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Governo de MT percorre 17 municípios para fortalecer produção de leite na agricultura familiar

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Durante o mês de janeiro, o Programa de Melhoramento Genético do Rebanho Leiteiro de Mato Grosso promove uma série de reuniões presenciais em 17 municípios do estado. A ação tem como objetivo orientar produtores rurais, associações e cooperativas interessados em elevar a eficiência produtiva de suas propriedades por meio da aquisição de animais com alta linhagem genética.


De acordo com a secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, o programa representa uma oportunidade concreta de transformação da pecuária leiteira no estado. “Estamos investindo em genética de qualidade para garantir mais produtividade, renda e sustentabilidade aos produtores da agricultura familiar. As reuniões são fundamentais para que eles compreendam todas as etapas do programa e possam aderir de forma consciente e planejada”, destacou.

De acordo com a secretária de Estado de Agricultura Familiar, Andreia Fujioka, o programa representa uma oportunidade concreta de transformação da pecuária leiteira no estado. “Estamos investindo em genética de qualidade para garantir mais produtividade, renda e sustentabilidade aos produtores da agricultura familiar. As reuniões são fundamentais para que eles compreendam todas as etapas do programa e possam aderir de forma consciente e planejada”, destacou.
As atividades tiveram início nesta segunda-feira (12.1), com reuniões nos municípios de São José dos Quatro Marcos e Figueirópolis. Nesta terça-feira (13), foi realizada uma etapa da reunião em Jauru, e, às 14h, acontece um encontro no município de Vale do São Domingos.
A participação nas reuniões é um pré-requisito para adesão ao programa, que é um investimento do Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), com acompanhamento técnico da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), em parceria com as prefeituras municipais, cooperativas e associações.
As reuniões são abertas a produtores dos municípios que manifestaram interesse e também àqueles de localidades vizinhas que tenham interesse em conhecer melhor o programa. Além disso, municípios que ainda não manifestaram interesse podem participar da iniciativa. Para isso, os interessados podem entrar em contato diretamente com a equipe da Seaf responsável pelo programa, procurar a unidade da Empaer mais próxima ou comparecer às reuniões realizadas nos municípios mais próximos.
Os municípios que recebem as reuniões neste mês são: São José dos Quatro Marcos, Figueirópolis, Jauru, Vale do São Domingos, Pontes e Lacerda, Conquista D’Oeste, Nova Lacerda, Comodoro, Brasnorte, Castanheira, Juruena, Alta Floresta, Nova Canaã do Norte, Colíder, Terra Nova do Norte, Marcelândia e Chapada dos Guimarães.
Cronograma das próximas reuniões
14.1 – Pontes e Lacerda, às 9h | Conquista D’Oeste, às 14h
15.1 – Nova Lacerda, às 9h | Comodoro, às 14h
21.1 – Brasnorte, às 9h
22.1 – Castanheira, às 9h | Juruena, às 14h
23.1 – Alta Floresta, às 9h | Nova Canaã do Norte, às 14h
24.1 – Colíder, às 9h | Terra Nova do Norte, às 14h
26.1 – Marcelândia, às 9h
27.1 – Chapada dos Guimarães, às 9h
Entre 2020 e 2025, foram distribuídas 36.297 doses de sêmen, entre convencional e sexado, de cinco raças leiteiras, Holandês, Jersey, Girolando ¾ e 5/8 e Gir Leiteiro, beneficiando 60 municípios e cinco cooperativas. Somente em 2025, a Seaf adquiriu 8.275 doses de sêmen, sendo 5.585 sexadas, ampliando significativamente o potencial de formação de rebanhos voltados à produção leiteira. O total de investimentos em prenhes; embriões e sêmen entre 2020 e 2025 é de R$ 10,5 milhões.
O Programa de Melhoramento Genético do Rebanho Leiteiro busca fortalecer a agricultura familiar, promovendo o desenvolvimento sustentável da cadeia produtiva do leite em Mato Grosso, com foco no aumento da produtividade, da renda e da qualidade do rebanho.
Com Assessoria

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Fila de caminhões no Pará desafia logística de escoamento de soja

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Foto: Aprosoja Pará

O aumento do fluxo de caminhões na BR-163, principal corredor de escoamento de grãos para o Norte do país, nesta terça-feira (3), reacendeu o debate sobre infraestrutura, fiscalização e alternativas de transporte no Brasil. O cenário ocorre em meio ao pico da colheita de soja, período que pressiona a logística agrícola nacional.

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Registros feitos por caminhoneiros e divulgados nas redes sociais apontaram a formação de filas ao longo da rodovia, especialmente no trecho que dá acesso aos terminais portuários do Arco Norte, no Pará. A combinação entre o elevado volume da safra e a falta de rotas estruturais alternativas costuma provocar retenções, tornando a BR-163 um dos principais gargalos do escoamento agrícola brasileiro.

Em posicionamento, a Aprosoja Pará informou que a situação na rodovia está estável e que não há registro de filas de caminhões desde terça-feira (3). Segundo a entidade, o tráfego segue fluindo normalmente no momento, sem congestionamentos no acesso aos terminais.

A associação, no entanto, alerta que o cenário é sensível às condições climáticas. Em períodos de chuva, a logística volta a enfrentar dificuldades, com formação de filas e maior desorganização no tráfego. Atualmente, sem ocorrência de precipitações intensas na região, o fluxo permanece regular.

O tema da infraestrutura segue como ponto central das discussões. As obras de acesso rodoviário à BR-163 acumulam atrasos, e a concessionária Via Brasil, responsável pelo trecho, projeta a conclusão do acesso definitivo apenas para 2027. Medidas paliativas, como intervenções em pontos críticos e duplicações pontuais, ajudam a aliviar o trânsito em momentos específicos, mas não eliminam o gargalo estrutural.

