Sustentabilidade
Variações climáticas ampliam risco de DFCs e pressionam o manejo da soja na safra 2025/26 – MAIS SOJA

O avanço da safra de soja 2025/26 tem revelado um cenário climático que amplia o risco de Doenças de Final de Ciclo (DFCs). Oscilações de chuva e temperatura, associadas a janelas de semeadura mais longas, têm favorecido o avanço das manchas foliares como septoria e antracnose, além de ampliar a presença de ferrugem asiática no Sul, especialmente em regiões com histórico de pressão. No Cerrado, o alerta maior recai sobre a cercospora e a mancha-alvo, que vêm ocorrendo com mais frequência desde a última safra.
Esses fatores têm levado consultorias e equipes de monitoramento a registrar um avanço expressivo das DFCs conforme a lavoura avança para estádios mais adiantados, indo das fases vegetativas avançadas ao início do reprodutivo, dependendo da região. A alternância entre períodos úmidos e noites quentes, somada à elevada pressão de inóculo das doenças na área, acelera a evolução das manchas, reduzindo a capacidade fotossintética e comprometendo o enchimento de grãos, efeito intensificado quando há episódios curtos de estresse hídrico.
No Sul, a ocorrência simultânea de ferrugem e cercospora tem tornado o manejo mais complexo. A detecção precoce da ferrugem em algumas regiões, combinada à presença de cercospora, exige atenção redobrada e acompanhamento técnico constante. Nesse cenário, acertar o momento das primeiras aplicações e considerar as condições climáticas é fundamental para preservar o potencial produtivo.
No Cerrado, consultores apontam intensificação de cercospora e mancha-alvo, sobretudo em áreas com irregularidade hídrica inicial e plantios estendidos. A combinação entre temperaturas elevadas durante a noite, umidade alternada e presença de inóculo de doenças de safras anteriores favorece a progressão dessas manchas no final do ciclo. Nessas situações, preservar a sanidade foliar é essencial para manter o bom desempenho das lavouras.
Monitoramento contínuo e manejo assertivo ganham protagonismo
De acordo com Marcelo Gimenes, gerente de Fungicidas da ADAMA, a dinâmica atual reforça a necessidade de leitura cuidadosa das particularidades de cada região. “Nesta safra, não é apenas a presença das DFCs que chama atenção, mas a velocidade com que elas têm avançado ao final do ciclo. A interação entre clima, calendário operacional e histórico da área tornou o comportamento das doenças mais imprevisível. Por isso, monitoramento frequente e decisões técnicas bem embasadas são essenciais”, afirma.
O desafio se acentua quando diferentes doenças convivem na mesma área, situação observada tanto no Sul quanto no Cerrado. “Em ambientes onde múltiplas doenças pressionam simultaneamente, a planta perde capacidade de manter o dossel ativo pelo tempo necessário. Por isso, o manejo não pode ser reativo: é preciso estruturar uma estratégia assertiva com o histórico sanitário e com o potencial produtivo de cada talhão”, explica Gimenes.
Ele acrescenta que, em situações de pressão elevada, soluções consolidadas tendem a trazer maior previsibilidade ao manejo, como é o caso do fungicida Across®. Com amplo espectro contra doenças de difícil controle e combinação exclusiva com três modos de ação complementares, o produto tem apresentado desempenho estável ao longo das safras. “Essa regularidade, aliada à segurança de aplicação, contribui para preservar a área foliar nos momentos decisivos do ciclo. Em um ano de comportamento epidemiológico mais agressivo, essa estabilidade se torna especialmente relevante”, completa.
Sobre a ADAMA
A ADAMA Ltd. é líder global em proteção de culturas, fornecendo soluções para agricultores em todo o mundo para combater plantas daninhas, insetos e doenças. A ADAMA possui um dos mais amplos e diversos portfólios de ingredientes ativos do mundo, bem como instalações de P&D de última geração, fabricação e formulação.
