab estima reduções de área e produção no Brasil na temporada 2025/26. Segundo a Conab, a área de arroz irrigado no Brasil deve ficar em 1,28 milhão de hectares, 6,6% a menos do que em 2024/25. A produtividade é prevista até o momento em 7,98 t/ha, 5,8% abaixo da média da temporada passada. Com isso, a produção seria de 10,2 milhões de toneladas, queda de 12%. A produção de arroz irrigado é prevista como a menor em 13 dos 18 estados produtores. No total do Centro-Sul, a redução prevista é de 11,4%, para 9,32 milhões de toneladas, e no Norte/Nordeste, de 18%, para 882,5 mil toneladas.

Para a produção de sequeira, estima-se a área de 310,1 mil hectares, 21,43% a menos do que em 2024/25. A produtividade prevista é de 2,76 t/ha (-5,8%), que resultaria em produção de 857 mil toneladas, 26% inferior à da temporada passada. Deste total, 501,3 mil toneladas seriam produzidas no Norte/Nordeste (-17,1%) e 355,7 mil toneladas, no Centro-Sul (-35,7%). Assim, no agregado, a Conab estima que a produção brasileira de arroz na safra 2025/26 totalize 11,1 milhões de toneladas, recuo de 13,3% em relação ao ciclo anterior. A disponibilidade interna (estoque inicial + produção + importações) é estimada em 14,91 milhões de toneladas, aumento de 1,79% em relação à temporada passada.

Do total produzido no País, cerca de 10,8 milhões de toneladas devem ser destinadas ao consumo interno, redução de 1,82% em relação a 2025. Já as exportações podem avançar para 2,1 milhões de toneladas, contra 1,6 milhão de toneladas em 2024/25. Com isso, os estoques de passagem em fevereiro de 2027 estão previstos em 2 milhões de toneladas, volume equivalente a aproximadamente 9,6 semanas de consumo interno, considerando o consumo anual projetado, contra 9,7 semanas estimadas para fevereiro de 2026. Apesar da leve redução, o nível de estoque ainda é considerado amplo, o que tende a limitar a recuperação dos preços.

OFERTA E DEMANDA MUNDIAL

Dados divulgados pelo USDA em dezembro indicam que a produção global de arroz beneficiado na safra 2025/26 está estimada em 541,15 milhões de toneladas, ligeiramente abaixo da safra anterior, a primeira retração desde 2015/16. Ainda assim, o volume projetado para a safra 2025/26 permanece 13,45% acima do registrado na safra 2015/16. A produção deve crescer nos três maiores produtores mundiais (Índia, China e Bangladesh), mas reduzir em outros, como Indonésia, Vietnã, Tailândia e Filipinas.

O lado positivo é que o consumo global deve avançar 2,2%, atingindo 542 milhões de toneladas de arroz beneficiado, um novo recorde histórico, impulsionado sobretudo pela maior demanda em 12 dos 16 maiores consumidores mundiais. Com isso, os estoques finais globais da safra 2025/26 são projetados em 190 milhões de toneladas, queda de 0,5% em relação ao ciclo anterior.

O comércio global de arroz vem crescendo, para 62,83 milhões de toneladas de arroz beneficiado exportadas, com um salto de 5,2% em 2025/26 sobre a temporada anterior, o que equivale a 11,6% da produção mundial. As exportações devem crescer principalmente no Brasil (+17%), no Paquistão (+11,6%), na União Europeia (+14,3%) e na Índia (+13,6%). Entre os importadores, destaca-se o aumento das compras das Filipinas (+51,7%), de Camarões (+28,6%) e do Iêmen (+26,9%), enquanto se esperam reduções de Bangladesh (-50%), de Gana (-15,9%) e dos Emirados Árabes Unidos (-11,5%).

