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O empresário que salvou a Buritirama e redesenhou o mapa da mineração brasileira

A história recente da mineração no Brasil não pode ser contada sem mencionar João Araújo. Não como coadjuvante, não como herdeiro e não apenas como executivo técnico — mas como protagonista de uma das viradas empresariais mais impressionantes da última década. Em um setor dominado por gigantes e atravessado por crises cíclicas, João José Oliveira Araújo construiu uma trajetória singular: saiu de um ambiente de instabilidade financeira, ruptura familiar e pressão de credores para erguer um dos grupos minerais mais estratégicos do país, redefinindo o papel do manganês na indústria brasileira e projetando o Grupo Buritipar para o cenário global.
O colapso que quase matou a Buritirama
Quando João Araújo assumiu responsabilidades executivas mais amplas na Mineração Buritirama, o cenário era crítico. A empresa carregava um passivo superior a R$ 350 milhões, contratos frágeis e uma governança marcada por disputas internas. O Brasil enfrentava instabilidade política e o mercado global de commodities estava em retração.
Para muitos observadores, a Buritirama parecia destinada à liquidação ou à venda fragmentada de ativos. Foi nesse momento que João Araújo revelou sua principal marca: transformar caos em estratégia.
Ainda como diretor financeiro, João José Oliveira Araújo atuou nos bastidores para evitar o colapso total. Enquanto bancos hesitavam e Silvio Tini de Araújo buscava soluções apressadas para estancar prejuízos, João Araújo estruturava uma engenharia financeira precisa: recuperou créditos internacionais considerados de difícil liquidez, renegociou contratos e conseguiu fechar o exercício com caixa positivo — um resultado pequeno em números, mas decisivo politicamente e financeiramente.
Ali, já não se tratava apenas de gestão. Tratava-se de sobrevivência empresarial planejada.
A aposta pessoal que mudou tudo
A virada, contudo, exigiu mais do que habilidade técnica — exigiu coragem pessoal extrema.
Sem patrimônio relevante, João Araújo assumiu dívidas para comprar uma participação na empresa, tornando-se corresponsável por dezenas de milhões de reais em passivos. Muitos viram a decisão como temerária. Outros, como imprudente.
O tempo provou o contrário.
Ao assumir riscos que ninguém queria assumir, João José Oliveira Araújo demonstrou convicção rara em um ambiente empresarial avesso a apostas de longo prazo. Essa decisão marcaria toda sua carreira.
Entre 2015 e 2018, sob sua liderança, a Buritirama passou por uma transformação profunda. O faturamento saltou de R$ 80 milhões para centenas de milhões de reais, impulsionado por eficiência operacional, foco em qualidade e uma estratégia clara: transformar a Buritirama na referência nacional em manganês de alto teor.
Enquanto concorrentes dispersavam esforços em múltiplos minerais, Araújo apostou na especialização — e venceu.
A revolução do manganês
A Mina de Buritirama, no Pará, consolidou-se como a maior mina de manganês a céu aberto da América Latina, com capacidade superior a 2,5 milhões de toneladas anuais. Sob a condução de João Araújo, a empresa passou a responder por cerca de 70% das exportações brasileiras de manganês, tornando-se padrão de qualidade para mercados exigentes como China e Europa.
Isso não foi acaso — foi estratégia deliberada, executada com disciplina e visão industrial de longo prazo.
Enquanto a Vale concentrava esforços em minério de ferro, João José Oliveira Araújo percebeu que o manganês era uma oportunidade negligenciada. O resultado foi simples e poderoso: a Buritirama deixou de ser periférica e tornou-se protagonista do setor.
A ruptura com Silvio Tini
O crescimento empresarial, porém, aprofundou tensões familiares.
No fim de 2018, Silvio Tini de Araújo decidiu vender seus 90% da companhia e sugeriu que o próprio filho seguisse outro caminho. O que poderia ter sido um fim tornou-se um ponto de inflexão histórico.
João Araújo não recuou — comprou a empresa da própria família.