Com uma cultura que capacita os colaboradores a escutar os agricultores, a ADAMA oferece uma vasta gama de produtos diferenciados de alta qualidade, fornecendo soluções que atendam às necessidades locais de agricultores e clientes em mais de 100 países em todo o mundo. Para mais informações, visite nosso site www.adama.com e nossos canais no Facebook, LinkedIn, Instagram e Youtube.
Fonte: Assessoria de Imprensa ADAMA
Sustentabilidade
ICL avança como empresa de dados e inovação no agro e consolida NutroScan com mais de 10 mil análises no Brasil – MAIS SOJA

A ICL, líder global em fertilizantes especiais, dá mais um passo em sua transformação estratégica, consolidando-se como uma plataforma de dados, tecnologia e geração de insights para o agronegócio. Um dos principais vetores desse movimento é NutroScan, solução de diagnóstico nutricional em tempo real que já acumula mais de 10 mil análises realizadas em campo, de Norte a Sul do Brasil, desde o início do projeto. “Estamos evoluindo de uma empresa de insumos para uma empresa orientada por dados. NutroScan tangibiliza a nossa promessa Nutrologia Vegetal, transformando informação em decisão agronômica na prática”, afirma João Augusto Pascoalino, gerente de Serviços Digitais da ICL.
Balanço da safra: escala, aprendizado e evolução da tecnologia
Os primeiros resultados do uso do NutroScan nas culturas de soja e milho indicam avanço em escala e maturidade tecnológica. Desde novembro de 2025, quando a solução começou a ser aplicada em campo, a ICL estruturou um dos maiores projetos de diagnóstico nutricional de plantas do País, combinando análises em tempo real com validação laboratorial.
Segundo Pascoalino, o processo permitiu ampliar a base de dados agronômicos da companhia, refinar os modelos da tecnologia e aumentar a acurácia dos diagnósticos. “Hoje, a tecnologia apresenta precisão entre 70% e 85% em relação aos resultados laboratoriais, índice elevado para condições de campo. Cada análise alimenta o sistema e gera melhoras contínuas da acurácia da ferramenta”, diz.
Além da escala, o projeto evidencia o nível de investimento da companhia. Somente em análises laboratoriais complementares, a ICL destinou cerca de 500 mil reais.
Mais do que diagnósticos individuais, NutroScan vem permitindo à ICL estruturar uma base robusta de dados sobre o comportamento nutricional das lavouras brasileiras. Esse ativo passa a permitir a criação de curvas analíticas especificas por cultura e cultivares, desenvolvimento de novos produtos e recomendações mais assertivas ao produtor. “Hoje, temos dados para entender padrões e antecipar necessidades do campo. É uma mudança de patamar”, afirma Pascoalino.
A ICL já iniciou a implementação do NutroScan em países da América Latina, como Paraguai e planeja expandir para Bolívia e Colômbia, replicando o modelo em mercados estratégicos da região.
O principal diferencial da tecnologia está na velocidade de resposta. Com o diagnóstico nutricional em tempo real, o produtor pode identificar deficiências imediatamente, tomar decisões no mesmo dia e realizar aplicações de forma preventiva. Sem a tecnologia, esse processo pode levar até 15 dias, considerando o tempo de envio e análise laboratorial. “Quando você reduz esse intervalo, sai de um manejo corretivo para um manejo preventivo. Isso impacta diretamente a estabilidade produtiva”, explica o executivo.
A evolução do NutroScan conta com a participação direta de equipes técnicas da ICL, consultores agronômicos e produtores rurais. “Quem está no campo é co-desenvolvedor da tecnologia. É assim que conseguimos validar e evoluir a solução”, afirma Pascoalino.
Nova fase: chegada ao café
Após a consolidação em soja e milho, a ICL inicia uma nova etapa com o avanço da tecnologia para outras culturas. A companhia anuncia o lançamento do NutroScan para a cultura do café, levando ao produtor um diagnóstico foliar em tempo real inédito para esse segmento.
A solução permite monitorar o estado nutricional da planta ao longo do ciclo, ajustar o manejo e aumentar a eficiência produtiva. “A lógica é a mesma: ganhar tempo, melhorar decisão e aumentar performance. O café passa a integrar esse ecossistema de dados”, diz.
