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4 de agosto de 2026

Agro Mato Grosso

Colheita da soja avança em MT e define estratégias para o plantio de milho e algodão

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O início do ano no campo é tradicionalmente marcado pela expectativa do produtor em relação à colheita e à rentabilidade da safra. Em algumas regiões de Lucas do Rio Verde, esse movimento já começa a se materializar com o avanço da colheita da soja, especialmente nas áreas onde o plantio ocorreu ainda na primeira quinzena de setembro. “O agricultor sempre inicia o ano com essa expectativa de que a safra seja satisfatória e rentável”, observa o diretor executivo da Fundação Rio Verde, Rodrigo Pasqualli.

Segundo ele, nessas propriedades a cultura da soja chega ao fim do ciclo produtivo e abre espaço para a implantação da próxima safra. “A soja está finalizando o ciclo e agora entra na fase da colheita, ao mesmo tempo em que o produtor já precisa pensar na implantação do milho ou do algodão”, destaca.

Janela ideal do algodão entra em período decisivo

O momento atual é considerado estratégico, principalmente para o algodão. De acordo com Pasqualli, o início de janeiro concentra a melhor janela de plantio da cultura. “Nós estamos agora na janela ideal do algodão, que vai do início de janeiro até, preferencialmente, o dia 10, podendo se estender no máximo até o dia 20”, explica.

Respeitar esse período, conforme ressalta o diretor executivo, é fundamental para garantir melhores condições de desenvolvimento da lavoura ao longo do ciclo. O plantio dentro da janela adequada contribui para reduzir riscos climáticos nas fases mais sensíveis da cultura e favorece o manejo agronômico, refletindo diretamente no potencial produtivo.

Implantação do milho depende do avanço da colheita

A definição pelo milho como cultura da próxima safra também está diretamente ligada ao ritmo da colheita da soja. A liberação das áreas no tempo adequado permite ao produtor aproveitar melhor o calendário agrícola e minimizar riscos relacionados ao clima. “A colheita é uma operação muito importante neste momento, porque dela depende todo o planejamento da próxima safra”, pontua Pasqualli.

Produtividade variável acende alerta no campo

Os primeiros relatos de produtividade da soja, segundo o diretor executivo da Fundação Rio Verde, têm mostrado um cenário bastante diverso. “Nós tivemos localidades que enfrentaram problemas climáticos, principalmente a falta de chuva no início da formação da lavoura, e outras áreas que não sofreram com isso”, relata.

Esse contraste se reflete diretamente nos resultados colhidos. “Tem lavouras com produtividade satisfatória e outras nem tanto, e isso acende uma luz amarela para o agricultor, que passa a olhar com ainda mais atenção para o comportamento do clima”, acrescenta.

Clima impõe limites às operações agrícolas

Além de influenciar a produtividade, o clima também interfere diretamente no ritmo da colheita. Conforme explica Pasqualli, a presença de nebulosidade e de chuvas localizadas, ainda previstas para os próximos dias, pode causar desconforto operacional. “O tempo precisa estar com sol e temperatura mais alta para fechar a maturação da soja e garantir condição adequada para a colheita”, afirma.

A expectativa, segundo ele, é de que haja uma melhora nas condições meteorológicas a partir da próxima semana. “A meteorologia indica que podemos ter um tempo mais estável, o que ajuda bastante nesse momento em que a colheita é prioridade”, completa.

Planejamento e informação técnica como aliados

Diante de um cenário em que o clima segue como variável central, o produtor rural mantém o planejamento como principal ferramenta de tomada de decisão. A escolha entre milho e algodão, o respeito às janelas ideais de plantio e o acompanhamento das previsões meteorológicas se tornam determinantes para o sucesso da safra.

Nesse contexto, a Fundação Rio Verde reforça seu papel de apoio técnico ao produtor, contribuindo com informação qualificada e acompanhamento do cenário agrícola em um dos períodos mais sensíveis do calendário do campo.

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Agro Mato Grosso

Disputa de herança é apontada como motivação de morte de jovem em MT

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A investigação sobre o assassinato de Bruno Alexandre Souza da Silva, de 24 anos, ocorrido em outubro de 2025, em Confresa, a 1.160 km de Cuiabá, avançou nesta segunda-feira (3) com o cumprimento de quatro mandados de busca e apreensão contra familiares da vítima. Segundo o delegado Rogério da Silva Irlandes, a principal linha de investigação aponta que o crime pode ter sido motivado por conflitos familiares relacionados à disputa por herança e desentendimentos judiciais.

Durante o cumprimento dos mandados, dois homens foram presos em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e munições de calibre permitido. Um deles também responderá pelo crime de porte ilegal de arma de fogo.