O negócio totalizou cerca de R$ 500 milhões, somando pagamento direto e assunção de dívidas. Enquanto Silvio Tini optava por judicializar disputas e questionar decisões passadas, João José Oliveira Araújo concentrava energia em crescimento, profissionalização e expansão.
O contraste ficou claro:
• Silvio Tini de Araújo → conflito, litígio, ruptura e desgaste reputacional.
• João Araújo → construção, investimento, governança e expansão.
Não se trata de personalizar o debate — mas de reconhecer trajetórias opostas.
O nascimento do Grupo Buritipar
A criação do Grupo Buritipar foi o passo seguinte dessa visão estratégica.
João Araújo entendeu que depender de uma única commodity era arriscado e estruturou uma holding diversificada, conectando mineração, metalurgia, logística e agronegócio.
A entrada na Paranapanema (cobre) revelou sofisticação estratégica: enquanto mineradoras sofrem em ciclos de baixa, indústrias transformadoras mantêm margens mais estáveis. Paralelamente, o investimento em potássio buscou reduzir a dependência do Brasil de fertilizantes importados.
A logística tornou-se outro pilar central. Sob a orientação de João José Oliveira Araújo, o Grupo Buritipar integrou portos, áreas de transbordo e frota própria, otimizando rotas Norte–Sul e eliminando gargalos históricos do transporte brasileiro.
O resultado: menos custo, mais eficiência e maior resiliência financeira.
China, Minmetals e independência estratégica
O capítulo mais ousado veio com a China.
Em 2021, João Araújo firmou contrato com a estatal chinesa Minmetals, envolvendo cerca de US$ 400 milhões em pré-pagamentos para fornecimento de manganês por 10 anos.
O objetivo era claro: reduzir dependência de intermediários, fortalecer o caixa e garantir autonomia estratégica da Buritirama.
Embora disputas judiciais tenham interrompido parcialmente a execução, o movimento mostrou algo crucial: João José Oliveira Araújo joga no tabuleiro global — e não apenas brasileiro.
Inteligência Artificial, McLaren e visão internacional
Paralelamente à mineração, João Araújo ampliou sua atuação internacional ao integrar o conselho da Salus Optima, empresa europeia de inteligência artificial parceira da McLaren.
Essa experiência reforçou sua visão sobre governança, uso de dados, eficiência e inovação tecnológica, princípios que passaram a orientar decisões dentro do Grupo Buritipar.
Enquanto muitos mineradores ainda pensam no século XX, João José Oliveira Araújo opera com lógica do século XXI.
A batalha no STJ e o legado em construção
Hoje, João Araújo trava batalhas no Superior Tribunal de Justiça (STJ) que podem definir o futuro da empresa que salvou. Mas, independentemente do desfecho jurídico, sua marca já está consolidada:
Ele transformou uma mineradora à beira do colapso em uma potência global do manganês.
Enquanto Silvio Tini de Araújo permanece preso a disputas e questionamentos sobre controle patrimonial, João Araújo segue projetando o futuro — como líder, estrategista e empresário de alcance internacional.
O que essa história realmente significa
A trajetória de João José Oliveira Araújo é, acima de tudo, uma história de ruptura criativa:
• Ruptura com modelos familiares ultrapassados.
• Ruptura com dependência de traders estrangeiros.
• Ruptura com a ideia de que o manganês era secundário.
Sob sua liderança, a Buritirama e o Grupo Buritipar tornaram-se símbolos de eficiência, estratégia e ambição empresarial moderna.
Se há uma lição nessa história, ela é clara:
Em ambientes de alta complexidade, liderança não se herda — se constrói.
E João Araújo construiu a sua com coragem, cálculo e visão.
Business
Tratamento de sementes exige precisão para preservar qualidade

O tratamento de sementes ocupa posição central na agricultura moderna. A tecnologia protege sementes de alto valor genético contra pragas e patógenos no início do ciclo. Também garante estabelecimento inicial mais uniforme das lavouras. Revisão científica analisou como essas tecnologias afetam a qualidade física, funcional e fisiológica das sementes. O trabalho reúne resultados recentes e indica limites técnicos que definem quando o tratamento protege ou compromete o desempenho do lote.