Com informações do Poder 360.

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Gergelim avança como ‘segunda safra’ estratégica e cresce 17% em Mato Grosso

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O gergelim tem se consolidado como uma alternativa estratégica para os produtores rurais de Mato Grosso. Impulsionada pela abertura de mercados internacionais, pela adaptação às condições climáticas e pela possibilidade de diversificação da produção, a oleaginosa vem ganhando espaço como uma segunda opção de safra, em áreas antes ocupadas por outras culturas.

A produção de gergelim em Mato Grosso apresentou crescimento expressivo de uma safra para outra. Na safra 2023/2024, o estado registrou produção de 246,1 mil toneladas, volume que avançou para 288,9 mil toneladas na safra 2024/2025, representando um aumento de 17,3%. O desempenho positivo também foi impulsionado pelo ganho de produtividade, que passou de 579,06 quilos por hectare na safra 2023/2024 para 720,09 quilos por hectare na safra 2024/2025, evidenciando a evolução do manejo e o uso de tecnologias no campo.

Segundo o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, o crescimento do gergelim está diretamente ligado às oportunidades abertas no mercado externo. “No ano passado, a China abriu o mercado para o gergelim brasileiro. Já credenciamos mais de 20 empresas em Mato Grosso, o que estimulou investimentos em pesquisa e melhoramento de sementes”, afirmou.

Estimativas da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) indicam que Mato Grosso deve cultivar cerca de 400 mil hectares de gergelim na safra 2025/2026, dentro de um total de 22,3 milhões de hectares destinados à produção de grãos no Estado. A produção estimada é de aproximadamente 288 mil toneladas, com expectativa de crescimento tanto da área plantada quanto do volume produzido.

A tendência de expansão está associada, sobretudo, à substituição do milho em regiões onde a estiagem ocorre mais cedo, como o Araguaia. Nesses locais, o gergelim tem se mostrado uma opção viável, dependendo da janela de plantio. “Em regiões com menor índice de chuvas, o gergelim passa a ser uma alternativa importante ao milho, especialmente quando bem planejado dentro do calendário agrícola”, destacou o secretário.

A produtividade média da cultura em Mato Grosso é de cerca de 700 quilos por hectare, com potencial para alcançar até mil quilos por hectare. Para avançar nesse desempenho, produtores têm investido em ajustes no manejo e na adaptação de máquinas. “O produtor tem conseguido adaptar a mesma colheitadeira usada na soja para colher o gergelim, o que reduz custos e facilita a adoção da cultura”, explicou César Miranda.

No Estado, o plantio do gergelim ocorre geralmente entre o final de fevereiro e o início de março, após a colheita da soja, com ciclo produtivo de aproximadamente 120 dias. Atualmente, cerca de 99% da produção mato-grossense é destinada à exportação, reforçando o perfil da cultura voltado ao mercado internacional.

As características do mercado externo também influenciam a escolha das variedades. Em Mato Grosso, a mais utilizada é a K3, voltada à produção de óleo, enquanto o mercado asiático busca, principalmente, a variedade doce K2, que possui maior valor comercial. “Na China, por exemplo, o consumo de óleo de gergelim é muito maior do que o de óleo de soja, o que amplia a demanda pelo produto brasileiro”, afirmou o secretário.

O fortalecimento da cultura do gergelim também está inserido em uma estratégia mais ampla de diversificação e agregação de valor à produção estadual. “Além de ampliar as opções para o produtor rural, estamos trabalhando para abrir mercados e estimular a industrialização dentro do Estado, inclusive com a Zona de Processamento de Exportação, que cria um ambiente favorável para novos investimentos”, concluiu César Miranda.

O tema foi abordado pelo secretário de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, em entrevista concedida ao programa Força do Agro, da Revista Oeste, exibido nesta terça-feira (3.1).

Com Assessoria

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Agro Mato Grosso

Governo de MT nega que liminar isenta empresa de Blairo Maggi de imposto

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O governador Mauro Mendes negou que o produtor rural e ex-governador Blairo Maggi tenha privilégio de isenção fiscal por decisão judicial. Segundo ele, nenhuma lei estadual ampara o benefício fiscal a exportadores por meio de liminar.

“Não existe [liminar]. A lei é muito clara com relação a isso [regras para isenção ou redução de imposto]. As pessoas desconhecem a legislação. Mato Grosso tem um regime tributário que para você exportar é preciso pagar ICMS”, disse.

A informação sobre a liminar (decisão judicial provisória) a favor da empresa de Blairo Maggi foi divulgada há alguns dias pelo senador Jayme Campos (União Brasil). Conforme ele, a tal liminar retirava a obrigação da Amaggi de pagar o Fundo Estadual de Transporte e Habitação (Fethab).

O Fethab é uma taxa cobrada exclusivamente de produtores rurais em Mato Grosso. Nasceu com o objetivo de gerar fonte de investimento para a infraestrutura, mas passou por várias modificações ao longo dos anos.

Conforme o governador, existem as opções para as empresas exportadores em Mato Grosso de pagar ou o Fethab ou o ICMS. Alguns optam pelo fundo, outras criam um conta corrente fiscal para permanecer a contribuir pelo ICMS.

“Não é preciso nenhuma liminar para isso. O ICMS que é pago tem que ser devolvido pela Lei Kandir. Algumas empresas optaram por pagar o ICMS, fazer conta corrente para exportação e se ficar algum saldo, pleitear a exportação”, disse.

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