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11 de maio de 2026

Sustentabilidade

Cultivo de sorgo é alternativa para diversificar a produção – MAIS SOJA

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Valorizado pela sua tolerância à estiagem e menor custo de produção em comparação ao milho, o sorgo se mostra uma alternativa na rotação de culturas. Pela sua capacidade de suportar variações climáticas, especialmente na ocorrência de dias prolongados sem chuvas, a cultura se firma como uma oportunidade para o agricultor fazer cultivos de verão. “No aspecto agroeconômico, é uma excelente alternativa para melhorar as condições do solo. Por isso também se destaca como uma cultura importante para ser difundida”, destaca o diretor técnico da Emater/RS, Claudinei Baldissera.

Nesse sentido, Baldissera afirma que, a partir dessa safra, a Instituição passa a fazer o levantamento e apuração das áreas cultivadas nas suas regiões administrativas.

A importância dessa cultura se reflete também no incentivo do Governo do Estado, através da Secretaria de Desenvolvimento Rural (SDR), por meio do Programa Milho 100%, que alcança sementes de sorgo granífero e forrageiro aos produtores.

O diretor técnico, visitou uma lavoura de sorgo em Boa Vista do Incra, na localidade de Três Capões, onde o cultivo ocorreu com assistência técnica dos extensionistas rurais. Em busca de uma alternativa para enfrentar os efeitos dos eventos climáticos no Estado e garantir renda, o produtor rural Vinicius Knob (Knób) procurou a Emater/RS-Ascar. A visita foi acompanhada pelo prefeito, Gilmar Laurindo Bellini, pelo gerente regional adjunto da Emater/RS-Ascar, Bergson dos Santos e pelos assistente técnico estadual e o extensionista rural da Instituição, respectivamente, Alencar Rugeri e Rodimar Carvalho dos Santos.

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A opção foi pelo grão, que é o 5° cereal mais produzido no mundo. “Esse trabalho, feito em parceria com a Emater, é fruto de uma inquietação, uma busca por alternativas, diante de um cenário extremamente agressivo, com seca e enchente, além de dificuldade de comercialização”, afirma Knob, junto à lavoura. Satisfeito com o resultado, ele já pensa no próximo plantio do sorgo.

O resultado desse experimento foi apresentado durante o Dia de Campo, realizado na terça-feira (20/01) na propriedade. Sorgo granífero foi o tema do evento, que abordou aspectos como tecnologia de secagem e armazenagem de grãos, além de propriedades físicas e conservação do solo e da água.

O extensionista rural Gilberto Bertolini afirma que a lavoura teve um custo de produção equivalente a 50 sacas por hectare, enquanto a produtividade chegou a 80 sacas por hectare. Ele afirma, no entanto, que o potencial produtivo pode chegar a cerca de 100 sacas por hectare. “Ali, nessa propriedade, houve uma chuva forte na época da semeadura, deixando menos sementes no solo”, esclarece.

Embora a colheita tenha ficado abaixo do esperado, Bertolini avalia que o resultado é favorável ao sorgo em comparação ao milho, visto que a cultura apresenta um custo de produção de 20% a 30% menor, diferença explicada principalmente pelo valor da semente.

Cultura estratégica

Bertolini afirma que a plantação do sorgo é uma estratégia na rotação de culturas. “É uma gramínea de clima tropical, que apresenta elevado número de raízes capazes de melhorar a estrutura do solo”, analisa. “Além de uma boa produção de palha de cobertura”, acrescenta. Esse grão é utilizado tanto na alimentação humana, em farinhas, como em ração para animais.

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Manejo e conservação

O melhor período para o plantio do sorgo é na primavera. “Na nossa região, a partir de agosto, início de setembro já pode ser semeada”, acrescenta Bertolini. O extensionista rural esclarece que é necessário evitar períodos de temperaturas muito baixas.

No combate a plantas daninhas, ele observa que o esse grão tem um pouco de resistência a alguns herbicidas que são recomendados no cultivo do milho. “Uma vantagem do sorgo é ter poucas doenças, em relação ao milho”, analisa.

Fonte: Emater/RS



 

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Sustentabilidade

SOJA/CEPEA: Recorde de exportações sustenta receita – MAIS SOJA

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O Brasil segue liderando as exportações de soja. As vendas são impulsionadas pela forte demanda global, sobretudo da China. Segundo o Cepea, apesar da pressão exercida pela ampla oferta interna, pela desvalorização cambial e pelo recuo das cotações domésticas, o bom desempenho das exportações tem sustentado a receita do setor.