As investigações seguem em andamento para apurar a participação direta dos suspeitos no assassinato e confirmar a motivação para a execução de Bruno Alexandre.

A ação faz parte da Operação Philéos, coordenada pela Delegacia de Confresa, com apoio das equipes das Delegacias de Vila Rica e Porto Alegre do Norte. Os mandados foram cumpridos em endereços de membros da família da vítima, todos localizados no município.

Armas e munições foram apreendidas durante a operação, que também resultou na prisão de dois suspeitos em flagrante. — Foto: PJC

Armas e munições foram apreendidas durante a operação, que também resultou na prisão de dois suspeitos em flagrante. — Foto: PJC

Entenda o caso

Bruno Alexandre foi morto com cerca de seis tiros em frente à casa onde morava, no bairro Babinsk, em Confresa. No momento do ataque, ele estava no banco do passageiro com a filha de um ano e dois meses no colo; a criança foi atingida de raspão e sobreviveu.

Segundo a investigação, Bruno retornava para casa com a companheira após buscar materiais agrícolas no local onde trabalhava quando um homem encapuzado se aproximou e efetuou os disparos. O suspeito fugiu a pé após o crime.

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Syngenta destaca tecnologias para manejo de plantas daninhas

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Novos herbicidas serão apresentados durante o Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas

A Syngenta participa do XXXIV Congresso Brasileiro da Ciência das Plantas Daninhas (CBCPD), que acontece de 3 a 6 de agosto, em Foz do Iguaçu (PR). Para sustentar sua posição de liderança no mercado de proteção de cultivos, a companhia preparou uma agenda robusta para o evento, apresentando ao setor duas grandes tecnologias em herbicidas: Crestivo e Virestina technology, novidades que devem chegar ao mercado brasileiro em breve para apoiar os agricultores em culturas como cana-de-açúcar, soja, algodão, milho e trigo.

O evento, que deve reunir cerca de 1.200 participantes entre pesquisadores, consultores e profissionais da cadeia do agro, será o palco para a Syngenta debater o avanço das espécies emergentes de plantas daninhas e novas moléculas.

A Syngenta destaca duas novas tecnologias de herbicidas: Crestivo, direcionada ao manejo em cana-de-açúcar com amplo espectro, flexibilidade e longo período residual no controle de plantas daninhas, e Virestina technology, novo grupo químico focado no combate a gramíneas que apresentam resistência a herbicidas convencionais nas culturas da soja e algodão. Ambas as soluções estão em fase de registro.

“A evolução das plantas daninhas e o avanço dos casos de resistência exigem conhecimento técnico, inovação e estratégias cada vez mais precisas. O Congresso cria um ambiente importante para discutir esses desafios diretamente com os elos estratégicos do setor, apresentando tecnologias que constroem um manejo muito mais eficiente”, destaca Murilo Borges, Gerente de Herbicidas da Syngenta.

Corrida da Inovação

Antes do início dos debates, a Syngenta realiza a Corrida da Inovação no dia 2 de agosto (domingo), às 17h, no Complexo Turístico de Itaipu. O evento une esporte e ciência por meio de três modalidades inspiradas em termos do campo: corridas de 5km e 10km e caminhada de 5km.

“As corridas exigem velocidade e alta performance – e no campo não é diferente. Crestivo e Virestina technology chegam juntos para ditar o ritmo do manejo de plantas daninhas”, destaca Rafael Berta, Gerente de Marketing de Produto para a área de Herbicidas da Syngenta.

Programação técnica: painéis debatem futuro do manejo

Os especialistas das áreas de Marketing, Pesquisa e Desenvolvimento (R&D) e Desenvolvimento Técnico de Mercado (DTM) da Syngenta comandarão cinco apresentações estratégicas ao longo da agenda oficial do congresso. No dia 4 de agosto, Lucas Mialick e Rafael Berta debatem o futuro do mercado de herbicidas no Auditório Principal, enquanto Dieimission Paulo Almeida apresenta soluções para o controle de capim-andropogon no Auditório 3.

Na sequência, no dia 5 de agosto, o Auditório Principal recebe Wendy Colombo e Murilo Borges para detalhar Virestina technology contra gramíneas resistentes, além de Rodrigo Angarten, que aborda as tendências globais em formulações. Os debates técnicos da companhia serão encerrados também no dia 5, com Rodrigo Dourado analisando os mecanismos de tolerância da vassourinha-de-botão no Auditório 2.

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Possibilidade de “Super El Niño” acende alerta e exige planejamento para safra 2026/27

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Informação, monitoramento e antecipação são ferramentas para o produtor enfrentar desafios climáticos com segurança, eficiência e previsibilidade

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