Até o final de 2026, a expectativa é expandir NutroScan para cana-de-açúcar e algodão — culturas que, junto com soja, milho e café, concentram a maior parte do mercado atendido pela companhia.
“Estamos construindo uma plataforma que integra produto, serviço e dados. NutroScan é parte desse ecossistema, que sustenta a próxima geração de inovação no agro”, conclui Pascoalino.
Sobre a ICL
ICL Group Ltd. é uma empresa global líder em minerais especializados, que desenvolve soluções impactantes para os desafios de sustentabilidade da humanidade nos mercados de alimentos, agricultura e indústria. Utiliza seus recursos exclusivos de bromo, potássio e fosfato, sua força de trabalho profissional global e sua P&D focada em sustentabilidade e recursos de inovação tecnológica para impulsionar o crescimento da empresa em seus mercados finais. A empresa emprega mais de 12,5 mil pessoas em todo o mundo e sua receita em 2024 totalizou aproximadamente US$ 6,8 bilhões. Suas ações são listadas duplamente na Bolsa de Valores de Nova Iorque e na Bolsa de Valores de Tel Aviv (NYSE e TASE: ICL).
A ICL atua no Brasil, de diferentes formas, desde a década de 1960, oferecendo um portfólio completo de soluções para atender às necessidades de agricultores e clientes industriais. São fertilizantes de eficiência aprimorada e de liberação gradual, micronutrientes para solo e foliares, macronutrientes secundários, ação fisiológica, tratamento via sementes, adjuvantes e produtos biológicos. A empresa controla também as marcas Aminoagro e Dimicron. Na área de Food and Phosphate, produz ácido fosfórico purificado, fosfatos para uso industrial e alimentício e misturas de ingredientes e aditivos alimentícios. Com 11 unidades de produção e quatro centros de inovação, onde conduz pesquisa e desenvolvimento de produtos e tecnologias, a ICL soma 1,8 mil colaboradores no País.
Sustentabilidade
Trigo em Alta: Chicago Dispara com Clima Hostil nos EUA e Guerra no Oriente Médio – MAIS SOJA

A cotação do bushel de trigo, em Chicago, após disparar nesta semana, puxada pela continuidade da guerra no Oriente Médio e, principalmente, pelas condições climáticas ruins nas áreas de produção dos EUA, atingindo a US$ 6,65/bushel nos dias 12 e 13/05, acabou recuando no dia 14, seguindo a tendência da soja e do milho.
Com isso, o primeiro mês cotado fechou a quinta-feira (14) em US$ 6,47/bushel, porém, ainda assim bem mais elevado do que os US$ 6,01 de uma semana antes. Por sua vez, o relatório de maio, do USDA, apontou, para 2026/27, uma produção estadunidense de trigo em 42,5 milhões de toneladas, contra 54 milhões no ano anterior.
Em se confirmando isso, serão 21,3% a menos! Já os estoques finais nos EUA, no ano em questão, ficariam em 20,7 milhões de toneladas, contra 25,4 milhões um ano antes. Por sua vez, a produção mundial chegaria a 819 milhões de toneladas, contra 843,8 milhões no ano anterior, ou seja, um recuo de 2,9%. Enquanto isso, os estoques finais mundiais cairiam para 275 milhões de toneladas, após 279 milhões um ano antes.
A produção da Argentina recuaria para 21 milhões de toneladas, após o recorde de 28 milhões no ano anterior, enquanto a brasileira ficaria em apenas 6,7 milhões de toneladas, contra 7,9 milhões no ano anterior. Com isso, as importações de trigo pelo Brasil somariam 7,2 milhões de toneladas em 2026/27. Lembrando que o mercado interno brasileiro chega a avançar um volume superior a 8 milhões.
Dito isso, as condições das lavouras do trigo de inverno, nos EUA, no dia 10/05, apresentavam 40% entre ruins a muito ruins, 32% regulares e somente 28% entre boas a muito boas. Já o trigo de primavera registrava 53% da área esperada semeada, contra a média de 51%. Do total semeado, 23% estava germinado, contra 19% na média.