Em abril, o Brasil exportou 16,75 milhões de toneladas de soja, recorde da série da Secex, com aumentos de 15,35% frente ao volume de março e de 9,6% em relação ao verificado no mesmo mês de 2025. Os embarques à China, especificamente, avançaram 17,6% de março para abril. No acumulado de janeiro a abril, as vendas externas somaram 40,24 milhões de toneladas, também o maior volume já registrado para o período.

Fonte: Cepea


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Autor:Cepea

Site: Cepea

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Sustentabilidade

Cooperativismo catarinense supera 109 mil empregos diretos e amplia a geração de vagas em 7,1% em 2025 – MAIS SOJA

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O cooperativismo catarinense encerrou 2025 como um dos principais geradores de trabalho e renda em Santa Catarina. No ano passado, o setor foi responsável por 109.677 empregos diretos com carteira assinada, segundo dados consolidados do Sistema OCESC.

O resultado representa uma alta de 7,1% em relação a 2024, quando o setor registrou 102.402 trabalhadores. “Cada emprego criado pelo cooperativismo representa renda e estabilidade para as famílias e fortalece as comunidades onde as cooperativas atuam. Esse avanço mostra um modelo que alia eficiência e impacto social, que organiza pessoas, amplia oportunidades e distribui desenvolvimento no território, com impacto direto nas economias regionais”, diz o presidente do Sistema OCESC, Vanir Zanatta.

O movimento também acompanha a ampliação da base social do cooperativismo. Em 2025, o número de cooperados em Santa Catarina ultrapassou o marco de cinco milhões, garantindo novamente a liderança do estado como o mais cooperativista do Brasil. “O cooperativismo cresce quando entrega resultado econômico e, ao mesmo tempo, mantém o foco nas pessoas. É isso que sustenta crescimento com consistência: gestão, presença regional e compromisso com quem participa do sistema”, afirma Zanatta.

Os dados de 2025 mostram equilíbrio por gênero entre os empregos diretos do cooperativismo catarinense: 54.570 homens e 55.107 mulheres. Os números traduzem um modelo que combina equidade, competitividade e compromisso social em diferentes ramos e regiões.

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A maior parte das vagas está concentrada em Santa Catarina, com 84.776 postos de trabalho. Outros 24.901 empregos estão localizados fora do estado, o equivalente a 29,4% do total, resultado da expansão de cooperativas catarinenses no cenário nacional.

A presença fora de Santa Catarina amplia a capacidade de competir em diferentes regiões, mantendo vínculos com a base produtiva e com as cadeias econômicas que se estruturam no território catarinense.

“O cooperativismo gera trabalho formal, movimenta cadeias produtivas e cria oportunidades onde as pessoas vivem. Os resultados aparecem nos indicadores, mas o principal efeito está na transformação que esse modelo produz na vida dos cooperados, colaboradores e comunidades”, conclui Zanatta.

Fonte: Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro



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Autor:Sistema Ocesc, disponível em Fecoagro

Site: Fecoagro/SC

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Sustentabilidade

MILHO/CEPEA: Preço segue em queda com estoque elevado e maior oferta – MAIS SOJA

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Influenciados pela maior oferta, em decorrência da colheita da safra de verão e dos estoques de passagem elevados da temporada 2024/25, os preços do milho seguem recuando na maior parte das regiões acompanhadas pelo Cepea. Neste cenário, compradores indicam facilidade na realização de efetivações e aguardam novas baixas.

Segundo o Centro de Pesquisas, parte dos vendedores se mostra mais flexível nas negociações no spot. Com armazéns recebendo lotes da safra de verão (soja e milho) e os estoques de passagem remanescentes da última temporada, há maior necessidade de liberação de armazéns e de formar caixa.

De acordo com pesquisadores do Cepea, as quedas só não foram mais intensas devido à preocupação com o atual clima nas regiões produtoras da segunda safra, já que algumas áreas enfrentam falta de chuva e altas temperaturas. Além disso, a previsão de frentes frias voltou ao radar dos agentes.

Caso isso se confirme, o potencial produtivo das lavouras pode ser reduzido. Até o momento, a Conab estima que serão produzidas 109,11 milhões de toneladas na segunda safra.

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Fonte: Cepea



FONTE

Autor:Cepea

Site: Cepea

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