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19 de outubro de 2026

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Pivetta diz que novo pronto-socorro dará destino à área do antigo VLT em Várzea Grande

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Governo de Mato Grosso vai investir mais de R$ 200 milhões na construção do hospital, que terá cerca de 200 leitos e será erguido em área do antigo projeto de mobilidade urbana

 

O governador Otaviano Pivetta afirmou que a definição do local para a construção do novo Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande é estratégica e garante o aproveitamento de uma área pública na região do antigo projeto do Veículo Leve sobre Trilhos (VLT), que foi paralisado e teve o contrato rescindido, com homologação judicial, após ser alvo de operação da Polícia Federal por esquemas de corrupção.

A unidade será construída na região do Aeroporto Marechal Rondon, em Várzea Grande, em área que integra o traçado do antigo projeto de mobilidade urbana e que hoje reúne estruturas já implantadas e sem utilização plena. O local também está inserido em um eixo estruturante do município, com previsão de integração viária e ligação com regiões centrais da cidade.

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O anúncio foi feito nesta sexta-feira (3.7), durante evento no município, quando o Governo de Mato Grosso confirmou o investimento de mais de R`$ 200 milhões na nova unidade.

“Nosso objetivo é recuperar investimentos passados e gerar um impacto social positivo. Escolhemos essa área porque ela já conta com um patrimônio público importante. É uma estrutura que já está começada e que vai ser mais rápida e mais econômica também. Esse lugar vai ser o coração de Várzea Grande, com um eixo estruturante e capacidade de atender melhor a população”, afirmou o governador.

Otaviano Pivetta destacou a vocação logística da região para o atendimento de saúde.

“A localização é estratégica e geográfica. Aqui está próximo ao aeroporto, com entrada para o hospital, espaço para atendimento de emergência e suporte para UTI aérea. Tudo isso facilita o funcionamento e a resposta da rede de saúde. Essa soma de fatores nos levou a tomar essa decisão”, disse.

O governador também ressaltou a integração da nova unidade com a mobilidade urbana do município.

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“Já emitimos a ordem de serviço para a construção da avenida aqui na frente, que contará com um calçadão, e o hospital será construído logo abaixo. Esse ponto faz ligação com o Cristo Rei, que é o bairro mais populoso da região, e com o centro de Várzea Grande”, completou.

Ele reforçou ainda o caráter estruturante da obra para o município.

“Várzea Grande vai ter um hospital de urgência e emergência à altura do que a população merece”, afirmou.

O Hospital

O novo Hospital e Pronto-Socorro de Várzea Grande terá cerca de 200 leitos e será voltado ao atendimento de urgência, emergência e trauma.

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A unidade será construída em área de aproximadamente 16 mil metros quadrados e atenderá Várzea Grande e toda a Baixada Cuiabana.

O edital para contratação será publicado até o fim de agosto, na modalidade RDC Integrada, em que a empresa vencedora será responsável pelo projeto executivo e pela execução da obra.

Além do hospital, o Governo também anunciou investimento de R$ 8,5 milhões para a construção da nova sede da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) no município.

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Avó, mãe e netas morrem após acidente de carro na BR-364 em MT

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Quatro pessoas da mesma família morreram após uma batida entre dois carros na BR-364, na entrada da comunidade Córrego Grande, em Diamantino, a 209 km de Cuiabá, na tarde de sábado (17). As vítimas são Luciana Pinheiro de Souza, de 46 anos, a filha dela, Kamilli Vitória Souza da Silva, de 24 anos, e as netas Sophia Vitória Souza de Matos, de 9 anos, e Manuella Vitória Souza de Matos, de 1 ano.

Segundo a Polícia Civil, os dois carros saíram da pista após a batida, e um deles tombou.

Kamilli dirigia um dos carros e morreu no local, assim como a filha dela, Sophia. Luciana morreu depois de ser levada ao Hospital Municipal de Diamantino. Já a bebê Manuella morreu durante o transporte de ambulância para uma unidade de saúde com estrutura de Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) esteve no local para realizar os procedimentos periciais. A ocorrência também foi atendida pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) e por investigadores da Polícia Civil.

Em nota, a Prefeitura de Diamantino lamentou a morte de Luciana, que trabalhava como técnica de enfermagem no Grupo Viver Legal, da Secretaria Municipal de Assistência Social, Trabalho e Cidadania. O município também manifestou pesar pela morte da filha dela, Kamilli, e das netas Sophia e Manuella.

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“A Administração Municipal manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho, desejando força e conforto para enfrentar essa irreparável perda”, diz trecho da nota.

 

As circunstâncias do acidente serão apuradas.