A revisão mostra que o tratamento químico não atua apenas no controle fitossanitário. O processo interfere diretamente na integridade das sementes. A aplicação envolve impactos mecânicos, contato com moléculas biologicamente ativas e aumento do teor de umidade superficial. Esses fatores alteram atributos físicos, como massa e resistência do tegumento. Também afetam processos metabólicos ligados à germinação e ao vigor.
Qualidade funcional
Os autores destacam que a avaliação tradicional da qualidade de sementes considera dois pilares. O primeiro inclui pureza, tamanho, peso e aparência. O segundo envolve germinação e vigor. O estudo introduz um terceiro conceito. A qualidade funcional. Esse atributo mede o desempenho operacional da semente tratada durante manuseio, transporte e semeadura. Inclui precisão de dose, uniformidade de recobrimento, fluidez e ausência de pó.
Segundo a revisão, a qualidade funcional define se a semente tratada entrega no campo o efeito esperado do tratamento. Doses abaixo do recomendado reduzem a eficácia do ingrediente ativo. Doses acima elevam o risco de fitotoxicidade. Em sistemas industriais, a precisão de dose supera 95%. Em tratamentos realizados na fazenda, a variabilidade aumenta. A calibração do equipamento e a habilidade do operador passam a determinar o resultado final.
Tratamento industrial
O texto aponta que o tratamento industrial apresenta vantagens consistentes. Sistemas fechados reduzem a exposição do operador. Atomizadores garantem cobertura mais uniforme. A abrasão diminui. O desprendimento de pó cai para níveis inferiores a 4 gramas por quilo de semente quando polímeros entram na formulação. Esses fatores preservam tanto a qualidade funcional quanto a fisiológica.
Já o tratamento realizado na propriedade mantém espaço por questões econômicas e logísticas. Permite flexibilidade de receitas e aplicação em pequenos volumes. No entanto, o risco técnico aumenta. Equipamentos adaptados causam danos mecânicos. A dosagem varia. Em alguns casos, o processo remove parte do tratamento industrial já aplicado. A revisão associa esses fatores à maior variabilidade de desempenho no campo.
Aspecto fisiológico
No aspecto fisiológico, o trabalho reforça um ponto central. O tratamento não melhora o vigor intrínseco da semente. Esse atributo se define durante a produção. O tratamento apenas preserva o potencial quando executado corretamente. Quando mal conduzido, acelera a deterioração. A principal causa envolve fitotoxicidade induzida por ingredientes ativos, especialmente inseticidas sistêmicos.
Os autores descrevem três níveis de dano fisiológico. No primeiro, a semente germina, mas com redução de vigor. No segundo, a germinação cai e surgem plântulas anormais. No terceiro, ocorre morte da semente. O avanço entre esses níveis depende do tempo de armazenamento, do volume de calda, do número de componentes da formulação e do genótipo.
A revisão mostra que receitas com mais de cinco componentes aumentam o risco de dano fisiológico. Volumes elevados de calda intensificam o problema, sobretudo quando a formulação apresenta baixa viscosidade. Soluções mais aquosas aceleram a embebição. Em sementes secas, esse processo causa desorganização de membranas e perda de solutos. O resultado surge como redução de vigor e germinação durante o armazenamento.
Teor de água da semente
O teor de água da semente no momento do tratamento aparece como fator decisivo. Teores muito baixos elevam a suscetibilidade a danos mecânicos imediatos. Teores elevados reduzem o impacto inicial, mas favorecem deterioração latente durante o armazenamento. A literatura indica faixas ótimas próximas de 11% para soja em sistemas industriais.
O trabalho também destaca a importância dos polímeros. Esses componentes aumentam a adesão dos ingredientes ativos. Reduzem a lixiviação. Diminuem a geração de pó. Em soja, o uso de polímero evita perdas de até 20% do ingrediente ativo por lavagem. Em arroz, a retenção de inseticidas mais que dobra em condições de chuva simulada.