E no Brasil, os preços do cereal continuaram sua lenta evolução positiva. No Rio Grande do Sul, as principais praças praticaram R$ 64,00 a R$ 65,00/saco, para o produto de qualidade superior, enquanto no Paraná os valores oscilaram entre R$ 66,00 e R$ 67,00/saco.
O mercado local vem acompanhando o plantio, mais tardio, e o comportamento climático nas regiões produtoras do Sul do país, especialmente porque as previsões, cada vez mais, estão apontando a possibilidade de um super El Niño. Esse fato poderá trazer muita chuva, ventos e granizo no momento crítico do trigo, devendo causar estragos nas lavouras caso se confirme.
Além disso, os altos custos de produção ajudam a diminuir o interesse pelo cereal junto aos produtores. Tanto é verdade que a Conab, em seu relatório deste dia 14/05, indicou uma redução de área no país em 12,5%, para 2,14 milhões de hectares, sendo que o Rio Grande do Sul teria um recuo de 20%, com sua área ficando em 925.500 hectares, enquanto o Paraná perderia 8%, a 753.500 hectares. Com isso, a produção final do país, em 2026, alcançaria tão somente 6,4 milhões de toneladas, contra 7,9 milhões no ano anterior, cristalizando um recuo de 19% sobre 2025.
E isso desde que o clima transcorra normalmente, o que, como se viu, se tornou uma incerteza ainda maior para o corrente ano. Até o dia 11/05 o Paraná já havia semeado 35% de sua área esperada, enquanto no Rio Grande do Sul o plantio apenas está iniciando.
Por sua vez, o analista privado Safras & Mercado aponta uma produção brasileira de trigo, para 2026/27, ao redor de 6,16 milhões de toneladas, com recuo de 23,3% em relação a sua estimativa de colheita do ano anterior, que é de 8,02 milhões de toneladas. Neste momento, o mercado brasileiro observa estoques mais apertados e forte dependência das importações do cereal, com atenção redobrada em relação ao trigo argentino e às oscilações das cotações em Chicago.
Fonte: Informativo CEEMA UNIJUÍ, do prof. Dr. Argemiro Luís Brum¹
1 – Professor Titular do PPGDR da UNIJUÍ, doutor em Economia Internacional pela EHESS de Paris-França, coordenador, pesquisador e analista de mercado da CEEMA (FIDENE/UNIJUÍ).

Autor:Dr. Argemiro Luís Brum/CEEMA-UNIJUÍ
Site: Ceema/Unijuí
Sustentabilidade
Safra de grãos deve registrar alta de 5,7 milhões de toneladas no país – MAIS SOJA

A safra brasileira de grãos deve alcançar 358 milhões de toneladas, volume que representa crescimento de 1,6% em comparação ao ciclo anterior. O acréscimo estimado é de 5,7 milhões de toneladas, reforçando a expectativa de uma produção recorde no país, impulsionada principalmente pelos resultados positivos da soja, do milho e do sorgo. As projeções fazem parte do 8º Levantamento da Safra de Grãos divulgado nesta quinta-feira (14) pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab).
Soja
A soja segue como principal destaque da temporada. A estimativa é de que a oleaginosa atinja 180,1 milhões de toneladas, estabelecendo um novo recorde para a cultura. O volume supera em 978 mil toneladas a previsão anterior, equivalente a um ajuste de 0,5%, enquanto a colheita já alcança 98,3% da área plantada. Em relação à safra 2024/25, a produção deve crescer 8,6 milhões de toneladas, avanço de 5% que marca o sétimo aumento registrado nas últimas dez temporadas.
Milho e sorgo
O milho da primeira safra também apresentou expansão da área cultivada, revertendo a tendência observada nos últimos anos, com expectativa de produção próxima de 28,5 milhões de toneladas, resultado 3,5 milhões de toneladas superior ao registrado anteriormente. O sorgo igualmente mantém cenário favorável, podendo atingir 7,6 milhões de toneladas produzidas.
