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11 de maio de 2026

Sustentabilidade

Safra de grãos cresce 113%, entre 2012 e 2025, com alta na adesão de consórcios no Brasil – MAIS SOJA

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O avanço consistente do agronegócio brasileiro continua a atingir novos recordes. De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a safra brasileira de grãos obteve um crescimento de 113%, entre 2012 e 2025, e o que chama atenção é que esse desempenho não decorreu da ampliação de áreas cultivadas, mas, sim, devido ao aumento da produtividade no campo.

O relatório revela que em 2025 a produção total de grãos alcançou 346,1 milhões de toneladas, trazendo impactos positivos tanto para a inflação – que acabou fechando o ano em 4,26% – quanto para a balança comercial. Segundo o IBGE, esse resultado foi alcançado por uma conjunção de fatores como as boas condições climáticas e a ampliação do cultivo estratégicos como milho, arroz, soja e algodão.

Em contrapartida, quando se fala de terreno plantado, o aumento foi de 66,8%, passando de 48,9 milhões para 81,6 milhões de hectares, um ritmo inferior ao da expansão do volume colhido. Esse descompasso, aliado à previsão do IBGE, faz com que, para 2026, haja uma uma leve retração de 1,8% no setor, chegando a 339,8 milhões de toneladas. Tal estimativa revela a importância de investimentos privados em tecnologia, mecanização e inovação genética.

É nesse contexto que o consórcio agrícola ganha relevância. Essa necessidade constante de modernização, aliada ao alto custo de equipamentos agrícolas, tem levado produtores a buscar novas modalidades de crédito. A pesquisa “Por Dentro do Consórcio de Máquinas Agrícolas”, realizada pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), em novembro, revelou que o consórcio de máquinas agrícolas já representava 51% do total de consórcios de bens pesados no país, de acordo com dados do Banco Central.

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Para Guilherme Lamounier, gerente nacional de vendas da Multimarcas Consórcios, “em um cenário de juros elevados e crédito mais restritivo, o consórcio se consolida como uma alternativa inteligente para o produtor que precisa investir em tecnologia e mecanização sem comprometer o fluxo de caixa ou assumir custos financeiros excessivos.”

O levantamento revela ainda um perfil surpreendente do consorciado: 67% são pessoas físicas e 45% possuem mais de 45 anos, o que indica que são produtores experientes, que estão atentos à gestão financeira do negócio.  A maioria atua diretamente no setor agrícola: cerca de 90% se voltam para o cultivo de soja, milho e arroz, em propriedades de diversos tamanhos. A forma de alcance das administradoras de consórcio também se destacam: a maioria das adesões ocorre por intermédio de parceiros comerciais, enquanto os outros, por profissionais de vendas.

Outro ponto relevante, levantado recentemente pela Associação Brasileira de Administradoras de Consórcios (ABAC), é sobre a expansão da modalidade. É a correlação do setor com a renda per capita no Brasil. Estudos estatísticos da Associação, feitos com base nos dados revelados pela Pesquisa Anual por Amostra de Domicílios (PNAD), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 2009 e 2024, indicam uma correlação de 92% entre a renda familiar e os volumes de comercialização de cotas.

Como destaca o especialista, “a forte correlação entre renda familiar e adesão aos consórcios mostra que, à medida que o produtor ganha previsibilidade financeira, ele busca modalidades mais eficientes de autofinanciamento, especialmente em contextos de planejamento de médio e longo prazo, permitindo investimento sem juros e maior controle sobre o capital”.

Diante desse cenário, com um agronegócio cada vez mais tecnológico, competitivo e com foco no planejamento em longo prazo, o consórcio de máquinas agrícolas se consolida como uma ferramenta estratégica para o produtor ao permitir um investimento sem prejudicar o fluxo de caixa, uma vez que a modalidade não possui incidência de juros. Evitam-se, assim, juros elevados, tornando-se uma decisão estratégica para a sustentabilidade do negócio no campo.

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Fonte: Assessoria de imprensa



 

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Recorde de exportações sustenta receita – MAIS SOJA

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O Brasil segue liderando as exportações de soja. As vendas são impulsionadas pela forte demanda global, sobretudo da China. Segundo o Cepea, apesar da pressão exercida pela ampla oferta interna, pela desvalorização cambial e pelo recuo das cotações domésticas, o bom desempenho das exportações tem sustentado a receita do setor.