Fonte: Cepea



 

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Ceema/Milho: Custos em alta e preços baixos derrubam a rentabilidade do produtor – MAIS SOJA

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A cotação do milho, em Chicago, para o primeiro mês, após recuar para US$ 4,07/bushel no dia 24/06 (a mais baixa cotação desde o dia 12/09/2025), se recuperou um pouco no fechamento da quinta-feira (25), ao atingir a US$ 4,14/bushel, contra US$ 4,17 uma semana antes.

Por outro lado, os embarques de milho estadunidense, na semana encerrada em 18/06, atingiram a 1,45 milhão de toneladas, ficando no limite mínimo do intervalo esperado pelo mercado. Com isso, o total exportado, no atual ano comercial, chega a 67,1 milhões de toneladas, o que representa 25% acima do registrado no mesmo período do ano anterior.

E no Brasil, os preços do cereal permaneceram estáveis, com as principais praças gaúchas indicando R$ 58,00/saco, enquanto no restante do país os valores oscilaram entre R$ 40,00 e R$ 59,00/saco.

Dito isso, a colheita do milho safrinha, no Mato Grosso, atingia a 20,9% da área total no início desta semana de junho, sobre uma área total semeada de 7,39 milhões de hectares. A produtividade média está estimada em 120,3 sacos/hectare, esperando-se uma colheita total em 53,4 milhões de toneladas (cf. Imea). Já a colheita da safrinha 2026 de milho, no Centro-Sul brasileiro, atingia a 16% da área cultivada no dia 18/06 (cf. AgRural).

Enquanto isso, levantamento do Projeto Custo de Produção Agropecuário (CPA), desenvolvido pelo Senar MT, por meio do Imea, apontou que o custeio da safra 2026/27 foi estimado em R$ 3.799,42 por hectare em maio deste ano, uma alta de 14,46% em relação ao consolidado da safra 25/26. O Custo Operacional Efetivo (COE) foi projetado em R$ 5.528,49 por hectare, aumento de 15,03% na comparação anual.

Para cobrir o COE, considerando a produtividade projetada de 120,28 sacas por hectare, o produtor precisa comercializar o milho a pelo menos R$ 45,96 por saca. Já em relação ao Custo Total (CT) naquele estado, este está estimado em R$ 7.418,49 por hectare, representando um aumento de 10,3% frente à temporada anterior.

Ainda no Mato Grosso, enquanto a produção cresceu nos últimos seis anos, os preços caminharam em sentido contrário. Em 2020, a média anual do saco foi de R$ 43,24. Em 2021, impulsionada por problemas climáticos, oferta restrita e forte demanda internacional, a cotação atingiu média de R$ 71,14, chegando a superar R$ 78,00 em alguns meses. A partir de 2022, porém, iniciou-se um movimento de acomodação do mercado. Em 2023, a média anual caiu para R$ 43,34 e, em 2024, ficou em R$ 41,33 por saca.

Em 2026, considerando os valores registrados entre janeiro e junho, a média está em R$ 45,31. Ou seja, o produtor mato-grossense enfrentou uma forte oscilação de preços ao longo desse período, saindo da casa dos R$ 30,00, chegando a R$ 70,00, com picos próximos de R$ 80,00 e hoje trabalhando ao redor dos R$ 40,00/saco. E a situação só não é pior porque a demanda local aumentou neste período graças a implementação de indústrias de etanol de milho.

Em 2026 espera-se que as mesmas processem cerca de 16 milhões de toneladas de milho, algo superior a 30% da produção estadual. Mas, se por um lado os preços recuaram, por outro lado os custos para produzir cresceram de forma consistente. Segundo, ainda, o Imea, o Custo Operacional Efetivo (COE), que reúne desembolsos diretos da atividade, passou de R$ 3.381,94 por hectare na safra 2021/22 para R$ 4.806,17 na safra 2025/26, com um aumento superior a 42%. Já o Custo Total (CT), que considera também o custo de
oportunidade do capital investido, avançou de R$ 4.395,84 para R$ 6.725,91 por hectare no mesmo período, alta de aproximadamente 53%. Os fertilizantes e corretivos seguem sendo o principal componente do custo de produção.