Quatro pessoas da mesma família morreram após uma batida entre dois carros na BR-364, na entrada da comunidade Córrego Grande, em Diamantino. — Foto: Reprodução- Polícia Militar

Quatro pessoas da mesma família morreram após uma batida entre dois carros na BR-364, na entrada da comunidade Córrego Grande, em Diamantino. — Foto: Reprodução- Polícia Militar

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Agro Mato Grosso

Cinco pessoas morreram após carro bater de frente com carreta na MT-140

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Cinco pessoas morreram após um carro bater de frente com uma carreta na MT-140, nas proximidades do Trevo do Corgão, em Nova Brasilândia, a 215 km de Cuiabá, neste sábado (17). As vítimas foram identificadas como Avelino Carlos de Souza, de 33 anos, Amanda Nayara Manoel da Silva, de 29, Emanuelly da Silva Fajardo, de 10, Arthur Emanuel da Silva Fajardo, de 8, e Davi Manoel Carlos de Souza, de 2 anos. Todas estavam no carro e morreram no local.

O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT) foi acionado por volta das 19h. Ao chegar ao local, a equipe constatou que as cinco vítimas estavam presas às ferragens e sem sinais vitais.

Após autorização da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec), os bombeiros retiraram as vítimas do veículo. Para isso, removeram as portas e o teto do carro e rebateram o painel para liberar os corpos. Após o resgate, os corpos foram entregues à Politec e à Polícia Civil.

O motorista do caminhão não apresentava ferimentos aparentes e recusou atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Equipes da Polícia Militar também atenderam à ocorrência.

As causas do acidente não foram informadas.

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Justiça penhora fazenda de R$ 17,6 mi do “maior desmatador do Pantanal” I MT

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O juiz Renan Carlos Leão Pereira do Nascimento, da 4ª Vara Cível de Rondonópolis, determinou a penhora de uma fazenda avaliada em R$ 17,6 milhões pertencente ao pecuarista Claudecy Oliveira Lemes, conhecido como o “maior desmatador do Pantanal”. A medida busca garantir o pagamento de uma dívida de R$ 15,2 milhões cobrada pelo Banco do Brasil.

Na decisão, publicada nesta quinta-feira (15), o magistrado também rejeitou o pedido da instituição financeira para bloquear outros imóveis do fazendeiro e quebrar seu sigilo bancário.

A cobrança tramita na Justiça desde 2024 e envolve um débito de R$ 15.228.453,70. Para assegurar o recebimento, o banco havia solicitado medidas sobre diversas propriedades do pecuarista, localizadas em diferentes municípios.

A defesa de Claudecy contestou os pedidos, alegando que as restrições eram desnecessárias, já que uma das propriedades havia sido oferecida como garantia hipotecária da operação financeira.

Trata-se da Fazenda Bom Sucesso, localizada em Santo Antônio de Leverger, que possui 5.887,4 hectares e valor estimado pela defesa em R$ 17.632.342.

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Ao analisar o processo, o juiz entendeu que a propriedade deve ser utilizada, inicialmente, para garantir a cobrança, uma vez que seu valor estimado supera o montante exigido pelo banco.

Para o magistrado, não há justificativa, neste momento, para ampliar as restrições patrimoniais antes de verificar se o imóvel dado em garantia é suficiente para quitar a dívida.

Com isso, determinou que a penhora fique limitada à Fazenda Bom Sucesso e que seja realizada uma avaliação judicial para confirmar o valor de mercado da área. O procedimento deverá ser realizado na comarca de Santo Antônio de Leverger.

Maior desmatador do Pantanal

Claudecy Oliveira Lemes ficou conhecido após ser investigado pela Polícia Civil por suspeita de promover desmatamento em larga escala no Pantanal mato-grossense, utilizando produtos químicos para destruir a vegetação nativa.

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O caso foi alvo da Operação Cordilheira, conduzida pela Delegacia Especializada do Meio Ambiente (Dema), após uma denúncia recebida em 2022.

As investigações apontaram que agrotóxicos eram lançados por aeronaves sobre áreas de vegetação nativa, em uma prática conhecida como “desmate químico”.

Segundo a Polícia Civil, o método representa riscos não apenas à flora, mas também aos animais e à população, já que as substâncias podem ser carregadas pelas águas durante os períodos de cheia e contaminar rios e outros ambientes do Pantanal.

O pecuarista possui aproximadamente 277 mil hectares de terras no bioma, extensão equivalente a 2,7 mil quilômetros quadrados e que representa quase 6% do Pantanal localizado em Mato Grosso.

Com base em valores de mercado de propriedades rurais da região, as áreas investigadas foram avaliadas em cerca de R$ 775,6 milhões.

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Pelas irregularidades ambientais identificadas, Claudecy recebeu multas que ultrapassam R$ 2,8 bilhões, valor apontado como a maior penalidade administrativa já aplicada pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT).

 

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