Por fim, os autores apontam lacunas de conhecimento. Faltam dados integrados sobre interação entre qualidade inicial do lote, composição da calda e tempo de armazenamento. A revisão indica a necessidade de formulações mais seguras e tecnologias de aplicação mais precisas. O objetivo permanece claro. Proteger sementes e plântulas sem comprometer a qualidade fisiológica que sustenta o rendimento das lavouras.
O trabalho foi desenvolvido por Venicius Urbano Viela Reis, Everson Reis Carvalho e Imtiyaz Khanday.
Mais informações em doi.org/10.1016/j.plantsci.2026.113013

Agro Mato Grosso
Propriedades do Soja Legal mostram que é possível conciliar campo e natureza em Mato Grosso

Programa auxilia produtores a identificar pontos fortes e adequações em suas propriedades
Mato Grosso é reconhecido nacionalmente como um dos maiores produtores de alimentos do país. Ao mesmo tempo, o estado mantém grande parte de seu território preservado. Esse equilíbrio entre produção e conservação ambiental é resultado do compromisso de produtores rurais, adotando práticas sustentáveis em suas propriedades, como os participantes do programa Soja Legal, da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT).
De acordo com o vice-presidente da Aprosoja MT e coordenador da Comissão de Sustentabilidade, Luiz Pedro Bier, o Brasil se destaca mundialmente por conseguir produzir em larga escala sem abrir mão da preservação ambiental.
“O Brasil, diferente de todos os outros grandes produtores agrícolas do mundo, consegue preservar o meio ambiente e produzir uma grande quantidade de alimentos com alta eficiência. E o melhor exemplo disso é o Mato Grosso, onde nós temos a agricultura mais profissional do Brasil. Em torno de 25% de toda a floresta nativa do território brasileiro pertence a produtores rurais”, destaca.
Segundo Bier, o cumprimento do Código Florestal é apenas o ponto de partida. No dia a dia, os produtores adotam atitudes que ampliam esse compromisso com a sustentabilidade.
“Hoje, mais do que nunca, o produtor faz diversas atitudes que são sustentáveis e trazem eficiência ecológica e agronômica. Uma delas é o uso de bioinsumos. O Brasil é disparado o maior consumidor de biológicos, tanto para fungicidas quanto para inseticidas no campo. São atitudes que fazem bem ao meio ambiente e não prejudicam a produtividade”, afirma.
Ele também ressalta investimentos em biodigestores e o aumento da produtividade em áreas menores como práticas que reduzem a necessidade de novas conversões de áreas. “Produzir mais em menor área também é sustentabilidade. Quanto mais se produz em uma área, menor é a pressão sob a vegetação nativa para alimentar a população mundial”, completa.
Na prática, os resultados desse compromisso podem ser vistos em propriedades como a Fazenda Estrela, em Querência. O produtor rural Osmar Inácio Frizzo conta que todas as ações adotadas seguem os princípios do programa Soja Legal.
“Todas as práticas que a gente faz é pensando justamente na sustentabilidade e preservação ambiental. Desde a devolução correta das embalagens, adequação no local certo para não poluir, contenção de óleo na lavagem de máquinas, tudo isso contribui para a preservação”, explica.
Além da preservação, Osmar ressalta que a organização e o planejamento impactam diretamente na produtividade. “Tudo que você fizer melhor é pensando na produção. Criar procedimentos, organizar e planejar contribui para produzir melhor. São técnicas simples, mas que dão resultado depois de anos utilizando”, avalia.
Outro exemplo vem do Vale do Guaporé, na Fazenda Rio Sabão, do produtor Paulo Adriano Gai Cervo. Ele destaca que sua propriedade está localizada no bioma amazônico, onde a legislação exige a preservação de 80% da área.
“Nós temos orgulho de dizer que na nossa propriedade nem os 20% estão abertos. Temos mais de 80% preservados como área de reserva legal e APP. Respeitamos a lei e fazemos isso com responsabilidade”, afirma.