Na safra 2021/22, representavam 34,5% do COE. Em 2025/26, responderam por 29,6% dos custos operacionais e permanecem como o item de maior peso para o produtor. O aumento dos custos vem reduzindo significativamente a rentabilidade do produtor. Dados do Imea mostram que o LAJIDA (Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização) saiu de R$ 2.278,34 por hectare na safra 2021/22 para apenas R$ 683,18 na safra 2025/26. Para a safra 2026/27, a projeção é de apenas R$ 70,96 por hectare.

Na prática, isso significa que o ganho financeiro do produtor está cada vez menor, mesmo diante do aumento da produtividade. Ora, para que a produção de milho seja viável e permita ao produtor financiar a próxima safra, o preço deveria estar entre R$ 50,00 e R$ 55,00 por saco. Hoje o produtor local recebe entre R$ 38,00 e R$ 44,00, ou seja, muito abaixo da necessidade do setor.

Dito isso, em números revisados, analista privado espera uma colheita final no Brasil de 139,9 milhões de toneladas de milho, enquanto a safrinha chegaria a 99 milhões de toneladas (cf. Safras & Mercado), o que distoa de outras previsões mais otimistas.

Enfim, a pressão de safras crescentes trazem problemas de logística. Além dos transportes, embora o Mato Grosso possua a maior capacidade instalada de armazegem do país, com cerca de 57,9 milhões de toneladas, a mesma cobre apenas 52% da produção total de grãos do estado, segundo a Conab, e 56% se considerada apenas as culturas de soja e milho, gerando um déficit estimado em 45,3 milhões de toneladas.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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Época de semeadura de arroz visando altas produtividades – MAIS SOJA

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O potencial de produtividade (PP) na cultura de arroz é a produtividade que pode atingir uma cultivar que cresce sem limitações nem estresses bióticos (planta daninha, inseto e doença) ou abióticos (exemplo: água e nutrientes), em outras palavras, é um cenário ideal onde a taxa de crescimento da cultura é determinada pela radiação solar, temperatura, dióxido de carbono atmosférico (CO2) e as características genéticas da cultivar (Evans, 1993; Van Ittersum & Rabbinge, 1997).

Na cultura de arroz, a obtenção de altos rendimentos depende da alta disponibilidade de radiação solar, especialmente durante as fases reprodutivas e de enchimento de grão (R0 até R7 na escala fenológica de Counce). No Rio Grande do Sul (RS), o período de semeadura recomendado começa em 1° de setembro, no entanto é necessário avaliar a possibilidade da semeadura de setembro em cada região arrozeira no estado, já que existe uma grande diversidade entre as regiões produtoras em relação aos riscos de geadas, enchentes e perda do número de plantas devido à baixa temperatura do solo.

Uma análise detalhada sobre o potencial de produtividade no RS para a cultivar IRGA 424 RI segundo a época de semeadura foi realizado pela Equipe FieldCrops, os resultados indicam que existe uma redução de 30kg ha-1 dia-1 no período de 1 de setembro até 13 de novembro, 80kg ha-1 dia-1 do 14 de novembro até 21 de dezembro, após essa data a perda por atraso na época de semeadura aumenta para 290 kg ha-1 dia-1 (Figura 1).

Figura 1. Potencial produtivo do arroz irrigado no estado do Rio Grande do Sul, Brasil, em função da data de semeadura. A linha preta contínua representa o potencial produtivo médio estimado pelo modelo SimulArroz para a cultivar IRGA 424 RI em todo o estado do Rio Grande do Sul, no período de 1980 a 2013. As linhas verticais vermelhas indicam os dias 13 de novembro e 21 de dezembro, momentos em que aumenta a taxa de perda de produtividade associada ao atraso da semeadura. Os pontos brancos representam dados de produtividade de 60 lavouras avaliadas nas safras 2013/2014 a 2017/2018.
Fonte: Equipe FieldCrops e Universidade Federal de Santa Maria (UFSM).