Considerando os três ciclos do milho, a estimativa da Companhia aponta para a segunda maior produção já registrada na série histórica, com previsão de 140,2 milhões de toneladas. O resultado representa crescimento de 0,4% em relação ao levantamento anterior, o equivalente a 600 mil toneladas adicionais.
Até o início de maio, 71,5% da área da primeira safra já havia sido colhida, registrando incremento de 1,8% frente à projeção anterior, com aumento de 493 mil toneladas. Já a segunda safra, cuja semeadura foi concluída, deve alcançar 108,5 milhões de toneladas, apresentando leve retração de 0,6% em comparação ao ciclo passado. Segundo a Conab, fatores climáticos afetaram a produção em estados como Goiás e Minas Gerais, embora a área plantada nacional tenha avançado 2,1%.
O desempenho do sorgo também chama atenção, com expectativa de crescimento de até 23,8% na produção. A expansão é atribuída ao aumento significativo da área cultivada, favorecido pela maior resistência da cultura à escassez hídrica e pela utilização semelhante à do milho. O avanço ocorreu em todas as regiões do país, especialmente no Centro-Oeste, onde a área plantada cresceu 50,7%.
Em Goiás, maior produtor nacional na safra 2024/25, a produção deve superar 2,2 milhões de toneladas, representando alta de 40,3%. De acordo com o gerente de Acompanhamento de Safras da Conab, Fabiano Vasconcellos, o crescimento está relacionado à migração de áreas inicialmente destinadas ao milho, já que parte dos produtores optou pelo sorgo após o encerramento da janela ideal de plantio do cereal, aproveitando a maior adaptação da cultura a períodos de estiagem e diferentes possibilidades de uso, como alimentação animal e produção de etanol.
Arroz
No caso do arroz, alimento essencial na mesa dos brasileiros, a produção deve apresentar leve queda de 0,3%, totalizando 11,1 milhões de toneladas. O volume permanece estável em relação ao levantamento anterior, mas representa redução de 1,7 milhão de toneladas frente à safra 2024/25. A retração está ligada à diminuição de aproximadamente 13,7% na área cultivada. Ainda assim, com 94,6% da colheita concluída, houve melhora na produtividade média, estimada em 7.281 quilos por hectare.
Feijão
Para o feijão, a previsão também indica redução. A produção total das três safras deve atingir 2,9 milhões de toneladas, recuo de 5,2% em comparação ao ciclo anterior, mantendo estabilidade frente às estimativas mais recentes da Companhia. A primeira safra da leguminosa, já colhida em 95,4% da área, apresentou ganho de produtividade de 4,3%, com produção estimada em pouco mais de 969 mil toneladas. Apesar das quedas previstas para arroz e feijão, a Conab avalia que não há risco de desabastecimento no mercado interno.
Algodão
Na cultura do algodão, cuja maior parte das lavouras está em fase próxima da colheita, a expectativa é de produção em torno de 4 milhões de toneladas de pluma, volume 2,6% inferior ao obtido na safra 2024/25. A redução está associada tanto à menor área cultivada quanto à queda na produtividade. O trigo também deve registrar retração, com previsão de diminuição de 1,5 milhão de toneladas, principalmente em função da redução da área plantada no Rio Grande do Sul e no Paraná. A produção nacional do cereal está estimada em 6,4 milhões de toneladas.
Etanol
No mercado, a indústria de etanol deve seguir estimulando o consumo interno de milho, que pode crescer 4,6% em relação à temporada passada, alcançando 94,86 milhões de toneladas.
Exportações
As exportações do cereal também devem permanecer elevadas, com expectativa de atingir 46,5 milhões de toneladas, favorecidas pela boa produção nacional. Mesmo com o aumento nos embarques, o estoque de passagem ao fim da safra deverá ficar próximo de 12,98 milhões de toneladas. Para a soja, as projeções seguem igualmente positivas, com exportações estimadas em 116 milhões de toneladas, avanço de 7,25% frente ao ciclo 2024/25.
Autor/Fonte: SNA – Por Larissa Machado / larissamachado@sna.agr.br
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