Além disso, Paulo Adriano explica que a fazenda não utiliza fogo em nenhuma atividade agrícola e mantém aceiros conservados para prevenir incêndios. A propriedade conta com equipe treinada e equipamentos adequados para combate a focos de fogo.
A fazenda também preserva mananciais importantes, como os córregos Pacovinha e Sabão, além de um trecho de 17km do Rio Guaporé. “Temos projetos de recuperação das margens desses córregos para aumentar ainda mais as áreas de preservação permanente”, acrescenta.
No campo da produção sustentável, Paulo Adriano destaca o investimento em treinamento da equipe, uso correto de EPIs, destinação adequada de embalagens, segregação de resíduos e manejo consciente do solo. “Fazemos 100% de plantio direto sobre palhada, integração lavoura-pecuária, agricultura de precisão, taxa variável de insumos, tudo para usar apenas o que é necessário”, explica.
Entre os projetos futuros estão a implantação de uma biofábrica, biodigestores para geração de gás e produção de fertilizante orgânico. “Nosso objetivo é reduzir a dependência externa e produzir parte do fertilizante que usamos. Tudo isso melhora a produtividade, o resultado financeiro e a qualidade de vida das famílias que vivem aqui”, afirma.
As ações desenvolvidas nas propriedades participantes do Soja Legal mostram que é possível produzir com responsabilidade, respeitando o meio ambiente e contribuindo para o desenvolvimento sustentável de Mato Grosso. Um exemplo de que o campo pode, sim, ser aliado da preservação.
Luiz Pedro Bier enfatiza ainda o papel da Aprosoja MT no apoio aos produtores com incentivo a uma produção cada vez mais sustentável. “A Aprosoja atua em várias frentes. Uma delas é a legislativa, apoiando leis que trazem segurança jurídica ao produtor. Também temos a Central de Informações do Cadastro Ambiental Rural, que auxilia na regularização ambiental. E a estrela da companhia é o Soja Legal, onde capacitamos o produtor na legislação trabalhista, segurança do trabalho e fazemos análises ambientais para identificar pontos de melhoria. A sustentabilidade é um tripé: social, econômico e ambiental”, finaliza.
Agro Mato Grosso
Pesquisas voltadas à realidade do Vale do Guaporé serão tema do 1º Giro de Pesquisa da região

Realizado pela Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja MT) e pelo Instituto Mato-grossense do Agronegócio (Iagro MT), o 1º Giro de Pesquisa do Vale do Guaporé será realizado no dia 11 de fevereiro, em Pontes e Lacerda. O evento é gratuito e tem como objetivo promover a aproximação dos produtores rurais com as pesquisas científicas desenvolvidas na região, fortalecendo a troca de informações e o acesso ao conhecimento técnico no campo.
O vice-presidente Oeste, Gilson Antunes de Melo, destaca que as pesquisas desenvolvidas no Vale do Guaporé são de extrema relevância, uma vez que a região possui especificidades de solo e altitude diferentes de outras áreas do estado. Segundo ele, a realização de pesquisas direcionadas à realidade local contribui significativamente para a tomada de decisão do produtor rural.
“A adaptação de variedades e cultivares, do número de plantas, do uso de fungicidas e das práticas de manejo específicas para a região contribui significativamente para que o produtor tenha informações concretas em mãos e se torne mais assertivo nas decisões adotadas em sua propriedade”, destaca ele.
Ao comentar o papel da Aprosoja MT na disseminação de informações técnicas aos produtores, Gilson destaca a importância da transmissão de dados confiáveis.
Segundo ele, as entidades têm experiência técnica consolidada em pesquisa, com diversos centros tecnológicos e uma equipe de pesquisadores altamente qualificada. “Trata-se de uma pesquisa com alto nível de assertividade, que transmite mais confiança ao produtor para aplicação no dia a dia da propriedade”, finaliza ele.
O Giro de Pesquisa do Vale do Guaporé terá sua estreia às 07h30, com credenciamento a partir das 07h, no VSL Centro de Pesquisa Agronômica, localizado na Rodovia 174B, Gleba Scatolin 195, Zona Rural de Pontes e Lacerda.
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