Apesar o maior potencial produtivo se apresenta no início da janela de semeadura, existe uma maior variabilidade ao longo dos anos nas semeaduras mais no cedo isso pela possível ocorrência de geadas tardias durante o mês de setembro. Durante os meses de outubro e novembro, a variabilidade no potencial de produtividade é de 10% na média, o que reduz o risco de perdas ou estresses que possam afetar a produtividade da cultura.

Referências:

COUNCE, P. A.; KEISLING, T. C.; MITCHELL, A. J. A Uniform, Objective, and Adaptive System for Expressing Rice Development. Crop Science, v. 40, n. 2, p. 436–443, mar. 2000. Disponível em: < https://acsess.onlinelibrary.wiley.com/doi/10.2135/cropsci2000.402436x >, acesso: 06/05/2026.

EVANS, L. T. Crop Evolution, Adaptation, and Yield. Cambridge University Press, Cambridge, UK. 1993

MEUS, L. D. et al. Ecofisiologia do arroz visando altas produtividades. ed. 1, Santa Maria, 2021. 312p

VAN ITTERSUM, M. K.; RABBINGE, R. Concepts in production ecology for analysis and quantification of agricultural input-output combinations. Field Crops Research, v. 52, n. 3, p. 197–208, jun. 1997. Disponível em: < https://www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0378429097000373 >, acesso: 04/05/26.

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Sustentabilidade

Ceema/Trigo: Recuo das cotações externas contrapõe cenário de alta no mercado nacional – MAIS SOJA

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A cotação do trigo em Chicago, para o primeiro mês cotado, voltou a ceder abaixo dos US$ 6,00/bushel, registrando, na semana, até US$ 5,85. Posteriormente, o mercado melhorou um pouco, fechando o dia 25/06 (quinta-feira) em US$ 5,91/bushel, contra US$ 6,05 uma semana antes.

Com o anúncio da trégua na guerra entre EUA e Irã, mesmo com a continuidade, em alguns momentos, do fechamento do estreito de Ormuz, o mercado cede. A pressão da colheita no Hemisfério Norte, embora a menor produção nos EUA, vem provocando tais recuos no curto prazo.

Já os embarques semanais de trigo estadunidense foram de 393.150 toneladas, ficando dentro das projeções do mercado. Com isso, o total embarcado no atual ano comercial, iniciado em 1º de junho, supera em 15% o total embarcado no mesmo período do ano anterior.

E aqui no Brasil, com a falta de produto de qualidade superior e o encarecimento das importações devido a desvalorização do Real (R$ 5,18 por dólar na semana), os preços se mantêm em alta. Tanto é verdade que no Rio Grande do Sul e no Paraná o saco do produto girou entre R$ 70,00 e R$ 71,00 nas principais praças dos dois estados maiores produtores do cereal. Além disso, a forte redução de área semeada nesta nova safra, a qual deve superar os 20% no país, adiciona mais um componente na alta dos preços.

Dito isso, o plantio da safra de trigo 2026 segue avançando no Brasil e chegava a 75% do total previsto no início da presente semana. De acordo com dados da Conab, o plantio supera a média histórica, que é de 64% neste momento do ano. Até o dia 19/06 o plantio já havia sido concluído em Minas Gerais, Bahia, São Paulo e Mato Grosso do Sul, seguidos por Goiás (99%), Paraná (84%), Rio Grande do Sul (63%) e Santa Catarina (23,9%). Ao mesmo tempo, a colheita desta safra já começou, com os produtores goianos tendo colhido 25% do total cultivado no estado, porém, o volume corresponde à apenas 0,7% do total brasileiro.

Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹

1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).


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FONTE

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ

Site: Ceema/Unijuí

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