Em abril, o Brasil exportou 16,75 milhões de toneladas de soja, recorde da série da Secex, com aumentos de 15,35% frente ao volume de março e de 9,6% em relação ao verificado no mesmo mês de 2025. Os embarques à China, especificamente, avançaram 17,6% de março para abril. No acumulado de janeiro a abril, as vendas externas somaram 40,24 milhões de toneladas, também o maior volume já registrado para o período.

Fonte: Cepea


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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Cooperativismo catarinense supera 109 mil empregos diretos e amplia a geração de vagas em 7,1% em 2025 – MAIS SOJA

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O cooperativismo catarinense encerrou 2025 como um dos principais geradores de trabalho e renda em Santa Catarina. No ano passado, o setor foi responsável por 109.677 empregos diretos com carteira assinada, segundo dados consolidados do Sistema OCESC.

O resultado representa uma alta de 7,1% em relação a 2024, quando o setor registrou 102.402 trabalhadores. “Cada emprego criado pelo cooperativismo representa renda e estabilidade para as famílias e fortalece as comunidades onde as cooperativas atuam. Esse avanço mostra um modelo que alia eficiência e impacto social, que organiza pessoas, amplia oportunidades e distribui desenvolvimento no território, com impacto direto nas economias regionais”, diz o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

O movimento também acompanha a ampliação da base social do cooperativismo. Em 2025, o número de cooperados em Santa Catarina ultrapassou o marco de cinco milhões, garantindo novamente a liderança do estado como o mais cooperativista do Brasil. “O cooperativismo cresce quando entrega resultado econômico e, ao mesmo tempo, mantém o foco nas pessoas. É isso que sustenta crescimento com consistência: gestão, presença regional e compromisso com quem participa do sistema”, afirma Zanatta.

Os dados de 2025 mostram equilíbrio por gênero entre os empregos diretos do cooperativismo catarinense: 54.570 homens e 55.107 mulheres. Os números traduzem um modelo que combina equidade, competitividade e compromisso social em diferentes ramos e regiões.

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A maior parte das vagas está concentrada em Santa Catarina, com 84.776 postos de trabalho. Outros 24.901 empregos estão localizados fora do estado, o equivalente a 29,4% do total, resultado da expansão de cooperativas catarinenses no cenário nacional.

A presença fora de Santa Catarina amplia a capacidade de competir em diferentes regiões, mantendo vínculos com a base produtiva e com as cadeias econômicas que se estruturam no território catarinense.

“O cooperativismo gera trabalho formal, movimenta cadeias produtivas e cria oportunidades onde as pessoas vivem. Os resultados aparecem nos indicadores, mas o principal efeito está na transformação que esse modelo produz na vida dos cooperados, colaboradores e comunidades”, conclui Zanatta.

Fonte: Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro



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Autor:Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro

Site: Fecoagro/SC

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Preço segue em queda com estoque elevado e maior oferta – MAIS SOJA

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Influenciados pela maior oferta, em decorrência da colheita da safra de verão e dos estoques de passagem elevados da temporada 2024/25, os preços do milho seguem recuando na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Neste cenário, compradores indicam facilidade na realização de efetivações e aguardam novas baixas.

Segundo o Centro de Pesquisas, parte dos vendedores se mostra mais flexível nas negociações no spot. Com armazéns recebendo lotes da safra de verão (soja e milho) e os estoques de passagem remanescentes da última temporada, há maior necessidade de liberação de armazéns e de formar caixa.

De acordo com pesquisadores do Cepea, as quedas só não foram mais intensas devido à preocupação com o atual clima nas regiões produtoras da segunda safra, já que algumas áreas enfrentam falta de chuva e altas temperaturas. Além disso, a previsão de frentes frias voltou ao radar dos agentes.

Caso isso se confirme, o potencial produtivo das lavouras pode ser reduzido. Até o momento, a Conab estima que serão produzidas 109,11 milhões de toneladas na segunda safra.

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Fonte: Cepea



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Autor:Cepea

Site: Cepea

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